Questões de EFAF Arte - Arte e Cultura -
8 Questões
Questão 2 16208921
ONHB Fase 4 2023Observe, a seguir, a propaganda veiculada em uma revista brasileira em 1988:
Tecnologia é liberdade

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Propaganda ORIGEM: Revista Manchete, 1988. Via Baú da Propaganda Nacional (@bpnacional). Disponível em: https://twitter.com/bpnacional/status/1608876448823275522. Acesso em: 19 fev. 2023. CRÉDITOS: Revista Manchete PALAVRAS-CHAVE: tecnologia, propaganda, século xx
A propaganda:
Questão 16 10703415
CMSM 6º Ano Língua Portuguesa 2016TEXTO

Fonte: https://deandean.wordpress.com/2010/10/29/a-culpa-nao-e-deles-e-de-quem-os-abandonou/ Acesso em: 26/09/2016
A imagem da campanha publicitária, cuja finalidade é apontar os verdadeiros responsáveis pelo abandono de animais, é semelhante a um cartaz policial.
Sobre todas as placas penduradas no pescoço dos seis animais, três cães e três gatos, é correto afirmar:
Questão 17 10737332
CMBH 6° Ano - Português 2014TEXTO
Glória
— Meu filho é artista de televisão, contando o senhor não acredita. Eu mesmo às vezes penso que é
ilusão. Com oito anos, imagine. Estava brincando na pracinha lá da vila quando passaram uns homens e
olharam muito pra ele. Meu filho, não é pra me gabar, mas é uma lindeza de Menino-Jesus, aí um dos
homens falou assim pra ele: Quer fazer um teste, ó garoto? O que é teste? ele respondeu. Aí o homem
[5] explicou, não sei bem qual é a explicação, levaram ele pra um edifício na cidade, tiraram um bocado de
retratos dele, depois falaram assim: Você foi aprovado. Aí ele se espantou: Mas eu não fiz exame, que
troço é esse? Não é nada de exame não, eles responderam, você foi aprovado pra fazer um comercial, tá
bem? Ele neca de saber o que é um comercial, nem eu, mas agora eu fiquei sabendo, é uma coisa à toa, a
pessoa nem precisa falar, fica só fazendo uma coisa, comendo doce de leite, devagarinho, com uma
[10] carinha alegre, quando acaba passa a língua nos beiços, assim, olha, e pisca o olho, ele é tão engraçado,
antes de acabar de comer ele já estava fazendo isso, um negócio. Aí mandaram ele de volta pra casa, não,
antes falaram assim pra ele: Manda seu pai aqui na agência receber o cachet. Ele ficou espantado, falou
assim: Que troço é esse? Eles responderam: É Tutu. Aí ele baixou a cabeça e respondeu baixinho: Eu não
tenho pai. E mãe você tem? Ele respondeu que mãe ele tinha, e levantou a cabeça. Então manda ela aqui,
[15] mas o garoto é esperto, deu uma de sabido: Eu mesmo não posso receber? Se fui eu que fiz tudo sozinho.
Não, você não pode, tem que ser sua mãe, diz a ela que venha das 2 às 4, trazendo carteira de identidade.
Bonito, e eu que nunca tive carteira, já pelejei pra tirar uma, dei duro, pedi pro compadre Julião me
quebrar esse galho, compadre explicou que carece antes tirar certidão de nascimento, essa é muito boa,
então a gente tem que provar que nasceu, eu não estou viva com a graça de Deus e forte e trabalhando? O
[20] pior é que nem sei se fui registrada lá em Pilão dos Palmares, chão do meu nascimento, não tenho parentes
neste mundo, só tenho no outro, e nem a poder de oração consegui até hoje tirar o papel da tal certidão,
afinal eu falei assim pro compadre: Deixa para lá, sem carteira vivi até hoje, sem ela vou viver até Nosso
Senhor me fechar os olhos. Vou lá na agência assim mesmo. Larguei meu serviço. Fui. Tinha um mundão
de gente, eu não sabia quem é que podia me atender, andei rodando de uma sala pra outra, até que afinal
[25] um cara de bigodão, atrás da parede de vidro com um óculo no meio, falou assim: É comigo, trouxe a
carteira? Eu expliquei que carteira eu não tinha, mas sou lavadeira muito acreditada na Zona Norte, muitas
madamas da Rua Conde de Bonfim podem atestar que eu sou eu mesma e mãe de meu filho, há 25 anos
que trabalho de lavar roupa. Ele abanou a cabeça, falou assim: Nada feito, não tenho ordem de pagar sem
identidade. Mas o meu filho trabalhou, moço, eles ficaram satisfeitos com o trabalho dele, tanto que
[30] prometeram pagar um tal de cachet, como é que pra pagar a ele é preciso a carteira de outra pessoa, o
senhor acha isso direito? Ele não respondeu nada, tornou a abanar a cabeça e eu fiquei matutando: O que
tu vai fazer pra sair dessa, Clementina da Anunciação? E comecei a chorar. Aí eles me viram chorando,
ficaram com pena de mim, um barbudo que passava disse pro bigodão: Paga ela, Reginaldo. O bigodão
resmungou: Tá legal, e me deu um papel passado em três folhas iguais, pra eu assinar nelas todas. Aí eu
[35] disse: O senhor me desculpe, mas eu não sei escrever, a cabeça não dá. Então nada feito outra vez, o
bigodão respondeu. Aí eu não tinha mais vontade de chorar e disse assim pra ele: Escuta aqui, moço,
quanto é que meu filho tem pra receber? Ele respondeu: 50 cruzeiros. Ah, é isso? respondi. Pode ficar pra
agência. Perdi meu dia de trabalho, gastei trem, gastei ônibus, andei a pé nesse solão, não vou me chatear
por causa dessa micharia. Um cara que estava escutando falou assim: A senhora vai jogar fora esses 50
[40] mangos? E daí? respondi pra ele. Meu filho vale muito mais, a gente não fica mais pobre por causa disso,
ele agora é artista, amanhã, se Deus e a Virgem Maria ajudar, vai ganhar milhões. Nem precisa ganhar, só
o orgulho que eu sinto por ele ter passado no teste! Saí de lá com esse orgulho bonito no coração, meu
filho é artista, meu filho é artista, ia repetindo sozinha, na rua me olhavam admirados, mas eu nem dei
bola, fui pra casa e ligo a televisão o dia inteiro, trabalho vendo ela, até chegar a hora de meu filho
[45] aparecer no comercial comendo doce de leite. Pobre tem televisão, na vila todos têm, vai ser um estouro
quando meu boneco aparecer e piscar o olho, então isso não vale mais que 50, que 500, ou cinco mil
cruzeiros, ou todos os cruzeiros do mundo?
E seu rosto enrugado cintilava de glória.
DRUMMOND, Carlos. In: De notícias & não-notícias faz-se a crônica. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1975.
Releia “O senhor me desculpe, mas eu não sei escrever, a cabeça não dá” (ℓ. 35).
O sentido atribuído ao trecho destacado pelo contexto é:
Questão 5 10254597
OBR 1° Ano - Nível 5 Fase 1 2019Robot restaurant serves pizza with a side of technology

You’ll nd all the basics at Big Bang Pizza: dough, cheese, pepperoni, and sausage. But the secret ingredient at this restaurant isn’t in the sauce — it’s in the Pepper.
Pepper is one of the “robo-employees” at the pizzeria, which opened a month ago in Brookhaven on Buford Highway. Owners German Barreda and Stephanie Paredes say they dreamed of opening their own pizza restaurant for a long time, although Parades didn’t necessarily want something so high-tech: “[German] sent me a link. He’s like, ‘Hey, look, robots!’ And I’m, like, ‘You’re crazy! No.’ And he insisted for a couple of months.”
Suffice to say, Barreda nally got his way, ordering a trio of robots to help out in the restaurant. Pepper, which greets customers with recommendations and dance moves, came from Japan; Amy and Lola, which are programmed to take the food to tables, were created in China. Barreda programmed each one, and says they were instant favorites with diners: “As soon as they start coming in, they’re like, ‘Wow! I gotta go back and bring my grandchildren! I gotta go back and bring my son!”
In case you’re concerned that robots have completely taken over the restaurant, don’t be — human beings still take orders at the counter, and they still make the pizzas in the kitchen, too. But Pepper, Amy, and Lola have obviously been getting the most attention since Big Bang Pizza opened, with pictures and videos of the robots quickly spreading around social media.
The Good Day Atlanta team say some of those pictures and videos, and, of course, we had to head over to Brookhaven to check the robots out for ourselves.
(Adaptado de: http://www.fox5atlanta.com/good-day/robot-restaurant-serves-pizza-with-a-side-of-technology Acesso em: 25/04/2019)
According to the text, what are the advantages of using Pepper and the others “robo-employees” at Big Bang Pizza?
Questão 1 11002940
IFES 2017TEXTO
Não leia essa notícia ao volante
Campanha contra uso de celular ao volante faz sucesso nos EUA
Um emoji gigantesco foi construído a partir de peças de um carro destruído e está exposto no centro de Miami, nos Estados Unidos
06/05/16 - 14h07
[1] Um uso bastante criativo dos emojis (aqueles ícones do computador e do celular que
expressam sentimentos, climas, etc.) foi espalhado pelo centro de Miami, nos Estados
Unidos. Para alertar sobre os perigos de dirigir teclando ao celular, a agência de publicidade
Alma criou uma enorme peça feita de materiais restantes de um carro batido. [...] A campanha
[5] se chama "The Last Emoji" ("O último emoji"), e chama bastante a atenção. Além da peça, a
ação convida os passantes a compatilharem fotos da imagem em redes sociais com a legenda
"Don’t text and drive" (Não digite e dirija) e a hashtag #SprintDriveSafe.
Adaptado de http://www.otempo.com.br/interessa/campanha-contra-uso-de-celular-ao-volante-faz-sucesso-nos-eua- 1.1293657. Acesso em 03/11/2016
O comando que antecede o título do texto
Questão 1 10732478
ENCCEJA* Linguagens, Códigos e suas Tecnologias 2005Observe a imagem:

(in http://sunhill-phuket.com/phuket_hotel_gallery/)
O logotipo acima é da rede hoteleira Sun Hill, na Tailândia. Ele trabalha formas que sugerem elementos da paisagem _______________. Os traços dessas formas e os das letras são ________________, evocando a imagem do (a)_______________.
Qual a alternativa que completa as lacunas ?
06
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