Questões de EFAF Arte
5.161 Questões
Questão 8385230
AUTORAIS ART 9AF 010 ENU005 2019Anúncios publicitários focados em criar um ambiente de fantasia que não se relaciona diretamente com alguma cultura específica, como a urbana ou rural, americana ou chinesa – como é o caso das propagandas da Coca-Cola com a utilização dos ursos polares como personagens –, são eficazes por seus aspectos:
Questão 8385227
AUTORAIS ART 9AF 010 ENU005 2019No anúncio a seguir, da marca Pepsi para mídia impressa de outdoor, prevalece a utilização de dois recursos:

Disponível em: <https://marissaperr.files.wordpress.com/2011/02/71pepsi.jpg>. Acesso e: 29 mai. 2023.
Questão 8385226
AUTORAIS ART 9AF 010 ENU005 2019Toda sociedade possui seus próprios mecanismos de legitimação do gosto e padronização do pensamento. Assinale a alternativa que não corresponde a um desses mecanismos.
Questão 8385222
AUTORAIS ART 9AF 010 ENU005 2019Outra característica da mídia é quando ela convence-nos a jogar fora coisas que ainda são úteis e que estão funcionando perfeitamente, apenas porque surgiu um novo modelo ou porque mudou a aparência. Se o consumidor não troca o produto anterior, todos saberão que o produto não foi recentemente comprado, pois o mais recente tem aparência diferente. A essa característica damos o nome de:
Questão 8385221
AUTORAIS ART 9AF 010 ENU005 2019“Outra forma de dizer ’criado para ir para o lixo’: são produtos feitos com material de fácil desgaste que logo estragam, para que voltemos a comprar. Aqui também estão inclusos materiais descartáveis, mas não só eles. Ainda nessa categoria, também há a questão da limitação do uso, muito utilizada em tecnologia, quando um novo produto ou programa só pode ser utilizado com um sistema operacional específico ou aparelho específico, obrigando-o a substituir toda a tecnologia e não apenas o programa.”
Este texto de Annie Leonard se refere à seguinte característica de muitos produtos atualmente:
Questão 8385199
AUTORAIS ART 9AF 010 ENU001 2019
Texto 1
O Brasil passava por profundas modificações sociais, políticas e econômicas no início do século . Entretanto, no terreno artístico não caminhava com a mesma velocidade. Ainda eram admirados os pintores ligados ao século anterior e o parnasianismo de Olavo Bilac e Coelho Neto, indiferentes às rupturas que a Europa e os Estados Unidos por essa época imprimiam à arte.
Por outro lado, havia um grande número de jovens artistas em contato com as mudanças que a arte estrangeira sofria e paralelamente, influenciados pelo nacionalismo, já presente na nossa arte desde o final do século anterior.
A primeira mostra de arte não acadêmica realizada no Brasil foi feita por um estrangeiro, Lasar Segall, em , nas cidades de São Paulo e Campinas. Entretanto, apesar do pioneirismo de Segall, suas exposições não causaram grande repercussão, provavelmente por ter sido muito prematura para a arte brasileira. A exposição de Anita Malfatti parece ter sido o estopim para a reunião desses artistas ansiosos por mudanças. Posteriormente, o encontro de alguns dos principais futuros líderes Modernistas com a arte de Brecheret, recém voltado da Europa, também teve grande importância no surgimento da chama Modernista.
Em , possivelmente através de uma sugestão de Di Cavalcanti, a Semana de Arte Moderna seria realizada. Reunindo diversas atividades como leituras de poemas, espetáculos de dança e exposição de artes plásticas o evento iria sacudir São Paulo dos anos .
O evento foi bastante significativo por reunir artistas talentosos ansiosos por renovações. Logo após sua realização, importantes artistas que dela participaram partiam para a Europa, enquanto outros nomes fundamentais dessa fase de nosso modernismo chegavam do continente. É o caso de Lasar Segall, que vinha fixar-se no Brasil, trazendo grandes contribuições e de Tarsila do Amaral, uma das pioneiras em concretizar os ideais da Semana de Arte Moderna, aliando a brasilidade a elementos das vanguardas europeias.
A partir de , começam a surgir as divisões do Movimento Modernista, principalmente a partir do Pau-Brasil (Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, entre alguns membros). A valorização do caráter nacional era importante e o movimento não abria mão da atualização da arte brasileira, tomando como parâmetro as produções das vanguardas internacionais.
A Antropofagia, inspirada no quadro “Abaporu” de Tarsila do Amaral e liderada por Oswald de Andrade e Raul Bopp – com seus objetivos de rompimento com a arte e a história anteriores ao movimento e seu objetivo de “devorar” as culturas estrangeiras, assimilando delas o que fosse considerado importante pelo grupo brasileiro.
(Texto extraído do Portal itaucultural.com.br)
Texto 2
A Semana de Arte Moderna é considerada um divisor de águas na história da cultura brasileira. O evento organizado por um grupo de intelectuais e artistas por ocasião do Centenário da Independência, declara o rompimento com a arte acadêmica. A defesa de um novo ponto de vista estético e o compromisso com a independência cultural do país.
Ainda que o modernismo no Brasil deva ser pensado a partir de suas expressões múltiplas - no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco etc. - a Semana de Arte Moderna é um fenômeno eminentemente urbano e paulista, conectado ao crescimento de São Paulo na década de 1920, à industrialização, à migração maciça de estrangeiros e à urbanização. Os estudiosos tendem a considerar o período de a , como a fase em que se evidencia um compromisso primeiro dos artistas com a renovação estética, beneficiada pelo contato estreito com as vanguardas europeias (cubismo, futurismo, surrealismo etc.).
Apesar da força literária do grupo modernista, as artes plásticas estão na base do movimento. O impulso teria vindo da pintura, da atuação de Di Cavalcanti à frente da organização do evento, das esculturas de Brecheret e, sobretudo, da exposição de Anita Malfatti, em . Os trabalhos de Anita desse período apresentam um compromisso com os ensinamentos da arte moderna: a pincelada livre, a problematização da relação figura/fundo, o trato da luz sem o convencional claro-escuro.
A formação italiana e a experiência francesa marcam as esculturas de Brecheret. Autor da maquete do Monumento às Bandeiras, , e de peças expostas na Semana, Brecheret é o escultor do grupo modernista, comparado aos escultores franceses Auguste Rodin e Emile Antoine Bourdelle pelos críticos da época.
Tarsila do Amaral não esteve presente ao evento de , o que não tira o seu lugar de grande expoente do modernismo brasileiro. Associando a experiência francesa aos temas nacionais, a pintora produz uma obra emblemática das preocupações do grupo modernista. Tarsila coloca a imagem da máquina como ícone da sociedade industrial e moderna. Seus contornos, cores e planos modulados.
Sobre a obra de Tarsila do Amaral, é INCORRETO afirmar que:(Texto de Inaldo Antonio Prati do site Brasil Cultura)
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