Questões de EFAF Arte - Artes Visuais -
7 Questões
Questão 6 16236970
ONHB Fase 3 2021Observe as imagens abaixo e leia um trecho de entrevista com sua autora, a artista maranhense Gê Viana:
Paridade em memória à família Maurício

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Fotomontagem OBSERVAÇÃO: Agradecemos a Gê Viana por gentilmente autorizar o uso das imagens na prova da ONHB. ORIGEM: Gê Viana. “Paridade em memória à família Maurício. Primeira camada: Maria dos Anjos Maurício e sua neta Jéssica. Segunda camada: ilustração da Famiglia Indiana Caraíba”. Disponível em: https://www.premiopipa.com/ge-viana/ [https://www.premiopipa.com/ge-viana/] https://www.premiopipa.com/ge-viana/ CRÉDITOS: Gê Viana PALAVRAS-CHAVE: identidade indígena, arte contemporânea, maranhão
Nélson Lopes Sol

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Fotomontagem OBSERVAÇÃO: Agradecemos a Gê Viana por gentilmente autorizar o uso das imagens na prova da ONHB. ORIGEM: Gê Viana“Primeira camada: ‘Nélson Lopes Sol’, segunda camada: D. Tilkin Gallois, (aldeia Taitetuwa, 1991)” . Disponível em: https://www.premiopipa.com/ge-viana/ [https://www.premiopipa.com/ge-viana/] https://www.premiopipa.com/ge-viana/ CRÉDITOS: Gê Viana PALAVRAS-CHAVE: arte contemporânea, identidade indígena, maranhão
Entrevista: Gê Viana
“Eu sou Gê Viana, os meus trabalhos eles têm se desenvolvido a partir dessa descoberta, né, pela minha ancestralidade tanto indígena quanto desse entendimento dessa identidade de gênero. Essa segunda participação ao prêmio PIPA é uma reafirmação a todos esses anos que eu tenho desenvolvido nas ruas. A principal ferramenta de trabalho que eu utilizo é a fotografia, junto com a fotomontagem, fazendo essa remixagem de imagens. São imagens de arquivo remixadas, alteradas, adulteradas [...] O trabalho “Paridade” é um trabalho que chega num momento muito íntimo, nessa busca de saber mais sobre mim. Eu me coloco em segundo plano e começo a fotografar pessoas que descendem desse lugar indígena, dessa origem, e eu falo dessa parecença, dessa semelhança, só que na verdade esse trabalho extrapola o lugar das paridades, ele na verdade é um momento para que eu encontre um momento de conversa com essas pessoas, para que elas se afirmem, pra que elas entendam um pouco da sua origem, porque, no meio desse descobrir todo as dores acabam alimentando o silenciamento e esse silenciamento acaba destruindo muitas pessoas. Neste momento eu estou repensando sobre esta minha retomada interna, sobre essa decolonização da minha mente pra que isso seja percebido nos meus trabalhos, que eles floresçam nesse acompanhamento e que essa retomada também se aplique a outros corpos, às pessoas que têm essa possibilidade de perceber, de ver, de apreciar o meu trabalho.
Eu venho de um estado que é o Maranhão, que é um estado que está completamente deslocado do circuito da arte, dessa arte contemporânea, então é uma reafirmação também a esse lugar que é, por várias vezes, descartado, que não é visto por esse circuito da arte. Então eu acredito que a minha arte, ela se transforme numa potência maior por ela estar na rua.”
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Entrevista OBSERVAÇÃO: Agradecemos a Gê Viana por gentilmente autorizar o uso das imagens na prova da ONHB. ORIGEM: Transcição de trechos da Entrevista com Gê Viana. Página do Youtube: PIPA 2020 - Gê Viana. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=lehYKux87sI&ab_channel=Pr%C3%AAmioPIPA [https://www.youtube.com/watch?v=lehYKux87sI&ab_channel=Pr%C3%AAmioPIPA] https://www.youtube.com/watch?v=lehYKux87sI&ab_channel=Pr%C3%AAmioPIPA CRÉDITOS: Gê Viana; PIPA. PALAVRAS-CHAVE: arte contemporânea, maranhão, identidade indígena
Tendo como base as informações acima e suas reflexões, é correto afirmar sobre o trabalho “Paridade”:
Questão 37 10554692
VUNESP Câm. Mun. Sumaré 2017A imagem a seguir foi retirada do MS-PowerPoint 2010, em sua configuração padrão.

Os elementos que aparecem na imagem são opções de
Questão 16 10737379
CMBH 6° Ano - Matemática 2014Utilize o texto a seguir para responder o item.
Uma notícia movimentou a Escola Municipal Carlos Drummond de Andrade, que fica na zona rural de Sete Lagoas. A professora de Artes colocou no mural um cartaz com a seguinte reportagem:
“Crianças entre 8 e 12 anos, da América Latina e Caribe, estão convidados a participar do concurso ‘Alimentar o mundo, cuidar do planeta. Desenhando a Agricultura Familiar’.
Promovido pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), o concurso integra as atividades mundiais que se realizam em comemoração ao Ano Internacional da Agricultura Familiar 2014.
Os desenhos serão recebidos até o dia 30 de novembro de 2014. Cada escola poderá participar com o máximo de 20 estudantes e, cada criança, poderá concorrer com apenas um desenho.”
(Fonte: http://www.rlc.fao.org/pt/programabrasilfao/sala-de-imprensa/noticias/concurso-desenhos-agricultura-familiar/, em 7/8/2014.)
Os alunos da Escola Carlos Drummond de Andrade ficaram muito animados com o concurso! A diretora apoiou a ideia e resolveu, juntamente com a professora de Artes, fazer uma seleção entre os 250 alunos matriculados, para escolher os 20 alunos representantes da escola no concurso. A tabela abaixo, traz o número de alunos por ano escolar, bem como as idades dos alunos matriculados em cada ano:

A fração que representa a divisão entre a quantidade total de alunos que serão selecionados e a quantidade de alunos da escola que têm de 8 a 12 anos é:
Questão 19 10596274
FAETEC 2019A infinita fiadeira
A aranha, aquela aranha, era tão única: não parava de fazer teias! Fazia-as de todos os tamanhos e formas. Havia, contudo, um senão: ela fazia-as, mas não lhes dava utilidade. O bicho repaginava o mundo. Contudo, sempre inacabava as suas obras. Ao fio e ao cabo, ela já amealhava uma porção de teias que só ganhavam senso no rebrilho das manhãs.
E dia e noite: dos seus palpos primavam obras, com belezas de cachimbo gotejando, rendas e rendilhados. Tudo sem fim nem finalidade. Todo o bom aracnídeo sabe que a teia cumpre as fatais funções: lençol de núpcias,
armadilha de caçador. Todos sabem, menos a nossa aranhinha, em suas distraiçoeiras funções.
Para a mãe aranha aquilo não passava de mau senso. Para quê tanto labor se depois não se dava a indevida aplicação? Mas a jovem aranhiça não fazia ouvidos. E alfaiatava, alfinetava, cegava os nós. Tecia e retecia o fio, entrelaçava e reentrelaçava mais e mais teia. Sem nunca fazer morada em nenhuma. Recusava a utilitária vocação da sua espécie.
— Não faço telas por instinto.
— Então, faz porquê”?
— Faço por arte.
A filha saiu pelo mundo em ofício de infinita teceloa. E em cantos e recantos deixava a sua marca, o engenho da sua seda. Os pais, após a concertação, a mandaram chamar. Em choro múltiplo, a mãe limpou as lágrimas dos muitos olhos enquanto disse:
— Estamos recebendo queixas do aranhal.
— O que é que dizem?
— Dizem que isso só pode ser doença apanhada de outras criaturas.
Até que decidiram: a jovem aranha tinha que ser reconduzida aos seus mandos genéticos. Aquele deva- neio seria causado por falta de namorado.
E aconteceu. Contudo, ao invés de devorar o singelo namorador, a aranha namorou e ficou enamorada. Os dois deram-se os apêndices e dançaram ao som de uma brisa que fazia vibrar a teia. Ou seria a teia que fabricava a brisa?
A aranhiça levou o namorado a visitar a sua colecção de teias, ele que escolhesse uma, ficaria como prova de seu amor.
A familia desiludida consultou o Deus dos bichos, para reclamar da fabricação daquele espécime. Uma aranha assim, com mania de gente” Na sua alta teia, o Deus dos bichos quis saber o que poderia fazer. Pediram que ela transitasse para humana. E assim sucedeu: num golpe divino, a aranha foi convertida em pessoa. Quando ela, já transfigurada, se apresentou no mundo dos humanos logo lhe exigiram a imediata identificação. Quem era, o que fazia?
— Faço arte.
— Arte?
E os humanos se entreolharam, intrigados. Desconheciam o que fosse arte. Em que consistia? Até que um, mais-velho, se lembrou. Que houvera tempos, em tempos de que já se perdeu memória, em que alguns se ocupavam de tais improdutivos afazeres. Felizmente, isso tinha acabado, e os poucos que teimavam em criar esses pou- co rentáveis produtos — chamados obras de arte — tinham sido geneticamente transmutados em bichos. Não se lembravam bem em que bichos. Aranhas, ao que parece. Mia Couto
(In: O fio das missangas, publicado pela Ed. Companhia das Letras)
O comentário final do narrador sugere uma narrativa que se organiza de modo:
Questão 4 10781822
OBQJr 8° ou 9° Ano - Fase 2 2015Diferentes artistas produziram leituras a partir de características dos elementos químicos. O autor da obra ao lado lembra que um desses elementos costumava ser utilizado para dar cor em alguns tipos de vidros.

Fonte: https://www.flickr.com/photos/
Outro aspecto que integra a obra é a lembrança do formato de um(a)
Questão 17 10737381
CMBH 6° Ano - Matemática 2014Utilize o texto a seguir para responder o item.
Uma notícia movimentou a Escola Municipal Carlos Drummond de Andrade, que fica na zona rural de Sete Lagoas. A professora de Artes colocou no mural um cartaz com a seguinte reportagem:
“Crianças entre 8 e 12 anos, da América Latina e Caribe, estão convidados a participar do concurso ‘Alimentar o mundo, cuidar do planeta. Desenhando a Agricultura Familiar’.
Promovido pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), o concurso integra as atividades mundiais que se realizam em comemoração ao Ano Internacional da Agricultura Familiar 2014.
Os desenhos serão recebidos até o dia 30 de novembro de 2014. Cada escola poderá participar com o máximo de 20 estudantes e, cada criança, poderá concorrer com apenas um desenho.”
(Fonte: http://www.rlc.fao.org/pt/programabrasilfao/sala-de-imprensa/noticias/concurso-desenhos-agricultura-familiar/, em 7/8/2014.)
A escola irá comprar o material necessário para que todos os alunos entre 8 e 12 anos participem da etapa de seleção. Além disso, irá adquirir material suficiente para que os vinte alunos selecionados possam fazer os desenhos que representarão a escola no concurso.
Considerando-se os dados da tabela da questão anterior, tendo em vista que todos os alunos de 8 a 12 anos da escola participarão da etapa seletiva e que o custo de material por desenho é de R$ 7,50, a quantia total que a escola vai precisar para a seleção dos alunos e para o material a ser utilizado posteriormente pelos 20 alunos selecionados será igual a:
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