Questões de EFAF Arte - Arte e Cultura -
5 Questões
Questão 2 16208921
ONHB Fase 4 2023Observe, a seguir, a propaganda veiculada em uma revista brasileira em 1988:
Tecnologia é liberdade

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Propaganda ORIGEM: Revista Manchete, 1988. Via Baú da Propaganda Nacional (@bpnacional). Disponível em: https://twitter.com/bpnacional/status/1608876448823275522. Acesso em: 19 fev. 2023. CRÉDITOS: Revista Manchete PALAVRAS-CHAVE: tecnologia, propaganda, século xx
A propaganda:
Questão 1 16208917
ONHB Fase 4 2023Assista ao trailer do documentário A última floresta (2020):
A última floresta
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Trailer ORIGEM: ELENCO: Davi Kopenawa Yanomami, Ehuana Yaira Yanomami, Pedrinho Yanomami, Joselino Yanomami, Nilson Wakari Yanomami, Júnior Wakari Yanomami, Roseane Yanomami, Daucirene Yanomami DIRETOR: Luiz Bolognesi ROTERISTAS: Davi Kopenawa Yanomami e Luiz Bolognesi DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: Pedro J. Márquez PRODUTORES: Caio Gullane, Fabiano Gullane, Lais Bodanzky e Luiz Bolognesi PRODUTORAS: Gullane e Buriti Filmes DISTRIBUIDORA: Gullane Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=WAVOR3Ob1_g CRÉDITOS: DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: Pedro J. Márquez PRODUTORES: Caio Gullane, Fabiano Gullane, Lais Bodanzky e Luiz Bolognesi PRODUTORAS: Gullane e Buriti Filmes DISTRIBUIDORA: Gullane PALAVRAS-CHAVE: documentário, cinema, indígenas
O trailer indica que o filme
Questão 2 12242359
Pref. de Curitiba 8º ano - Língua Portuguesa 2020TEXTO
É hora de estudar música!
Quando você está superfeliz ou até meio triste, não há nada melhor do que ouvir música, não é? Então, que tal ir além e estudar algum instrumento? Seu cérebro vai agradecer! Mil e uma utilidades
Se escutar música já é legal, (1)___________________ como seria incrível se você
(2)___________________ instrumentos! Poderia ser violão, (3)__________________,
bateria ou qualquer outro que você (4)___________________. Além de ter o poder de
unir as pessoas em qualquer cultura, a música, ao ser estudada, agrega outros
[5] benefícios: você se concentra melhor, ganha disciplina, fica mais criativo,
(5)__________________ a coordenação motora e fortalece diversas áreas do cérebro
(evitando até doenças na fase adulta).
Nota 10!
Entrar para o universo musical pode dar uma força na escola para você
(6)__________________. O estudo da música estimula partes do cérebro que são
[10] ativadas também durante o aprendizado de matérias como matemática e outras
línguas. E sabia que, desde 2008, ela é obrigatória na educação
(7)_________________ (ensino infantil, fundamental e médio)?
(8) ___________________! Nunca é tarde!
Entre as crianças de 3 a 10 anos, o estudo da música traz resultados ainda mais
eficazes, que podem ser vistos principalmente no aprendizado de outros temas. Mesmo
[15] assim, nunca é tarde para começar!
Corra atrás!
Se você tem interesse em música, mas ainda não sabe qual instrumento escolher,
converse com os seus pais para começar por aulas de musicalização, que
desenvolvem ritmo, timbre, melodia e outros conceitos musicais.
Texto adaptado. Revista Recreio. N.835. Ano 15. 2016. p. 17. (Fins pedagógicos).
De acordo com o texto, a expressão “mil e uma utilidades”, significa:
Questão 6 11066968
IFTM Integrados 2020/1Leia o texto a seguir e responda à questão.
Chegou a hora de você saber o que é K-pop
Por Gustavo Balducci
O ritmo coreano já domina as redes sociais, os streamings e as maiores premiações da música pelo mundo. Mais que isso, é um fenômeno econômico e social.
Se você vive em um mundo com acesso à internet, já viu a palavra K-pop por aí. O termo se refere à música popular coreana, gênero que se espalha pelo mundo a uma velocidade que só as conexões virtuais poderiam permitir. Mais do que um tipo de música, contudo, o K-pop é a maior ferramenta de exportação cultural sul-coreana ao redor do globo. E por isso você deve conhecê-lo.
O ritmo, que já conquistou a indústria musical, é fomento para a potente Hallyu – ou Onda Coreana –, movimento que caracteriza a disseminação de conteúdos produzidos no país asiático. Projetada como estratégia de governo para combater o fantasma da crise econômica que assombrou a Coréia do Sul durante a década de 1990, a Hallyu surgiu para emplacar o mercado criativo como um de seus principais itens de exportação e investimento público, algo que já havia acontecido antes com o mercado automobilístico e tecnológico. – O resultado, é claro, deu muito certo.
O K-pop deu as caras logo no início dos anos 90, quando o trio Seo Taiji and Boys performou a faixa I Know durante um show de talentos da TV coreana. A canção – que levou a menor pontuação pelo júri no final daquele programa – viu sua performance cheia de influências do hip-hop e do pop americano vibrar entre os jovens, garantindo aos três integrantes um papel importante dentro do gênero antes mesmo do termo se consolidar.
A partir daí, novos grupos começaram a seguir o formato boyband inaugurado por Seo Taiji and Boys. Em 1996, H.O.T. foi um dos nomes mais populares e amados do público, marcado por ser o primeiro grupo pop a se apresentar no Estádio Olímpico de Seul e também o primeiro a vender 1 milhão de álbuns - número importante dada a situação de fim de crise econômica que o país vivia. A popularidade do K-pop não demorou para contaminar o resto do continente.
Clipes ultra coloridos, dança sincronizada e letras que misturam o idioma coreano ao inglês e ao espanhol são fórmulas imbatíveis para causar empatia com os fãs. O gênero híbrido e os ritmos cada vez mais integrados às produções do pop ocidental são a chave certa para conectar ouvintes de todas as partes do mundo mantendo sua personalidade original.
Para além do pop, o gênero fala sobre romper barreiras culturais e inspirar jovens por todos os cantos. Suas canções motivam pessoas a dançar, aprender um novo idioma ou experimentar pratos tradicionais do país. O efeito também é responsável por movimentar a economia local, gerando a cada ano mais de US$ 3,6 bilhões. Segundo o Instituto Hyundai, em 2018 cerca de 800 mil turistas escolheram a Coreia do Sul como destino graças ao BTS, um índice que representa 7% do número total de visitantes.
Disponível em: www.globo.com/cultura/musica. Adaptado. Acesso em 20 out. 2019
Analise o trecho “o ritmo, que já conquistou a indústria musical, é fomento para a potente Hallyu”. Qual dos termos a seguir substitui o substantivo “fomento”, em destaque, sem alteração de sentido?
Questão 18 10596123
FAETEC 2019A infinita fiadeira
A aranha, aquela aranha, era tão única: não parava de fazer teias! Fazia-as de todos os tamanhos e formas. Havia, contudo, um senão: ela fazia-as, mas não lhes dava utilidade. O bicho repaginava o mundo. Contudo, sempre inacabava as suas obras. Ao fio e ao cabo, ela já amealhava uma porção de teias que só ganhavam senso no rebrilho das manhãs.
E dia e noite: dos seus palpos primavam obras, com belezas de cachimbo gotejando, rendas e rendilhados. Tudo sem fim nem finalidade. Todo o bom aracnídeo sabe que a teia cumpre as fatais funções: lençol de núpcias,
armadilha de caçador. Todos sabem, menos a nossa aranhinha, em suas distraiçoeiras funções.
Para a mãe aranha aquilo não passava de mau senso. Para quê tanto labor se depois não se dava a indevida aplicação? Mas a jovem aranhiça não fazia ouvidos. E alfaiatava, alfinetava, cegava os nós. Tecia e retecia o fio, entrelaçava e reentrelaçava mais e mais teia. Sem nunca fazer morada em nenhuma. Recusava a utilitária vocação da sua espécie.
— Não faço telas por instinto.
— Então, faz porquê”?
— Faço por arte.
A filha saiu pelo mundo em ofício de infinita teceloa. E em cantos e recantos deixava a sua marca, o engenho da sua seda. Os pais, após a concertação, a mandaram chamar. Em choro múltiplo, a mãe limpou as lágrimas dos muitos olhos enquanto disse:
— Estamos recebendo queixas do aranhal.
— O que é que dizem?
— Dizem que isso só pode ser doença apanhada de outras criaturas.
Até que decidiram: a jovem aranha tinha que ser reconduzida aos seus mandos genéticos. Aquele deva- neio seria causado por falta de namorado.
E aconteceu. Contudo, ao invés de devorar o singelo namorador, a aranha namorou e ficou enamorada. Os dois deram-se os apêndices e dançaram ao som de uma brisa que fazia vibrar a teia. Ou seria a teia que fabricava a brisa?
A aranhiça levou o namorado a visitar a sua colecção de teias, ele que escolhesse uma, ficaria como prova de seu amor.
A familia desiludida consultou o Deus dos bichos, para reclamar da fabricação daquele espécime. Uma aranha assim, com mania de gente” Na sua alta teia, o Deus dos bichos quis saber o que poderia fazer. Pediram que ela transitasse para humana. E assim sucedeu: num golpe divino, a aranha foi convertida em pessoa. Quando ela, já transfigurada, se apresentou no mundo dos humanos logo lhe exigiram a imediata identificação. Quem era, o que fazia?
— Faço arte.
— Arte?
E os humanos se entreolharam, intrigados. Desconheciam o que fosse arte. Em que consistia? Até que um, mais-velho, se lembrou. Que houvera tempos, em tempos de que já se perdeu memória, em que alguns se ocupavam de tais improdutivos afazeres. Felizmente, isso tinha acabado, e os poucos que teimavam em criar esses pou- co rentáveis produtos — chamados obras de arte — tinham sido geneticamente transmutados em bichos. Não se lembravam bem em que bichos. Aranhas, ao que parece. Mia Couto
(In: O fio das missangas, publicado pela Ed. Companhia das Letras)
Em “Sem nunca fazer morada em nenhuma”, a palavra “sem” pode ser substituída, mantendo o sentido global da frase, por:
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