Questões de EFAF Arte - Artes Integradas -
24 Questões
Questão 5 10672589
CMB Língua Portuguesa 6º ano 2021Após a leitura do Texto, responda a questão.
No clássico "Alice através do espelho", Lewis Carroll cria um mundo imaginário em que a personagem central, uma menina de 7 anos, atravessa, com sua gatinha Lily, o espelho da sala de estar de sua casa. Na casa do espelho, a menina se depara com um mundo onde a realidade está ao contrário: animais e flores falam e peças de xadrez ganham vida.
Texto
A casa do espelho
[1] Alice, no instante seguinte, atravessara o espelho e saltara com lepidez na sala da Casa do
Espelho. A primeira coisa que fez foi verificar se havia fogo na lareira, e ficou muito satisfeita ao
constatar que havia um fogo de verdade, crepitando tão alegremente quanto o que deixara para trás.
"Assim vou ficar tão aquecida aqui quanto estava lá na sala", pensou; "ou mais aquecida, porque aqui
não vai haver ninguém mandando que eu me afaste do fogo. Oh, como vai ser engraçado quando me
virem aqui, através do espelho, e não puderem me alcançar!"
Em seguida começou a olhar em volta e notou que o que podia ser visto da sala anterior era
bastante banal e desinteressante, mas todo o resto era tão diferente quanto possível. Por exemplo,
os quadros na parede perto da lareira pareciam todos vivos, e o próprio relógio sobre o console (você
[10] sabe que só pode ver o fundo dele no espelho) tinha o rosto de um velhinho, e sorria para ela.
"Esta sala não é tão arrumada como a outra", Alice pensou, ao notar várias peças do jogo de
xadrez caídas no chão entre as cinzas; mas no instante seguinte, com um pequeno "Oh!" de surpresa,
estava de gatinhas, observando-as. As peças do xadrez estavam andando, duas a duas!
"Aqui estão o Rei Vermelho e a Rainha Vermelha", Alice disse (num sussurro, com temor de
assustá-los), "e ali estão o Rei Branco e a Rainha Branca, sentados na borda da pá da lareira... e aqui
vão duas Torres, andando de braço dado.. Acho que não podem me escutar", continuou baixando mais
a cabeça, *e tenho quase certeza de que não podem me ver. Alguma coisa me diz que estou invisível.
Nessa altura algo começou a guinchar na mesa atrás de Alice e a fez virar a cabeça bem a tempo
de ver um dos Peões Brancos cair e começar a espernear. Observou-o, muito curiosa para saber o que
[20] iria acontecer em seguida.
É a voz da minha filha!" exclamou a Rainha Branca passando pelo Rei, com ímpeto e tão
apressada, que o derrubou entre as cinzas. "Minha preciosa Lily!" e começou a escalar com frenesi
um lado do guarda-fogo.
"Desatino imperial!" disse o Rei, esfregando o nariz, que machucara na queda. Tinha direito a
estar um bocadinho aborrecido com a Rainha, pois estava coberto de cinzas da cabeça aos pés.
Alice estava ansiosa por ser útil e, quando a gatinha Lily estava a ponto de ter um ataque de
tanto berrar, passou a mão na Rainha rapidamente e a depositou sobre a mesa junto de sua escandalosa
filhinha.
A Rainha se sentou, arquejante: a rápida viagem pelo ar lhe tirara o fôlego por completo e por
[30] um minuto ou dois nada pôde fazer senão abraçar a pequenina Lily em silêncio. Assim que recobrou
um pouquinho de alento, gritou para o Rei Branco, que estava sentado entre as cinzas, mal-humorado:
"Cuidado com o vulcão!"
"Que vulcão?" perguntou o Rei, olhando aflito para a lareira, como se julgasse aquele o lugar
mais provável para encontrar um.
"Ele... me...expeliu", arquejou a Rainha, que ainda estava um pouco sem ar. Trate de subir...
da maneira normal... não se deixe expelir!"
Alice observou o Rei Branco transpor lenta e laboriosamente obstáculo por obstáculo, até que
finalmente disse: "Ora, nesse ritmo você vai levar horas e horas para chegar em cima da mesa. Seria
melhor eu ajudá-lo, não é?" Mas o Rei não tomou conhecimento da pergunta: estava perfeitamente
[40] claro que não a podia ouvir nem ver.
Diante disso, Alice o apanhou com muita delicadeza e o ergueu muito mais lentamente do que
erguera a Rainha, tentando não lhe tirar o fôlego. Mas, antes de o pôr na mesa, pensou que não seria
má ideia dar-lhe uma espanadinha, tão coberto de cinzas estava.
Mais tarde, contou que nunca em toda sua vida vira uma cara como a que o Rei fez ao se ver
erguido e espanado no ar por uma mão invisível. Ele ficou espantado demais para gritar, mas seus
olhos e sua boca foram ficando cada vez maiores, e cada vez mais redondos, até que a mão de Alice
tremeu tanto com a gargalhada que ele quase caiu no chão.
Disponivel em: http/www.Alice por trás do Espelho. Acesso em: 18 ago 2021. (Com adaptações)
Assinale a única alternativa em que os parênteses expressam com correção o tipo de relação lógico-discursiva marcada pelo termo em destaque.
Questão 15 10117518
CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2018COM BASE NO TEXTO, RESPONDA A QUESTÃO.
Texto
O menino que carregava água na peneira
Tenho um livro sobre águas e meninos.
Gostei mais de um menino
que carregava água na peneira.
A mãe disse que carregar água na peneira
[5] era o mesmo que roubar um vento e
sair correndo com ele para mostrar aos irmãos.
A mãe disse que era o mesmo
que catar espinhos na água.
O mesmo que criar peixes no bolso.
[10] O menino era ligado em despropósitos.
Quis montar os alicerces
de uma casa sobre orvalhos.
A mãe reparou que o menino
gostava mais do vazio, do que do cheio.
[15] Falava que vazios são maiores e até infinitos. [...]
Com o tempo descobriu que
escrever seria o mesmo
que carregar água na peneira.
No escrever o menino viu
[20] que era capaz de ser noviça,
monge ou mendigo ao mesmo tempo. [...]
Foi capaz de modificar a tarde botando uma chuva nela.
O menino fazia prodígios.
Até fez uma pedra dar flor.
[25] A mãe reparava o menino com ternura.
A mãe falou: Meu filho você vai ser poeta!
Você vai carregar água na peneira a vida toda.
Você vai encher os vazios
com as suas peraltagens,
[30] e algumas pessoas vão te amar por seus despropósitos!
(BARROS, Manoel de. Meu quintal é maior do que o mundo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015. p. 114.)
De acordo com Ferreira Gullar, “A arte existe, porque a vida não basta”.
No poema de Manoel de Barros, mais especificamente no verso “até fez uma pedra dar flor” (v. 24), a relação do poeta com a representação da realidade pode ser entendida como
Questão 2 10752527
COLTEC 2017Para responder as questões, leia este poema-canção.
Panorama Ecológico
Erasmo Carlos
Lá vem a temporada de flores
Trazendo begônias aflitas
Petúnias cansadas
Rosas malditas
Prímulas despetaladas
Margaridas sem miolo
Sempre-vivas quase mortas
E cravinas tortas
Odoratas com defeitos
E homens perfeitos
Lá vem a temporada de pássaros
Trazendo águias rasteiras
Graúnas malvadas
Pombas guerreiras
Canários pelados
Andorinhas de rapina
Sanhaços morgados
E pardais viciados
Curiós desafinados
E homens imaculados
Lá vem a temporada de peixes
Trazendo garoupas suadas
Piranhas dormentes
Sardinhas inchadas
Trutas desiludidas
Tainhas abrutalhadas
Baleias entupidas
E lagostas afogadas
Barracudas deprimentes
E homens inteligentes.
Assinale a alternativa INCORRETA tendo em vista as afirmações seguintes sobre o poema-canção em referência.
Questão 14 10171886
IFPR Médio Integrado 2017LEIA ATENTAMENTE OS EXCERTOS DO TEXTO “AS HISTÓRIAS VERDADEIRAS POR TRÁS DOS FILMES DA DISNEY” QUE SERVIRÃO DE BASE PARA A QUESTÃO.
Quando eu era criança, adorava contos de fada. (...) Também amava filmes da Disney. Todos tinham final feliz; como não amar? (...) Quando cresci um pouco, passei dos filmes da Disney para as histórias dos Irmãos Grimm. (...) Fiquei horrorizada ao saber que as versões originais de muitos dos meus filmes prediletos tinham detalhes horríveis, que a Disney deixou de fora.
(...)
A Bela e a Fera
É bastante fiel ao original, mas o filme deixa UM detalhe infeliz de fora. No que acredita-se ser a primeira versão da história (de Gabrielle-Suzanne Barbot de Villeneuve), Belle tem duas irmãs más. A Fera permite que Belle vá para sua casa, desde que retorne em uma semana. As irmãs com ciúme da vida luxuosa de Belle tentam convencê-la a ficar mais tempo, na esperança de que a Fera, furiosa, a coma viva na volta. Argh.
(...)
Enrolados
Na versão dos Irmãos Grimm, Rapunzel engravida do príncipe antes de eles fugirem, e a bruxa descobre tudo. A bruxa corta o cabelo de Rapunzel e a joga no meio da floresta. Quando o príncipe aparece, ela joga os cabelos de Rapunzel pela janela para enganá-lo e diz que ele nunca mais vai ver a amada. Desesperado, ele pula pela janela e cai num monte de espinhos, que o deixam cego. Ele sai perambulando sem rumo. Rapunzel dá à luz gêmeos. Ele acaba encontrando Rapunzel pela voz. As lágrimas dela restauram a visão do príncipe, eles voltam para o reino e vivem felizes para sempre.
(...)
O Rei Leão
Ah, você não sabia que O Rei Leão é uma adaptação de Hamlet, de Shakespeare? Pois é. Um irmão invejoso mata o rei, o filho descobre e quer vingança. Rosencrantz e Guildenstern, quero dizer, Timão e Pumba, o distraem. Mas, finalmente, o filho mata o irmão invejoso.
Adaptado do original publicado pelo HuffPost US e traduzido do inglês. Zoë Triska - HuffPost Brasil - segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
Questão 4 10309319
IFPR Médio Integrado 2016MÚSICA NO TÁXI
Carlos Drummond de Andrade
1º Quando menos se espera... Você pega o táxi, manda tocar seu destino (manda, não,
pede por favor) e ................ a escutar durante 20 minutos, no volume mais possante, o rádio
despejando assaltos e homicídios do dia. Os tiros, os gemidos, os desabamentos o acompanharão
todo o percurso. E a fatalidade da vida, quando .............. pressa.
2º Mas eis que o motorista pega de um imprevisto cassete, coloca-o no lugar devido, liga, e os
acordes dos Contos dos Bosques de Viena irrompem do fusca amarrotado, mas digno.
3º Bem, não é a Nona Sinfonia nem um título menor da grande música, mas não estamos na Sala
Cecília Meireles, e isso vale como homenagem especial a um passageiro distinto, que pede por favor.
Cumpre agradecer a fineza:
4º — Obrigado. O senhor mostra que tem satisfação em agradar aos passageiros, oferecendo-lhes
música e não barulho e crimes.
5º — Não tem de quê. O senhor também aprecia?
6º — O quê?
7º — Strauss. E um dos meus prediletos.
8º — Sim, ele é agradável. O senhor está sendo gentil comigo.
9º — Ora, não é tanto assim. Pus o cassete porque gosto de música. Não sabia se o senhor
também gostava ou não. Se não gostasse, eu desligava. Portanto, não tem que agradecer.
10 — E já lhe aconteceu desligar?
11 — lh, tantas vezes. Fico observando a fisionomia do passageiro. Uns, mais acanhados,
disfarçam, não dizem nada, mas tem outros que reclamam, não querem ouvir esse troço. O senhor já
pensou: chamar Tchaikovski de “esse troço”? Pois ouvi isso de um cidadão de gravata e pasta de
executivo. Ele disse que precisava se concentrar por causa de um negócio importante e Tchaicovski
perturbava a concentração.
12 — Ele talvez quisesse dizer que ficava tão empolgado pela música que esquecia o negócio.
13 — Pois sim! Nesse caso, não falaria “esse troço”, que é o cumulo da falta de respeito.
14 — Estou adivinhando que o senhor toca um instrumento.
15 — Como é que o senhor viu?
16 — Porque uma pessoa que gosta tanto de música, em geral toca. Seu instrumento qual é”?
Virou-se com tristeza na voz:
17 — Atualmente nenhum. O senhor sabe, essa crise geral, a gasolina pela hora da morte, e não é
só a gasolina: a comida, o sapato, o resto. Tive de vender pra tapar uns buracos. Mas se as coisas
melhorarem este ano...
18 — Melhoram. As coisas têm de melhorar — achei meu dever confortá-lo.
19 — Porque clarinetista sem clarinete, o senhor sabe, é um negócio sem sentido. Clarinete tem esta
vantagem: dá o recado sem precisar de orquestra. Um solo bem executado, não precisa mais pra
encantar a alma. Mas clarinetista, sozinho, fica até ridículo.
20 — Não diga isso. E não desanime. O dia em que arranjar outro clarinete — quem sabe”, talvez até
seja o mesmo que .................. — será uma festa.
21 — Mas se demorar muito eu já estarei tão desacostumado que nem sei se volto a tocar
razoavelmente. Porque, o senhor compreende, eu não sou um artista, minha vida não dá folga pra
estudar nem meia hora por dia.
22 — O importante é gostar de música, ter amor e devoção por música, e está se vendo que o
senhor tem de sobra.
23 — Lá isso tá certo.
24 — Não importa que o senhor não seja solista de uma grande orquestra, e mesmo de uma
orquestra comum. Ninguém precisa ser grande em nada, uma vez que cultive alguma coisa bonita na
vida.
25 Seu rosto iluminou-se.
26 — Que bom ouvir uma coisa dessas. Agora vou lhe confessar que isso de não ser músico dos
tais que arrebatam o auditório sempre me doeu um pouco. Não era por vaidade não, quem sou pra ter
vaidade? Mas um sonho esquisito, sei lá. Ficava me imaginando num palco iluminado, tocando...
Bobagem, o senhor desculpe. Agora a sua palavra deixou tudo claro. Basta eu gostar de música. Não é
preciso que gostem de mim, nem que ela goste de mim. Obrigado ao senhor.
27 Olhei o taximetro, tirei a carteira.
28 — Eu nem devia cobrar do senhor. Fico até encabulado!
(Boca de Luar, 6 ed. pág. 69-71, Editora Record, Rio, 1987)
Preencha os parênteses com o número correspondente à classe gramatical das palavras grifadas.
Depois assinale a alternativa que contém a sequência correta:
(1) substantivo.
(2) adjetivo.
(3) verbo.
(4) conjunção.
(5) preposição.
(6) pronomes.
- lh, tantas vezes. Fico observando ( ) a fisionomia do ( ) passageiro.
Uns, mais acanhados, ( ) disfarçam, não dizem nada, mas ( ) tem outros ( ) que reclamam não querem ouvir esse troço ( ).
Questão 3 11050339
IFTM Integrados 2015/1Leia o texto a seguir para responder à questão:
Assim como o livro, ‘A Culpa É das Estrelas’ é filme para ser sentido
Poucos lenços de papel não são suficientes para acompanhar a versão cinematográfica do drama baseado no livro de John Green

“Esse é o problema da dor, ela precisa ser sentida”. A frase, uma das mais apreciadas pelos adolescentes -- e não tão adolescentes assim -- que leram A Culpa É das Estrelas, é a que melhor define a adaptação da obra de John Green para o cinema. O filme foi feito para ser sentido. E arrancar lágrimas e risos de quem assiste à obra.
O mix de emoções é culpa do casal principal, formado por Hazel Grace (Shailene Woodley) e Augustus (vivido por um ótimo Ansel Elgort). A adolescente de 16 anos convive há três com um câncer que começou na tireoide e depois atacou seus pulmões. Desenganada pelos médicos, ela sobrevive por causa de um tratamento experimental e da ajuda de um cilindro de oxigênio conectado às suas narinas através de uma cânula.
Hazel é obrigada pelos pais a frequentar um grupo de apoio para jovens com câncer, com o objetivo principal de fazer amigos. Lá ela conhece Augustus, 17, que teve câncer nos ossos e amputou uma das pernas. Os dois iniciam uma amizade, mas “Gus” deseja algo mais. Por algum tempo, Hazel evita ceder, já que se considera uma "granada" quando explodir, vai ferir todos à sua volta. Os avisos de mantenha distância não são suficientes para o garoto e, pouco depois, eles iniciam um romance curto, mas intenso o suficiente para dar inveja às princesas da Disney.
Embora Elgort não desfile o ideal de beleza grega, sua atuação é marcante e lembra o charme juvenil do astro Leonardo DiCaprio no fim dos anos 1990. Já Shailene prova, mais uma vez, que é uma atriz para se ficar de olho. Em seu filme anterior, Divergente, ela exibia um belo cabelo longo loiro com um figurino preto colado ao corpo malhado. Agora, ela se despe da vaidade, perde alguns quilos e as madeixas, e assume uma postura cansada e enferma, como os leitores do best-seller imaginavam.
Os fãs do livro, aliás, não ficarão desapontados com a adaptação para o cinema. O diretor Josh Boone e os roteiristas Scott Neustadter e Michael H. Weber seguiram à risca o texto original, que de tão elogiado pela crítica literária não demandou alterações.
Escolhido pela revista americana Time como o livro de ficção do ano em 2012, A Culpa É das Estrelas poderia ser apenas mais uma história triste com personagens com câncer, não fosse pelos personagens criados por Green. Hazel e Gus tratam a vida e a morte com honestidade, longe dos padrões de autoajuda tão populares em países como os Estados Unidos e até mesmo o Brasil. O mesmo o faz Isaac (Nat Wolff), amigo do casal que também frequenta o grupo e tem um caso raro de câncer nos olhos. Na adolescência ele fica cego e a namorada o deixa. Ainda que o drama de Isaac rendesse outro filme digno de muitas lágrimas, são suas algumas das cenas mais engraçadas da produção.
Todavia, o troféu de falas extremamente honestas e brutais fica com o veterano Willem Dafoe, que interpreta Van Houten, um escritor amargurado de quem Hazel é fã. “Você é um efeito colateral de um processo evolutivo que não dá muita importância a vidas individuais”, diz o autor quando a garota o visita em Amsterdã. O personagem teve uma traumática experiência com um familiar com câncer, caso que o faz buscar refúgio no álcool. Outra história que sozinha também renderia mais um filme.
Na contramão dos últimos sucessos infantojuvenis da literatura e do cinema, que apostam em tramas fantasiosas, com bruxos e vampiros, ou distopias violentas, John Green surge como um respiro honesto e que não subestima seu público. Os adolescentes perceberam isso e o escritor se tornou uma grife: seus livros são presença constante na lista de mais vendidos. A Culpa É das Estrelas não deverá ter uma continuação como outras séries teens. Porém, a carreira de Green no cinema está só começando e promete ser brilhante.
Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/entretenimento/bons-atores-garantem-choradeira-em-filme-a-culpa-e-das-estrelas. Acesso em: 29/10/14.
No trecho: “Na contramão dos últimos sucessos infantojuvenis da literatura e do cinema, que apostam em tramas fantasiosas, com bruxos e vampiros, ou distopias violentas, John Green surge como um respiro honesto e que não subestima seu público”.
Assinale a alternativa que traz um sinônimo possível ao termo sublinhado.
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