Questões de EFAF Ciências - Corpo humano
1.319 Questões
Questão 19 168501
IFMG 2013O organismo é constituído por células que formam os tecidos que originam os órgãos que por sua vez formam os sistemas que fazem parte do corpo humano.
Com relação ao organismo dos seres humanos, considere as afirmativas abaixo:
I. As células sanguíneas são fabricadas na medula óssea.
II. As vitaminas são os principais fornecedores de energia para o corpo.
III. O sangue arterial é conduzido somente pelas artérias e o sangue venoso, somente pelas veias. IV. Na expiração, o diafragma e os músculos intercostais relaxam, e a caixa torácica diminui de volume.
Está correto o que se afirma em:
Questão 5 10723494
COTIL 1° Ano 2012Texto para a questão.
O CÉREBRO ELETRÔNICO

Quando o computador foi inventado, em 1946 – aliás, eu também fui inventado em 46 –, pesava 14 toneladas. Imagine o tamanho. E não se chamava computador. O nome da engenhoca era ‘cérebro eletrônico’. Era um invento assustador. Ficava dentro de uma espécie de armazém, tinha rolos de fitas imensos, fazia um barulho danado. Parecia um monstro. Mas os inventores foram logo acalmando as pessoas (a guerra tinha acabado havia um ano): ‘até o final do século, teremos computadores que pesarão apenas 1 tonelada’.
Pois o século terminou e hoje ele pesa 3 quilinhos. E passou a se chamar ‘micro’. E continua emagrecendo. E, ao contrário do que previa o Gilberto Gil em 69, na música ‘Cérebro Eletrônico’, ele já fala. Não só fala como às vezes duvida de você e – acintosamente – pergunta: ‘Você tem certeza de que quer fazer isso ou aquilo?’
Uns 20 anos depois, lá pelos anos 60, na África do Sul, um tal de doutor Barnard fez o primeiro transplante de coração. Tirou de um sujeito e colocou em outro. O cara não viveu muito tempo, não. Mas a coisa foi evoluindo e hoje qualquer clínica ali na esquina tá fazendo transplante baratinho, baratinho. Transplantam tudo hoje em dia. Menos a inteligência e a alma (se é que existe mesmo). A miss Brasil do ano passado tinha feito 19 operações plásticas. Assim, até eu, minha senhora. E agora começaram a transplantar com órgãos artificiais. ‘Matéria plástica, que coisa elástica, que coisa drástica’, como já reclamavam o Ari Toledo e o Carlinhos Lyra nos mesmos anos 60, numa música chamada ‘Subdesenvolvido’.
E você deve estar perguntando: aonde é que este cara quer chegar?
Quero chegar no chip. Que, segundo o Houaiss, é uma ‘pequena lâmina miniaturizada (em geral de silício), usada na construção de transistores, díodos ou outros semicondutores, capaz de realizar diversas funções mais ou menos complexas’. Estão colocando chips dentro do nosso corpo. Ou seja, pedaços de computadores, nacos de cérebros eletrônicos.
Ou seja, talvez até o final deste século (ou menos, muito menos) a gente não vá mais precisar dos computadores. Nós vamos ser um computador ambulante. Será que seremos todos brancos ou existirão ainda os negros, os amarelos e os vermelhos? Será que ainda vamos estar com mania de querermos ser computadores do Primeiro Mundo? Os americanos terão mais bits que os sulamericanos? O homem-computador do Iraque será desligado das tomadas e das pilhas? A bateria vai acabar ou seremos, finalmente, imortais? (...)
Mário Prata. O cérebro eletrônico. Revista Época, 20/02/2009.
Leia com atenção o fragmento a seguir:
‘Uns vinte anos depois, lá pelos anos 60, na África do Sul, um tal de doutor Barnard fez o primeiro transplante de coração.’
Sobre esse fragmento, é incorreto afirmar que:
Questão 1 10723466
COTIL 1° Ano 2012Texto para a questão.
O CÉREBRO ELETRÔNICO

Quando o computador foi inventado, em 1946 – aliás, eu também fui inventado em 46 –, pesava 14 toneladas. Imagine o tamanho. E não se chamava computador. O nome da engenhoca era ‘cérebro eletrônico’. Era um invento assustador. Ficava dentro de uma espécie de armazém, tinha rolos de fitas imensos, fazia um barulho danado. Parecia um monstro. Mas os inventores foram logo acalmando as pessoas (a guerra tinha acabado havia um ano): ‘até o final do século, teremos computadores que pesarão apenas 1 tonelada’.
Pois o século terminou e hoje ele pesa 3 quilinhos. E passou a se chamar ‘micro’. E continua emagrecendo. E, ao contrário do que previa o Gilberto Gil em 69, na música ‘Cérebro Eletrônico’, ele já fala. Não só fala como às vezes duvida de você e – acintosamente – pergunta: ‘Você tem certeza de que quer fazer isso ou aquilo?’
Uns 20 anos depois, lá pelos anos 60, na África do Sul, um tal de doutor Barnard fez o primeiro transplante de coração. Tirou de um sujeito e colocou em outro. O cara não viveu muito tempo, não. Mas a coisa foi evoluindo e hoje qualquer clínica ali na esquina tá fazendo transplante baratinho, baratinho. Transplantam tudo hoje em dia. Menos a inteligência e a alma (se é que existe mesmo). A miss Brasil do ano passado tinha feito 19 operações plásticas. Assim, até eu, minha senhora. E agora começaram a transplantar com órgãos artificiais. ‘Matéria plástica, que coisa elástica, que coisa drástica’, como já reclamavam o Ari Toledo e o Carlinhos Lyra nos mesmos anos 60, numa música chamada ‘Subdesenvolvido’.
E você deve estar perguntando: aonde é que este cara quer chegar?
Quero chegar no chip. Que, segundo o Houaiss, é uma ‘pequena lâmina miniaturizada (em geral de silício), usada na construção de transistores, díodos ou outros semicondutores, capaz de realizar diversas funções mais ou menos complexas’. Estão colocando chips dentro do nosso corpo. Ou seja, pedaços de computadores, nacos de cérebros eletrônicos.
Ou seja, talvez até o final deste século (ou menos, muito menos) a gente não vá mais precisar dos computadores. Nós vamos ser um computador ambulante. Será que seremos todos brancos ou existirão ainda os negros, os amarelos e os vermelhos? Será que ainda vamos estar com mania de querermos ser computadores do Primeiro Mundo? Os americanos terão mais bits que os sulamericanos? O homem-computador do Iraque será desligado das tomadas e das pilhas? A bateria vai acabar ou seremos, finalmente, imortais? (...)
Mário Prata. O cérebro eletrônico. Revista Época, 20/02/2009.
Pela leitura do texto, só não se pode concluir que:
Questão 3 10194222
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo Integrado 2012BARULHO EM EXCESSO PODE CAUSAR ESTRESSE E PERDA AUDITIVA
Buzina, avião, sirene, música alta, moto, britadeira. Quem não fica incomodado com tanto barulho nas grandes cidades? Pois essa desagradável sinfonia pode causar não só irritação, mas também problemas auditivos e, a longo prazo, aumentar o estresse. Especialistas advertem que a cautela para evitar esse tipo de exposição exagerada é indispensável para não comprometer a saúde.
Porém, para quem trabalha exposto a ruídos incessantes — como em fábricas ou indústrias —, ou mora próximo a aeroportos, por exemplo, fugir da barulheira é missão impossível. Um estudo feito pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mostrou que trinta mil paulistanos sofrem diariamente com níveis elevados do aeroporto de Congonhas. Se levarmos a realidade para Porto Alegre, veremos que a situação não é muito diferente.
A fonoaudióloga Isabela Gomes alerta que não só perto de aeroportos, mas em muitos locais nos grandes centros urbanos, medições de ruído mostram alarmantes 90 decibéis — capazes de ensurdecer. O nível máximo de conforto é de 55 decibéis no período diurno e de 50 decibéis no período noturno.
Segundo especialistas, normalmente o portador de problemas na audição relata uma história prolongada de exposição a níveis de ruído elevados, maiores de 85 decibéis (dB). Essas pessoas estão sujeitas a desenvolverem perda auditiva, inicialmente nas frequências agudas. É comum que elas reclamem de dificuldades no entendimento da fala e mais tarde, com a evolução da doença, um comprometimento no meio social e até depressão.
Nem todo mundo responde da mesma forma aos ruídos. O grave é que estão aumentando vertiginosamente os casos de surdez, entre outros distúrbios, devido ao estresse causado por locais barulhentos. E muitas vezes, é dentro de casa que mora o perigo: rádios, TVs e outros aparelhos ligados simultaneamente já provocam uma reação no organismo. Dores de cabeça frequentes, problema estomacais, aumento da pressão arterial e insônia podem estar relacionadas com a poluição sonora.
Conforme dados da Sociedade Brasileira de Otologia, 20% da população já sofre com problemas de zumbido — o que no Brasil, equivale a 30 milhões de habitantes. E 5% desses problemas são causados pelo mau uso de aparelhos sonoros, como os mp3 players.
— O uso de iPods e similares representa um risco muito alto para a saúde auditiva, pois os fones estão inseridos no canal auditivo e levam o som diretamente à membrana timpânica, sem nenhum meio de proteção às delicadas estruturas que compõem o ouvido interno — explica Silvio Caldas, presidente da sociedade.
No caso de perda auditiva, o ideal é consultar um especialista, fazer um exame chamado audiometria para detectar se já existe algum dano à audição e obter as orientações necessárias para prevenir ou impedir o agravamento do problema. E para quem quer se proteger do barulho, a saída são os protetores auriculares.
Vale lembrar que a perda auditiva é cumulativa, e a prevenção deve ocorrer o quanto antes: ou teremos uma geração de surdos cada vez mais cedo.
(CADERNO VIDA, ZERO HORA. Bem-estar, 25/06/2011. Disponível em http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jspuf=1&local=1§ion=Segundo%20Caderno&newsID=a3364953.xml. Acessado em 18 out 2011)
O texto argumenta sobre a perda de audição das pessoas quando se expõem ao barulho excessivo. Para demonstrar que esse problema é real ele usa os verbos predominantemente no presente.
Observe as alternativas a seguir e marque aquela em que o verbo indica estado.
Questão 7 168533
IFMG 2012A figura abaixo representa um indivíduo acometido de uma doença denominada Diabetes Mellitus.

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Pode-se afirmar sobre essa doença, EXCETO:
Questão 2 168528
IFMG 2012Para nos proteger do “frio”, no inverno, usamos cobertores, blusas, jaquetas. De acordo com a ciência, qual a função desses agasalhos?
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