Questões de EFAF Arte - Artes Integradas -
14 Questões
Questão 8 12242471
Pref. de Curitiba 8º ano - Língua Portuguesa 2020Leia o texto para responder à questão:
TEXTO

Vitor Kley fala sobre críticas com sucesso de 'O Sol': "Não sou um cara de uma música só"
Gaúcho de 24 anos lançou 'Adrenalizou' em outubro e conversou com a QUEM sobre o novo trabalho e as críticas dos haters
Publicado por: Isabela Pacilio
Depois do sucesso de O Sol, Vitor Kley agora lança seu novo álbum, Adrenalizou, em outubro. Em conversa com a QUEM, o gaúcho falou sobre as críticas.
"Tem gente que fica doida de tanto que O Sol toca nas rádios, dizem que não aguentam mais e muitos falaram que queriam ver se eu era um cara de uma música só. Sei que tenho músicas com muito potencial, mas respeito é sempre bom", explica Vitor.
O novo álbum traz músicas que já foram lançadas anteriormente, mas repaginadas. "Conseguimos pegar várias fases de mim em um álbum só. Quando eu escuto o disco fico muito orgulhoso de ver tudo o que vivi", diz o cantor, que gosta de manter uma relação próxima com os fãs nas redes sociais.
"Até falo sobre vida pessoal com eles. Quando mandam mensagens e vejo que é alguma coisa mais séria sempre tento ajudar. Isso faz nossa conexão! Tem gente que viaja para me ver, é uma loucura! Eu tenho a sensação de que preciso sempre ficar mais perto dos meus fãs e isso é bom para me manter com o pé no chão, ter humildade sempre, né?".
Entre as mensagens que recebe diariamente, Vitor destaca duas histórias que o emocionaram. As fãs passaram por situações difíceis e de superação e ganham força com as canções do gaúcho, em especial Farol, que está presente no novo álbum.
"Uma menina teve câncer, fez quimioterapia e ela escreveu um texto gigante falando como foi o processo de tratamento. Ela disse que só pensava em 'o mesmo céu que chove é o mesmo céu que faz sol' [trecho da música Farol]. Ela foi ao meu show algumas vezes, sempre diz que quando acontece alguma coisa ela lembra dessa frase", conta Vitor.
"Outro caso foi uma menina presa no Rio Grande do Sul. Sempre que estava na cela, tinha um horário do dia que sabia que ia tocar Farol na rádio e que era a parte mais feliz do dia dela. Lembro de ler a mensagem e chorar muito. Às vezes, eu reclamo de coisinha besta e aí quando eu leio essas coisas eu entendo que somos privilegiados. Eu sou um instrumento de coisas boas".
Texto adaptado. Disponível em: https://revistaquem.globo.com/Entrevista/noticia/2018/11/vitor-kley-fala-sobre-criticas-com-sucesso-de-o-sol-nao-souum-cara-de-uma-musica-so.html. Acesso em: 22 ago. 2019. (Fins pedagógicos).
Nas alternativas abaixo, qual expressa uma opinião?
Questão 8 11507281
IFNMG Integrado 2018Leia o texto:
Arte que ajuda a tratar a depressão
Jovens encontram na expressão artística uma maneira de superar a doença
Rodrigo Barreto
Durante a adolescência, o estudante Bernardo Moreira sofria bullying na escola por ser baixo e magro. Por volta
dos 15 e 16 anos, enfrentou a crise mais aguda. A depressão fazia parte da vida de Bernardo. O estudante não
é exceção no que se refere a esse quadro. De acordo com pesquisa da Organização Mundial de Saúde (OMS),
realizada em fevereiro de 2017, o Brasil é o país com o maior número de pessoas depressivas da América Latina.
[5] Em Brasília, jovens enfrentam e superam a depressão por meio da arte.
A adolescência foi um período de muita dor e sofrimento para Bernardo. Ele costuma dizer que a fotografia o
encontrou. Hoje, aos 20 anos, o artista publicou um livro, fez oito exposições pelo Brasil, além de ministrar cursos
e workshops por várias cidades do país. Por meio da arte, Bernardo encontrou uma nova percepção do mundo ao
redor. [...]
[10] Karina Santiago começou o tratamento para a depressão em julho de 2016. Em novembro do mesmo ano,
começou com as produções artísticas. Hoje, ela se dedica aos desenhos como forma de ajuda no tratamento da
doença. “A arte não cura a depressão, é só um meio. As pessoas precisam pedir ajuda”, ressalta. Os dias eram
longos e Karina não tinha vontade de sair do quarto. A dor e o sofrimento se tornaram as companhias da artista.
Apesar disso, criou forças e encontrou saída.
[15] Após a execução de autorretratos, a artista plástica iniciou a representação dos momentos de crise por meio de
desenhos. “A ajuda profissional me coloca em um estado melhor e a arte me deixa 100%”, atesta Karina. Especialistas
apontam que os estímulos psíquicos podem ser provocados por meio do contato com as manifestações artísticas.
A partir disso, o processo do tratamento é facilitado. Segundo o doutor em psicologia André Piccoli, a arte não é a
cura, entretanto, o contato com expressões artísticas torna melhor a fluidez do processo de tratamento.
[20] É fundamental o acompanhamento de profissionais da saúde para o tratamento da depressão. “A arte se
propõe a representar sentimentos. Nada melhor do que isso para que possamos nos compreender. O objetivo do
processo de tratamento, muitas vezes, não é a cura. Mas, sim, compreender o que impede o desenvolvimento do
paciente”, reforça a psicóloga Verena Bello. [...]
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2017/07/12/interna_diversao_arte,608766/arte-que-ajuda-a-tratar-a-depressao.shtml.
Acesso em: 6 set. 2017.
Vocabulário:
bullying: “Termo que compreende toda forma de agressão, intencional e repetida, sem motivo aparente, em que se
faz uso do poder ou força para intimidar ou perseguir alguém, que pode ficar traumatizado, com baixa autoestima ou
problemas de relacionamento” (Dicionário Aulete Digital).
workshop: curso intensivo de curta duração.
A regra de acentuação que determina o acento gráfico em “artísticas” é a mesma que determina o acento nas palavras
Questão 7 11507276
IFNMG Integrado 2018Leia o texto:
Arte que ajuda a tratar a depressão
Jovens encontram na expressão artística uma maneira de superar a doença
Rodrigo Barreto
Durante a adolescência, o estudante Bernardo Moreira sofria bullying na escola por ser baixo e magro. Por volta
dos 15 e 16 anos, enfrentou a crise mais aguda. A depressão fazia parte da vida de Bernardo. O estudante não
é exceção no que se refere a esse quadro. De acordo com pesquisa da Organização Mundial de Saúde (OMS),
realizada em fevereiro de 2017, o Brasil é o país com o maior número de pessoas depressivas da América Latina.
[5] Em Brasília, jovens enfrentam e superam a depressão por meio da arte.
A adolescência foi um período de muita dor e sofrimento para Bernardo. Ele costuma dizer que a fotografia o
encontrou. Hoje, aos 20 anos, o artista publicou um livro, fez oito exposições pelo Brasil, além de ministrar cursos
e workshops por várias cidades do país. Por meio da arte, Bernardo encontrou uma nova percepção do mundo ao
redor. [...]
[10] Karina Santiago começou o tratamento para a depressão em julho de 2016. Em novembro do mesmo ano,
começou com as produções artísticas. Hoje, ela se dedica aos desenhos como forma de ajuda no tratamento da
doença. “A arte não cura a depressão, é só um meio. As pessoas precisam pedir ajuda”, ressalta. Os dias eram
longos e Karina não tinha vontade de sair do quarto. A dor e o sofrimento se tornaram as companhias da artista.
Apesar disso, criou forças e encontrou saída.
[15] Após a execução de autorretratos, a artista plástica iniciou a representação dos momentos de crise por meio de
desenhos. “A ajuda profissional me coloca em um estado melhor e a arte me deixa 100%”, atesta Karina. Especialistas
apontam que os estímulos psíquicos podem ser provocados por meio do contato com as manifestações artísticas.
A partir disso, o processo do tratamento é facilitado. Segundo o doutor em psicologia André Piccoli, a arte não é a
cura, entretanto, o contato com expressões artísticas torna melhor a fluidez do processo de tratamento.
[20] É fundamental o acompanhamento de profissionais da saúde para o tratamento da depressão. “A arte se
propõe a representar sentimentos. Nada melhor do que isso para que possamos nos compreender. O objetivo do
processo de tratamento, muitas vezes, não é a cura. Mas, sim, compreender o que impede o desenvolvimento do
paciente”, reforça a psicóloga Verena Bello. [...]
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2017/07/12/interna_diversao_arte,608766/arte-que-ajuda-a-tratar-a-depressao.shtml.
Acesso em: 6 set. 2017.
Vocabulário:
bullying: “Termo que compreende toda forma de agressão, intencional e repetida, sem motivo aparente, em que se
faz uso do poder ou força para intimidar ou perseguir alguém, que pode ficar traumatizado, com baixa autoestima ou
problemas de relacionamento” (Dicionário Aulete Digital).
workshop: curso intensivo de curta duração.
Marque a alternativa analisada INCORRETAMENTE:
Questão 17 10737332
CMBH 6° Ano - Português 2014TEXTO
Glória
— Meu filho é artista de televisão, contando o senhor não acredita. Eu mesmo às vezes penso que é
ilusão. Com oito anos, imagine. Estava brincando na pracinha lá da vila quando passaram uns homens e
olharam muito pra ele. Meu filho, não é pra me gabar, mas é uma lindeza de Menino-Jesus, aí um dos
homens falou assim pra ele: Quer fazer um teste, ó garoto? O que é teste? ele respondeu. Aí o homem
[5] explicou, não sei bem qual é a explicação, levaram ele pra um edifício na cidade, tiraram um bocado de
retratos dele, depois falaram assim: Você foi aprovado. Aí ele se espantou: Mas eu não fiz exame, que
troço é esse? Não é nada de exame não, eles responderam, você foi aprovado pra fazer um comercial, tá
bem? Ele neca de saber o que é um comercial, nem eu, mas agora eu fiquei sabendo, é uma coisa à toa, a
pessoa nem precisa falar, fica só fazendo uma coisa, comendo doce de leite, devagarinho, com uma
[10] carinha alegre, quando acaba passa a língua nos beiços, assim, olha, e pisca o olho, ele é tão engraçado,
antes de acabar de comer ele já estava fazendo isso, um negócio. Aí mandaram ele de volta pra casa, não,
antes falaram assim pra ele: Manda seu pai aqui na agência receber o cachet. Ele ficou espantado, falou
assim: Que troço é esse? Eles responderam: É Tutu. Aí ele baixou a cabeça e respondeu baixinho: Eu não
tenho pai. E mãe você tem? Ele respondeu que mãe ele tinha, e levantou a cabeça. Então manda ela aqui,
[15] mas o garoto é esperto, deu uma de sabido: Eu mesmo não posso receber? Se fui eu que fiz tudo sozinho.
Não, você não pode, tem que ser sua mãe, diz a ela que venha das 2 às 4, trazendo carteira de identidade.
Bonito, e eu que nunca tive carteira, já pelejei pra tirar uma, dei duro, pedi pro compadre Julião me
quebrar esse galho, compadre explicou que carece antes tirar certidão de nascimento, essa é muito boa,
então a gente tem que provar que nasceu, eu não estou viva com a graça de Deus e forte e trabalhando? O
[20] pior é que nem sei se fui registrada lá em Pilão dos Palmares, chão do meu nascimento, não tenho parentes
neste mundo, só tenho no outro, e nem a poder de oração consegui até hoje tirar o papel da tal certidão,
afinal eu falei assim pro compadre: Deixa para lá, sem carteira vivi até hoje, sem ela vou viver até Nosso
Senhor me fechar os olhos. Vou lá na agência assim mesmo. Larguei meu serviço. Fui. Tinha um mundão
de gente, eu não sabia quem é que podia me atender, andei rodando de uma sala pra outra, até que afinal
[25] um cara de bigodão, atrás da parede de vidro com um óculo no meio, falou assim: É comigo, trouxe a
carteira? Eu expliquei que carteira eu não tinha, mas sou lavadeira muito acreditada na Zona Norte, muitas
madamas da Rua Conde de Bonfim podem atestar que eu sou eu mesma e mãe de meu filho, há 25 anos
que trabalho de lavar roupa. Ele abanou a cabeça, falou assim: Nada feito, não tenho ordem de pagar sem
identidade. Mas o meu filho trabalhou, moço, eles ficaram satisfeitos com o trabalho dele, tanto que
[30] prometeram pagar um tal de cachet, como é que pra pagar a ele é preciso a carteira de outra pessoa, o
senhor acha isso direito? Ele não respondeu nada, tornou a abanar a cabeça e eu fiquei matutando: O que
tu vai fazer pra sair dessa, Clementina da Anunciação? E comecei a chorar. Aí eles me viram chorando,
ficaram com pena de mim, um barbudo que passava disse pro bigodão: Paga ela, Reginaldo. O bigodão
resmungou: Tá legal, e me deu um papel passado em três folhas iguais, pra eu assinar nelas todas. Aí eu
[35] disse: O senhor me desculpe, mas eu não sei escrever, a cabeça não dá. Então nada feito outra vez, o
bigodão respondeu. Aí eu não tinha mais vontade de chorar e disse assim pra ele: Escuta aqui, moço,
quanto é que meu filho tem pra receber? Ele respondeu: 50 cruzeiros. Ah, é isso? respondi. Pode ficar pra
agência. Perdi meu dia de trabalho, gastei trem, gastei ônibus, andei a pé nesse solão, não vou me chatear
por causa dessa micharia. Um cara que estava escutando falou assim: A senhora vai jogar fora esses 50
[40] mangos? E daí? respondi pra ele. Meu filho vale muito mais, a gente não fica mais pobre por causa disso,
ele agora é artista, amanhã, se Deus e a Virgem Maria ajudar, vai ganhar milhões. Nem precisa ganhar, só
o orgulho que eu sinto por ele ter passado no teste! Saí de lá com esse orgulho bonito no coração, meu
filho é artista, meu filho é artista, ia repetindo sozinha, na rua me olhavam admirados, mas eu nem dei
bola, fui pra casa e ligo a televisão o dia inteiro, trabalho vendo ela, até chegar a hora de meu filho
[45] aparecer no comercial comendo doce de leite. Pobre tem televisão, na vila todos têm, vai ser um estouro
quando meu boneco aparecer e piscar o olho, então isso não vale mais que 50, que 500, ou cinco mil
cruzeiros, ou todos os cruzeiros do mundo?
E seu rosto enrugado cintilava de glória.
DRUMMOND, Carlos. In: De notícias & não-notícias faz-se a crônica. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1975.
Releia “O senhor me desculpe, mas eu não sei escrever, a cabeça não dá” (ℓ. 35).
O sentido atribuído ao trecho destacado pelo contexto é:
Questão 6 10868955
Concursos Fundação de Terras de SP 2013Leia o texto para responder à questão.
Juvenal, derrotado na eleição para deputado, ficou deprimido porque havia gasto todas as suas economias. E agora, desempregado, enfrentava o problema de arranjar dinheiro. Sem falar nas reclamações de Cinira, sua mulher: isso era o que mais o perturbava, fazendo com que se sentisse um cidadão inútil.
Certo dia, tinha ido até a casa do vizinho Luís conversar com o filho dele, Ari, já com dor de cabeça de tanta irritação, e então sua filha Nice apareceu com um anúncio inesperado: estava aberto o concurso para Rei Momo do Carnaval. É um bom cargo, ideal para você, pai – garantiu ela. Você é alegre, gosta de samba. Será uma compensação: os eleitores rejeitaram sua eleição e você responderá tornando-se rei.
Juvenal sentiu aversão pela ideia, ponderou que não se tratava da mesma coisa. Como deputado, teria quatro anos de mandato e ganharia bem. Como Rei Momo, tudo terminaria na Quarta-Feira de Cinzas. Além disso, havia um obstáculo, conforme o anúncio: embora fosse gordinho, pesava apenas 125 quilos. Faltavam-lhe, portanto, cinco quilos para chegar ao peso mínimo exigido no concurso.
A mulher e a filha não se deram por vencidas. – Nós vamos engordar você, prometeram. Animado por elas, Juvenal decidiu tentar, ainda que o tempo trabalhasse contra ele. Faltavam poucos dias para a inscrição ao concurso, mas dedicou-se ao regime de engorda. E era toucinho, e doce de caldas, e macarronada. – Não posso mais, gemia Juvenal. Nice não concordava, Cinira
lembrava o tempo em que passavam fome e pensavam em uma mesa farta. Com o que ele voltava a empunhar o garfo e a faca. Mas a balança não parecia corresponder a tal esforço. “Quem sabe ele esconde uns pesos embaixo da roupa” – sugeriu Marli, sua tia. A ideia não era má, mas, e se exigissem que tirasse a roupa? Não, não poderia correr o risco.
Finalmente Juvenal conseguiu chegar ao peso mínimo necessário, exatamente no dia do concurso. Dirigiu-se ao local do exame, porém não foi aprovado. A balança dos juízes registrou 500 gramas a menos. Não era engano. Ele tinha, sim, perdido meio quilo: apreensivo, suava muito. E o suor que ia deixando pelo caminho era o peso que lhe faltava.
(Moacyr Scliar. Folha de S.Paulo. 14.10.02. Adaptado)
No trecho – ... apareceu com um anúncio inesperado... (2.° parágrafo) – o significado contrário ao da palavra destacada é
Questão 8 10731807
IFCE* (Já existe no Banco) 2019/1A imagem a seguir faz parte de uma matéria da Revista Capricho, de 24 de outubro de 2018, para dar dicas de contas no Instagram.

Disponível em: https://capricho.abril.com.br/vida-real/15-contas-no-instagram-que-cuidam-com-carinho-da-sua-saude-mental/, acesso em 24 de outubro de 2018.
Pela análise da imagem exposta na conta do artista carioca Daniel Duarte (@sigaosbaloes), podemos constatar que
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