Questões de EFAF Ciências - Corpo humano
1.319 Questões
Questão 3 10763511
UTFPR Verão 2011/2TEXTO DE REFERÊNCIA PARA A QUESTÃO
ENIGMA DO CÉREBRO AVARIADO
Enquanto cientistas tentam entender a genialidade de Albert Einstein, a medicina se surpreende com circunstâncias absolutamente opostas: das pessoas que vivem bem com apenas parte do cérebro. Dois anos atrás, uma radiografia de rotina revelou um oco no interior da cabeça de um francês de 44 anos. Só depois de submetê-lo a exames de tomografia e ressonância magnética, os médicos da Universidade do Mediterrâneo, em Marselha, perceberam que ele tinha cérebro, mas minúsculo e alojado como uma capa rente ao crânio. Ainda assim, esse francês viveu quatro décadas sem chamar a atenção. Vinte anos atrás o cérebro era visto como sendo formado por setores estanques, cada um deles responsável por determinada habilidade.
A descoberta da neurogênese, o processo de produção de novos neurônios ao longo da vida, em 1998, e o avanço da tecnologia de neuroimagens revelaram uma realidade diferente. O cérebro tem capacidade de se regenerar e de se adaptar. Quando uma área sofre dano, outra pode muitas vezes assumir suas funções. Oito em cada dez crianças que, para curar a epilepsia, tiveram um hemisfério retirado vivem normalmente com meio cérebro. “As conexões cerebrais são globais. Cada tarefa é realizada não por uma única área, mas por uma densa rede de neurônios”, explica Benito Damasceno, chefe do departamento de neurologia da Faculdade de Medicina da Unicamp. As funções vitais, como o batimento cardíaco e a respiração, estão protegidas em áreas profundas, como o hipotálamo e o tronco cerebral. A maior parte do cérebro é constituída de massa encefálica, sem nenhuma função vital. Isso explica como uma pessoa pode ter a cabeça transpassada por um arpão e sobreviver sem sequelas. “O cérebro é mais parecido com uma floresta do que com um relógio ou computador, como se pensava no passado.”, diz o neurologista Mauro Muszkat, da Universidade Federal de São Paulo.
(Carolina Romanini – Revista Veja, 21 de outubro de 2009 p.103)
“Dois anos atrás, uma radiografia de rotina revelou um oco no interior da cabeça de um francês de 44 anos. Só depois de submetê-lo a exames de tomografia e ressonância magnética, os médicos da Universidade do Mediterrâneo, em Marselha, perceberam que ele tinha cérebro, mas minúsculo e alojado como uma capa rente ao crânio. Ainda assim, esse francês viveu quatro décadas sem chamar a atenção.”
Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita adequada para o excerto acima, com relação ao aspecto construção, coesão e coerência textuais.
Questão 2 10763503
UTFPR Verão 2011/2TEXTO DE REFERÊNCIA PARA A QUESTÃO
ENIGMA DO CÉREBRO AVARIADO
Enquanto cientistas tentam entender a genialidade de Albert Einstein, a medicina se surpreende com circunstâncias absolutamente opostas: das pessoas que vivem bem com apenas parte do cérebro. Dois anos atrás, uma radiografia de rotina revelou um oco no interior da cabeça de um francês de 44 anos. Só depois de submetê-lo a exames de tomografia e ressonância magnética, os médicos da Universidade do Mediterrâneo, em Marselha, perceberam que ele tinha cérebro, mas minúsculo e alojado como uma capa rente ao crânio. Ainda assim, esse francês viveu quatro décadas sem chamar a atenção. Vinte anos atrás o cérebro era visto como sendo formado por setores estanques, cada um deles responsável por determinada habilidade.
A descoberta da neurogênese, o processo de produção de novos neurônios ao longo da vida, em 1998, e o avanço da tecnologia de neuroimagens revelaram uma realidade diferente. O cérebro tem capacidade de se regenerar e de se adaptar. Quando uma área sofre dano, outra pode muitas vezes assumir suas funções. Oito em cada dez crianças que, para curar a epilepsia, tiveram um hemisfério retirado vivem normalmente com meio cérebro. “As conexões cerebrais são globais. Cada tarefa é realizada não por uma única área, mas por uma densa rede de neurônios”, explica Benito Damasceno, chefe do departamento de neurologia da Faculdade de Medicina da Unicamp. As funções vitais, como o batimento cardíaco e a respiração, estão protegidas em áreas profundas, como o hipotálamo e o tronco cerebral. A maior parte do cérebro é constituída de massa encefálica, sem nenhuma função vital. Isso explica como uma pessoa pode ter a cabeça transpassada por um arpão e sobreviver sem sequelas. “O cérebro é mais parecido com uma floresta do que com um relógio ou computador, como se pensava no passado.”, diz o neurologista Mauro Muszkat, da Universidade Federal de São Paulo.
(Carolina Romanini – Revista Veja, 21 de outubro de 2009 p.103)
Assinale a alternativa correta, após analisar as proposições a seguir.
I) A expressão “Dois anos atrás” poderia ser substituída, sem prejuízo ao significado, por “Há dois anos”.
II) Em “Cada tarefa é realizada não por uma única área” o pronome em negrito pode ser substituído por toda, sem prejuízo ao significado.
III) A expressão “Circunstâncias absolutamente opostas” quer dizer, no texto, “circunstâncias nada opostas”.
Está(ão) correta(s) apenas:
Questão 1 10758420
SENAI 1º Ano - CGE 2024 2011O texto abaixo se refere à questão.
Mais um exame
Médicos alemães descobriram que uma substância, detectável por intermédio de exame de sangue, pode indicar a probabilidade de uma pessoa vir a sofrer infarto ou derrame. Trata-se da proteína PIGF. Em excesso, ela sinaliza uma inflamação nos vasos sangüíneos, desencadeada pelo acúmulo de gordura nas paredes das artérias. Os pacientes com altas taxas de PIGF no sangue tiveram até 15% mais infartos nos seis meses posteriores à medição da proteína. Outra proteína que indica inflamação nas artérias é a C-reativa ultra-sensível. Sua medição é uma das principais ferramentas usadas atualmente para detectar o risco de problemas cardíacos. Conforme o estudo alemão, a análise da PIGF pode ser mais precisa do que a da C-reativa. O trabalho analisou as amostras de sangue de cerca de 1000 pacientes vítimas de angina e foi publicado na revista científica Journal of the American Association, da Associação Médica Americana.
Fonte: Revista Veja, São Paulo, ano 37, n. 6, p. 86, 11 fev. 2004.
Os pacientes vítimas de angina são aqueles que
Questão 23 10736301
FAETEC 2011TEXTO – HOMENS QUE NÃO SE CUIDAM
Cuidar da saúde é uma das últimas preocupações dos homens cariocas. Um levantamento realizado pela Secretaria Municipal de Saúde mostra que a grande maioria dos homens foge das consultas médicas de rotina e só procura ajuda quando está com problemas mais sérios. Dos cerca de dez milhões de atendimentos ambulatoriais de atenção básica realizados na rede municipal de janeiro a julho, somente 12% dos pacientes eram do sexo masculino (na faixa de 20 a 59 anos). Quando incluídos os mais idosos, o índice de homens que procuram os serviços de saúde de forma preventiva não ultrapassa os 25%. Mas, quando considerada a atenção secundária (policlínicas e locais de exames), os homens de 20 a 59 anos representam 30%, o que confirma que só procuram serviços de saúde quando já estão doentes.
Para mudar o quadro, a secretaria vai criar a Gerência de Saúde do Homem, com a missão de definir estratégias para aumentar o interesse dos homens pelo atendimento ambulatorial. Uma delas é aumentar o horário de atendimento das Clínicas de Família até as 20h para que os trabalhadores tenham mais oportunidades de conseguir uma consulta. Até o fim do ano, estarão implantadas 24 unidades.
- Vários fatores contribuem para que o homem não procure atendimento. Tem a questão do horário, o pensamento masculino de que nada de ruim vai acontecer. Também existe o temor de que, se for ao médico, vai achar algum problema – diz Andrea Castro, que ficará à frente da nova gerência.
Segundo o levantamento, as especialidades mais procuradas pelos homens são angiologia, clínica médica, pneumologia, psiquiatria, fisioterapia, terapia ocupacional e psicologia. Para conquistar mais pacientes masculinos, principalmente para consultas de cardiologia (doenças cardiovasculares uma das maiores causas de mortes), a secretaria vai atuar em várias frentes. Uma das ideias é fazer parcerias com empresas para que as equipes masculinas parem, dez minutos por dia, para assistir a orientações de saúde. Uma grande rede de supermercados já adotou a ideia.
Outra medida será estimular o homem que acompanha a companheira grávida no pré-natal a também fazer exames de rotina.
- Já percebemos que a implantação de academias de ginástica em unidades de saúde tem feito com que os homens se interessem mais pelos cuidados com a saúde e procurem atendimento preventivo. A gerência agora vai procurar novas formas de atrair os pacientes do sexo masculino – diz o secretário de saúde, Hans Dohmann.
Nas 13 unidades onde já foram implantadas academias, a procura pelos serviços de saúde era baixa, mas agora chega a 18% de homens. No Rio, para cerca de 1,5 milhão de moradores do sexo masculino, entre 20 e 59 anos, há 1,8 de mulheres na mesma faixa etária.
Maria Elisa Alves, O Globo, 05/10/2010 - adaptado
O ditado popular que se relaciona de forma adequada ao tema central desse texto é:
Questão 19 10736296
FAETEC 2011TEXTO – HOMENS QUE NÃO SE CUIDAM
Cuidar da saúde é uma das últimas preocupações dos homens cariocas. Um levantamento realizado pela Secretaria Municipal de Saúde mostra que a grande maioria dos homens foge das consultas médicas de rotina e só procura ajuda quando está com problemas mais sérios. Dos cerca de dez milhões de atendimentos ambulatoriais de atenção básica realizados na rede municipal de janeiro a julho, somente 12% dos pacientes eram do sexo masculino (na faixa de 20 a 59 anos). Quando incluídos os mais idosos, o índice de homens que procuram os serviços de saúde de forma preventiva não ultrapassa os 25%. Mas, quando considerada a atenção secundária (policlínicas e locais de exames), os homens de 20 a 59 anos representam 30%, o que confirma que só procuram serviços de saúde quando já estão doentes.
Para mudar o quadro, a secretaria vai criar a Gerência de Saúde do Homem, com a missão de definir estratégias para aumentar o interesse dos homens pelo atendimento ambulatorial. Uma delas é aumentar o horário de atendimento das Clínicas de Família até as 20h para que os trabalhadores tenham mais oportunidades de conseguir uma consulta. Até o fim do ano, estarão implantadas 24 unidades.
- Vários fatores contribuem para que o homem não procure atendimento. Tem a questão do horário, o pensamento masculino de que nada de ruim vai acontecer. Também existe o temor de que, se for ao médico, vai achar algum problema – diz Andrea Castro, que ficará à frente da nova gerência.
Segundo o levantamento, as especialidades mais procuradas pelos homens são angiologia, clínica médica, pneumologia, psiquiatria, fisioterapia, terapia ocupacional e psicologia. Para conquistar mais pacientes masculinos, principalmente para consultas de cardiologia (doenças cardiovasculares uma das maiores causas de mortes), a secretaria vai atuar em várias frentes. Uma das ideias é fazer parcerias com empresas para que as equipes masculinas parem, dez minutos por dia, para assistir a orientações de saúde. Uma grande rede de supermercados já adotou a ideia.
Outra medida será estimular o homem que acompanha a companheira grávida no pré-natal a também fazer exames de rotina.
- Já percebemos que a implantação de academias de ginástica em unidades de saúde tem feito com que os homens se interessem mais pelos cuidados com a saúde e procurem atendimento preventivo. A gerência agora vai procurar novas formas de atrair os pacientes do sexo masculino – diz o secretário de saúde, Hans Dohmann.
Nas 13 unidades onde já foram implantadas academias, a procura pelos serviços de saúde era baixa, mas agora chega a 18% de homens. No Rio, para cerca de 1,5 milhão de moradores do sexo masculino, entre 20 e 59 anos, há 1,8 de mulheres na mesma faixa etária.
Maria Elisa Alves, O Globo, 05/10/2010 - adaptado
“Nas 13 unidades onde já foram implantadas academias, a procura pelos serviços de saúde era baixa, mas agora chega a 18% de homens”.
Por esse segmento do texto percebe-se que:
Questão 14 10736291
FAETEC 2011TEXTO – HOMENS QUE NÃO SE CUIDAM
Cuidar da saúde é uma das últimas preocupações dos homens cariocas. Um levantamento realizado pela Secretaria Municipal de Saúde mostra que a grande maioria dos homens foge das consultas médicas de rotina e só procura ajuda quando está com problemas mais sérios. Dos cerca de dez milhões de atendimentos ambulatoriais de atenção básica realizados na rede municipal de janeiro a julho, somente 12% dos pacientes eram do sexo masculino (na faixa de 20 a 59 anos). Quando incluídos os mais idosos, o índice de homens que procuram os serviços de saúde de forma preventiva não ultrapassa os 25%. Mas, quando considerada a atenção secundária (policlínicas e locais de exames), os homens de 20 a 59 anos representam 30%, o que confirma que só procuram serviços de saúde quando já estão doentes.
Para mudar o quadro, a secretaria vai criar a Gerência de Saúde do Homem, com a missão de definir estratégias para aumentar o interesse dos homens pelo atendimento ambulatorial. Uma delas é aumentar o horário de atendimento das Clínicas de Família até as 20h para que os trabalhadores tenham mais oportunidades de conseguir uma consulta. Até o fim do ano, estarão implantadas 24 unidades.
- Vários fatores contribuem para que o homem não procure atendimento. Tem a questão do horário, o pensamento masculino de que nada de ruim vai acontecer. Também existe o temor de que, se for ao médico, vai achar algum problema – diz Andrea Castro, que ficará à frente da nova gerência.
Segundo o levantamento, as especialidades mais procuradas pelos homens são angiologia, clínica médica, pneumologia, psiquiatria, fisioterapia, terapia ocupacional e psicologia. Para conquistar mais pacientes masculinos, principalmente para consultas de cardiologia (doenças cardiovasculares uma das maiores causas de mortes), a secretaria vai atuar em várias frentes. Uma das ideias é fazer parcerias com empresas para que as equipes masculinas parem, dez minutos por dia, para assistir a orientações de saúde. Uma grande rede de supermercados já adotou a ideia.
Outra medida será estimular o homem que acompanha a companheira grávida no pré-natal a também fazer exames de rotina.
- Já percebemos que a implantação de academias de ginástica em unidades de saúde tem feito com que os homens se interessem mais pelos cuidados com a saúde e procurem atendimento preventivo. A gerência agora vai procurar novas formas de atrair os pacientes do sexo masculino – diz o secretário de saúde, Hans Dohmann.
Nas 13 unidades onde já foram implantadas academias, a procura pelos serviços de saúde era baixa, mas agora chega a 18% de homens. No Rio, para cerca de 1,5 milhão de moradores do sexo masculino, entre 20 e 59 anos, há 1,8 de mulheres na mesma faixa etária.
Maria Elisa Alves, O Globo, 05/10/2010 - adaptado
Muitos adjetivos em língua portuguesa podem aparecer antes ou depois dos substantivos.
O caso em que isso pode ocorrer de forma adequada, sem alteração de sentido, é:
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