Questões de EFAF Ciências
15.501 Questões
Questão 19 14804805
IFNMG Integrado 2024Três estudantes, no inverno, fizeram as afirmações a seguir:
I - Ontem fez 24 °C e hoje está 10°C; logo, com certeza, a energia média das moléculas do ar diminuiu nesse período.
II - Devo comprar uma blusa bem grossa, que não deixe esse frio todo entrar.
III - Não diga isso! Desde Joule, sabemos que calor é energia em fluxo, não o frio!
É(são) verdadeira(s) cientificamente
Questão 18 14804796
IFNMG Integrado 2024Em uma cena de filme, uma pessoa salta de uma ponte com os pés presos a um fio elástico de bungee jumping. Sabe-se que a energia mecânica inicial do sistema pessoa/fio/Terra, em relação à base da ponte, vale 20 quilojoules (ou 20 kJ). Numa primeira análise dessa situação física, pode-se desprezar a resistência do ar e as dimensões da pessoa.
Sob tais condições, quando a pessoa atingir o ponto mais baixo do seu movimento, os valores das energias cinética, potencial gravitacional e potencial elástica do sistema, respectivamente, poderão ser os indicados na alternativa:

Fonte: O autor, 2023
Questão 17 14804793
IFNMG Integrado 2024Analise as afirmativas acerca das características e funções das estruturas vegetais.
I- As plantas superiores apresentam semente e não dependem da água para reprodução.
II- As samambaias são plantas que não apresentam flores e são classificadas no grupo das Briófitas.
III- O tubo polínico está presente nas pteridófitas e participa da fecundação.
IV- Nos musgos, o esporófito é passageiro, e o gametófito é duradouro no ciclo reprodutivo.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
Questão 15 14804689
IFNMG Integrado 2024Analise a composição da célula representada a seguir, para responder à questão.

Disponível em: https://images.app.goo.gl/6Xog1NWAAnxUuH6f6. Acesso em: 10 out. 2023.
Assinale a alternativa CORRETA.
Questão 3 14804382
IFNMG Integrado 2024Faça a leitura atenta do texto e, na sequência, responda à questão.
Ondas de calor serão mais comuns? Especialistas explicam
O que os brasileiros vivenciaram no inverno de 2023 foi uma onda de calor que não condiz com a estação do ano. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o inverno deste ano foi um dos mais quentes desde 1961.
Mas não é apenas no Brasil que esse evento está ocorrendo: entre junho e julho, o hemisfério norte enfrentou um dos verões mais quentes já registrados. Mas o que está causando esses eventos climáticos intensos?
Segundo o estudo feito pela World Weather Attribution (WWA), o calor registrado no hemisfério norte em junho e julho de 2023 só ocorreu por ações da humanidade. De acordo com o estudo, esse reflexo de clima seria “impossível” sem as ações humanas que induzem as mudanças climáticas.
Isso será uma tendência? De acordo com os pesquisadores ouvidos pela CNN, sim. Se o mundo não diminuir as ações que contribuem para o aquecimento global, mudanças como as ondas de calor serão mais intensas e mais duradouras.
Com a temperatura da terra subindo, eventos climáticos extremos – como essas ondas de calor, além de tempestades e outras tragédias naturais – serão cada vez mais frequentes.
“Esse ano particular agora não dá mais espaço para aquelas visões céticas do aquecimento global”, explica Ricardo de Camargo, professor de Meteorologia do IAG/USP. “É indubitável: todas as evidências estão aí saltando aos olhos de todos e não há negacionismo que sustente diante de tantas alterações”.
Segundo informações do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o aumento das temperaturas está mudando os padrões climáticos – por isso invernos mais quentes e ciclones mais frequentes, além de tempestades mais destrutivas.
Ainda segundo o órgão, desde 1980 a década mais recente tem sido mais quente que a anterior e todas as áreas do mundo têm registrado ondas de calor, enquanto as temperaturas do Ártico aumentaram pelo menos duas vezes mais rápido que a média global.
Além da onda de calor, o Brasil também foi atingido pelas chuvas causadas por um ciclone extratropical. Como resultado, o Rio Grande do Sul contabilizou pelo menos 48 mortes.
De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, também da ONU, os anos entre 2015 e 2022 foram os mais quentes já registrados; e tem 98% de chance de pelo menos um ano entre 2023 e 2027 ultrapassar o recorde.
Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ondas-de-calor-serao-mais-comuns-especialistas-explicam/. Acesso em: 12 out. 2023. Adaptado.
A linguagem conotativa empregada no fragmento textual “[...] todas as evidências estão aí saltando aos olhos de todos [...]” está corretamente explicada em
Questão 2 14804374
IFNMG Integrado 2024Faça a leitura atenta do texto e, na sequência, responda à questão.
Ondas de calor serão mais comuns? Especialistas explicam
O que os brasileiros vivenciaram no inverno de 2023 foi uma onda de calor que não condiz com a estação do ano. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o inverno deste ano foi um dos mais quentes desde 1961.
Mas não é apenas no Brasil que esse evento está ocorrendo: entre junho e julho, o hemisfério norte enfrentou um dos verões mais quentes já registrados. Mas o que está causando esses eventos climáticos intensos?
Segundo o estudo feito pela World Weather Attribution (WWA), o calor registrado no hemisfério norte em junho e julho de 2023 só ocorreu por ações da humanidade. De acordo com o estudo, esse reflexo de clima seria “impossível” sem as ações humanas que induzem as mudanças climáticas.
Isso será uma tendência? De acordo com os pesquisadores ouvidos pela CNN, sim. Se o mundo não diminuir as ações que contribuem para o aquecimento global, mudanças como as ondas de calor serão mais intensas e mais duradouras.
Com a temperatura da terra subindo, eventos climáticos extremos – como essas ondas de calor, além de tempestades e outras tragédias naturais – serão cada vez mais frequentes.
“Esse ano particular agora não dá mais espaço para aquelas visões céticas do aquecimento global”, explica Ricardo de Camargo, professor de Meteorologia do IAG/USP. “É indubitável: todas as evidências estão aí saltando aos olhos de todos e não há negacionismo que sustente diante de tantas alterações”.
Segundo informações do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o aumento das temperaturas está mudando os padrões climáticos – por isso invernos mais quentes e ciclones mais frequentes, além de tempestades mais destrutivas.
Ainda segundo o órgão, desde 1980 a década mais recente tem sido mais quente que a anterior e todas as áreas do mundo têm registrado ondas de calor, enquanto as temperaturas do Ártico aumentaram pelo menos duas vezes mais rápido que a média global.
Além da onda de calor, o Brasil também foi atingido pelas chuvas causadas por um ciclone extratropical. Como resultado, o Rio Grande do Sul contabilizou pelo menos 48 mortes.
De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, também da ONU, os anos entre 2015 e 2022 foram os mais quentes já registrados; e tem 98% de chance de pelo menos um ano entre 2023 e 2027 ultrapassar o recorde.
Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ondas-de-calor-serao-mais-comuns-especialistas-explicam/. Acesso em: 12 out. 2023. Adaptado.
Observe a passagem retirada do texto: “Se o mundo não diminuir as ações que contribuem para o aquecimento global, mudanças como as ondas de calor serão mais intensas e mais duradouras.”
A palavra destacada no trecho introduz na frase uma ideia de
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