Questões de EFAF Arte - Música -
25 Questões
Questão 27 10131141
CMBel 1°ano - Matemática e Português 2022/23Leia o texto para responder a questão.
Texto
Me espera
Composição: Sandy, Tiago lorc e Lucas Lima.
Voz: Sandy, com participação de Tiago lorc.
Álbum - Meu canto (2016).
Eu ainda estou aqui
Perdido em mil versões irreais de mim
Estou aqui por trás de todo o caos
Em que a vida se fez
Tenta me reconhecer no temporal
Me espera
Tenta não se acostumar eu volto já
Me espera
Eu que tanto me perdi
Em sãs desilusões ideais de mim
Não me esqueci de quem eu sou
E o quanto devo a você
Tenta me reconhecer no temporal
Me espera
Tenta não se acostumar eu volto já
Me espera
Mesmo quando eu descuido (me desloco)
Me desmando (perco o foco)
Perco o chão (e perco o ar)
Me reconheço em teu olhar (que é o fio pra me guiar)
De volta, de volta
Tenta me reconhecer no temporalMe espera
No temporal
Me espera
Tenta não se acostumar
Eu volto já
Me espera
Eu ainda estou aqui
Disponível em: www.vagalume.com.br. Acesso em: 16 set. 2022.
No trecho da canção "Eu que tanto me perdi / Em sãs desilusões ideais de mim / Não me esqueci de quem eu sou / E o quanto devo a você”, a relação existente entre os versos 9º e 10º com os versos 11º e 12º denota um sentido de
Questão 23 10131055
CMBel 1°ano - Matemática e Português 2022/23Leia o texto para responder a questão.
Texto
Me espera
Composição: Sandy, Tiago lorc e Lucas Lima.
Voz: Sandy, com participação de Tiago lorc.
Álbum - Meu canto (2016).
Eu ainda estou aqui
Perdido em mil versões irreais de mim
Estou aqui por trás de todo o caos
Em que a vida se fez
Tenta me reconhecer no temporal
Me espera
Tenta não se acostumar eu volto já
Me espera
Eu que tanto me perdi
Em sãs desilusões ideais de mim
Não me esqueci de quem eu sou
E o quanto devo a você
Tenta me reconhecer no temporal
Me espera
Tenta não se acostumar eu volto já
Me espera
Mesmo quando eu descuido (me desloco)
Me desmando (perco o foco)
Perco o chão (e perco o ar)
Me reconheço em teu olhar (que é o fio pra me guiar)
De volta, de volta
Tenta me reconhecer no temporalMe espera
No temporal
Me espera
Tenta não se acostumar
Eu volto já
Me espera
Eu ainda estou aqui
Disponível em: www.vagalume.com.br. Acesso em: 16 set. 2022.
Infere-se, por meio da leitura da letra da música, que a (o)
Questão 9 12242509
Pref. de Curitiba 8º ano - Língua Portuguesa 2020Leia o texto para responder à questão:
TEXTO

Vitor Kley fala sobre críticas com sucesso de 'O Sol': "Não sou um cara de uma música só"
Gaúcho de 24 anos lançou 'Adrenalizou' em outubro e conversou com a QUEM sobre o novo trabalho e as críticas dos haters
Publicado por: Isabela Pacilio
Depois do sucesso de O Sol, Vitor Kley agora lança seu novo álbum, Adrenalizou, em outubro. Em conversa com a QUEM, o gaúcho falou sobre as críticas.
"Tem gente que fica doida de tanto que O Sol toca nas rádios, dizem que não aguentam mais e muitos falaram que queriam ver se eu era um cara de uma música só. Sei que tenho músicas com muito potencial, mas respeito é sempre bom", explica Vitor.
O novo álbum traz músicas que já foram lançadas anteriormente, mas repaginadas. "Conseguimos pegar várias fases de mim em um álbum só. Quando eu escuto o disco fico muito orgulhoso de ver tudo o que vivi", diz o cantor, que gosta de manter uma relação próxima com os fãs nas redes sociais.
"Até falo sobre vida pessoal com eles. Quando mandam mensagens e vejo que é alguma coisa mais séria sempre tento ajudar. Isso faz nossa conexão! Tem gente que viaja para me ver, é uma loucura! Eu tenho a sensação de que preciso sempre ficar mais perto dos meus fãs e isso é bom para me manter com o pé no chão, ter humildade sempre, né?".
Entre as mensagens que recebe diariamente, Vitor destaca duas histórias que o emocionaram. As fãs passaram por situações difíceis e de superação e ganham força com as canções do gaúcho, em especial Farol, que está presente no novo álbum.
"Uma menina teve câncer, fez quimioterapia e ela escreveu um texto gigante falando como foi o processo de tratamento. Ela disse que só pensava em 'o mesmo céu que chove é o mesmo céu que faz sol' [trecho da música Farol]. Ela foi ao meu show algumas vezes, sempre diz que quando acontece alguma coisa ela lembra dessa frase", conta Vitor.
"Outro caso foi uma menina presa no Rio Grande do Sul. Sempre que estava na cela, tinha um horário do dia que sabia que ia tocar Farol na rádio e que era a parte mais feliz do dia dela. Lembro de ler a mensagem e chorar muito. Às vezes, eu reclamo de coisinha besta e aí quando eu leio essas coisas eu entendo que somos privilegiados. Eu sou um instrumento de coisas boas".
Texto adaptado. Disponível em: https://revistaquem.globo.com/Entrevista/noticia/2018/11/vitor-kley-fala-sobre-criticas-com-sucesso-de-o-sol-nao-souum-cara-de-uma-musica-so.html. Acesso em: 22 ago. 2019. (Fins pedagógicos).
Releia o trecho retirado do texto:
"Ela disse que só pensava em ‘o mesmo céu que chove é o mesmo céu que faz sol' [trecho da música Farol]. ‘Ela foi ao meu show algumas vezes, sempre diz que quando acontece alguma coisa ela lembra dessa frase’, conta Vitor.”
Reescreva o trecho como se Vitor estivesse falando sobre duas fãs.
Elas[linha]
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[linha]
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Questão 4 11723574
IFNMG Integrado 2020Leia os textos e responda a questão.
TEXTO 01
Dindi
Tom Jobim – Aloysio de Oliveira
1959
Céu, tão grande é o céu
E bandos de nuvens que seguem ligeiras
Pra onde elas vão
Ah! eu não sei, não sei
E o vento que fala nas folhas
Contando as histórias
Que são de ninguém
Mas que são minhas
E de você também
Ah! Dindi
Se soubesses o bem que eu te quero
O mundo seria, Dindi, tudo, Dindi
Lindo Dindi
Ah! Dindi
Se um dia você for embora me leva contigo, Dindi
Fica, Dindi, olha Dindi
E as águas deste rio aonde vão eu não sei
A minha vida inteira esperei, esperei
Por você, Dindi
Que é a coisa mais linda que existe
Você não existe, Dindi
Olha, Dindi
Advinha, Dindi
Deixa, Dindi
Que eu te adore, Dindi... Dindi
In: HOMEM, Wagner; OLIVEIRA, Luiz Roberto. Histórias de canções: Tom Jobim. São Paulo: Leya, 2012. p. 82.
TEXTO 02
Vamos falar de uma das joias da coroa do “maestro soberano”. Assinada por Tom Jobim e Aloysio de Oliveira, tem uma
estória muito curiosa, também narrada pela irmã de Tom, a escritora Helena Jobim. Dindi, ao contrário do que acham
quase todos os seus ouvintes, não é nome de uma mulher idealizada pelos autores. É um riacho que existe no sítio
“Poço Fundo”, onde o maestro repousava e compunha em sossego. O texto de Helena é curto e altamente revelador.
Eis o seu registro: “Descansava no sítio, de pijama. Via o rio passar, roncando nas pedras, as águas esparramadas.
Aquele ruído o apaziguava. Na outra margem, começava o pasto que ia dar no morro do Dirindi. Dindi não era, como
muitos pensavam, um nome de mulher. Mas sim toda aquela vasta natureza e seus segredos”.
FALCÃO, Aluízio. Contos na era das canções e outros escritos. Recife: Cepe, 2017. E-book.
Considerando o depoimento trazido pelo TEXTO 02 bem como a letra da canção “Dindi”, de Tom Jobim e Aloysio de Oliveira (TEXTO 01) – principalmente, mas não apenas, os versos “E o vento que fala nas folhas” (linha 5) e “Se um dia você for embora me leva contigo, Dindi” (linha 15) –, é possível afirmar que grande parte do lirismo da canção reside na utilização de uma determinada figura de linguagem.
Trata-se da
Questão 4 11089623
IFTO Integrados 2019/1Texto
Leia o texto musical Trem-bala, de Ana Vilela, e responda à questão.

Disponível em: CcMJpWAZJ1kKEcH3jMIgEGO&tbo=u&sa=X&ved=2ahUKEwjqj8aEnfjdAhWCDpAK HWVwDJYQ9C96BAgBEBs&biw=1366&bih=657&dpr=1#i mgrc=slLgNbdKFivyBM:. Acesso em: 8 out. 2018
Trem-bala
Ana Vilela
Não é sobre ter todas as pessoas do mundo pra si
É sobre saber que em algum lugar alguém zela por ti
É sobre cantar e poder escutar mais do que a própria
voz
É sobre dançar na chuva de vida que cai sobre nós
É saber se sentir infinito
Num universo tão vasto e bonito, é saber sonhar
Então fazer valer a pena
Cada verso daquele poema sobre acreditar
Não é sobre chegar no topo do mundo e saber que
venceu
É sobre escalar e sentir que o caminho te fortaleceu
É sobre ser abrigo e também ter morada em outros
corações
E assim ter amigos contigo em todas as situações
A gente não pode ter tudo
Qual seria a graça do mundo se fosse assim?
Por isso eu prefiro sorrisos
E os presentes que a vida trouxe pra perto de mim
Não é sobre tudo que o seu dinheiro é capaz de
comprar
E sim sobre cada momento, sorriso a se compartilhar
Também não é sobre correr contra o tempo pra ter
sempre mais
Porque quando menos se espera, a vida já ficou pra
trás
Segura teu filho no colo
Sorria e abraça os teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Segura teu filho no colo
Sorria e abraça os teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
Disponível em: https://www.letras.mus.br/ana-vilela/trembala/. Acesso em: 8 out. 2018.
Sobre o trecho “Que a vida é trembala, parceiro / E a gente é só passageiro prestes a partir”, entende-se:
Questão 9 10532395
OBJETIVO 9º Ano - Português 2019Texto para a questão.
Texto - MÚSICA NO TÁXI
Prazeres do cotidiano. Quando menos se espera... Você pega o táxi, manda tocar para o seu destino (manda, não, pede por favor) e resigna-se a escutar durante 20 minutos, no volume mais possante, o rádio despejando assaltos e homicídios do dia. Os tiros, os gemidos, os desabamentos o acompanharão por todo o percurso. É a fatalidade da vida, quando se tem pressa.
Mas eis que o motorista pega de um imprevisto cassete, coloca-o no lugar devido, liga, e os acordes melódicos dos Contos dos Bosques de Viena irrompem do fusca amarrotado, mas digno.
Bem, não é a Nona Sinfonia nem um título menor da grande música, mas não estamos na Sala Cecília Meireles, e isso vale como homenagem especial a um passageiro distinto, que pede por favor. Cumpre agradecer a fineza:
– Obrigado. O senhor mostra que tem satisfação em agradar aos passageiros, oferecendo-lhes música e não barulho e crimes.
– Não tem de quê. O senhor também aprecia?
– O quê?
– Strauss. É um dos meus prediletos.
– Sim, ele é agradável. O senhor está sendo gentil comigo.
– Ora, não é tanto assim. Pus o cassete porque gosto de música. Não sabia se o senhor também gostava ou não. Se não gostasse, eu desligava. Portanto, não tem que agradecer.
– E já lhe aconteceu desligar?
– Ih, tantas vezes. Fico observando a fisionomia do passageiro. Uns, mais acanhados, disfarçam, não dizem nada, mas tem outros que reclamam, não querem ouvir esse troço.
O senhor já pensou: chamar Tchaikovsky de “esse troço”? Pois ouvi isso de um cidadão de gravata e pasta de executivo. Disse que precisava se concentrar, por causa de um negócio importante, e Tchaikovsky perturbava a concentração.
– Ele talvez quisesse dizer que ficava tão empolgado pela música que esquecia o negócio.
– Pois sim! Nesse caso, não falaria “esse troço”, que é o cúmulo da falta de respeito.
– Estou adivinhando que o senhor toca um instrumento.
Olhou-me admirado:
– Como é que o senhor viu?
– Porque uma pessoa que gosta tanto de música, em geral toca. Seu instrumento qual é?
Virou-se com tristeza na voz:
– Atualmente nenhum. O senhor sabe, essa crise geral, a gasolina pela hora da morte, e não é só a gasolina: a comida, o sapato, o resto. Tive de vender pra tapar uns buracos. Mas se as coisas melhorarem este ano...
– Melhoram. As coisas têm de melhorar – achei do meu dever confortá-lo.
– Porque clarinetista sem clarinete, o senhor sabe, é um negócio sem sentido. Clarinete tem esta vantagem: dá o recado sem precisar de orquestra. Um solo bem executado, não precisa mais pra encantar a alma. Mas clarinetista, sozinho, fica até ridículo.
– Não diga isso. E não desanime. O dia em que arranjar outro clarinete – quem sabe?, talvez até seja o mesmo que lhe pertenceu – será uma festa.
– Mas se demorar muito eu já estarei tão desacostumado que nem sei se volto a tocar razoavelmente. Porque, o senhor compreende, eu não sou um artista, minha vida não dá folga pra estudar nem meia hora por dia.
– O importante é gostar de música, tem amor e devoção por música, e está-se vendo que o senhor tem de sobra.
– Lá isso tá certo.
– Não importa que o senhor não seja solista de uma grande orquestra, e mesmo de uma orquestra comum. Ninguém precisa ser grande em nada, desde que cultive alguma coisa bonita na vida.
Seu rosto iluminou-se.
– Que bom ouvir uma coisa dessas. Agora vou lhe confessar que isso de não ser músico dos tais que arrebatam o auditório sempre me doeu um pouco. Não era por vaidade não, quem sou pra ter vaidade? Mas um sonho esquisito, sei lá. Ficava me imaginando num palco iluminado, tocando... Bobagem, o senhor desculpe. Agora a sua palavra deixou tudo claro. Basta eu gostar de música. Não é preciso que gostem de mim, nem que ela goste de mim. Obrigado ao senhor.
Olhei o taxímetro, tirei a carteira.
– Eu nem devia cobrar do senhor. Fico até encabulado!
(Carlos Drummond de Andrade. Boca de luar. 6. ed. Rio de Janeiro: Record, 1987, p. 69-71.)
No trecho “O senhor já pensou: chamar Tchaikovsky de ‘esse troço’?”, a observação feita por um passageiro provocou no motorista
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