Questões de EFAF Arte
5.161 Questões
Questão 21 10613438
CMJF 6° Ano - Prova de Matemática 2023TEXTO
Por que todos os pais deveriam assistir esta animação da Pixar

"Float" é baseado na relação do diretor com seu filho diagnosticado com autismo e traz ensinamentos valiosos para todas as famílias.
Por Flávia Antunes
Ver o seu filho ser hostilizado por ter algo que foge do padrão dói muito. Mesmo que você não tenha passado por isso, não é difícil ter empatia e se colocar no lugar do outro. E aí que vem a difícil questão: como lidar? Proteger demais ou deixar que ele encare as frustrações do mundo? Um curta de animação da Pixar retrata bem este dilema e vale muito a pena ser visto.
“Float”, que está disponível desde novembro para os norte-americanos na plataforma Disney+, conta a história de um menino com o poder de voar. A condição “mágica” do garoto não é bem encarada pelas pessoas ao seu redor – e seu pai decide isolar a criança, na tentativa de protegê-lo de julgamentos e olhares maldosos. Alguma semelhança com o preconceito contra características consideradas “diferentes”? Toda!
A animação, de apenas 6 minutos, é baseada justamente na relação do diretor filipino Bobby Rubio com seu filho Alex, diagnosticado no espectro autista. A história em si não fala sobre o autismo, mas serve de metáfora para qualquer pai ou membro da família que lide com condições que fogem do que é tido como “padrão”.
O único diálogo da produção é bastante simbólico. Depois de crescer recluso dentro de casa, o garoto resolve fugir um dia e flutuar pelo playground. Ele está muito feliz, mas os outros adultos do parquinho não. Quando seu pai se depara com a situação, arrasta-o para longe e exclama, frustrado: “Por que você não pode simplesmente ser normal?!”
Ao perceber o efeito da fala sobre o filho, ele logo se arrepende, sente vergonha e deixa que o baixinho voe livremente – e mais, se diverte fingindo que voa junto com ele. Como se a história não gerasse emoção o suficiente, temos também o final do curta. O último depoimento traz uma dedicatória de Rubio, que homenageia o seu filho: “Para Alex. Obrigado por me tornar um pai melhor. Dedicado com amor e compreensão a todas as famílias com crianças consideradas diferentes”.
Disponível em https://bebe.abril.com.br/familia/por-que-todos-os-pais-deveriam-assistir-esta-animacao-da-pixar/ . Acesso em 28 maio de 2022. (Adaptado).
Vocabulário:
Float: palavra de língua inglesa que significa “flutuador” ou “aquele que flutua”.
O texto apresenta uma imagem que dialoga com o enredo do filme “Float”.
Considerando a imagem na construção do sentido do texto, pode- se afirmar que o menino flutuando representa
Questão 20 10613433
CMJF 6° Ano - Prova de Matemática 2023TEXTO
Por que todos os pais deveriam assistir esta animação da Pixar

"Float" é baseado na relação do diretor com seu filho diagnosticado com autismo e traz ensinamentos valiosos para todas as famílias.
Por Flávia Antunes
Ver o seu filho ser hostilizado por ter algo que foge do padrão dói muito. Mesmo que você não tenha passado por isso, não é difícil ter empatia e se colocar no lugar do outro. E aí que vem a difícil questão: como lidar? Proteger demais ou deixar que ele encare as frustrações do mundo? Um curta de animação da Pixar retrata bem este dilema e vale muito a pena ser visto.
“Float”, que está disponível desde novembro para os norte-americanos na plataforma Disney+, conta a história de um menino com o poder de voar. A condição “mágica” do garoto não é bem encarada pelas pessoas ao seu redor – e seu pai decide isolar a criança, na tentativa de protegê-lo de julgamentos e olhares maldosos. Alguma semelhança com o preconceito contra características consideradas “diferentes”? Toda!
A animação, de apenas 6 minutos, é baseada justamente na relação do diretor filipino Bobby Rubio com seu filho Alex, diagnosticado no espectro autista. A história em si não fala sobre o autismo, mas serve de metáfora para qualquer pai ou membro da família que lide com condições que fogem do que é tido como “padrão”.
O único diálogo da produção é bastante simbólico. Depois de crescer recluso dentro de casa, o garoto resolve fugir um dia e flutuar pelo playground. Ele está muito feliz, mas os outros adultos do parquinho não. Quando seu pai se depara com a situação, arrasta-o para longe e exclama, frustrado: “Por que você não pode simplesmente ser normal?!”
Ao perceber o efeito da fala sobre o filho, ele logo se arrepende, sente vergonha e deixa que o baixinho voe livremente – e mais, se diverte fingindo que voa junto com ele. Como se a história não gerasse emoção o suficiente, temos também o final do curta. O último depoimento traz uma dedicatória de Rubio, que homenageia o seu filho: “Para Alex. Obrigado por me tornar um pai melhor. Dedicado com amor e compreensão a todas as famílias com crianças consideradas diferentes”.
Disponível em https://bebe.abril.com.br/familia/por-que-todos-os-pais-deveriam-assistir-esta-animacao-da-pixar/ . Acesso em 28 maio de 2022. (Adaptado).
Vocabulário:
Float: palavra de língua inglesa que significa “flutuador” ou “aquele que flutua”.
Entre os dois últimos parágrafos do texto, há uma relação de
Questão 9308862
AUTORAIS Autorais 2023 LP (Arte) 2023Leia o texto abaixo:
Embora os termos "cartum" e "charge" sejam frequentemente usados como sinônimos, eles possuem diferenças sutis entre si:
Um desses termos pode ser usado de forma mais ampla para se referir a qualquer desenho humorístico, e o outro é um termo mais específico que se aplica principalmente a desenhos humorísticos que fazem comentários ou críticas sobre questões políticas ou sociais.
A diferença entre cartum e charge consiste em:
Questão 2 10828390
COLUNI/UFV 1° dia 2022/1Leia o texto a seguir para a questão.
História em quadrinhos
As histórias em quadrinhos (HQs) são amplamente conhecidas, principalmente pelos clássicos de heróis e vilões. No entanto,
o gênero não se restringe a essa possibilidade, e, na realidade, é utilizado como recurso narrativo para diversas histórias, que
podem ser ficcionais ou representativas de fatos históricos. Caracterizam-se pela predominância da linguagem visual como
recurso comunicativo, no qual as cenas individuais são postas em sequência para construir-se um movimento narrativo.
[5] Nascidas e expandidas pelo surgimento da imprensa e do jornal, as histórias em quadrinhos conquistaram sua autonomia e
ampliaram seu alcance, adentrando, inclusive, o cinema. As diversidades estéticas e temáticas solidificaram a força do
gênero. [...]
O que é história em quadrinhos?
História em quadrinhos (HQ) é um texto de linguagem mista, no qual predomina o uso da linguagem visual como recurso
[10] narrativo. Além disso, esse gênero define-se por sua estrutura em pequenos quadros [...] as imagens e possíveis falas
expressam-se em uma relação de tempo-espaço no texto.
Comumente é conhecida ou como gênero lúdico, voltado principalmente ao público infantil, ou como as famosas histórias de
super-heróis, que, pelo grande sucesso que tiveram e ainda têm no grande público, confundem-se com o gênero. Entretanto,
[15] existem diversos temas, estéticas, linguagens e universos trabalhados por histórias em quadrinhos e que nem sempre são
reconhecidos, como as adaptações de textos literários, os quadrinhos de cunho mais filosófico etc.
Existem diversos tipos de quadrinhos, com estéticas e histórias próprias, como os de terror, romance, ficção científica, os que
fazem releituras de outros textos, os de gênero crime/policial, infantil, juvenil, os filosóficos, históricos etc. [...] Os quadrinhos,
por sua predominância textual na imagem, retratam os movimentos e o passar do tempo por meio da sequencialidade de
[20] imagens que representam momentos estáticos, mas que, vistos em relação aos outros quadrinhos, contam uma história.
Existem muitas HQs que só utilizam a linguagem visual e exploram as aproximações e os distanciamentos, as perspectivas,
os exageros, as cores e outros elementos, para representar ou expressar comportamentos, que são compreendidos pelo
leitor. [...]
Os quadrinhos, como os conhecemos hoje, nasceram com o uso e expansão da imprensa, pois, pelos jornais, as primeiras
[25] tirinhas foram publicadas e consumidas pelos leitores. Esse fato garantiu ao gênero uma inserção no consumo cultural, mas,
por outro lado, limitava suas publicações, pois os autores dependiam do jornal.
Por volta da década de 1930, as tirinhas já publicadas em jornais passaram a ser republicadas em revistas independentes.
Como o jornal geralmente era descartado após a leitura, essas revistas cumpriam a função de manter as tirinhas à disposição
do público. [...]
[30] Com o sucesso das primeiras revistas em quadrinhos, o mercado para esse gênero cresce e novas histórias são criadas e
publicadas, novos estilos consolidam-se, além de temas e representações políticos que passaram a ser debatidos nelas. O
sucesso dessas revistas alcançou também o mercado cinematográfico, e diversas histórias passaram a ter a sua versão em
filme. [...]
Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/historia-historia-quadrinhos.htm. Acesso em: 05 set. 2021 (Adaptado).
No excerto “[...] existem diversos temas, estéticas, linguagens e universos trabalhados por histórias em quadrinhos e que nem sempre são reconhecidos, como as adaptações de textos literários, os quadrinhos de cunho mais filosófico etc.” (linhas 15 e 16).
O trecho destacado expressa a ideia de:
Questão 24 10775711
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2022O texto abaixo se refere à questão.
QUAL É O LAZER DO JOVEM?

Pesquisa da Secretaria-Geral da Presidência da República, obtida com exclusividade pelo Estado de S. Paulo, aponta que as atividades de lazer e cultura mais populares entre os jovens de
a
anos são aquelas que não envolvem custos, como passeios em parques ou shoppings, idas a festas em casa de conhecidos e comparecimento a missas e cultos religiosos.
Cinema, teatro e espetáculo musical são realizados em proporção muito menor. A forma mais popular de lazer fora de casa é o passeio em parques e praças – atividade realizada por
dos entrevistados. Logo depois, aparecem festas na casa de amigos
seguidas por missas ou cultos religiosos
, bar com amigos
e passeios em shopping centers
. Apenas
dos jovens afirmaram ter frequentado cinema nos
dias anteriores à pesquisa, índice que despenca para
quando se trata de ida ao teatro.
Em relação à frequência em atividades de lazer e cultura pelo menos uma vez na vida, os dados são igualmente alarmantes:
dos jovens brasileiros nunca compareceram a um concerto de música clássica,
jamais foram ao teatro e
nunca estiveram em uma biblioteca fora da escola.
Nos fins de semana,
dos jovens realizam atividades de lazer fora de casa, índice significativamente superior ao daqueles que optam por fazer algo em casa
, por praticar esportes
, por visitar parentes
e por atividades religiosas
. Foram ouvidos ao todo
jovens de todos os estratos sociais para a pesquisa, cuja margem de erro é de 
O objetivo do estudo da Secretaria-Geral da Presidência é fornecer subsídio ao governo federal para implementar políticas públicas de juventude. “Os jovens têm muita vontade de passear e fazem aquilo que não custa nada como forma de se divertir nos fins de semana, alargar os horizontes e viver experiências que os tirem do universo mais restrito da casa”, diz a socióloga Helena Wendel Abramo, coordenadora de Políticas Setoriais da Secretaria Nacional de Juventude, da Secretaria-Geral.
Ainda de acordo com o texto, ao todo, foram ouvidos na pesquisa
jovens.
Esse número pode ser escrito, em notação científica, como:
Questão 21 10775708
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2022O texto abaixo se refere à questão.
QUAL É O LAZER DO JOVEM?

Pesquisa da Secretaria-Geral da Presidência da República, obtida com exclusividade pelo Estado de S. Paulo, aponta que as atividades de lazer e cultura mais populares entre os jovens de
a
anos são aquelas que não envolvem custos, como passeios em parques ou shoppings, idas a festas em casa de conhecidos e comparecimento a missas e cultos religiosos.
Cinema, teatro e espetáculo musical são realizados em proporção muito menor. A forma mais popular de lazer fora de casa é o passeio em parques e praças – atividade realizada por
dos entrevistados. Logo depois, aparecem festas na casa de amigos
seguidas por missas ou cultos religiosos
, bar com amigos
e passeios em shopping centers
. Apenas
dos jovens afirmaram ter frequentado cinema nos
dias anteriores à pesquisa, índice que despenca para
quando se trata de ida ao teatro.
Em relação à frequência em atividades de lazer e cultura pelo menos uma vez na vida, os dados são igualmente alarmantes:
dos jovens brasileiros nunca compareceram a um concerto de música clássica,
jamais foram ao teatro e
nunca estiveram em uma biblioteca fora da escola.
Nos fins de semana,
dos jovens realizam atividades de lazer fora de casa, índice significativamente superior ao daqueles que optam por fazer algo em casa
, por praticar esportes
, por visitar parentes
e por atividades religiosas
. Foram ouvidos ao todo
jovens de todos os estratos sociais para a pesquisa, cuja margem de erro é de 
O objetivo do estudo da Secretaria-Geral da Presidência é fornecer subsídio ao governo federal para implementar políticas públicas de juventude. “Os jovens têm muita vontade de passear e fazem aquilo que não custa nada como forma de se divertir nos fins de semana, alargar os horizontes e viver experiências que os tirem do universo mais restrito da casa”, diz a socióloga Helena Wendel Abramo, coordenadora de Políticas Setoriais da Secretaria Nacional de Juventude, da Secretaria-Geral.
De acordo com o texto, jovens entre
e
anos têm preferências bastante específicas em relação às atividades preferidas de lazer e cultura. Considerando o conjunto dos números racionais como referência numérica desta questão, avalie as seguintes afirmativas:
• Existem apenas
números entre
(inclusive) e
(exclusive);
• A média aritmética entre a maior e a menor idade pode ser escrito na forma fracionária a/b, com
;
• Existem exatamente 4 números primos entre
e
(inclusive);
• Para que se possam representar as idades da pesquisa a partir da representação por meio de uma propriedade, devemos escrever:
.
A quantidade de afirmações CORRETAS é:
06
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