Questões de EFAF Arte - Artes Visuais -
12 Questões
Questão 7 14946687
ONHB Fase 3 2020Beijo ao Luar (2013)

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Quadro ORIGEM: Angela Oskar, Beijo ao luar, 2013. Disponível em: http://angelaoskar.blogspot.com/2017/03/beijo-ao-luar.html [http://angelaoskar.blogspot.com/2017/03/beijo-ao-luar.html] http://angelaoskar.blogspot.com/2017/03/beijo-ao-luar.html CRÉDITOS: Angela Oskar TÉCNICA: Técnica: Mista (acrílica, papel machê e colagem) DIMENSÕES: Dimensão: 90cm x 80cm PALAVRAS-CHAVE: arte, brasil
Analise a imagem e escolha a alternativa mais adequada.
Questão 3 10732442
IFCE* 1 Ano 2020/1
FREUD, L. Francis Wyndham. Óleo sobre tela, 64 x 52 cm. Coleção pessoal, 1993
A análise atenta do quadro de Lucian Freud permite afirmar que é nítida a sua intenção de mostrar um homem
Questão 1 10172764
CANGURU Benjamin 2019A Carla pretende desenhar um gato. Para já desenhou o que está representado na figura abaixo. Ela vai continuar o seu desenho a partir daqui, sem apagar nada do que já desenhou.
Qual das seguintes figuras pode ser o desenho final da Carla?

Questão 16 11005763
IFC Exame de Classificação 2013Instrução: A questão é baseadas nos textos 1 e 2
Texto 1
Ladrões: o impossível diálogo
"Obra de Cézanne é roubada em Oxford"
Mundo, 2.jan.2000.
[5] "Desenho de Picasso é roubado em Paris"
Ilustrada, 3.jan.2000.
Em Oxford, um homem lê no jornal que um desenho de Picasso foi
roubado em Paris. Em Paris, um homem lê no jornal que uma obra de
[10] Cézanne foi roubada em Oxford.
Em Oxford, um homem põe o jornal de lado e contempla a tela de
Cézanne que está à sua frente. É com desgosto que o faz. Nunca gostou
de Cézanne. Roubou o quadro porque era o que podia roubar, o que
estava disponível. Mas o que ele queria mesmo era um Picasso. Picasso é
[15] o artista de seus sonhos.
Em Paris, um homem põe o jornal de lado e contempla o desenho
de Picasso que está à sua frente. É com desgosto que o faz. Nunca
gostou de Picasso. Roubou o desenho porque era o que podia roubar, o
que estava disponível. Mas o que ele queria mesmo era um Cézanne.
[20] Cézanne é o artista de seus sonhos.
Em Oxford, um homem tem uma ideia: trocar o quadro de Cézanne,
que acabou de roubar, por um desenho de Picasso que também acabou
de ser roubado.
Em Paris, um homem tem uma ideia: trocar o desenho de Picasso,
[25] que acabou de roubar, por um quadro de Cézanne, que também acabou
de ser roubado.
Como encontrarei o homem que roubou o Picasso, pergunta-se,
angustiado, o homem que roubou o Cézanne (há razão para sua angústia:
quem rouba um Picasso não quer ser encontrado). Como acharei o
[30] homem que roubou o Cézanne, pergunta-se, angustiado, o homem que
roubou o Picasso (há razão para sua angústia: quem rouba um Cézanne
não quer ser encontrado).
Este será um século de desencontros, pensa o homem que roubou o
Cézanne. Este será um século de desencontros, pensa o homem que
[35] roubou o Picasso.
O que pensavam a respeito Cézanne e Picasso, ninguém sabe.
(SCLIAR, Moacyr. O imaginário cotidiano, Ed. Gaia, 2006, p. 99-100)
Texto 2
Carta a um assaltante
Prezado senhor assaltante: Não pretendo aqui discutir sua
metodologia de trabalho, nem mesmo a motivação que o leva a roubar.
[5] Afinal de contas este país esteve, há não muito tempo, nas mãos de uma
quadrilha, e que eu saiba ninguém aventou problemas psicológicos para
justificar o que faziam. De outra parte, todos nós sabemos que o crime
viceja, como erva daninha, na miséria em que vivemos.
Quero, porém, ponderar que, como dizia Jean Valjean em Os
[10] Miseráveis, há roubos e roubos. Quem rouba um pão é ladrão. Quem
rouba um milhão é barão.
Mas quem não rouba nem pão nem milhão, o que é? Quem rouba a
bicicleta de um garoto, o que é?
Esta é uma resposta que não consigo encontrar, senhor assaltante.
[15] Assim como não consigo encontrar resposta para a pergunta que me fez
uma moça, dona de uma confeitaria que foi assaltada. A gente trabalha,
trabalha, no fim do dia vem um ladrão e leva tudo – é justo?
Outro dia passei por um carro e vi nele um anúncio que me chamou
a atenção. Dizia: “Este carro não tem rádio: já foi roubado. Este carro
[20] também não tem nada de valor”.
Uma advertência destas dirigida a assaltantes pressupõe algumas
coisas. Primeiro, que o assaltante saiba ler, o que no passado raramente
acontecia (mas também no passado raramente os crimes eram tão
brutais). Segundo, apela para uma racionalidade que o assaltante, como
[25] qualquer ser humano, deve possuir. Em suma: admite a possibilidade de
um diálogo.
Se este diálogo pode existir, senhor assaltante, eu faria uma
sugestão. Acho que os assaltantes devem impor alguma forma de limite às
suas atividades.
[30] Porque os assaltos estão enlouquecendo as pessoas, e não se trata
só dos ricos: todo mundo sabe que as maiores vítimas da violência estão
nas vilas populares. E esta perda do bom senso leva a consequências
imprevisíveis: gente armada, gente pedindo a pena de morte.
Não dá para voltar aos bons roubos de antigamente?
[35] Não dá para simplesmente, e com mãos de artista, bater a carteira
de um passageiro de ônibus, levando só os trocados e deixando-o, pelo
menos, com uma sincera admiração: “Puxa, mas esse cara é bom
mesmo”?
Pense nisto, senhor assaltante. A propósito: se o senhor quiser ler
[40] esta crônica, não roube o jornal. Eu lhe dou o meu exemplar.
(SCLIAR, Moacyr. Minha mãe não dorme enquanto eu não chegar, Ed. L&PM, 2009)
A palavra viceja (linha 8 do Texto 2), pode ser substituída, mantendo-se o sentido da frase, pela expressão:
Questão 11 10871352
Concursos Câmara de São Carlos 2013Heitor dos Prazeres era um negro carioca nascido no morro, em 23 de setembro de 1898. Foi compositor de sambas e marchinhas, cantadas até hoje nos bailes de carnaval, mas também foi pintor de quadros de renome internacional, tanto que até a rainha da Inglaterra adquiriu um de seus quadros para sua coleção pessoal. Heitor morreu em 4 de outubro de 1966, na mesma cidade em que nasceu.
Heitor dos Prazeres trabalhando em um dos seus quadros

(www.google.com.br)
Heitor dos Prazeres morreu aos
Questão 8 10597962
SENAI 1º Ano - CGE 2055 2012Os quadrinhos abaixo se referem à questão.

Fonte: QUINO. Mafalda 2. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
Verbete
Veículo: 1. Qualquer meio para transportar ou conduzir pessoas, animais. 2. Qualquer coisa capaz de conduzir algo; condutor. 3. Substância inerte à qual princípios ativos de um medicamento são incorporados. 4. Qualquer coisa capaz de transmitir, propagar, difundir algo. 5. Substância que entra na composição de tintas para ligar e fixar as partículas de pigmento.
Considerando o contexto do quadrinho, assinale a alternativa em que sentido do verbete da palavra veículo foi usada.
06
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