Questões de EFAF Arte
5.161 Questões
Questão 8382651
AUTORAIS ART 7AF 021 ENU003 2019
OITICICA, Hélio. Incorporo a Revolta. Parangolé P15, Capa 11.
Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/obra12915/parangole-p15-capa-11-incorporo-a-revolta>. Acesso em: 16 mai. 2023.
“O parangolé é uma espécie de capa que se veste, com textos, fotos, cores e que serve como uma obra-ação-multisensorial. Referindo-se à sua obra, Hélio Oiticica diz: ‘o objetivo é dar ao público a chance de deixar de ser público espectador, de fora, para participante na atividade criadora’”.
Disponível em: <http://lounge.obviousmag.org/haraquiri_sertanejo/2012/08/Os-Parangoles-de-Oiticica-.html>. Acesso em: 07 jan. 2019.
Com base na imagem e no texto acima, escolha a afirmação correta sobre a obra de Hélio Oiticica.
Questão 8382647
AUTORAIS ART 7AF 021 ENU002 2019Observe a imagem abaixo.

Disponível em: <https://mam.org.br/acervo/2002-166-000-bethonico-mabe/>. Acesso em: 26 ago. 2019.
Analise os aspectos formais do trabalho de Mabe Bethónico e identifique as relações entre estampa, técnica e suporte. Em seguida, escolha a alternativa correta.
Questão 8382645
AUTORAIS ART 7AF 021 ENU002 2019
Disponível em: <www.zonacurva.com.br/marcel-duchamp-e-suas-antiobras-de-arte/>. Acesso em: 16 mai. 2023.)
Quanto ao significado dessa obra, considerada de grande valor artístico, podemos afirmar que:
Questão 29 11540886
Pref. de São Paulo 6° Ano Prova Semestral 2018Leia o texto para responder à questão.
Jefson Rodrigues, 27 anos, faz parte do Instituto Katiana Pena desde o início. O hip hop lhe apresentou o universo da dança quando ele era criança: assistia a vídeos e imitava as coreografias, sendo feliz assim até a adolescência.
Para ele, ter instrumentos de transformação do medo e da violência, na periferia, como o Instituto Katiana Pena, “já é grandioso. Porque as pessoas começam a enxergar algo novo, que não tinha”. Outros exemplos se mostram, completa o professor com depoimentos que ouviu dos pais de alunos: “A comunidade vê como um mecanismo de mudança para as filhas e para os filhos. E vê a possibilidade das pessoas não irem para um caminho que o bairro está mais atingido, que é a violência. Vê: meu filho pode ser igual a esse bailarino”.
Disponível em: https://www.opovo.com.br/jornal/dom/2018/02/os-mundos-de-jefson. Acesso em: 07 mar. 2018
Participar de projetos de arte e cultura pode desenvolver
Questão 6 11507274
IFNMG Integrado 2018Leia o texto:
Arte que ajuda a tratar a depressão
Jovens encontram na expressão artística uma maneira de superar a doença
Rodrigo Barreto
Durante a adolescência, o estudante Bernardo Moreira sofria bullying na escola por ser baixo e magro. Por volta
dos 15 e 16 anos, enfrentou a crise mais aguda. A depressão fazia parte da vida de Bernardo. O estudante não
é exceção no que se refere a esse quadro. De acordo com pesquisa da Organização Mundial de Saúde (OMS),
realizada em fevereiro de 2017, o Brasil é o país com o maior número de pessoas depressivas da América Latina.
[5] Em Brasília, jovens enfrentam e superam a depressão por meio da arte.
A adolescência foi um período de muita dor e sofrimento para Bernardo. Ele costuma dizer que a fotografia o
encontrou. Hoje, aos 20 anos, o artista publicou um livro, fez oito exposições pelo Brasil, além de ministrar cursos
e workshops por várias cidades do país. Por meio da arte, Bernardo encontrou uma nova percepção do mundo ao
redor. [...]
[10] Karina Santiago começou o tratamento para a depressão em julho de 2016. Em novembro do mesmo ano,
começou com as produções artísticas. Hoje, ela se dedica aos desenhos como forma de ajuda no tratamento da
doença. “A arte não cura a depressão, é só um meio. As pessoas precisam pedir ajuda”, ressalta. Os dias eram
longos e Karina não tinha vontade de sair do quarto. A dor e o sofrimento se tornaram as companhias da artista.
Apesar disso, criou forças e encontrou saída.
[15] Após a execução de autorretratos, a artista plástica iniciou a representação dos momentos de crise por meio de
desenhos. “A ajuda profissional me coloca em um estado melhor e a arte me deixa 100%”, atesta Karina. Especialistas
apontam que os estímulos psíquicos podem ser provocados por meio do contato com as manifestações artísticas.
A partir disso, o processo do tratamento é facilitado. Segundo o doutor em psicologia André Piccoli, a arte não é a
cura, entretanto, o contato com expressões artísticas torna melhor a fluidez do processo de tratamento.
[20] É fundamental o acompanhamento de profissionais da saúde para o tratamento da depressão. “A arte se
propõe a representar sentimentos. Nada melhor do que isso para que possamos nos compreender. O objetivo do
processo de tratamento, muitas vezes, não é a cura. Mas, sim, compreender o que impede o desenvolvimento do
paciente”, reforça a psicóloga Verena Bello. [...]
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2017/07/12/interna_diversao_arte,608766/arte-que-ajuda-a-tratar-a-depressao.shtml.
Acesso em: 6 set. 2017.
Vocabulário:
bullying: “Termo que compreende toda forma de agressão, intencional e repetida, sem motivo aparente, em que se
faz uso do poder ou força para intimidar ou perseguir alguém, que pode ficar traumatizado, com baixa autoestima ou
problemas de relacionamento” (Dicionário Aulete Digital).
workshop: curso intensivo de curta duração.
Analise as formas verbais presentes nos trechos a seguir e assinale a alternativa CORRETA:
I. “o estudante Bernardo Moreira sofria bullying na escola” (Linha 1);
II. “O estudante não é exceção” (Linhas 2-3);
III. “A adolescência foi um período de muita dor” (Linha 6);
IV. “Mas, sim, compreender” (Linha 22).
Questão 2 10781283
IFMT 2018/2O texto abaixo serve de base para responder à questão.
As mulheres roubam a cena em Pantera Negra
Ok, você já ouviu que o filme Pantera Negra é um show de diversidade: com elenco praticamente e completamente negro, dirigido, produzido e escrito por negros, ele manda um beijo para o racismo. Mas é preciso falar também do poder feminino da produção.
O protagonista é homem, todos sabem, mas por trás dele, há um verdadeiro exército de mulheres incríveis e poderosas. A história do filme acompanha como o novo rei T ́Challa (Chadwick Boseman) precisa encarar alguns vilões para proteger seu reino, Wakanda, um paraíso supermoderno na África. E para vencer o mal, ele conta com muitas minas ao seu lado.
A começar por sua irmã Shuri, que é vivida por Letitia Wright — uma das atrizes em que devemos ficar de olho esse ano. Shuri é simplesmente a grande mente do país, responsável pelo laboratório que desenvolve toda a modernidade que aparece no filme
Na produção, a proteção do herói é feita por uma guarda de mulheres. As guerreiras carecas, munidas de lanças, dão shows de luta em cena e quem as comanda é a general Okoye, interpretada por Danai Gurira, que rouba todas as cenas em que aparece. Quem luta ao seu lado é Lupita Nyong ́o, vivendo Nakia, uma das mais letais guardiãs do rei e também seu amor.
Além delas, Angela Basset marca presença como a matriarca do clã dos Panteras, Ramonda. Outra coisa que não passa desapercebida no filme é o país onde vive Pantera Negra, Wakanda. Misto de paraíso e universo futurista, é a ideia de um país Africano que não teria sofrido a influência do colonialismo, podendo se desenvolver completamente. Lá, homens e mulheres vivem em igualdade.
Quem tornou real esse universo dos quadrinhos foi a designer de produção Hannah Bechler, que também atuou no premiado Moonlight. Para criar a Wakanda das telas, Hannah visitou a África em busca de inspiração.
(Fonte: https://estilo.uol.com.br/noticias/redacao/2018/02/17/as-mulheres-que-roubam-a-cena-em-pantera-negra.htm)
Com base no texto lido, só NÃO podemos afirmar que no filme Pantera Negra:
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