Questões de EFAF Arte
5.161 Questões
Questão 10 10223210
CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2015TEXTO 1
O grito, de Edvard Munch

http://www.saraivaconteudo.com.br/Noticias/Post/54099. Acesso: 17/08/2015
TEXTO 2
O grito, segundo Munch
O próprio Edvard Munch deixou um pequeno texto em que fala sobre a experiência que resultou em "O Grito": "Passeava pela estrada com dois amigos, olhando o pôr-do-sol, quando o céu de repente se tornou vermelho como sangue. Parei, recostei-me na cerca, extremamente cansado - sobre o fiorde preto azulado e a cidade estendiam-se sangue e línguas de fogo. Meus amigos foram andando e eu fiquei, tremendo de medo - podia sentir um grito infinito atravessando a paisagem".
http://mestres.folha.com.br/pintores/15/curiosidades.html. Acesso: 17/08/2015
Comparando os textos 1 e 2 e considerando os seus elementos constituintes, marque o item correto.
Questão 8554677
ETECSP ETECSP 2015 1 FaseU Gerais 2015O teatro é uma das expressões artísticas criadas na Antiguidade, tendo desempenhado um importante papel na sociedade da Grécia.
De fato, tanto na tragédia como em especial na comédia antiga, isto é, na comédia ateniense do século a.C., observa-se a presença de intenção e reflexos políticos. O dramaturgo equacionava nas suas peças os problemas fundamentais da pólis, procurando oferecer possibilidades de solução e, dessa forma, atuar pedagogicamente sobre os cidadãos reunidos no teatro.
(Disponível em: http://tinyurl.com/pk2ryye. Acesso em: 01 jul. 2014. Adaptado).
De acordo com as informações apresentadas, é correto concluir que o teatro grego da Antiguidade
Questão 8554676
ETECSP ETECSP 2015 1 FaseU Gerais 2015A peça teatral O reino das futilidades, texto escrito por Berenice Gehlen Adams e Marina Strachman, discute a questão da modernização e do aumento do consumo de futilidades. O texto pretende despertar a consciência para a valorização dos recursos naturais e alertar o quanto somos induzidos a consumir em excesso.
Sobre esse tema, podemos afirmar corretamente que
Questão 6 168713
IFRJ 2015Texto II
Grafite: vandalismo ou obra de arte?
A lata de spray ainda é o megafone da periferia brasileira
Thamires Motta
Desde o início dos tempos, os homens têm necessidade de se comunicar. Seus rabiscos eram feitos com
terras de diferentes tonalidades ou ossos fossilizados misturados com água e gordura animal. Na época, eram
pintados cenários de caças e colheitas. Hoje, com tintas spray, são registradas ideias e cenas da vida cotidiana
O grafite tem início no final dos anos 1960, quando a cultura dos tags(pichações) se expandiu e cristalizou
[5] em cidades como Nova Iorque, Los Angeles e Filadélfia, explica o Mestre em Sociologia e Antropologia pela
UFRJ, David da Costa Aguiar de Souza, que afirma: Ao longo dos anos 1970, as letras dostags vão ganhando
contorno, preenchimento e adereços desenhados. Com o passar do tempo, os desenhos e adereços sobrepujam
as letras, caminhando em direção aos painéis que vemos hoje.
Mas a história do grafite não pode ser desassociada de outro movimento cultural: o Hip Hop. Formado
[10] essencialmente por 4 elementos — Dj (discotecagem), Graffiti (arte), Break (dança), Mc (música) —, o Hip
Hop fortaleceu as diversas expressões artísticas, trazidas pela vanguarda das periferias norte-americanas da
época.
Como ser notado, enquanto se é pobre e excluído pela sociedade? Essa foi a principal motivação que
propagou a cultura grafiteira: divulgar seu nome, sua crew (grupo), ser respeitado nas ruas, demarcar seu
[15] território. O grafite ilegal (ou pichação) visa principalmente a uma apropriação de forma transgressora, uma
disseminação de marcas de um indivíduo ou coletivo no espaço público, através de uma linguagem
codificada, comenta o Doutor em Antropologia Visual Ricardo de Oliveira Campos. Impulsionados pelo
calor do movimento Hip Hop, os jovens da periferia sacaram suas latas de spray como verdadeiros megafones
para dar voz, em forma de cores, ao que vivenciavam no dia a dia.
[20] O espaço público passou a ser usado com a finalidade de receber mensagens de cunho social, cultural e
político. A desobediência era uma válvula de escape, principalmente das classes sociais mais afetadas pela
desigualdade, que demonstravam suas insatisfações. Junto ao desenho, muitas vezes podemos observar
pequenas frases de cunho crítico. A pichação, muitas vezes associada ao vandalismo, pode ser uma rebeldia ao
senso comum estético, bem como uma ultrapassagem de limites que turbinam a adrenalina de quem pratica o
[25] picho. Enquanto isso, o grafite vem sendo cooptado a museus de arte e até a nichos como a moda e a decoração
de ambientes, explica David. Com a assimilação do grafite pelo dito “mundo oficial das artes plásticas”, este
tem se distanciado da pichação e adquirido o caráter de manifestação artística.
O grafite não deve ser exaltado como arte, achamos que as intervenções mais simples e as pichações
possuem um nível de expressão político-social tão alto quanto ele. Quem opina são os administradores da
[30] página Nos Muros de Bauru, um coletivo que posta quase diariamente diversas frases encontradas pichadas
nas esquinas da cidade. Geralmente, possuem críticas sociais contundentes, como sem saúde, sem paz, nosso
povo padece.
A pluralidade de vozes e estilos vai se tornando palpável e ganhando cada vez mais exposição nas cidades
espalhadas pelo mundo. Seja qual for a sua causa, com tinta látex você pode torná-la real.
Disponível em: < http://webjornalunesp.com/2014/10/06/muro-cor-acao>. Acesso em: 05 jan.2015. (Adaptação)
A partir da leitura do Texto II, pode-se afirmar que uma das funções da arte seria a de
Questão 5 168712
IFRJ 2015Texto I
Arte transforma
Walcyr Carrasco
Nasci numa pequena cidade do interior de São Paulo, Bernardino de Campos. Estruturada em torno da
estrada de ferro, a antiga Sorocabana, onde meu pai trabalhava, a cidade não cresceu de forma expressiva. A
estrada de ferro fechou. O número de habitantes? Cerca de 11 mil. Meus pais se mudaram quando eu tinha 3
anos de idade. Passei todas as minhas férias, quando criança, em Bernardino, na casa de minha avó paterna.
[5] Ainda reconheço ruas e casas. Há muito tempo não tenho nenhum parente bem próximo na cidade. Mas sinto
uma afinidade com Bernardino. Raízes contam na vida de alguém.
Por que falo tudo isso?
Há dez anos fui convidado para participar do primeiro Festival de Teatro de Bernardino de Campos
(Festar), com grupos de várias cidades do interior. Fui, é claro. Gostei de ver o entusiasmo pelas peças, a
[10] alegria dos grupos em participar. Era uma novidade. Conversando com as pessoas, descobri que Bernardino se
transformara numa campeã de suicídios. A tal ponto que, quando alguém ia comprar corda, já diziam, meio
brincando, meio assustados:
— Vai partir desta para melhor?
É que as pessoas sempre se matavam da mesma maneira, se enforcando. Olhei aquelas ruas desertas, onde a
[15] partir das 20 horas nada acontecia, e pensei:
— Que esperança, que perspectiva de vida há aqui?
Os anos se passaram, e não voltei à cidade. Para minha surpresa, no último fim de semana fui convidado a
participar da nova edição do Festar, agora comemorando dez anos. É de admirar um festival de teatro no
interior que dura dez anos. Fui bem contente. Ao chegar, descobri que Bernardino continua com suas
[20] dificuldades econômicas. Mas o prefeito apoia as artes. A Secretaria de Cultura já montou uma escola de
dança para crianças e adolescentes — totalmente gratuita. Criou-se um baile para a terceira idade que, soube,
bomba todos os fins de semana. Durante a semana do festival, as peças, infantis e adultas, tiveram casa cheia,
mesmo às 23 horas, um dos horários de apresentação. Esperava, inicialmente, textos ingênuos, bem
amadores. Preconceito meu. Entre os principais, havia Casa de bonecas, de Ibsen, sobre a independência e a
[25] dignidade da mulher; Pterodáctilos, criação de um grupo de Registro que vem arrebatando prêmios em
festivais; e a peça Um pequeno animal selvagem, do grupo Os Cogitadores, de São José do Rio Preto, escrita
por Zeno Wilde, autor paulista de vanguarda que já morreu. Era uma montagem forte, intensa, que não ficou
em cima do muro. Pelo contrário, os atores não tiveram medo de chocar. Surpreso, pensei: Arte não é só para
encantar, também pode chocar, abrir uma janela para um universo que os espectadores não conhecem.
[30] Aplaudi a peça de pé.
Em certo momento, nas conversas, perguntei sobre os casos de depressão e suicídio. Estranharam. Alguém
lembrou que isso acontecia, sim, em Bernardino há um certo tempo, mas agora não se ouve mais falar. Óbvio.
As pessoas estão criando! Mexer com as cabeças não é tão tangível como construir um viaduto. Vi essas
pessoas convivendo com música, teatro, dança, trocando experiências. A arte tem um profundo poder de
[35] transformação. É um lindo caminho, que começa a acontecer. E que com certeza cria novas consciências e um
jeito novo de viver.
Disponível em: < http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/walcyr-carrasco/noticia/2014/08/barteb-transforma.html >. Acesso em: 05 jan. 2015. (Adaptação)
Na conclusão do Texto I, atribui-se à arte o poder de
Questão 16 10737379
CMBH 6° Ano - Matemática 2014Utilize o texto a seguir para responder o item.
Uma notícia movimentou a Escola Municipal Carlos Drummond de Andrade, que fica na zona rural de Sete Lagoas. A professora de Artes colocou no mural um cartaz com a seguinte reportagem:
“Crianças entre 8 e 12 anos, da América Latina e Caribe, estão convidados a participar do concurso ‘Alimentar o mundo, cuidar do planeta. Desenhando a Agricultura Familiar’.
Promovido pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), o concurso integra as atividades mundiais que se realizam em comemoração ao Ano Internacional da Agricultura Familiar 2014.
Os desenhos serão recebidos até o dia 30 de novembro de 2014. Cada escola poderá participar com o máximo de 20 estudantes e, cada criança, poderá concorrer com apenas um desenho.”
(Fonte: http://www.rlc.fao.org/pt/programabrasilfao/sala-de-imprensa/noticias/concurso-desenhos-agricultura-familiar/, em 7/8/2014.)
Os alunos da Escola Carlos Drummond de Andrade ficaram muito animados com o concurso! A diretora apoiou a ideia e resolveu, juntamente com a professora de Artes, fazer uma seleção entre os 250 alunos matriculados, para escolher os 20 alunos representantes da escola no concurso. A tabela abaixo, traz o número de alunos por ano escolar, bem como as idades dos alunos matriculados em cada ano:

A fração que representa a divisão entre a quantidade total de alunos que serão selecionados e a quantidade de alunos da escola que têm de 8 a 12 anos é:
06
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