Questões de EFAF Arte - História da Arte -
2 Questões
Questão 1 14959150
ONHB Fase 2 2023Documento
As mulatas, 1962

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Fotografia ORIGEM: Emiliano Di Cavalcanti, ”As mulatas”, 1962. Painel. Foto: Paulo Pimenta/Reprodução. Acervo do Palácio do Planalto. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/a-historia-do-quadro-de-di-cavalcanti-destruido-porterroristas/. Acesso em: 14 fev. 2023 CRÉDITOS: Emiliano Di Cavalcanti; Foto: Paulo Pimenta/Reprodução TÉCNICA: Painel; fotografia. PALAVRAS-CHAVE: di cavalcanti, história da arte, história do tempo presente
Documento
Obra de Di Cavalcanti danificada por criminosos no Planalto é avaliada em R$ 8 milhões

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Manchete de notícia ORIGEM: Carolina Farias; Carolina Figueiredo. ”Obra de Di Cavalcanti danificada por criminosos no Planalto é avaliada em R$ 8 milhões”. CNN. São Paulo. 09/01/2023 às 12:44 | Atualizado 09/01/2023 às 18:01. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/obra-de-di-cavalcanti-danificada-por-criminosos-noplanalto-e-avaliada-em-r-8-milhoes/. Acesso em 14 fev. 2023. CRÉDITOS: Carolina Farias; Carolina Figueiredo; Emiliano Di Cavalcanti. PALAVRAS-CHAVE: história do tempo presente, di cavalcanti, história da arte
Sobre o ocorrido durante os eventos de 8 de janeiro de 2023, indicado pelos documentos, assinale a alternativa mais pertinente:
Questão 1 14945250
ONHB Fase 2 2022Pichação na Bienal de Berlim: arte ou crime?

Foto: (Miguel Ferraz)
Paulista ’picha’ curador da Bienal de Berlim
Convidados da Bienal de Berlim, aberta no fim de abril, pichadores brasileiros se envolveram numa confusão com os organizadores que teve como saldo a ”pichação” do curador da mostra, o artista polonês Artur Zmijewski. Em meio a uma discussão depois que os brasileiros picharam uma igreja na qual dariam um workshop, Djan Ivson, ou Cripta Djan, 26, o mesmo que pichou o espaço vazio da Bienal de 2010 em São Paulo, esguichou tinta amarela em Zmijewski (...)
Caracterizada pela ousadia curatorial, a bienal berlinense tem como título de sua sétima edição ”Forget Fear” (esqueça o medo). Parte da programação da bienal, o workshop dos pichadores brasileiros ocorreria no último sábado na igreja de Santa Elizabeth. De acordo com o relato de Cripta, que estava acompanhado de outros três colegas do movimento ”Pixação”
(Biscoito, William e R.C.), o grupo chegou disposto a demonstrar seu trabalho, mas não no formato didático tradicional de um workshop. ”Não tem como dar workshop de pichação, porque pichação só acontece pela transgressão e no contexto da rua”, disse Cripta à Folha, por telefone. Os convidados passaram a escalar o prédio da igreja e a pichar. Segundo Cripta, os organizadores se desesperaram com a atitude e disseram que eles não estavam autorizados a mexer naqueles lugares. ”Assim que é bom. Se não é pra pichar, nós vamos pichar. Não adianta querer controlar o incontrolável”
(…) O curador chamou a polícia. De acordo com o brasileiro, os policiais quiseram prender o grupo, mas, ainda segundo Cripta, recuou após intervenções do público e de explicações de que eram convidados da Bienal (…) A bienal, que vai até o dia 1º/7, busca escancarar os conflitos da sociedade de hoje (…) ”Eles nos convidaram porque queriam conhecer nossa ’pixação’. Pronto, conheceram”, disse Cripta.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal eletrônico ORIGEM: Pichação na Bienal de Berlim: arte ou crime?. In. Folha de São Paulo. 16/06/2012. Disponível em: http://direito.folha.uol.com.br/blog/pichao-na-bienal-de-berlim-arte-ou-crime CRÉDITOS: Folha de São Paulo; Foto: Miguel Ferraz. PALAVRAS-CHAVE: bienal de berlim, arte urbana, história da arte
Com base no documento e em seus conhecimentos sobre o tema escolha a alternativa mais adequada:
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