Questões de EFAF Ciências
15.501 Questões
Questão 7 10723504
COTIL 1° Ano 2012Texto para a questão.
O CÉREBRO ELETRÔNICO

Quando o computador foi inventado, em 1946 – aliás, eu também fui inventado em 46 –, pesava 14 toneladas. Imagine o tamanho. E não se chamava computador. O nome da engenhoca era ‘cérebro eletrônico’. Era um invento assustador. Ficava dentro de uma espécie de armazém, tinha rolos de fitas imensos, fazia um barulho danado. Parecia um monstro. Mas os inventores foram logo acalmando as pessoas (a guerra tinha acabado havia um ano): ‘até o final do século, teremos computadores que pesarão apenas 1 tonelada’.
Pois o século terminou e hoje ele pesa 3 quilinhos. E passou a se chamar ‘micro’. E continua emagrecendo. E, ao contrário do que previa o Gilberto Gil em 69, na música ‘Cérebro Eletrônico’, ele já fala. Não só fala como às vezes duvida de você e – acintosamente – pergunta: ‘Você tem certeza de que quer fazer isso ou aquilo?’
Uns 20 anos depois, lá pelos anos 60, na África do Sul, um tal de doutor Barnard fez o primeiro transplante de coração. Tirou de um sujeito e colocou em outro. O cara não viveu muito tempo, não. Mas a coisa foi evoluindo e hoje qualquer clínica ali na esquina tá fazendo transplante baratinho, baratinho. Transplantam tudo hoje em dia. Menos a inteligência e a alma (se é que existe mesmo). A miss Brasil do ano passado tinha feito 19 operações plásticas. Assim, até eu, minha senhora. E agora começaram a transplantar com órgãos artificiais. ‘Matéria plástica, que coisa elástica, que coisa drástica’, como já reclamavam o Ari Toledo e o Carlinhos Lyra nos mesmos anos 60, numa música chamada ‘Subdesenvolvido’.
E você deve estar perguntando: aonde é que este cara quer chegar?
Quero chegar no chip. Que, segundo o Houaiss, é uma ‘pequena lâmina miniaturizada (em geral de silício), usada na construção de transistores, díodos ou outros semicondutores, capaz de realizar diversas funções mais ou menos complexas’. Estão colocando chips dentro do nosso corpo. Ou seja, pedaços de computadores, nacos de cérebros eletrônicos.
Ou seja, talvez até o final deste século (ou menos, muito menos) a gente não vá mais precisar dos computadores. Nós vamos ser um computador ambulante. Será que seremos todos brancos ou existirão ainda os negros, os amarelos e os vermelhos? Será que ainda vamos estar com mania de querermos ser computadores do Primeiro Mundo? Os americanos terão mais bits que os sulamericanos? O homem-computador do Iraque será desligado das tomadas e das pilhas? A bateria vai acabar ou seremos, finalmente, imortais? (...)
Mário Prata. O cérebro eletrônico. Revista Época, 20/02/2009.
Leia as frases abaixo e indique em qual delas o sentido do termo grifado está corretamente indicado entre parênteses:
Questão 6 10723500
COTIL 1° Ano 2012Texto para a questão.
O CÉREBRO ELETRÔNICO

Quando o computador foi inventado, em 1946 – aliás, eu também fui inventado em 46 –, pesava 14 toneladas. Imagine o tamanho. E não se chamava computador. O nome da engenhoca era ‘cérebro eletrônico’. Era um invento assustador. Ficava dentro de uma espécie de armazém, tinha rolos de fitas imensos, fazia um barulho danado. Parecia um monstro. Mas os inventores foram logo acalmando as pessoas (a guerra tinha acabado havia um ano): ‘até o final do século, teremos computadores que pesarão apenas 1 tonelada’.
Pois o século terminou e hoje ele pesa 3 quilinhos. E passou a se chamar ‘micro’. E continua emagrecendo. E, ao contrário do que previa o Gilberto Gil em 69, na música ‘Cérebro Eletrônico’, ele já fala. Não só fala como às vezes duvida de você e – acintosamente – pergunta: ‘Você tem certeza de que quer fazer isso ou aquilo?’
Uns 20 anos depois, lá pelos anos 60, na África do Sul, um tal de doutor Barnard fez o primeiro transplante de coração. Tirou de um sujeito e colocou em outro. O cara não viveu muito tempo, não. Mas a coisa foi evoluindo e hoje qualquer clínica ali na esquina tá fazendo transplante baratinho, baratinho. Transplantam tudo hoje em dia. Menos a inteligência e a alma (se é que existe mesmo). A miss Brasil do ano passado tinha feito 19 operações plásticas. Assim, até eu, minha senhora. E agora começaram a transplantar com órgãos artificiais. ‘Matéria plástica, que coisa elástica, que coisa drástica’, como já reclamavam o Ari Toledo e o Carlinhos Lyra nos mesmos anos 60, numa música chamada ‘Subdesenvolvido’.
E você deve estar perguntando: aonde é que este cara quer chegar?
Quero chegar no chip. Que, segundo o Houaiss, é uma ‘pequena lâmina miniaturizada (em geral de silício), usada na construção de transistores, díodos ou outros semicondutores, capaz de realizar diversas funções mais ou menos complexas’. Estão colocando chips dentro do nosso corpo. Ou seja, pedaços de computadores, nacos de cérebros eletrônicos.
Ou seja, talvez até o final deste século (ou menos, muito menos) a gente não vá mais precisar dos computadores. Nós vamos ser um computador ambulante. Será que seremos todos brancos ou existirão ainda os negros, os amarelos e os vermelhos? Será que ainda vamos estar com mania de querermos ser computadores do Primeiro Mundo? Os americanos terão mais bits que os sulamericanos? O homem-computador do Iraque será desligado das tomadas e das pilhas? A bateria vai acabar ou seremos, finalmente, imortais? (...)
Mário Prata. O cérebro eletrônico. Revista Época, 20/02/2009.
Ao transcrever a oração ‘Mas os inventores foram logo acalmando as pessoas...’ para a voz passiva, obtém-se a forma verbal:
Questão 4 10723488
COTIL 1° Ano 2012Texto para a questão.
O CÉREBRO ELETRÔNICO

Quando o computador foi inventado, em 1946 – aliás, eu também fui inventado em 46 –, pesava 14 toneladas. Imagine o tamanho. E não se chamava computador. O nome da engenhoca era ‘cérebro eletrônico’. Era um invento assustador. Ficava dentro de uma espécie de armazém, tinha rolos de fitas imensos, fazia um barulho danado. Parecia um monstro. Mas os inventores foram logo acalmando as pessoas (a guerra tinha acabado havia um ano): ‘até o final do século, teremos computadores que pesarão apenas 1 tonelada’.
Pois o século terminou e hoje ele pesa 3 quilinhos. E passou a se chamar ‘micro’. E continua emagrecendo. E, ao contrário do que previa o Gilberto Gil em 69, na música ‘Cérebro Eletrônico’, ele já fala. Não só fala como às vezes duvida de você e – acintosamente – pergunta: ‘Você tem certeza de que quer fazer isso ou aquilo?’
Uns 20 anos depois, lá pelos anos 60, na África do Sul, um tal de doutor Barnard fez o primeiro transplante de coração. Tirou de um sujeito e colocou em outro. O cara não viveu muito tempo, não. Mas a coisa foi evoluindo e hoje qualquer clínica ali na esquina tá fazendo transplante baratinho, baratinho. Transplantam tudo hoje em dia. Menos a inteligência e a alma (se é que existe mesmo). A miss Brasil do ano passado tinha feito 19 operações plásticas. Assim, até eu, minha senhora. E agora começaram a transplantar com órgãos artificiais. ‘Matéria plástica, que coisa elástica, que coisa drástica’, como já reclamavam o Ari Toledo e o Carlinhos Lyra nos mesmos anos 60, numa música chamada ‘Subdesenvolvido’.
E você deve estar perguntando: aonde é que este cara quer chegar?
Quero chegar no chip. Que, segundo o Houaiss, é uma ‘pequena lâmina miniaturizada (em geral de silício), usada na construção de transistores, díodos ou outros semicondutores, capaz de realizar diversas funções mais ou menos complexas’. Estão colocando chips dentro do nosso corpo. Ou seja, pedaços de computadores, nacos de cérebros eletrônicos.
Ou seja, talvez até o final deste século (ou menos, muito menos) a gente não vá mais precisar dos computadores. Nós vamos ser um computador ambulante. Será que seremos todos brancos ou existirão ainda os negros, os amarelos e os vermelhos? Será que ainda vamos estar com mania de querermos ser computadores do Primeiro Mundo? Os americanos terão mais bits que os sulamericanos? O homem-computador do Iraque será desligado das tomadas e das pilhas? A bateria vai acabar ou seremos, finalmente, imortais? (...)
Mário Prata. O cérebro eletrônico. Revista Época, 20/02/2009.
Em função do gênero e do propósito do texto, frequentemente os autores lançam mão de uma linguagem coloquial que se aproxime mais da maioria dos falantes da língua portuguesa no Brasil.
É o que se verifica nas alternativas abaixo, exceto em:
Questão 3 10723486
COTIL 1° Ano 2012Texto para a questão.
O CÉREBRO ELETRÔNICO

Quando o computador foi inventado, em 1946 – aliás, eu também fui inventado em 46 –, pesava 14 toneladas. Imagine o tamanho. E não se chamava computador. O nome da engenhoca era ‘cérebro eletrônico’. Era um invento assustador. Ficava dentro de uma espécie de armazém, tinha rolos de fitas imensos, fazia um barulho danado. Parecia um monstro. Mas os inventores foram logo acalmando as pessoas (a guerra tinha acabado havia um ano): ‘até o final do século, teremos computadores que pesarão apenas 1 tonelada’.
Pois o século terminou e hoje ele pesa 3 quilinhos. E passou a se chamar ‘micro’. E continua emagrecendo. E, ao contrário do que previa o Gilberto Gil em 69, na música ‘Cérebro Eletrônico’, ele já fala. Não só fala como às vezes duvida de você e – acintosamente – pergunta: ‘Você tem certeza de que quer fazer isso ou aquilo?’
Uns 20 anos depois, lá pelos anos 60, na África do Sul, um tal de doutor Barnard fez o primeiro transplante de coração. Tirou de um sujeito e colocou em outro. O cara não viveu muito tempo, não. Mas a coisa foi evoluindo e hoje qualquer clínica ali na esquina tá fazendo transplante baratinho, baratinho. Transplantam tudo hoje em dia. Menos a inteligência e a alma (se é que existe mesmo). A miss Brasil do ano passado tinha feito 19 operações plásticas. Assim, até eu, minha senhora. E agora começaram a transplantar com órgãos artificiais. ‘Matéria plástica, que coisa elástica, que coisa drástica’, como já reclamavam o Ari Toledo e o Carlinhos Lyra nos mesmos anos 60, numa música chamada ‘Subdesenvolvido’.
E você deve estar perguntando: aonde é que este cara quer chegar?
Quero chegar no chip. Que, segundo o Houaiss, é uma ‘pequena lâmina miniaturizada (em geral de silício), usada na construção de transistores, díodos ou outros semicondutores, capaz de realizar diversas funções mais ou menos complexas’. Estão colocando chips dentro do nosso corpo. Ou seja, pedaços de computadores, nacos de cérebros eletrônicos.
Ou seja, talvez até o final deste século (ou menos, muito menos) a gente não vá mais precisar dos computadores. Nós vamos ser um computador ambulante. Será que seremos todos brancos ou existirão ainda os negros, os amarelos e os vermelhos? Será que ainda vamos estar com mania de querermos ser computadores do Primeiro Mundo? Os americanos terão mais bits que os sulamericanos? O homem-computador do Iraque será desligado das tomadas e das pilhas? A bateria vai acabar ou seremos, finalmente, imortais? (...)
Mário Prata. O cérebro eletrônico. Revista Época, 20/02/2009.
Pode-se dizer que o autor escreve um texto que pertence ao gênero:
Questão 2 10723481
COTIL 1° Ano 2012Texto para a questão.
O CÉREBRO ELETRÔNICO

Quando o computador foi inventado, em 1946 – aliás, eu também fui inventado em 46 –, pesava 14 toneladas. Imagine o tamanho. E não se chamava computador. O nome da engenhoca era ‘cérebro eletrônico’. Era um invento assustador. Ficava dentro de uma espécie de armazém, tinha rolos de fitas imensos, fazia um barulho danado. Parecia um monstro. Mas os inventores foram logo acalmando as pessoas (a guerra tinha acabado havia um ano): ‘até o final do século, teremos computadores que pesarão apenas 1 tonelada’.
Pois o século terminou e hoje ele pesa 3 quilinhos. E passou a se chamar ‘micro’. E continua emagrecendo. E, ao contrário do que previa o Gilberto Gil em 69, na música ‘Cérebro Eletrônico’, ele já fala. Não só fala como às vezes duvida de você e – acintosamente – pergunta: ‘Você tem certeza de que quer fazer isso ou aquilo?’
Uns 20 anos depois, lá pelos anos 60, na África do Sul, um tal de doutor Barnard fez o primeiro transplante de coração. Tirou de um sujeito e colocou em outro. O cara não viveu muito tempo, não. Mas a coisa foi evoluindo e hoje qualquer clínica ali na esquina tá fazendo transplante baratinho, baratinho. Transplantam tudo hoje em dia. Menos a inteligência e a alma (se é que existe mesmo). A miss Brasil do ano passado tinha feito 19 operações plásticas. Assim, até eu, minha senhora. E agora começaram a transplantar com órgãos artificiais. ‘Matéria plástica, que coisa elástica, que coisa drástica’, como já reclamavam o Ari Toledo e o Carlinhos Lyra nos mesmos anos 60, numa música chamada ‘Subdesenvolvido’.
E você deve estar perguntando: aonde é que este cara quer chegar?
Quero chegar no chip. Que, segundo o Houaiss, é uma ‘pequena lâmina miniaturizada (em geral de silício), usada na construção de transistores, díodos ou outros semicondutores, capaz de realizar diversas funções mais ou menos complexas’. Estão colocando chips dentro do nosso corpo. Ou seja, pedaços de computadores, nacos de cérebros eletrônicos.
Ou seja, talvez até o final deste século (ou menos, muito menos) a gente não vá mais precisar dos computadores. Nós vamos ser um computador ambulante. Será que seremos todos brancos ou existirão ainda os negros, os amarelos e os vermelhos? Será que ainda vamos estar com mania de querermos ser computadores do Primeiro Mundo? Os americanos terão mais bits que os sulamericanos? O homem-computador do Iraque será desligado das tomadas e das pilhas? A bateria vai acabar ou seremos, finalmente, imortais? (...)
Mário Prata. O cérebro eletrônico. Revista Época, 20/02/2009.
Leia o trecho: ‘Será que seremos todos brancos ou existirão ainda os negros, os amarelos e os vermelhos? Será que ainda vamos estar com mania de querermos ser computadores do Primeiro Mundo? Os americanos terão mais bits que os sul-americanos? O homem-computador do Iraque será desligado das tomadas e das pilhas? A bateria vai acabar ou seremos, finalmente, imortais?’
Questão 50 10681709
CN 2º Dia - Português (Amarela) 2012Um pesquisador, que descobrir precisava características de uma determinada substância, algumas realizou certos experimentos utilizando uma fonte de potência constante de 1600W. Sabe-se que a potência térmica se relaciona com a quantidade de calor através da igualdade P = Q/Δt, onde P é a potência, Q é a quantidade de calor trocado e Δt é o intervalo de tempo de funcionamento da fonte. Sendo assim, analise os experimentos realizados por esse pesquisador, descritos abaixo.
I - Tendo como objetivo medir o calor latente de fusão, colocou, em um recipiente, 1 kg da substância no estado sólido e, do início da fusão até o derretimento completo, anotou um intervalo de tempo de 5 minutos para c funcionamento da fonte térmica.
II - Tendo como objetivo medir o calor específico da substância no estado líquido, utilizou a massa de 1 kg, já derretida no experimento, e anotou que, para uma variação de 30°C na temperatura, foram necessários apenas 2 minutos de funcionamento da fonte térmica.
Desprezando-se as eventuais perdas de calor envolvidas nos experimentos e considerando 1 cal = 4,0 J, é correto afirmar que o calor latente o calor específico valem, respectivamente:
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