Questões de EFAF Ciências - Matéria e Energia (Física)
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Questão 5 10194252
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo Integrado 2012BARULHO EM EXCESSO PODE CAUSAR ESTRESSE E PERDA AUDITIVA
Buzina, avião, sirene, música alta, moto, britadeira. Quem não fica incomodado com tanto barulho nas grandes cidades? Pois essa desagradável sinfonia pode causar não só irritação, mas também problemas auditivos e, a longo prazo, aumentar o estresse. Especialistas advertem que a cautela para evitar esse tipo de exposição exagerada é indispensável para não comprometer a saúde.
Porém, para quem trabalha exposto a ruídos incessantes — como em fábricas ou indústrias —, ou mora próximo a aeroportos, por exemplo, fugir da barulheira é missão impossível. Um estudo feito pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mostrou que trinta mil paulistanos sofrem diariamente com níveis elevados do aeroporto de Congonhas. Se levarmos a realidade para Porto Alegre, veremos que a situação não é muito diferente.
A fonoaudióloga Isabela Gomes alerta que não só perto de aeroportos, mas em muitos locais nos grandes centros urbanos, medições de ruído mostram alarmantes 90 decibéis — capazes de ensurdecer. O nível máximo de conforto é de 55 decibéis no período diurno e de 50 decibéis no período noturno.
Segundo especialistas, normalmente o portador de problemas na audição relata uma história prolongada de exposição a níveis de ruído elevados, maiores de 85 decibéis (dB). Essas pessoas estão sujeitas a desenvolverem perda auditiva, inicialmente nas frequências agudas. É comum que elas reclamem de dificuldades no entendimento da fala e mais tarde, com a evolução da doença, um comprometimento no meio social e até depressão.
Nem todo mundo responde da mesma forma aos ruídos. O grave é que estão aumentando vertiginosamente os casos de surdez, entre outros distúrbios, devido ao estresse causado por locais barulhentos. E muitas vezes, é dentro de casa que mora o perigo: rádios, TVs e outros aparelhos ligados simultaneamente já provocam uma reação no organismo. Dores de cabeça frequentes, problema estomacais, aumento da pressão arterial e insônia podem estar relacionadas com a poluição sonora.
Conforme dados da Sociedade Brasileira de Otologia, 20% da população já sofre com problemas de zumbido — o que no Brasil, equivale a 30 milhões de habitantes. E 5% desses problemas são causados pelo mau uso de aparelhos sonoros, como os mp3 players.
— O uso de iPods e similares representa um risco muito alto para a saúde auditiva, pois os fones estão inseridos no canal auditivo e levam o som diretamente à membrana timpânica, sem nenhum meio de proteção às delicadas estruturas que compõem o ouvido interno — explica Silvio Caldas, presidente da sociedade.
No caso de perda auditiva, o ideal é consultar um especialista, fazer um exame chamado audiometria para detectar se já existe algum dano à audição e obter as orientações necessárias para prevenir ou impedir o agravamento do problema. E para quem quer se proteger do barulho, a saída são os protetores auriculares.
Vale lembrar que a perda auditiva é cumulativa, e a prevenção deve ocorrer o quanto antes: ou teremos uma geração de surdos cada vez mais cedo.
(CADERNO VIDA, ZERO HORA. Bem-estar, 25/06/2011. Disponível em http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jspuf=1&local=1§ion=Segundo%20Caderno&newsID=a3364953.xml. Acessado em 18 out 2011)
No trecho: “Especialistas advertem que a cautela para evitar esse tipo de exposição exagerada é indispensável para não comprometer a saúde”.
O termo sublinhado poderia ser substituído por um sinônimo que mantém o sentido apresentado no texto.
Questão 4 10194241
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo Integrado 2012BARULHO EM EXCESSO PODE CAUSAR ESTRESSE E PERDA AUDITIVA
Buzina, avião, sirene, música alta, moto, britadeira. Quem não fica incomodado com tanto barulho nas grandes cidades? Pois essa desagradável sinfonia pode causar não só irritação, mas também problemas auditivos e, a longo prazo, aumentar o estresse. Especialistas advertem que a cautela para evitar esse tipo de exposição exagerada é indispensável para não comprometer a saúde.
Porém, para quem trabalha exposto a ruídos incessantes — como em fábricas ou indústrias —, ou mora próximo a aeroportos, por exemplo, fugir da barulheira é missão impossível. Um estudo feito pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mostrou que trinta mil paulistanos sofrem diariamente com níveis elevados do aeroporto de Congonhas. Se levarmos a realidade para Porto Alegre, veremos que a situação não é muito diferente.
A fonoaudióloga Isabela Gomes alerta que não só perto de aeroportos, mas em muitos locais nos grandes centros urbanos, medições de ruído mostram alarmantes 90 decibéis — capazes de ensurdecer. O nível máximo de conforto é de 55 decibéis no período diurno e de 50 decibéis no período noturno.
Segundo especialistas, normalmente o portador de problemas na audição relata uma história prolongada de exposição a níveis de ruído elevados, maiores de 85 decibéis (dB). Essas pessoas estão sujeitas a desenvolverem perda auditiva, inicialmente nas frequências agudas. É comum que elas reclamem de dificuldades no entendimento da fala e mais tarde, com a evolução da doença, um comprometimento no meio social e até depressão.
Nem todo mundo responde da mesma forma aos ruídos. O grave é que estão aumentando vertiginosamente os casos de surdez, entre outros distúrbios, devido ao estresse causado por locais barulhentos. E muitas vezes, é dentro de casa que mora o perigo: rádios, TVs e outros aparelhos ligados simultaneamente já provocam uma reação no organismo. Dores de cabeça frequentes, problema estomacais, aumento da pressão arterial e insônia podem estar relacionadas com a poluição sonora.
Conforme dados da Sociedade Brasileira de Otologia, 20% da população já sofre com problemas de zumbido — o que no Brasil, equivale a 30 milhões de habitantes. E 5% desses problemas são causados pelo mau uso de aparelhos sonoros, como os mp3 players.
— O uso de iPods e similares representa um risco muito alto para a saúde auditiva, pois os fones estão inseridos no canal auditivo e levam o som diretamente à membrana timpânica, sem nenhum meio de proteção às delicadas estruturas que compõem o ouvido interno — explica Silvio Caldas, presidente da sociedade.
No caso de perda auditiva, o ideal é consultar um especialista, fazer um exame chamado audiometria para detectar se já existe algum dano à audição e obter as orientações necessárias para prevenir ou impedir o agravamento do problema. E para quem quer se proteger do barulho, a saída são os protetores auriculares.
Vale lembrar que a perda auditiva é cumulativa, e a prevenção deve ocorrer o quanto antes: ou teremos uma geração de surdos cada vez mais cedo.
(CADERNO VIDA, ZERO HORA. Bem-estar, 25/06/2011. Disponível em http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jspuf=1&local=1§ion=Segundo%20Caderno&newsID=a3364953.xml. Acessado em 18 out 2011)
Os fatos relacionados no texto discutem os problemas de audição, devido ao barulho excessivo. O texto “Barulho em excesso pode causar estresse e perda auditiva” apresenta uma sequência textual predominantemente................
Marque a opção que completa a lacuna de acordo com o sentido da frase.
Questão 2 10194216
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo Integrado 2012BARULHO EM EXCESSO PODE CAUSAR ESTRESSE E PERDA AUDITIVA
Buzina, avião, sirene, música alta, moto, britadeira. Quem não fica incomodado com tanto barulho nas grandes cidades? Pois essa desagradável sinfonia pode causar não só irritação, mas também problemas auditivos e, a longo prazo, aumentar o estresse. Especialistas advertem que a cautela para evitar esse tipo de exposição exagerada é indispensável para não comprometer a saúde.
Porém, para quem trabalha exposto a ruídos incessantes — como em fábricas ou indústrias —, ou mora próximo a aeroportos, por exemplo, fugir da barulheira é missão impossível. Um estudo feito pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mostrou que trinta mil paulistanos sofrem diariamente com níveis elevados do aeroporto de Congonhas. Se levarmos a realidade para Porto Alegre, veremos que a situação não é muito diferente.
A fonoaudióloga Isabela Gomes alerta que não só perto de aeroportos, mas em muitos locais nos grandes centros urbanos, medições de ruído mostram alarmantes 90 decibéis — capazes de ensurdecer. O nível máximo de conforto é de 55 decibéis no período diurno e de 50 decibéis no período noturno.
Segundo especialistas, normalmente o portador de problemas na audição relata uma história prolongada de exposição a níveis de ruído elevados, maiores de 85 decibéis (dB). Essas pessoas estão sujeitas a desenvolverem perda auditiva, inicialmente nas frequências agudas. É comum que elas reclamem de dificuldades no entendimento da fala e mais tarde, com a evolução da doença, um comprometimento no meio social e até depressão.
Nem todo mundo responde da mesma forma aos ruídos. O grave é que estão aumentando vertiginosamente os casos de surdez, entre outros distúrbios, devido ao estresse causado por locais barulhentos. E muitas vezes, é dentro de casa que mora o perigo: rádios, TVs e outros aparelhos ligados simultaneamente já provocam uma reação no organismo. Dores de cabeça frequentes, problema estomacais, aumento da pressão arterial e insônia podem estar relacionadas com a poluição sonora.
Conforme dados da Sociedade Brasileira de Otologia, 20% da população já sofre com problemas de zumbido — o que no Brasil, equivale a 30 milhões de habitantes. E 5% desses problemas são causados pelo mau uso de aparelhos sonoros, como os mp3 players.
— O uso de iPods e similares representa um risco muito alto para a saúde auditiva, pois os fones estão inseridos no canal auditivo e levam o som diretamente à membrana timpânica, sem nenhum meio de proteção às delicadas estruturas que compõem o ouvido interno — explica Silvio Caldas, presidente da sociedade.
No caso de perda auditiva, o ideal é consultar um especialista, fazer um exame chamado audiometria para detectar se já existe algum dano à audição e obter as orientações necessárias para prevenir ou impedir o agravamento do problema. E para quem quer se proteger do barulho, a saída são os protetores auriculares.
Vale lembrar que a perda auditiva é cumulativa, e a prevenção deve ocorrer o quanto antes: ou teremos uma geração de surdos cada vez mais cedo.
(CADERNO VIDA, ZERO HORA. Bem-estar, 25/06/2011. Disponível em http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jspuf=1&local=1§ion=Segundo%20Caderno&newsID=a3364953.xml. Acessado em 18 out 2011)
“A fonoaudióloga Isabela Gomes alerta que não só perto de aeroportos, mas em muitos locais nos grandes centros urbanos, medições de ruído mostram alarmantes 90 decibéis — capazes de ensurdecer”.
O termo sublinhado no trecho estabelece uma relação de contraste.
Qual das palavras abaixo pode substituir esse termo sem comprometer o sentido do texto?
Questão 2 10127316
CMRJ 1° Ano - Prova de Matemática 2012Um laboratório produz 100 litros de determinado componente. Em seguida, para produzir vacinas, dilui esse concentrado em 1340 dm3 de água destilada. O produto final é então armazenado em ampolas de 20 cm3 cada, ficando cada ampola completamente cheia.
O número de ampolas que pode ser produzido é igual a
Questão 5 176384
OBF Nivel 1 2012O texto a seguir refere-se às questões de 05 a 08:
Usain S. Leo Bolt é um atleta (corredor velocista) que participa das provas de 100m e 200m rasos e 4x100m (prova de revesamento na qual uma equipe com 4 corredores percorre uma distancia total de 400m, sendo que cada corredor percorre 100m) . É dele o recorde mundial das provas de 100m e 200m com tempos respectivos de 9,58s e 19,19s. Junto com seus colegas da equipe da Jamaica eles também são recordistas da prova de revesamento 4x100m com o tempo de 37,04s.
Qual a velocidade média de Usain Bolt na prova dos 100m rasos na qual bateu o recorde mundial?
Questão 9 168535
IFMG 2012Em um dia quente, um estudante colocou algumas pedras de gelo em um copo d'água a fim de resfriá-la e matar sua sede. À medida que o gelo derretia, ele observava a formação de gotas d'água na parede externa do copo.
Com base no exposto, é CORRETO afirmar que:
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