Questões de EFAF Arte - Arte e Cultura -
9 Questões
Questão 1 14945250
ONHB Fase 2 2022Pichação na Bienal de Berlim: arte ou crime?

Foto: (Miguel Ferraz)
Paulista ’picha’ curador da Bienal de Berlim
Convidados da Bienal de Berlim, aberta no fim de abril, pichadores brasileiros se envolveram numa confusão com os organizadores que teve como saldo a ”pichação” do curador da mostra, o artista polonês Artur Zmijewski. Em meio a uma discussão depois que os brasileiros picharam uma igreja na qual dariam um workshop, Djan Ivson, ou Cripta Djan, 26, o mesmo que pichou o espaço vazio da Bienal de 2010 em São Paulo, esguichou tinta amarela em Zmijewski (...)
Caracterizada pela ousadia curatorial, a bienal berlinense tem como título de sua sétima edição ”Forget Fear” (esqueça o medo). Parte da programação da bienal, o workshop dos pichadores brasileiros ocorreria no último sábado na igreja de Santa Elizabeth. De acordo com o relato de Cripta, que estava acompanhado de outros três colegas do movimento ”Pixação”
(Biscoito, William e R.C.), o grupo chegou disposto a demonstrar seu trabalho, mas não no formato didático tradicional de um workshop. ”Não tem como dar workshop de pichação, porque pichação só acontece pela transgressão e no contexto da rua”, disse Cripta à Folha, por telefone. Os convidados passaram a escalar o prédio da igreja e a pichar. Segundo Cripta, os organizadores se desesperaram com a atitude e disseram que eles não estavam autorizados a mexer naqueles lugares. ”Assim que é bom. Se não é pra pichar, nós vamos pichar. Não adianta querer controlar o incontrolável”
(…) O curador chamou a polícia. De acordo com o brasileiro, os policiais quiseram prender o grupo, mas, ainda segundo Cripta, recuou após intervenções do público e de explicações de que eram convidados da Bienal (…) A bienal, que vai até o dia 1º/7, busca escancarar os conflitos da sociedade de hoje (…) ”Eles nos convidaram porque queriam conhecer nossa ’pixação’. Pronto, conheceram”, disse Cripta.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal eletrônico ORIGEM: Pichação na Bienal de Berlim: arte ou crime?. In. Folha de São Paulo. 16/06/2012. Disponível em: http://direito.folha.uol.com.br/blog/pichao-na-bienal-de-berlim-arte-ou-crime CRÉDITOS: Folha de São Paulo; Foto: Miguel Ferraz. PALAVRAS-CHAVE: bienal de berlim, arte urbana, história da arte
Com base no documento e em seus conhecimentos sobre o tema escolha a alternativa mais adequada:
Questão 11 10783636
IFMT 2019/2Texto-base para a questão
Artista argentino cria tanque de guerra munido da arma mais poderosa: livros
Por Vicente Carvalho
Já dizia Nelson Mandela: “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. Talvez esta frase tenha inspirado o artista argentino Raul Lemesoff, o responsável pela criação de uma arma que pode mudar a vida de muitas pessoas: ele transformou um antigo carro Ford Falcon, de 1979, em um tanque de guerra. Mas, ao invés de disparar balas, o veículo dispara livros. O veículo funciona como uma verdadeira biblioteca itinerante. O formato é de tanque de guerra e tem até um canhão, mas toda a lateral é repleta de prateleiras, em que são dispostos até 900 livros, com os mais diversos temas e estilos.
Com a munição de livros pronta, o artista percorre as ruas de Buenos Aires, na Argentina, disparando livros por todos os lados e para todas as pessoas que cruzam o seu caminho. Não é necessário pagar nada pelos exemplares, apenas se comprometer com a leitura. O projeto em que Lemesoff trabalhou nos últimos anos dá um novo significado a um dos principais símbolos de guerra, que foi batizado de “Arma de Instrução em Massa”.
(Disponível em https://bit.ly/2IKiwdY, acesso em: 12 abr.2019)
Na frase “Arma de Instrução em Massa”, podemos perceber a construção de uma:
Questão 12 10627477
COTIL 1° Ano 2019Texto para a questão:
Street art são intervenções urbanas artísticas com temáticas que contornam desde política até religião, passando por problemas sociais etc. Essa arte pode ser feita por meio de pinturas, esculturas ou instalações. Seja de que forma for, a arte urbana é uma arte marginal e não está atrelada a nenhum padrão estético. Sendo assim, considera-se que ela seja livre, sendo a expressão máxima da sociedade e do ser cidadão.
No Brasil e no mundo, a arte de rua tem estado presente nas maiores e mais importantes cidades, geralmente em muros ou paredes de grande escala. Essa arte - além de embelezar a cidade de um jeito econômico e muito original, fazendo cada cidade ser única e ter seu próprio estilo - também faz o papel da denúncia e do protesto. E há também uma outra importante característica: o papel da inclusão social. Vários artistas do estilo promovem a arte por meio de suas intervenções, estimulando a criatividade em jovens e crianças de partes mais remotas da cidade. Muitas comunidades mais pobres são convidadas a se juntarem aos artistas para transmitirem uma ideia, um conceito ou uma mensagem política, ou apenas para criar arte e beleza.
Com cerca de 20.000 anos de evolução cultural por trás disso, o grafite, a pichação ou street urban art ainda são arte e nada parece capaz de deter a sua popularidade fenomenal. A ideia simples de desenhar em uma parede tornou-se algo verdadeiramente extraordinário em um mundo cada vez mais emparedado e murado. Percorremos um longo caminho desde as pinturas nas cavernas. Era inevitável que o roteiro fosse substituído por imagens e estas se destacassem com contrastes excepcionais. O advento do grafite ilustrado foi, sem dúvida, responsável pelo impulso maior de seguidores entre a população em geral. Como o estilo da escrita é quase completamente ilegível para o olho destreinado, fotos em grafite permitem uma mensagem mais clara, mais pungente.
Em março de 2009, o governo brasileiro aprovou a lei 706/07, que descriminaliza a arte de rua, e sua legalização também é realizada pelo consentimento dos proprietários de muros e fachadas grafitadas. Isso se torna um reflexo da paisagem evoluindo em arte nas ruas brasileiras.
(Adaptado de BORGES, Rejane. O Movimento de Arte Urbana (Street Art) no Brasil. OBVIOUS. Caderno Artes e Ideias. Disponível em http://obviousmag.org/archives/2014/03/o_movimento_de_arte_urbana_street_art_no_brasil.html. Acessado em 11/08/2018.)

(Disponível em https://www.revistaforum.com.br. Acessado em 11/08/18.)
Somente um dos argumentos apontados abaixo não se aplica às razões pelas quais a arte urbana se justifica no texto:
Questão 10 10627467
COTIL 1° Ano 2019Texto para a questão:
Street art são intervenções urbanas artísticas com temáticas que contornam desde política até religião, passando por problemas sociais etc. Essa arte pode ser feita por meio de pinturas, esculturas ou instalações. Seja de que forma for, a arte urbana é uma arte marginal e não está atrelada a nenhum padrão estético. Sendo assim, considera-se que ela seja livre, sendo a expressão máxima da sociedade e do ser cidadão.
No Brasil e no mundo, a arte de rua tem estado presente nas maiores e mais importantes cidades, geralmente em muros ou paredes de grande escala. Essa arte - além de embelezar a cidade de um jeito econômico e muito original, fazendo cada cidade ser única e ter seu próprio estilo - também faz o papel da denúncia e do protesto. E há também uma outra importante característica: o papel da inclusão social. Vários artistas do estilo promovem a arte por meio de suas intervenções, estimulando a criatividade em jovens e crianças de partes mais remotas da cidade. Muitas comunidades mais pobres são convidadas a se juntarem aos artistas para transmitirem uma ideia, um conceito ou uma mensagem política, ou apenas para criar arte e beleza.
Com cerca de 20.000 anos de evolução cultural por trás disso, o grafite, a pichação ou street urban art ainda são arte e nada parece capaz de deter a sua popularidade fenomenal. A ideia simples de desenhar em uma parede tornou-se algo verdadeiramente extraordinário em um mundo cada vez mais emparedado e murado. Percorremos um longo caminho desde as pinturas nas cavernas. Era inevitável que o roteiro fosse substituído por imagens e estas se destacassem com contrastes excepcionais. O advento do grafite ilustrado foi, sem dúvida, responsável pelo impulso maior de seguidores entre a população em geral. Como o estilo da escrita é quase completamente ilegível para o olho destreinado, fotos em grafite permitem uma mensagem mais clara, mais pungente.
Em março de 2009, o governo brasileiro aprovou a lei 706/07, que descriminaliza a arte de rua, e sua legalização também é realizada pelo consentimento dos proprietários de muros e fachadas grafitadas. Isso se torna um reflexo da paisagem evoluindo em arte nas ruas brasileiras.
(Adaptado de BORGES, Rejane. O Movimento de Arte Urbana (Street Art) no Brasil. OBVIOUS. Caderno Artes e Ideias. Disponível em http://obviousmag.org/archives/2014/03/o_movimento_de_arte_urbana_street_art_no_brasil.html. Acessado em 11/08/2018.)

(Disponível em https://www.revistaforum.com.br. Acessado em 11/08/18.)
O texto tematiza algumas transformações das funções da arte na atualidade, exceto:
Questão 7 9546237
IFSul - Rio-Grandense Inverno 2019Texto

A imagem acima apresenta a arte de rua Ninguém gosta de mim (2014), do artista iHeart, que
Questão 11 616085
COTIL 1° Ano 2019Texto para a questão.
Street art são intervenções urbanas artísticas com temáticas que contornam desde política até religião, passando por problemas sociais etc. Essa arte pode ser feita por meio de pinturas, esculturas ou instalações. Seja de que forma for, a arte urbana é uma arte marginal e não está atrelada a nenhum padrão estético. Sendo assim, considera-se que ela seja livre, sendo a expressão máxima da sociedade e do ser cidadão.
No Brasil e no mundo, a arte de rua tem estado presente nas maiores e mais importantes cidades, geralmente em muros ou paredes de grande escala. Essa arte - além de embelezar a cidade de um jeito econômico e muito original, fazendo cada cidade ser única e ter seu próprio estilo - também faz o papel da denúncia e do protesto. E há também uma outra importante característica: o papel da inclusão social. Vários artistas do estilo promovem a arte por meio de suas intervenções, estimulando a criatividade em jovens e crianças de partes mais remotas da cidade. Muitas comunidades mais pobres são convidadas a se juntarem aos artistas para transmitirem uma ideia, um conceito ou uma mensagem política, ou apenas para criar arte e beleza.
Com cerca de 20.000 anos de evolução cultural por trás disso, o grafite, a pichação ou street urban art ainda são arte e nada parece capaz de deter a sua popularidade fenomenal. A ideia simples de desenhar em uma parede tornou-se algo verdadeiramente extraordinário em um mundo cada vez mais emparedado e murado. Percorremos um longo caminho desde as pinturas nas cavernas. Era inevitável que o roteiro fosse substituído por imagens e estas se destacassem com contrastes excepcionais. O advento do grafite ilustrado foi, sem dúvida, responsável pelo impulso maior de seguidores entre a população em geral. Como o estilo da escrita é quase completamente ilegível para o olho destreinado, fotos em grafite permitem uma mensagem mais clara, mais pungente.
Em março de 2009, o governo brasileiro aprovou a lei 706/07, que descriminaliza a arte de rua, e sua legalização também é realizada pelo consentimento dos proprietários de muros e fachadas grafitadas. Isso se torna um reflexo da paisagem evoluindo em arte nas ruas brasileiras.
(Adaptado de BORGES, Rejane. O Movimento de Arte Urbana (Street Art) no Brasil. OBVIOUS. Caderno Artes e Ideias. Disponível em http://obviousmag.org/archives/2014/03/o_movimento_de_arte_urbana_street_art_no_brasil.html. Acessado em 11/08/2018.)

(Disponível em https://www.revistaforum.com.br. Acessado em 11/08/18.)
Sobre a imagem acima, só não se pode dizer que:
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