Questões de EFAF Ciências
15.501 Questões
Questão 51 10888149
Liceu-SP 2009A inclinação do eixo da Terra é de aproximadamente 23° em relação ao plano relativo do movimento de translação em torno do Sol, sendo esta responsável pelas variações
Questão 20 10888085
Liceu-SP 2009A questão baseiam-se no texto.
A viagem que revelou a biodiversidade do Brasil ao mundo
Durante três anos, de 1817 a 1820, o naturalista alemão Carl von Martius percorreu 10 mil km no interior do Brasil, de São Paulo ao Amazonas, realizando um levantamento de plantas jamais superado no país. Após essa viagem, as descrições das espécies coletadas foram reunidas na Flora brasiliensis, maior obra sobre a flora de um país da história da botânica. Essa foi a primeira indicação de que o Brasil tinha uma das maiores diversidades de plantas do mundo.
O início da viagem que revelaria a incomparável diversidade da flora brasileira ao mundo não foi nada animador. Logo após sair do Rio de Janeiro, a 8 de dezembro de 1817, Carl Friedrich Phillipp von Martius (1794-1868) ficou desolado. Em Santa Cruz, no caminho para São Paulo, as mulas assustaram-se, deixando para trás pessoas, mantimentos e equipamentos.
Reunidos os animais, o grupo seguiu viagem. Naquele momento, Martius não imaginava as enormes dificuldades que enfrentaria em sua viagem de três anos pelo interior do Brasil, nem que seu nome ficaria ligado em definitivo às pesquisas sobre plantas das regiões tropical e subtropical das Américas.
Viajar pelo Brasil naquele tempo era uma empreitada de alto risco, que podia até levar à morte em ataques de grupos indígenas ou de animais estranhos. Não era raro os viajantes contraírem graves doenças ainda desconhecidas, como malária ou febre amarela. (...)
Em alguns casos, o isolamento prolongado e o estresse decorrente das duras condições das viagens levavam a distúrbios mentais, transitórios ou permanentes, como aconteceu com o diplomata e naturalista russo Georg von Langsdorff (1774-1852) no final de sua viagem ao Amazonas, entre 1826 e 1828. A viagem de Martius custaria a morte de dois de seus auxiliares. Além disso, Martius e o zoólogo Johann Baptiste von Spix (1781-1826), que o acompanhava, tiveram malária e o segundo, debilitado, morreria apenas seis anos depois de retornar à Alemanha.
(Revista Ciência Hoje, setembro de 2008. Adaptado.)
Durante três anos, a fauna brasileira ficou ______ olhar de Martius, ______ objetivo era escrever ______ ela.
Os espaços da frase devem ser preenchidos, respectivamente, com
Questão 19 10888084
Liceu-SP 2009A questão baseiam-se no texto.
A viagem que revelou a biodiversidade do Brasil ao mundo
Durante três anos, de 1817 a 1820, o naturalista alemão Carl von Martius percorreu 10 mil km no interior do Brasil, de São Paulo ao Amazonas, realizando um levantamento de plantas jamais superado no país. Após essa viagem, as descrições das espécies coletadas foram reunidas na Flora brasiliensis, maior obra sobre a flora de um país da história da botânica. Essa foi a primeira indicação de que o Brasil tinha uma das maiores diversidades de plantas do mundo.
O início da viagem que revelaria a incomparável diversidade da flora brasileira ao mundo não foi nada animador. Logo após sair do Rio de Janeiro, a 8 de dezembro de 1817, Carl Friedrich Phillipp von Martius (1794-1868) ficou desolado. Em Santa Cruz, no caminho para São Paulo, as mulas assustaram-se, deixando para trás pessoas, mantimentos e equipamentos.
Reunidos os animais, o grupo seguiu viagem. Naquele momento, Martius não imaginava as enormes dificuldades que enfrentaria em sua viagem de três anos pelo interior do Brasil, nem que seu nome ficaria ligado em definitivo às pesquisas sobre plantas das regiões tropical e subtropical das Américas.
Viajar pelo Brasil naquele tempo era uma empreitada de alto risco, que podia até levar à morte em ataques de grupos indígenas ou de animais estranhos. Não era raro os viajantes contraírem graves doenças ainda desconhecidas, como malária ou febre amarela. (...)
Em alguns casos, o isolamento prolongado e o estresse decorrente das duras condições das viagens levavam a distúrbios mentais, transitórios ou permanentes, como aconteceu com o diplomata e naturalista russo Georg von Langsdorff (1774-1852) no final de sua viagem ao Amazonas, entre 1826 e 1828. A viagem de Martius custaria a morte de dois de seus auxiliares. Além disso, Martius e o zoólogo Johann Baptiste von Spix (1781-1826), que o acompanhava, tiveram malária e o segundo, debilitado, morreria apenas seis anos depois de retornar à Alemanha.
(Revista Ciência Hoje, setembro de 2008. Adaptado.)
Na oração "O início da viagem que revelaria...", o emprego do verbo no futuro do pretérito indica uma ação
Questão 17 10888082
Liceu-SP 2009A questão baseiam-se no texto.
A viagem que revelou a biodiversidade do Brasil ao mundo
Durante três anos, de 1817 a 1820, o naturalista alemão Carl von Martius percorreu 10 mil km no interior do Brasil, de São Paulo ao Amazonas, realizando um levantamento de plantas jamais superado no país. Após essa viagem, as descrições das espécies coletadas foram reunidas na Flora brasiliensis, maior obra sobre a flora de um país da história da botânica. Essa foi a primeira indicação de que o Brasil tinha uma das maiores diversidades de plantas do mundo.
O início da viagem que revelaria a incomparável diversidade da flora brasileira ao mundo não foi nada animador. Logo após sair do Rio de Janeiro, a 8 de dezembro de 1817, Carl Friedrich Phillipp von Martius (1794-1868) ficou desolado. Em Santa Cruz, no caminho para São Paulo, as mulas assustaram-se, deixando para trás pessoas, mantimentos e equipamentos.
Reunidos os animais, o grupo seguiu viagem. Naquele momento, Martius não imaginava as enormes dificuldades que enfrentaria em sua viagem de três anos pelo interior do Brasil, nem que seu nome ficaria ligado em definitivo às pesquisas sobre plantas das regiões tropical e subtropical das Américas.
Viajar pelo Brasil naquele tempo era uma empreitada de alto risco, que podia até levar à morte em ataques de grupos indígenas ou de animais estranhos. Não era raro os viajantes contraírem graves doenças ainda desconhecidas, como malária ou febre amarela. (...)
Em alguns casos, o isolamento prolongado e o estresse decorrente das duras condições das viagens levavam a distúrbios mentais, transitórios ou permanentes, como aconteceu com o diplomata e naturalista russo Georg von Langsdorff (1774-1852) no final de sua viagem ao Amazonas, entre 1826 e 1828. A viagem de Martius custaria a morte de dois de seus auxiliares. Além disso, Martius e o zoólogo Johann Baptiste von Spix (1781-1826), que o acompanhava, tiveram malária e o segundo, debilitado, morreria apenas seis anos depois de retornar à Alemanha.
(Revista Ciência Hoje, setembro de 2008. Adaptado.)
Na frase "Após essa viagem, as descrições das espécies coletadas foram reunidas na Flora brasiliensis...", o termo reunidas pode ser substituído por
Questão 16 10888081
Liceu-SP 2009A questão baseiam-se no texto.
A viagem que revelou a biodiversidade do Brasil ao mundo
Durante três anos, de 1817 a 1820, o naturalista alemão Carl von Martius percorreu 10 mil km no interior do Brasil, de São Paulo ao Amazonas, realizando um levantamento de plantas jamais superado no país. Após essa viagem, as descrições das espécies coletadas foram reunidas na Flora brasiliensis, maior obra sobre a flora de um país da história da botânica. Essa foi a primeira indicação de que o Brasil tinha uma das maiores diversidades de plantas do mundo.
O início da viagem que revelaria a incomparável diversidade da flora brasileira ao mundo não foi nada animador. Logo após sair do Rio de Janeiro, a 8 de dezembro de 1817, Carl Friedrich Phillipp von Martius (1794-1868) ficou desolado. Em Santa Cruz, no caminho para São Paulo, as mulas assustaram-se, deixando para trás pessoas, mantimentos e equipamentos.
Reunidos os animais, o grupo seguiu viagem. Naquele momento, Martius não imaginava as enormes dificuldades que enfrentaria em sua viagem de três anos pelo interior do Brasil, nem que seu nome ficaria ligado em definitivo às pesquisas sobre plantas das regiões tropical e subtropical das Américas.
Viajar pelo Brasil naquele tempo era uma empreitada de alto risco, que podia até levar à morte em ataques de grupos indígenas ou de animais estranhos. Não era raro os viajantes contraírem graves doenças ainda desconhecidas, como malária ou febre amarela. (...)
Em alguns casos, o isolamento prolongado e o estresse decorrente das duras condições das viagens levavam a distúrbios mentais, transitórios ou permanentes, como aconteceu com o diplomata e naturalista russo Georg von Langsdorff (1774-1852) no final de sua viagem ao Amazonas, entre 1826 e 1828. A viagem de Martius custaria a morte de dois de seus auxiliares. Além disso, Martius e o zoólogo Johann Baptiste von Spix (1781-1826), que o acompanhava, tiveram malária e o segundo, debilitado, morreria apenas seis anos depois de retornar à Alemanha.
(Revista Ciência Hoje, setembro de 2008. Adaptado.)
Na empreitada pelo interior do Brasil, Martius
Questão 25 10873057
IFSP 2009Leia o texto para responder à questão.
Curiosidades sobre o clima
A Estação Meteorológica do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) mantém os registros das variações climáticas paulistanas desde 1932. Confira alguns dados extremos já registrados:
Menor temperatura → os termômetros registraram 1,2 grau negativo duas vezes: em 02.07.1942 e em 02.08.1955.
Maior temperatura → 35,6 graus, em 07.12.1940.
Mês mais chuvoso → a maior chuvarada registrada em um mês foi em março de 1991, com índice de precipitação de 470,4 milímetros.
(Veja, 2008)
Suponha que a menor e a maior temperaturas já registradas em São Paulo representem as temperaturas inicial e final do ciclo de operação de uma determinada máquina.
Desse modo, pode-se afirmar que, nesse ciclo, a variação total da temperatura e a temperatura média foram, respectivamente,
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