Questões de EFAF Ciências
15.501 Questões
Questão 34 10667435
CMSM 6º Ano 2014Sobre o texto, responda o item.
TEXTO 3

Almanaque Ruth Rocha. São Paulo, Ática, 2005.
Sobre o texto, responda o item.
TEXTO 4

Almanaque Ruth Rocha. São Paulo, Ática, 2005.
Na relação entre os textos 3 e 4, pode-se afirmar que:
Questão 19 10654056
CMPA 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2014Leia atentamente o texto e responda à questão, assinalando a única alternativa correta.
Texto

Disponível em: http://lolaeamigos.blogspot.com. Acesso em: 30 de outubro de 2014.
Qual ideia abaixo não pode ser relacionada à imagem presente no texto?
Questão 12 10653613
CMPA 6° Ano - Prova de Matemática 2014A exposição do corpo humano ao sol, em horários inadequados, pode causar graves lesões na pele com o decorrer do tempo. Isso ocorre devido à ação dos raios ultravioletas, denominados de raios UVB. Para proteção, utilizam-se os filtros solares vendidos em farmácias e em supermercados. Esses filtros solares deixam passar apenas determinada fração desses raios UVB. Essa fração é indicada pelo chamado Fator de Proteção Solar (FPS). Considere que um filtro solar com FPS igual a 50 deixa passar apenas 1/50, ou seja, retêm 98% dos raios UVB.
Sendo assim, pode-se concluir que um filtro solar que retenha 95% desses raios UVB possui um FPS igual a
Questão 22 10576721
FAETEC 2014Observe a charge a seguir:

A charge aborda o problema de empregarem-se animais em pesquisas científicas, particularmente o caso de alguns cachorros da raça Beagle, que foram retirados de um laboratório por elementos defensores dos animais.
No caso da charge acima, a pesquisa aludida peca por:
Questão 21 10576715
FAETEC 2014TEXTO – VALOR
Gustavo Krause
Há duas espécies de erro: o erro a favor da gente e o erro contra a gente.
O primeiro erro é fenômeno essencial ao processo de conhecimento, e tem valor. O cientista não o pode dispensar: para encontrar o antídoto para determinado veneno, por exemplo, precisa experimentar diferentes combinações e misturas, testando-as, em controladas doses, em cobaias animais e humanas, comparando reações e efeitos, até chegar ao antídoto mais eficiente e menos contraindicado. Na sucessão das experiências há muitos erros, muitos resultados que não funcionam como se quer – esses erros são indispensáveis para eliminar alternativas inúteis, e assim aumentar a possibilidade do acerto final.
O processo ensaio-e-erro, inclusive, costuma produzir efeitos inesperados, resultantes da presença do acaso. Através da procura de antídotos se pode chegar a descobertas imprevisíveis, e mesmo a outras substâncias tão úteis à humanidade quanto os antídotos.
O canhão de um encouraçado pretende atingir o porta-aviões inimigo. Seu primeiro tiro respinga água à direita do porta-aviões. Daí, o artilheiro manobra o canhão para a esquerda, e o segundo tiro respinga água à esquerda. No terceiro tiro, o artilheiro está sabendo que a embarcação inimiga não está em qualquer lugar no mar, e sim num ponto entre as duas tentativas anteriores – logo, ele se aproxima do alvo.
Os dois primeiros tiros foram erros. Mas erros a favor do artilheiro, estabelecendo limites necessários, de modo a se diminuir a possibilidade de outros erros, aumentando a possibilidade do acerto desejado. Donde, erros indispensáveis.
(...) Entretanto, o erro deixa de ser indispensável ao processo do conhecimento e passa a ser, ao contrário, claramente prejudicial, quando se repete. Quando, ao estabelecer o limite para a procura do acerto, se fixa no próprio limite e interrompe o processo. Como se o artilheiro, por nervosismo e incompetência, continuasse acertando água – logo acertariam nele e no seu encouraçado. Como se o cientista insistisse numa substância que matasse uma cobaia após a outra, desconhecendo o erro, desconhecendo a necessidade de usar o erro para mudar e procurar acertar.
Eis o erro contra a gente.
“Se você fecha sua porta para todos os erros, a verdade ficará trancada do lado de fora”.
Esse pensamento nos ensina que:
Questão 20 10576712
FAETEC 2014TEXTO – VALOR
Gustavo Krause
Há duas espécies de erro: o erro a favor da gente e o erro contra a gente.
O primeiro erro é fenômeno essencial ao processo de conhecimento, e tem valor. O cientista não o pode dispensar: para encontrar o antídoto para determinado veneno, por exemplo, precisa experimentar diferentes combinações e misturas, testando-as, em controladas doses, em cobaias animais e humanas, comparando reações e efeitos, até chegar ao antídoto mais eficiente e menos contraindicado. Na sucessão das experiências há muitos erros, muitos resultados que não funcionam como se quer – esses erros são indispensáveis para eliminar alternativas inúteis, e assim aumentar a possibilidade do acerto final.
O processo ensaio-e-erro, inclusive, costuma produzir efeitos inesperados, resultantes da presença do acaso. Através da procura de antídotos se pode chegar a descobertas imprevisíveis, e mesmo a outras substâncias tão úteis à humanidade quanto os antídotos.
O canhão de um encouraçado pretende atingir o porta-aviões inimigo. Seu primeiro tiro respinga água à direita do porta-aviões. Daí, o artilheiro manobra o canhão para a esquerda, e o segundo tiro respinga água à esquerda. No terceiro tiro, o artilheiro está sabendo que a embarcação inimiga não está em qualquer lugar no mar, e sim num ponto entre as duas tentativas anteriores – logo, ele se aproxima do alvo.
Os dois primeiros tiros foram erros. Mas erros a favor do artilheiro, estabelecendo limites necessários, de modo a se diminuir a possibilidade de outros erros, aumentando a possibilidade do acerto desejado. Donde, erros indispensáveis.
(...) Entretanto, o erro deixa de ser indispensável ao processo do conhecimento e passa a ser, ao contrário, claramente prejudicial, quando se repete. Quando, ao estabelecer o limite para a procura do acerto, se fixa no próprio limite e interrompe o processo. Como se o artilheiro, por nervosismo e incompetência, continuasse acertando água – logo acertariam nele e no seu encouraçado. Como se o cientista insistisse numa substância que matasse uma cobaia após a outra, desconhecendo o erro, desconhecendo a necessidade de usar o erro para mudar e procurar acertar.
Eis o erro contra a gente.
A frase abaixo que está perfeitamente de acordo com o penúltimo parágrafo do texto é:
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