Questões de EFAF Ciências
15.501 Questões
Questão 4 10735914
CMRJ 6º Ano - Português 2013TEXTO
Nas experiências pessoais, o caminho para a criatividade
Por Roberta Jansen
Talento pode ser desenvolvido e envolve motivação, flexibilidade, capacidade de pensar diferente e até mesmo brincadeiras.

Imagem retirada de http://migre.me/fzYRH, em 23/07/2013.
Almejada1 por todos, invejada por muitos, a criatividade é normalmente vista como
algo exclusivo de alguns poucos gênios ou, ao menos, de privilegiados dotados de
inteligência acima da média. Mas não é bem assim, garantem especialistas. A criatividade
pode não apenas ser aprendida como também estimulada, segundo alguns recentes estudos
[5] da neurociência2 revelados pela revista “New Scientist”.
A criatividade é normalmente definida como a capacidade para criar, inventar e
inovar, seja no campo artístico, científico ou em qualquer outro. Mas não se trata,
necessariamente, de um talento inato3, como muitos imaginam. Experiências vividas são a
principal matéria-prima para as ideias originais.
[10] (...)
Não por acaso, brincar é apontado como uma das principais formas de estimular a
criatividade e, por isso mesmo, absolutamente fundamental ao desenvolvimento das
crianças. Mas os adultos não devem abrir mão das brincadeiras, como sugere um estudo
desenvolvido na Universidade do Colorado. Ao brincar, as pessoas experimentam novidades
[15] sem medo de errar, sem medo de ser punido.
- Brincar encoraja a correrem riscos _ explica o autor do estudo, Marc Bekoff. - A
busca por novidade e o desejo por coisas novas são uma marca das brincadeiras. Aspectos
centrais da criatividade.
(Jornal O Globo, “Ciência/saúde”, 17/05/09, p. 39.)
Vocabulário:
1. Almejada (linha 1) – desejada.
2. Neurociência (linha 5) – ciência que estuda o sistema nervoso.
3. Inato (linha 8) – de nascimento, que nasce com.
Afirmar que a criatividade “não se trata, necessariamente, de um talento inato” (linhas 8 e 9) significa que
Questão 3 10735913
CMRJ 6º Ano - Português 2013TEXTO
Nas experiências pessoais, o caminho para a criatividade
Por Roberta Jansen
Talento pode ser desenvolvido e envolve motivação, flexibilidade, capacidade de pensar diferente e até mesmo brincadeiras.

Imagem retirada de http://migre.me/fzYRH, em 23/07/2013.
Almejada1 por todos, invejada por muitos, a criatividade é normalmente vista como
algo exclusivo de alguns poucos gênios ou, ao menos, de privilegiados dotados de
inteligência acima da média. Mas não é bem assim, garantem especialistas. A criatividade
pode não apenas ser aprendida como também estimulada, segundo alguns recentes estudos
[5] da neurociência2 revelados pela revista “New Scientist”.
A criatividade é normalmente definida como a capacidade para criar, inventar e
inovar, seja no campo artístico, científico ou em qualquer outro. Mas não se trata,
necessariamente, de um talento inato3, como muitos imaginam. Experiências vividas são a
principal matéria-prima para as ideias originais.
[10] (...)
Não por acaso, brincar é apontado como uma das principais formas de estimular a
criatividade e, por isso mesmo, absolutamente fundamental ao desenvolvimento das
crianças. Mas os adultos não devem abrir mão das brincadeiras, como sugere um estudo
desenvolvido na Universidade do Colorado. Ao brincar, as pessoas experimentam novidades
[15] sem medo de errar, sem medo de ser punido.
- Brincar encoraja a correrem riscos _ explica o autor do estudo, Marc Bekoff. - A
busca por novidade e o desejo por coisas novas são uma marca das brincadeiras. Aspectos
centrais da criatividade.
(Jornal O Globo, “Ciência/saúde”, 17/05/09, p. 39.)
Vocabulário:
1. Almejada (linha 1) – desejada.
2. Neurociência (linha 5) – ciência que estuda o sistema nervoso.
3. Inato (linha 8) – de nascimento, que nasce com.
Em “A criatividade pode não apenas ser aprendida como também estimulada (...)” (linhas 3 e 4), entende-se que a criatividade
Questão 3 10727127
CMC 6º Ano - Matemática 2013Denomina-se amplitude térmica de um período a diferença entre a temperatura máxima e a temperatura mínima no período. O mês de setembro começou com uma grande variação na temperatura.
Se na primeira semana de setembro a temperatura mínima foi de 6,4oC e a temperatura máxima foi de 23,2oC pode-se dizer que a amplitude térmica desta semana foi de:
Questão 9 10724203
COTIL 1° Ano 2013Texto para a questão.
Militantes em causa própria
Eles nasceram no auge da discussão ambiental e herdarão um planeta caótico. Quem é a geração em busca de um futuro mais verde e saudável?
Época - 18/06/2012
O paulistano Pedro Sartori, de 13 anos, passou as férias de janeiro com o pai, a mãe e as três irmãs nos Estados Unidos, dividindo-se entre as montanhas-russas da Disney, espetáculos de baleias orcas no Sea World e visitas a seus super-heróis favoritos nos parques da Universal. Embarcaram num avião em São Paulo rumo a Orlando e, depois de 15 dias, retornaram ao Brasil com as malas cheias de mimos e um monte de história para contar. Em outros tempos, seria uma viagem inocente. Em época de mudanças climáticas, derretimento das geleiras e extinção de espécies, um simples passeio pode vir embutido de um sentimento de culpa. De volta para o colégio Bandeirantes, a escola particular onde estuda, Pedro estimou na aula de ciência quanto ele e a família emitiram de gases do efeito estufa, uma das causas do aquecimento global, na ida aos EUA. O cálculo, feito por um site, mostra quanto cada um poluiu e quantas árvores poderia plantar para aliviar seu pecado. Pedro precisa plantar 38 mudas no solo para pagar sua conta.
Esse é um dos carmas da geração de Pedro, nascida no auge do caos ambiental. Ela precisa agora assumir a responsabilidade pelo passivo de seus antecessores. O prenúncio da catástrofe está em toda parte. No comercial de TV que mostra um ursopolar desolado sobre a única ilha que não derreteu. Ou na campanha de uma ONG em que uma motosserra destrói a floresta. O bombardeio não se restringe aos problemas que assolam a Terra. Essas crianças e jovens – que vieram ao mundo entre a Rio 92, quando a discussão das mazelas ganhou fôlego, e a Rio+20 – sofrem uma chuva de cobranças.
“O bombardeio não se restringe aos problemas que assolam a Terra.”
A palavra "assolam" tem como substituíveis:
Questão 5 10724182
COTIL 1° Ano 2013Texto para a questão.
Militantes em causa própria
Eles nasceram no auge da discussão ambiental e herdarão um planeta caótico. Quem é a geração em busca de um futuro mais verde e saudável?
Época - 18/06/2012
O paulistano Pedro Sartori, de 13 anos, passou as férias de janeiro com o pai, a mãe e as três irmãs nos Estados Unidos, dividindo-se entre as montanhas-russas da Disney, espetáculos de baleias orcas no Sea World e visitas a seus super-heróis favoritos nos parques da Universal. Embarcaram num avião em São Paulo rumo a Orlando e, depois de 15 dias, retornaram ao Brasil com as malas cheias de mimos e um monte de história para contar. Em outros tempos, seria uma viagem inocente. Em época de mudanças climáticas, derretimento das geleiras e extinção de espécies, um simples passeio pode vir embutido de um sentimento de culpa. De volta para o colégio Bandeirantes, a escola particular onde estuda, Pedro estimou na aula de ciência quanto ele e a família emitiram de gases do efeito estufa, uma das causas do aquecimento global, na ida aos EUA. O cálculo, feito por um site, mostra quanto cada um poluiu e quantas árvores poderia plantar para aliviar seu pecado. Pedro precisa plantar 38 mudas no solo para pagar sua conta.
Esse é um dos carmas da geração de Pedro, nascida no auge do caos ambiental. Ela precisa agora assumir a responsabilidade pelo passivo de seus antecessores. O prenúncio da catástrofe está em toda parte. No comercial de TV que mostra um ursopolar desolado sobre a única ilha que não derreteu. Ou na campanha de uma ONG em que uma motosserra destrói a floresta. O bombardeio não se restringe aos problemas que assolam a Terra. Essas crianças e jovens – que vieram ao mundo entre a Rio 92, quando a discussão das mazelas ganhou fôlego, e a Rio+20 – sofrem uma chuva de cobranças.
Assinale a alternativa incorreta.
Questão 4 10724175
COTIL 1° Ano 2013Texto para a questão
Rio+20: a ciência, a economia – e a política
A história da espécie humana é uma trajetória de 150 mil anos de sucesso movido a conhecimento. Do fogo à máquina a vapor, da roda ao trem-bala, do arado aos transgênicos, das naus antigas aos foguetes espaciais, dos registros cuneiformes aos tablets. Não teríamos chegado até aqui sem a ciência.
O maior valor da ciência é permitir conhecer a verdade. Não a verdade intangível e complexa dos filósofos. Mas uma verdade mais modesta, mais simples, mais terrena - portanto mais útil. Se lanço uma maçã pela janela, ela cai. Se esquento a água, ela ferve. Se risco um fósforo e aproximo do meu dedo, ele queima. Se lanço gases poluentes na atmosfera ao longo de séculos, o clima do planeta muda.
Deriva do conhecimento da verdade outro valor tangível da ciência: ela gera riqueza. Produzimos mais alimentos com o arado, as máquinas e a revolução agrícola. Transportamos mais rápido objetos e pessoas graças aos navios, à ferrovia e ao avião a jato. Vivemos mais e melhor por causa das vacinas, dos antibióticos e de todo tipo de técnica médica. Fabricamos artefatos e engenhocas antes inimagináveis graças às indústrias e a nosso indiscutível domínio sobre os recursos naturais terrestres.
O maior desafio da humanidade ao longo de sua história sempre foi usar o conhecimento – e a ciência – para crescer, alargar suas fronteiras e transmitir às gerações futuras algo além daquilo que recebeu das passadas. As civilizações que não tinham conhecimentos ou não souberam usar aquele que tinham foram varridas do planeta.
Sobramos nós.
A responsabilidade da conferência das Nações Unidas sobre desenvolvimento e meio ambiente, a Rio+20, é garantir que continuemos aqui. Os maiores líderes globais afirmam que têm missões mais importantes a cumprir neste momento - eleições, crise financeira ou o que o valha. Pode ser. Políticos não costumam ser muito afeitos a conceitos científicos ou realidades econômicas. Mas talvez eles devessem ouvir o que dizem as crianças. (...) Até o fim do século, provavelmente não estaremos mais aqui.
Sobrarão elas.
Época - 18/06/2012
Passando o trecho “Se risco um fósforo e aproximo do meu dedo, ele queima.” para o pretérito imperfeito do subjuntivo, teremos a correta relação entre as orações em:

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