Questões de EFAF Ciências - Ecologia
1.580 Questões
Questão 6 10727592
CMC 6º Ano - Português 2015Obesidade infantil
Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
[5]crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
obesidade infantil.
Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
[10]com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
[15]do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
[20]e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
[25]obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.
(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)
Segundo o texto, entre as causas que contribuíram para o aparecimento de uma geração de crianças sedentárias e que se alimentam mal, duas delas são:
Questão 5 10727591
CMC 6º Ano - Português 2015Obesidade infantil
Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
[5]crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
obesidade infantil.
Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
[10]com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
[15]do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
[20]e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
[25]obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.
(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)
Do período “Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram drasticamente.” (linhas 1 e 2), pode-se entender que:
Questão 2 10727587
CMC 6º Ano - Português 2015Obesidade infantil
Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
[5]crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
obesidade infantil.
Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
[10]com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
[15]do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
[20]e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
[25]obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.
(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)
Em “Se a obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.” (linhas 24 a 26), os termos sublinhados expressam, respectivamente, as noções de:
Questão 56 10608685
SENAI 1° Ano - CGE 2094 2015/1Numa lagoa, as algas microscópicas atuam como produtoras, fornecendo energia para os microcrustáceos, peixes pequenos, peixes maiores e garças que vivem no seu entorno.
Considerando que houve o despejo de mercúrio na lagoa e que esse é bioacumulativo, identifique qual nível trófico apresentará a maior concentração do mercúrio.
Questão 53 10608657
SENAI 1° Ano - CGE 2094 2015/1O despejo de esgoto nos rios e lagos provoca um desequilíbrio ecológico que leva a mortandade de peixes e outros organismos aeróbicos.
Assinale a alternativa que justifica a morte dos peixes.
Questão 46 10608584
SENAI 1° Ano - CGE 2094 2015/1O tabagismo é um dos grandes problemas de saúde pública, sua fumaça apresenta inúmeras substâncias químicas, entre elas, metais pesados, nicotina, alcatrão, arsênico e monóxido de carbono, que afetam lentamente o corpo humano, provocando diversas doenças e aumentando a possibilidade do aparecimento de células cancerígenas.
Entre as substâncias citadas, qual é a responsável pelo vício, liberando a dopamina?
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)