Questões de EFAF Ciências
15.501 Questões
Questão 9 10722861
COTIL 1° Ano 2010Um corpo com 226 partículas está em colisão com a Terra e, ao atingir a atmosfera, é reduzido a sua metade.
Assim sendo, o número de partículas restantes do corpo é de:
Questão 5 10722808
COTIL 1° Ano 2010ASTRONOMIA AMADORA: CIÊNCIA E POESIA
Por Paulo Cacella Especial para a Revista CIÊNCIONLINE
Há alguns milênios, nas planícies da Mesopotâmia e no vale do Nilo, os homens começaram a registrar, de forma escrita, as primeiras observações dos fenômenos celestes. Movidos por razões religiosas ou mesmo por curiosidade, esses pioneiros deram início a nossa longa jornada na busca de nossas origens e de nosso destino. Desde então, muito já aprendemos sobre a nossa posição no universo e compreendemos o quão insignificantes somos nessa mágica dança cósmica.
A astronomia é uma ciência peculiar. Além de ser uma das mais antigas ciências desenvolvidas pela humanidade, ela tem o seu objeto de observação disponível tanto ao profissional, quanto ao amador ou ao curioso. A astronomia não é como a Física, como a Química ou como a Biologia. A astronomia não é experimental, é observacional. Não é possível termos experiências controladas, podemos apenas registrar acontecimentos, a maioria dos quais ocorridos há muito tempo. Por estranho que pareça, é a paleontologia a ciência que mais se aproxima da astronomia. Ambas estudam o passado. Em ambas, grandes descobertas podem ser feitas por amadores.
Além dos aspectos puramente científicos, a astronomia tem povoado o imaginário de nossa civilização desde os primórdios. A força dos mitos celestes atravessou gerações e, mesmo hoje, com toda a compreensão que temos das mecânicas celestes, ainda há uma boa parte da população que crê em Astrologia ou seus derivados.
Existem muitos tipos de astrônomos amadores: os que observam estrelas variáveis, os que tentam descobrir cometas ou supernovas em busca de uma glória efêmera, os que apreciam a qualidade óptica dos instrumentos e constroem os seus, os que colaboram com os profissionais em projetos de observação, os que mostram as belezas do universo para seus parentes e amigos e muitos mais outros tipos. Eu sou daqueles que une a astronomia à poesia, que observa os fenômenos celestes por prazer, sem tempos, sem obrigações.
(Ciêncionline –ISSN nº 1676-5893) ano II – nº 08
Assinale a alternativa cujas palavras não são acentuadas pela mesma regra.
Questão 4 10722798
COTIL 1° Ano 2010ASTRONOMIA AMADORA: CIÊNCIA E POESIA
Por Paulo Cacella Especial para a Revista CIÊNCIONLINE
Há alguns milênios, nas planícies da Mesopotâmia e no vale do Nilo, os homens começaram a registrar, de forma escrita, as primeiras observações dos fenômenos celestes. Movidos por razões religiosas ou mesmo por curiosidade, esses pioneiros deram início a nossa longa jornada na busca de nossas origens e de nosso destino. Desde então, muito já aprendemos sobre a nossa posição no universo e compreendemos o quão insignificantes somos nessa mágica dança cósmica.
A astronomia é uma ciência peculiar. Além de ser uma das mais antigas ciências desenvolvidas pela humanidade, ela tem o seu objeto de observação disponível tanto ao profissional, quanto ao amador ou ao curioso. A astronomia não é como a Física, como a Química ou como a Biologia. A astronomia não é experimental, é observacional. Não é possível termos experiências controladas, podemos apenas registrar acontecimentos, a maioria dos quais ocorridos há muito tempo. Por estranho que pareça, é a paleontologia a ciência que mais se aproxima da astronomia. Ambas estudam o passado. Em ambas, grandes descobertas podem ser feitas por amadores.
Além dos aspectos puramente científicos, a astronomia tem povoado o imaginário de nossa civilização desde os primórdios. A força dos mitos celestes atravessou gerações e, mesmo hoje, com toda a compreensão que temos das mecânicas celestes, ainda há uma boa parte da população que crê em Astrologia ou seus derivados.
Existem muitos tipos de astrônomos amadores: os que observam estrelas variáveis, os que tentam descobrir cometas ou supernovas em busca de uma glória efêmera, os que apreciam a qualidade óptica dos instrumentos e constroem os seus, os que colaboram com os profissionais em projetos de observação, os que mostram as belezas do universo para seus parentes e amigos e muitos mais outros tipos. Eu sou daqueles que une a astronomia à poesia, que observa os fenômenos celestes por prazer, sem tempos, sem obrigações.
(Ciêncionline –ISSN nº 1676-5893) ano II – nº 08
Leia as declarações abaixo e assinale a opção cuja palavra entre parênteses não corresponde ao sinônimo da palavra grifada.
Questão 2 10722792
COTIL 1° Ano 2010ASTRONOMIA AMADORA: CIÊNCIA E POESIA
Por Paulo Cacella Especial para a Revista CIÊNCIONLINE
Há alguns milênios, nas planícies da Mesopotâmia e no vale do Nilo, os homens começaram a registrar, de forma escrita, as primeiras observações dos fenômenos celestes. Movidos por razões religiosas ou mesmo por curiosidade, esses pioneiros deram início a nossa longa jornada na busca de nossas origens e de nosso destino. Desde então, muito já aprendemos sobre a nossa posição no universo e compreendemos o quão insignificantes somos nessa mágica dança cósmica.
A astronomia é uma ciência peculiar. Além de ser uma das mais antigas ciências desenvolvidas pela humanidade, ela tem o seu objeto de observação disponível tanto ao profissional, quanto ao amador ou ao curioso. A astronomia não é como a Física, como a Química ou como a Biologia. A astronomia não é experimental, é observacional. Não é possível termos experiências controladas, podemos apenas registrar acontecimentos, a maioria dos quais ocorridos há muito tempo. Por estranho que pareça, é a paleontologia a ciência que mais se aproxima da astronomia. Ambas estudam o passado. Em ambas, grandes descobertas podem ser feitas por amadores.
Além dos aspectos puramente científicos, a astronomia tem povoado o imaginário de nossa civilização desde os primórdios. A força dos mitos celestes atravessou gerações e, mesmo hoje, com toda a compreensão que temos das mecânicas celestes, ainda há uma boa parte da população que crê em Astrologia ou seus derivados.
Existem muitos tipos de astrônomos amadores: os que observam estrelas variáveis, os que tentam descobrir cometas ou supernovas em busca de uma glória efêmera, os que apreciam a qualidade óptica dos instrumentos e constroem os seus, os que colaboram com os profissionais em projetos de observação, os que mostram as belezas do universo para seus parentes e amigos e muitos mais outros tipos. Eu sou daqueles que une a astronomia à poesia, que observa os fenômenos celestes por prazer, sem tempos, sem obrigações.
(Ciêncionline –ISSN nº 1676-5893) ano II – nº 08
Considere as seguintes afirmações:
I. Devido à mágica dança cósmica, nossa posição no universo se torna insignificante.
II. A crença em Astrologia por boa parte da população é decorrente da compreensão dos aspectos científicos das mecânicas celestes.
III. O autor do texto se denomina astrônomo amador por estabelecer com a Astrologia uma relação prazerosa e sem grandes pretensões.
Em relação ao texto, está correto o que se afirma em:
Questão 1 10722777
COTIL 1° Ano 2010ASTRONOMIA AMADORA: CIÊNCIA E POESIA
Por Paulo Cacella Especial para a Revista CIÊNCIONLINE
Há alguns milênios, nas planícies da Mesopotâmia e no vale do Nilo, os homens começaram a registrar, de forma escrita, as primeiras observações dos fenômenos celestes. Movidos por razões religiosas ou mesmo por curiosidade, esses pioneiros deram início a nossa longa jornada na busca de nossas origens e de nosso destino. Desde então, muito já aprendemos sobre a nossa posição no universo e compreendemos o quão insignificantes somos nessa mágica dança cósmica.
A astronomia é uma ciência peculiar. Além de ser uma das mais antigas ciências desenvolvidas pela humanidade, ela tem o seu objeto de observação disponível tanto ao profissional, quanto ao amador ou ao curioso. A astronomia não é como a Física, como a Química ou como a Biologia. A astronomia não é experimental, é observacional. Não é possível termos experiências controladas, podemos apenas registrar acontecimentos, a maioria dos quais ocorridos há muito tempo. Por estranho que pareça, é a paleontologia a ciência que mais se aproxima da astronomia. Ambas estudam o passado. Em ambas, grandes descobertas podem ser feitas por amadores.
Além dos aspectos puramente científicos, a astronomia tem povoado o imaginário de nossa civilização desde os primórdios. A força dos mitos celestes atravessou gerações e, mesmo hoje, com toda a compreensão que temos das mecânicas celestes, ainda há uma boa parte da população que crê em Astrologia ou seus derivados.
Existem muitos tipos de astrônomos amadores: os que observam estrelas variáveis, os que tentam descobrir cometas ou supernovas em busca de uma glória efêmera, os que apreciam a qualidade óptica dos instrumentos e constroem os seus, os que colaboram com os profissionais em projetos de observação, os que mostram as belezas do universo para seus parentes e amigos e muitos mais outros tipos. Eu sou daqueles que une a astronomia à poesia, que observa os fenômenos celestes por prazer, sem tempos, sem obrigações.
(Ciêncionline –ISSN nº 1676-5893) ano II – nº 08
Com base no texto, complete as declarações abaixo com (V) ou falso (F).
1. ( ) A astronomia permite experiêias controladas.
2. ( ) A astronomia depende da paleontologia.
3. ( ) A astronomia é uma ciência que desperta curiosidade de profissionais e amadores.
4. ( ) A astronomia é uma ciência que desperta curiosidade não só por seus aspectos científicos.
5. ( ) Quem gosta de astronomia acaba gostando de poesia.
Assinale a resposta de acordo com o que você completou.
Questão 8 10308197
OBR 1° Ano - Nível 3 2010O jardim dos robôs sociais

“Aqui é o futuro”. Foi assim que uma jovem, de cerca de 20 anos, explicou à colega o que se esperava enquanto entravam em um enorme contêiner cinza identificado como “Jardim Robótico”, instalação da UNESP/ITA em um evento realizado em janeiro em São Paulo. Dentro da misteriosa caixa, elas contemplavam fixamente um conjunto de 20 flores robóticas feitas de acrílico que piscavam e mudavam de cor de acordo com os movimentos das duas. Outro atrativo das “flores” é a possibilidade de interagir com os visitantes de diferentes formas. Qualquer um que aponte a lâmpada de seu celular para os sensores luminosos dos girassóis pode brincar de fazê-los movimentar-se de um lado para outro, nos mesmos moldes que a planta vira em direção ao Sol. E caminhar para perto e para longe das tulipas é suficiente para fazê-las mudar de cor e piscar mais ou menos rápido. “O ser humano ainda tem muita dificuldade em se relacionar com máquinas”, afirma um dos criadores do jardim. À medida que os autômatos estão chegando às residências, é preciso dar um salto tecnológico para melhorar a convivência dos dois lados, defente o pesquisador. Por isso, estão sendo desenvolvidos robôs sociais, capazes de expressar emoções. “É preciso discutir como será a inserção deles nas casas das pessoas. Quais serão os gestos e posturas que eles deverão desempenhar para se relacionar conosco. O Jardim Robótico é uma proposta de fazer o ser humano brincar com as flores”, explica.
Trechos extraídos da revista UNESP Ciência, março 2010.
De acordo com o texto, por que esse jardim de plantas robóticas foi produzido? Marque todas as alternativas corretas.
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