Questões de EFAF Ciências
15.501 Questões
Questão 5 10315555
OBR 1° Ano - Nível 2 2007O termo robô teve sua origem em uma peça teatral de nome “R.U.R.” (Robôs Universais de Rossum) de Karel Capek, criada em 1921. Na peça, Capek utiliza a palavra robota, que em tcheco significa “escravo, trabalhador compulsório”. A intenção do autor era idealizar uma fábrica de trabalhadores, ou seja, uma fábrica que produzisse robotas, tipo andróides, que mais tarde acabavam se rebelando contra o ser humano. Esta idéia de máquinas ou robôs se voltando contra os seus criadores pode ser claramente observada em filmes de ficção científica, como por exemplo: Robocop, Matrix e Exterminador do Futuro.
Considerando o texto acima e que você é um cientista e criou um robô, podemos afirmar que:
Questão 4 10315529
OBR 1° Ano - Nível 2 2007A palavra andróide serve para designar qualquer ser que tenha a forma de um homem, em contraponto à palavra ginóide que serve para designar seres de forma feminina.
Entretanto por seu uso em várias obras de ficção científica, o termo passou a ser usado mais especificamente para descrever robôs com tais aparências.
(1) “Cientistas japoneses construíram o que dizem ser o andróide mais parecido com humanos já fabricado - uma andróide, aliás, chamada Repliee Q1. Ela conta com uma pele flexível de silicone ao invés do plástico duro usado em outros protótipos e vários sensores e motores permitem que se movimente de uma forma mais parecida com os humanos.”
Fonte: BBC Brasil em 27/07/2005
(2) “Um professor japonês chamado Hiroshi Ishiguro criou um andróide à sua própria imagem ... O robô, chamado ́Geminoid ́, retransmite as palavras do dono e, um dia, poderá estar em salas de reunião representando pessoas ausentes e interagindo com outros seres humanos, acredita o professor, do Laboratório ATR de Robótica Inteligente e professor da Universidade de Osaka, no Japão.”
Fonte: BBC Brasil em 26/04/2007
(3) “O Governo da Coréia do Sul apresentou ... a Ever-1, que tem as dimensões de uma mulher de 20 anos e é capaz de movimentar a cabeça e os membros superiores para expressar emoções como raiva, alegria e tristeza. O rosto, feito com camadas de silicone, conta com 15 sensores para que o robô entenda o rosto do interlocutor e responda com um vocabulário ainda limitado de 400 palavras.
A andróide, ... será usada pela Coréia do Sul para tarefas simples, como dar informações em museus e ler histórias para crianças.”
Fonte IDG Now em 10/05/2006
Qual(is) da(s) reportagem(ns) acima usa(m) a definição de andróide de forma equivocada?
Questão 3 10315513
OBR 1° Ano - Nível 2 2007Alguns robôs são equipados com “lagartas” ao invés de rodas. A lagarta é uma “esteira” que se acopla às rodas com a finalidade de aumentar a aderência ao solo e a tração, permitindo que o robô se desloque através de terrenos muito difíceis.

Imaginando um robô com duas lagartas que precisa fazer uma curva à esquerda, enquanto anda para a frente, como devemos mover as lagartas?

Questão 2 10315506
OBR 1° Ano - Nível 2 2007Sensores. Um robô utiliza sensores para retirar informações do ambiente que o circunda. Os sensores têm o mesmo papel dos sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar) para os seres humanos. Existem diversos tipos de sensores, entre eles estão os sensores de proximidade, que detectam a presença de um objeto nas proximidades.
Quais das afirmativas abaixo são falsas:
Questão 5 10315311
OBR 1° Ano - Nível 1 2007Um robô autônomo é o mesmo que:
Questão 7 10130680
CMBH 1º Ano - Prova de português 2007ESCANCARADA: ASSIM É A SUA CASA
Para muitos pais e mães que passaram a infância na pré-história eletrônica, ver o filho de seis anos manusear mouse e teclado com a desenvoltura de quem nasceu para isso – e nasceu mesmo – é de encher o coração de orgulho. Um pequeno empurrão, que nem precisa vir de casa (um colega esperto ou um primo um pouco mais velho fazem o mesmo efeito), e em dois tempos o pequeno gênio domina o vocabulário da rede, baixa música e vídeo, descobre sites, joga on-line, troca mensagens com os amigos. É bom que assim seja? É espetacular. O acesso ao conhecimento e ao infinito mundo de conexões propiciado pela internet é talvez o mais transformador fenômeno do mundo contemporâneo. Nunca é demais exaltar as maravilhas que essa janela virtual para o mundo propicia. Nesta reportagem, porém, vamos falar do lado escuro da força da rede, realidade que nenhum adulto responsável por uma criança conectada pode se permitir ignorar. A internet é um espaço aberto e ingovernável, no qual circula todo tipo de boas e más intenções. Nele, qualquer ser humano que saiba ler está sujeito a encontrar o que quer, o que não quer e o que nem sabe que não quer. Se adultos escorregam na rede, risco muito maior correm as crianças, inexperientes e influenciáveis – situação que demanda dos pais supervisão constante e preocupação permanente, visto que controle total e absoluto eles nunca vão ter. "A gente cresceu ouvindo os pais dizer para não abrir a porta para estranhos, não aceitar carona de desconhecidos, não falar com qualquer um na rua. Pois na internet a criança abre a porta para o mundo. Muitos pais ainda acham que ela está segura dentro do quarto, brincando no computador", espanta-se a gerente da área de segurança da Microsoft no Brasil, Marinês Gomes.
Qualquer especialista que se consulte vai dizer que todo pai e toda mãe de filho pequeno têm a obrigação de se informar e acompanhar suas atividades virtuais. "Ninguém pode dar orientação sobre o que não conhece", diz a psicóloga Ceres Alves de Araújo, de São Paulo. Ceres recomenda que, quando os filhos começam a acessar a internet, os pais estejam do lado, indicando os melhores caminhos, cortando excessos e alertando para os riscos. Tudo isso, evidentemente, com boa dose de sabedoria parental – desde muito antes de a web nascer, a forma de apresentar um conteúdo proibido pode acabar atiçando a curiosidade sobre ele. Não é só para orientar que os adultos responsáveis têm de saber mexer no computador. É para fiscalizar também, vigiar mesmo, clara e abertamente, com a maior naturalidade, sem autoritarismo e sem medo de exercer a obrigação da autoridade. "O pai e a mãe não podem se sentir constrangidos de estar ao lado do filho, cumprindo seu dever de protegê-lo. Se isso começar cedo, vai ser natural, e o filho se sentirá à vontade para chamá-los quando vir algo estranho na internet", afirma a advogada Patrícia Peck, especialista em direito digital.
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Prevenir riscos é tarefa mais fácil para pais que falam o idioma dos downloads, dos games, do MSN, do Orkut e do YouTube. Fundamental mesmo, porém, é prestar atenção. (...) "Estabelecer horário é a primeira medida que um pai deve adotar quando o filho começa a acessar a rede", prega o psiquiatra Içami Tiba. "Computador é diversão. E diversão a gente larga quando é hora de fazer refeições em família e de ir para a cama."
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Na casa da advogada carioca Adriana Wanderley, 49 anos, ela é "a chefe" do computador, que divide com os filhos gêmeos, Ana Letícia e Victor, 10. "Eu tinha planos de colocar outro micro no quarto deles, mas desisti porque é mais fácil controlar o uso no escritório", diz. "Eles só entram na internet com minha autorização e não permito o uso de fone de ouvido. Toda conversa pela web é por caixa de som." Adriana também contratou um técnico para instalar bloqueios de acesso e tentar evitar o inevitável quando viu Victor e um colega "procurando sites de mulher pelada". O menino, até onde se sabe, ocupa seu tempo de internet com jogos on-line e baixando músicas, ao passo que sua irmã prefere bater papo com as amigas pelo MSN. "No Brasil é cada vez maior o número de usuárias meninas, que buscam principalmente os softwares de comunicação", diz Alexandre Magalhães, coordenador de análise do Ibope, que faz constantes pesquisas sobre o uso da internet e utiliza os dados da americana NetRatings para estudos comparativos. Deles se depreende que cada vez mais crianças brasileiras entre 2 e 11 anos acessam a web e que elas já passam mais tempo conectadas do que americanos da mesma idade – embora aí entrem variáveis como conexão mais lenta e a conhecida disposição nacional para jogar conversa fora. Outra pesquisa, da Millward Brown, também do grupo Ibope, com crianças paulistanas e cariocas de 8 a 12 anos, confirma o que os pais vêem todo dia em casa: 67% preferem a internet à televisão. Aliás, lembram-se dos tempos em que se falava mal da influência da televisão? Dos videogames? Até das histórias em quadrinhos? Pois é, toda geração vê males rondando os filhos. No caso da internet, o princípio é o mesmo, mas a realidade não permite que tolerância se confunda com indiferença. Os portais para o mundo virtual, que escancaram a sua casa, exigem vigilância. Aos pais que se sentem incomodados com o papel, sugere-se trocar a denominação: em lugar de vigias, intitulem-se guardiães, honestos aliados do lado bom da força.
(Revista Veja, 18 jul 07)
A idéia central do texto é o, a(s):
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