Questões de EFAF Ciências - Ecologia
1.580 Questões
Questão 9 10724203
COTIL 1° Ano 2013Texto para a questão.
Militantes em causa própria
Eles nasceram no auge da discussão ambiental e herdarão um planeta caótico. Quem é a geração em busca de um futuro mais verde e saudável?
Época - 18/06/2012
O paulistano Pedro Sartori, de 13 anos, passou as férias de janeiro com o pai, a mãe e as três irmãs nos Estados Unidos, dividindo-se entre as montanhas-russas da Disney, espetáculos de baleias orcas no Sea World e visitas a seus super-heróis favoritos nos parques da Universal. Embarcaram num avião em São Paulo rumo a Orlando e, depois de 15 dias, retornaram ao Brasil com as malas cheias de mimos e um monte de história para contar. Em outros tempos, seria uma viagem inocente. Em época de mudanças climáticas, derretimento das geleiras e extinção de espécies, um simples passeio pode vir embutido de um sentimento de culpa. De volta para o colégio Bandeirantes, a escola particular onde estuda, Pedro estimou na aula de ciência quanto ele e a família emitiram de gases do efeito estufa, uma das causas do aquecimento global, na ida aos EUA. O cálculo, feito por um site, mostra quanto cada um poluiu e quantas árvores poderia plantar para aliviar seu pecado. Pedro precisa plantar 38 mudas no solo para pagar sua conta.
Esse é um dos carmas da geração de Pedro, nascida no auge do caos ambiental. Ela precisa agora assumir a responsabilidade pelo passivo de seus antecessores. O prenúncio da catástrofe está em toda parte. No comercial de TV que mostra um ursopolar desolado sobre a única ilha que não derreteu. Ou na campanha de uma ONG em que uma motosserra destrói a floresta. O bombardeio não se restringe aos problemas que assolam a Terra. Essas crianças e jovens – que vieram ao mundo entre a Rio 92, quando a discussão das mazelas ganhou fôlego, e a Rio+20 – sofrem uma chuva de cobranças.
“O bombardeio não se restringe aos problemas que assolam a Terra.”
A palavra "assolam" tem como substituíveis:
Questão 5 10724182
COTIL 1° Ano 2013Texto para a questão.
Militantes em causa própria
Eles nasceram no auge da discussão ambiental e herdarão um planeta caótico. Quem é a geração em busca de um futuro mais verde e saudável?
Época - 18/06/2012
O paulistano Pedro Sartori, de 13 anos, passou as férias de janeiro com o pai, a mãe e as três irmãs nos Estados Unidos, dividindo-se entre as montanhas-russas da Disney, espetáculos de baleias orcas no Sea World e visitas a seus super-heróis favoritos nos parques da Universal. Embarcaram num avião em São Paulo rumo a Orlando e, depois de 15 dias, retornaram ao Brasil com as malas cheias de mimos e um monte de história para contar. Em outros tempos, seria uma viagem inocente. Em época de mudanças climáticas, derretimento das geleiras e extinção de espécies, um simples passeio pode vir embutido de um sentimento de culpa. De volta para o colégio Bandeirantes, a escola particular onde estuda, Pedro estimou na aula de ciência quanto ele e a família emitiram de gases do efeito estufa, uma das causas do aquecimento global, na ida aos EUA. O cálculo, feito por um site, mostra quanto cada um poluiu e quantas árvores poderia plantar para aliviar seu pecado. Pedro precisa plantar 38 mudas no solo para pagar sua conta.
Esse é um dos carmas da geração de Pedro, nascida no auge do caos ambiental. Ela precisa agora assumir a responsabilidade pelo passivo de seus antecessores. O prenúncio da catástrofe está em toda parte. No comercial de TV que mostra um ursopolar desolado sobre a única ilha que não derreteu. Ou na campanha de uma ONG em que uma motosserra destrói a floresta. O bombardeio não se restringe aos problemas que assolam a Terra. Essas crianças e jovens – que vieram ao mundo entre a Rio 92, quando a discussão das mazelas ganhou fôlego, e a Rio+20 – sofrem uma chuva de cobranças.
Assinale a alternativa incorreta.
Questão 4 10724175
COTIL 1° Ano 2013Texto para a questão
Rio+20: a ciência, a economia – e a política
A história da espécie humana é uma trajetória de 150 mil anos de sucesso movido a conhecimento. Do fogo à máquina a vapor, da roda ao trem-bala, do arado aos transgênicos, das naus antigas aos foguetes espaciais, dos registros cuneiformes aos tablets. Não teríamos chegado até aqui sem a ciência.
O maior valor da ciência é permitir conhecer a verdade. Não a verdade intangível e complexa dos filósofos. Mas uma verdade mais modesta, mais simples, mais terrena - portanto mais útil. Se lanço uma maçã pela janela, ela cai. Se esquento a água, ela ferve. Se risco um fósforo e aproximo do meu dedo, ele queima. Se lanço gases poluentes na atmosfera ao longo de séculos, o clima do planeta muda.
Deriva do conhecimento da verdade outro valor tangível da ciência: ela gera riqueza. Produzimos mais alimentos com o arado, as máquinas e a revolução agrícola. Transportamos mais rápido objetos e pessoas graças aos navios, à ferrovia e ao avião a jato. Vivemos mais e melhor por causa das vacinas, dos antibióticos e de todo tipo de técnica médica. Fabricamos artefatos e engenhocas antes inimagináveis graças às indústrias e a nosso indiscutível domínio sobre os recursos naturais terrestres.
O maior desafio da humanidade ao longo de sua história sempre foi usar o conhecimento – e a ciência – para crescer, alargar suas fronteiras e transmitir às gerações futuras algo além daquilo que recebeu das passadas. As civilizações que não tinham conhecimentos ou não souberam usar aquele que tinham foram varridas do planeta.
Sobramos nós.
A responsabilidade da conferência das Nações Unidas sobre desenvolvimento e meio ambiente, a Rio+20, é garantir que continuemos aqui. Os maiores líderes globais afirmam que têm missões mais importantes a cumprir neste momento - eleições, crise financeira ou o que o valha. Pode ser. Políticos não costumam ser muito afeitos a conceitos científicos ou realidades econômicas. Mas talvez eles devessem ouvir o que dizem as crianças. (...) Até o fim do século, provavelmente não estaremos mais aqui.
Sobrarão elas.
Época - 18/06/2012
Passando o trecho “Se risco um fósforo e aproximo do meu dedo, ele queima.” para o pretérito imperfeito do subjuntivo, teremos a correta relação entre as orações em:

Questão 3 10724171
COTIL 1° Ano 2013Texto para a questão
Rio+20: a ciência, a economia – e a política
A história da espécie humana é uma trajetória de 150 mil anos de sucesso movido a conhecimento. Do fogo à máquina a vapor, da roda ao trem-bala, do arado aos transgênicos, das naus antigas aos foguetes espaciais, dos registros cuneiformes aos tablets. Não teríamos chegado até aqui sem a ciência.
O maior valor da ciência é permitir conhecer a verdade. Não a verdade intangível e complexa dos filósofos. Mas uma verdade mais modesta, mais simples, mais terrena - portanto mais útil. Se lanço uma maçã pela janela, ela cai. Se esquento a água, ela ferve. Se risco um fósforo e aproximo do meu dedo, ele queima. Se lanço gases poluentes na atmosfera ao longo de séculos, o clima do planeta muda.
Deriva do conhecimento da verdade outro valor tangível da ciência: ela gera riqueza. Produzimos mais alimentos com o arado, as máquinas e a revolução agrícola. Transportamos mais rápido objetos e pessoas graças aos navios, à ferrovia e ao avião a jato. Vivemos mais e melhor por causa das vacinas, dos antibióticos e de todo tipo de técnica médica. Fabricamos artefatos e engenhocas antes inimagináveis graças às indústrias e a nosso indiscutível domínio sobre os recursos naturais terrestres.
O maior desafio da humanidade ao longo de sua história sempre foi usar o conhecimento – e a ciência – para crescer, alargar suas fronteiras e transmitir às gerações futuras algo além daquilo que recebeu das passadas. As civilizações que não tinham conhecimentos ou não souberam usar aquele que tinham foram varridas do planeta.
Sobramos nós.
A responsabilidade da conferência das Nações Unidas sobre desenvolvimento e meio ambiente, a Rio+20, é garantir que continuemos aqui. Os maiores líderes globais afirmam que têm missões mais importantes a cumprir neste momento - eleições, crise financeira ou o que o valha. Pode ser. Políticos não costumam ser muito afeitos a conceitos científicos ou realidades econômicas. Mas talvez eles devessem ouvir o que dizem as crianças. (...) Até o fim do século, provavelmente não estaremos mais aqui.
Sobrarão elas.
Época - 18/06/2012
A história da espécie humana é uma trajetória de 150 mil anos de sucesso movido a conhecimento. Do fogo à máquina a vapor, da roda ao trem-bala, do arado aos transgênicos, das naus antigas aos foguetes espaciais, dos registros cuneiformes aos tablets.” O trecho em negrito retoma um termo já citado no período anterior.
Indique a que termo esse trecho se refere.
Questão 2 10724167
COTIL 1° Ano 2013Texto para a questão
Rio+20: a ciência, a economia – e a política
A história da espécie humana é uma trajetória de 150 mil anos de sucesso movido a conhecimento. Do fogo à máquina a vapor, da roda ao trem-bala, do arado aos transgênicos, das naus antigas aos foguetes espaciais, dos registros cuneiformes aos tablets. Não teríamos chegado até aqui sem a ciência.
O maior valor da ciência é permitir conhecer a verdade. Não a verdade intangível e complexa dos filósofos. Mas uma verdade mais modesta, mais simples, mais terrena - portanto mais útil. Se lanço uma maçã pela janela, ela cai. Se esquento a água, ela ferve. Se risco um fósforo e aproximo do meu dedo, ele queima. Se lanço gases poluentes na atmosfera ao longo de séculos, o clima do planeta muda.
Deriva do conhecimento da verdade outro valor tangível da ciência: ela gera riqueza. Produzimos mais alimentos com o arado, as máquinas e a revolução agrícola. Transportamos mais rápido objetos e pessoas graças aos navios, à ferrovia e ao avião a jato. Vivemos mais e melhor por causa das vacinas, dos antibióticos e de todo tipo de técnica médica. Fabricamos artefatos e engenhocas antes inimagináveis graças às indústrias e a nosso indiscutível domínio sobre os recursos naturais terrestres.
O maior desafio da humanidade ao longo de sua história sempre foi usar o conhecimento – e a ciência – para crescer, alargar suas fronteiras e transmitir às gerações futuras algo além daquilo que recebeu das passadas. As civilizações que não tinham conhecimentos ou não souberam usar aquele que tinham foram varridas do planeta.
Sobramos nós.
A responsabilidade da conferência das Nações Unidas sobre desenvolvimento e meio ambiente, a Rio+20, é garantir que continuemos aqui. Os maiores líderes globais afirmam que têm missões mais importantes a cumprir neste momento - eleições, crise financeira ou o que o valha. Pode ser. Políticos não costumam ser muito afeitos a conceitos científicos ou realidades econômicas. Mas talvez eles devessem ouvir o que dizem as crianças. (...) Até o fim do século, provavelmente não estaremos mais aqui.
Sobrarão elas.
Época - 18/06/2012
Hiperonímia é a relação estabelecida entre uma palavra de sentido mais genérico e outra de sentido mais específico. Exemplo: animal está numa relação de hiperonímia com leão, gato, etc.
Com base na informação, indique quais são os respectivos hiperônimos de trem-bala, arado e tablet
Questão 1 10724139
COTIL 1° Ano 2013Texto para a questão
Rio+20: a ciência, a economia – e a política
A história da espécie humana é uma trajetória de 150 mil anos de sucesso movido a conhecimento. Do fogo à máquina a vapor, da roda ao trem-bala, do arado aos transgênicos, das naus antigas aos foguetes espaciais, dos registros cuneiformes aos tablets. Não teríamos chegado até aqui sem a ciência.
O maior valor da ciência é permitir conhecer a verdade. Não a verdade intangível e complexa dos filósofos. Mas uma verdade mais modesta, mais simples, mais terrena - portanto mais útil. Se lanço uma maçã pela janela, ela cai. Se esquento a água, ela ferve. Se risco um fósforo e aproximo do meu dedo, ele queima. Se lanço gases poluentes na atmosfera ao longo de séculos, o clima do planeta muda.
Deriva do conhecimento da verdade outro valor tangível da ciência: ela gera riqueza. Produzimos mais alimentos com o arado, as máquinas e a revolução agrícola. Transportamos mais rápido objetos e pessoas graças aos navios, à ferrovia e ao avião a jato. Vivemos mais e melhor por causa das vacinas, dos antibióticos e de todo tipo de técnica médica. Fabricamos artefatos e engenhocas antes inimagináveis graças às indústrias e a nosso indiscutível domínio sobre os recursos naturais terrestres.
O maior desafio da humanidade ao longo de sua história sempre foi usar o conhecimento – e a ciência – para crescer, alargar suas fronteiras e transmitir às gerações futuras algo além daquilo que recebeu das passadas. As civilizações que não tinham conhecimentos ou não souberam usar aquele que tinham foram varridas do planeta.
Sobramos nós.
A responsabilidade da conferência das Nações Unidas sobre desenvolvimento e meio ambiente, a Rio+20, é garantir que continuemos aqui. Os maiores líderes globais afirmam que têm missões mais importantes a cumprir neste momento - eleições, crise financeira ou o que o valha. Pode ser. Políticos não costumam ser muito afeitos a conceitos científicos ou realidades econômicas. Mas talvez eles devessem ouvir o que dizem as crianças. (...) Até o fim do século, provavelmente não estaremos mais aqui.
Sobrarão elas.
Época - 18/06/2012
Sobre o texto, é correto afirmar que:
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