Questões de EFAF Ciências
15.501 Questões
Questão 47 10739679
SENAI 1º Ano - CGE 2026 2011Resistência elétrica é uma grandeza característica do resistor e mede a oposição que seus átomos oferecem à passagem da corrente elétrica.
A unidade de resistência elétrica no Sistema Internacional é o ohm (Ω).
Para calcular a resistência elétrica divide-se o valor da tensão aplicada pela corrente elétrica.
Um chuveiro ligado a uma linha com tensão de 220 V é percorrido por uma corrente elétrica de 22 A.
Neste caso, a resistência elétrica do chuveiro é de
Questão 46 10739678
SENAI 1º Ano - CGE 2026 2011O peso de um corpo é determinado multiplicando-se a massa pela aceleração da gravidade, representados pela fórmula
onde o peso será em Newton (N), massa em quilogramas (kg) e aceleração da gravidade em (m/s2).
Admitindo-se que a gravidade em Marte é de 3,7 m/s2, neste planeta uma pessoa com massa de 50 kg tem peso de
Questão 45 10739677
SENAI 1º Ano - CGE 2026 2011O quadro abaixo demonstra a obtenção, liberação ou produção de vários tipos de energia:

Para você ir à escola, ao trabalho ou para realizar várias atividades, precisa da energiaAA
Questão 44 10739676
SENAI 1º Ano - CGE 2026 2011Sandra leu em um livro de Ciências: “a densidade do ouro é de 19 g/cm3 ”. O significado deste valor pode ser explicado pela frase:
Questão 43 10739675
SENAI 1º Ano - CGE 2026 2011Os alunos de uma turma montaram uma experimentação utilizando uma lâmpada acesa, um termômetro normal e um termômetro com fuligem preta de vela no bulbo, como mostra a figura:

No início, os dois termômetros marcavam 20°C. Ao acender a lâmpada, a temperatura dos dois termômetros foi aumentando, conforme a tabela:

Considerando que os dois termômetros estavam recebendo a mesma quantidade de calor emitido pela lâmpada, o termômetro que mais aqueceu foi o
Questão 18 10739643
SENAI 1º Ano - CGE 2026 2011O texto abaixo se refere à questão.
O cientista dos trópicos
Depois de defender sua tese em medicina no Rio de Janeiro, Oswaldo Gonçalves Cruz (1872- 1917) foi para Paris, onde tomou conhecimento das mais avançadas técnicas e descobertas da microbiologia. Ele sabia que ao voltar para seu país, enfrentaria vários problemas de recursos, falta de material e de ambiente para a pesquisa. Por isso mesmo, enquanto estava na França, se tornou até mestre na fabricação de vidros para equipamentos de laboratório.
De volta ao Brasil, assumiu as pesquisas em microbiologia, formou uma equipe de cientistas e publicou vários artigos importantes sobre novas espécies de mosquito, doenças causadas por microorganismos e medidas de tratamento contra doenças endêmicas. O médico e cientista se tornou também Diretor Geral de Saúde Pública numa época em que o País era assolado por doenças endêmicas, causadas pela falta de higienização e saneamento nas cidades. Oswaldo adotou medidas drásticas como a destruição de casebres insalubres na cidade do Rio de Janeiro e a criação de inspetores de saúde para examinar o interior das casas e exterminar focos de mosquitos transmissores da febre amarela.
Essas medidas foram consideradas invasivas pela população, que passou a se revoltar contra o Dr. Cruz. Mas a maior hostilidade para o médico surgiu quando ele determinou a vacinação obrigatória contra a varíola e enfrentou uma revolta popular. As famílias, na sociedade conservadora, se indignavam pelo fato de as moças terem que mostrar seus braços aos vacinadores.
Este era o ambiente em que Oswaldo Cruz travava sua batalha contra as doenças tropicais, em um tempo em que a microbiologia era praticamente inexistente no Brasil. A população desconhecia as causas das enfermidades e olhava as agulhas e ampolas com muita desconfiança.
Apesar dos obstáculos, Cruz erradicou a peste bubônica, a malária, a varíola e a febre amarela no Rio de Janeiro e inaugurou a era da medicina experimental no País. Ele ainda fez o trabalho de saneamento da região da estrada de ferro Madeira-Mamoré, na Amazônia, tornou-se prefeito de Petrópolis e foi eleito imortal como membro da Academia Brasileira de Letras, título conquistado especialmente pela sua contribuição à ciência e à saúde do Brasil.
Fonte: adaptado de: KAWANO, C. Revista Galileu, n. 171, out. 2005.
A ordem alfabética das palavras microbiologia, microorganismos, Madeira-Mamoré e médico é
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