Questões de EFAF Arte
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Questão 8385194
AUTORAIS ART 9AF 010 ENU001 2019
Texto 1
O Brasil passava por profundas modificações sociais, políticas e econômicas no início do século . Entretanto, no terreno artístico não caminhava com a mesma velocidade. Ainda eram admirados os pintores ligados ao século anterior e o parnasianismo de Olavo Bilac e Coelho Neto, indiferentes às rupturas que a Europa e os Estados Unidos por essa época imprimiam à arte.
Por outro lado, havia um grande número de jovens artistas em contato com as mudanças que a arte estrangeira sofria e paralelamente, influenciados pelo nacionalismo, já presente na nossa arte desde o final do século anterior.
A primeira mostra de arte não acadêmica realizada no Brasil foi feita por um estrangeiro, Lasar Segall, em , nas cidades de São Paulo e Campinas. Entretanto, apesar do pioneirismo de Segall, suas exposições não causaram grande repercussão, provavelmente por ter sido muito prematura para a arte brasileira. A exposição de Anita Malfatti parece ter sido o estopim para a reunião desses artistas ansiosos por mudanças. Posteriormente, o encontro de alguns dos principais futuros líderes Modernistas com a arte de Brecheret, recém voltado da Europa, também teve grande importância no surgimento da chama Modernista.
Em , possivelmente através de uma sugestão de Di Cavalcanti, a Semana de Arte Moderna seria realizada. Reunindo diversas atividades como leituras de poemas, espetáculos de dança e exposição de artes plásticas o evento iria sacudir São Paulo dos anos .
O evento foi bastante significativo por reunir artistas talentosos ansiosos por renovações. Logo após sua realização, importantes artistas que dela participaram partiam para a Europa, enquanto outros nomes fundamentais dessa fase de nosso modernismo chegavam do continente. É o caso de Lasar Segall, que vinha fixar-se no Brasil, trazendo grandes contribuições e de Tarsila do Amaral, uma das pioneiras em concretizar os ideais da Semana de Arte Moderna, aliando a brasilidade a elementos das vanguardas europeias.
A partir de , começam a surgir as divisões do Movimento Modernista, principalmente a partir do Pau-Brasil (Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, entre alguns membros). A valorização do caráter nacional era importante e o movimento não abria mão da atualização da arte brasileira, tomando como parâmetro as produções das vanguardas internacionais.
A Antropofagia, inspirada no quadro “Abaporu” de Tarsila do Amaral e liderada por Oswald de Andrade e Raul Bopp – com seus objetivos de rompimento com a arte e a história anteriores ao movimento e seu objetivo de “devorar” as culturas estrangeiras, assimilando delas o que fosse considerado importante pelo grupo brasileiro.
(Texto extraído do Portal itaucultural.com.br)
Texto 2
A Semana de Arte Moderna é considerada um divisor de águas na história da cultura brasileira. O evento organizado por um grupo de intelectuais e artistas por ocasião do Centenário da Independência, declara o rompimento com a arte acadêmica. A defesa de um novo ponto de vista estético e o compromisso com a independência cultural do país.
Ainda que o modernismo no Brasil deva ser pensado a partir de suas expressões múltiplas - no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco etc. - a Semana de Arte Moderna é um fenômeno eminentemente urbano e paulista, conectado ao crescimento de São Paulo na década de 1920, à industrialização, à migração maciça de estrangeiros e à urbanização. Os estudiosos tendem a considerar o período de a , como a fase em que se evidencia um compromisso primeiro dos artistas com a renovação estética, beneficiada pelo contato estreito com as vanguardas europeias (cubismo, futurismo, surrealismo etc.).
Apesar da força literária do grupo modernista, as artes plásticas estão na base do movimento. O impulso teria vindo da pintura, da atuação de Di Cavalcanti à frente da organização do evento, das esculturas de Brecheret e, sobretudo, da exposição de Anita Malfatti, em . Os trabalhos de Anita desse período apresentam um compromisso com os ensinamentos da arte moderna: a pincelada livre, a problematização da relação figura/fundo, o trato da luz sem o convencional claro-escuro.
A formação italiana e a experiência francesa marcam as esculturas de Brecheret. Autor da maquete do Monumento às Bandeiras, , e de peças expostas na Semana, Brecheret é o escultor do grupo modernista, comparado aos escultores franceses Auguste Rodin e Emile Antoine Bourdelle pelos críticos da época.
Tarsila do Amaral não esteve presente ao evento de , o que não tira o seu lugar de grande expoente do modernismo brasileiro. Associando a experiência francesa aos temas nacionais, a pintora produz uma obra emblemática das preocupações do grupo modernista. Tarsila coloca a imagem da máquina como ícone da sociedade industrial e moderna. Seus contornos, cores e planos modulados.
(Texto de Inaldo Antonio Prati do site Brasil Cultura)
A obra Antropofagia, de Tarsila do Amaral, sintetiza uma das características dos modernistas, em , ou seja:

Disponível em: <http://3.bp.blogspot.com/-_4aZcLZ05E0/T-nwgn74fMI/AAAAAAAAABI/ SK8Hnm1ePuY/s400/antropofagia_original.jpg>. Acesso em:
Questão 8385192
AUTORAIS ART 9AF 010 ENU001 2019
Texto 1
O Brasil passava por profundas modificações sociais, políticas e econômicas no início do século . Entretanto, no terreno artístico não caminhava com a mesma velocidade. Ainda eram admirados os pintores ligados ao século anterior e o parnasianismo de Olavo Bilac e Coelho Neto, indiferentes às rupturas que a Europa e os Estados Unidos por essa época imprimiam à arte.
Por outro lado, havia um grande número de jovens artistas em contato com as mudanças que a arte estrangeira sofria e paralelamente, influenciados pelo nacionalismo, já presente na nossa arte desde o final do século anterior.
A primeira mostra de arte não acadêmica realizada no Brasil foi feita por um estrangeiro, Lasar Segall, em , nas cidades de São Paulo e Campinas. Entretanto, apesar do pioneirismo de Segall, suas exposições não causaram grande repercussão, provavelmente por ter sido muito prematura para a arte brasileira. A exposição de Anita Malfatti parece ter sido o estopim para a reunião desses artistas ansiosos por mudanças. Posteriormente, o encontro de alguns dos principais futuros líderes Modernistas com a arte de Brecheret, recém voltado da Europa, também teve grande importância no surgimento da chama Modernista.
Em , possivelmente através de uma sugestão de Di Cavalcanti, a Semana de Arte Moderna seria realizada. Reunindo diversas atividades como leituras de poemas, espetáculos de dança e exposição de artes plásticas o evento iria sacudir São Paulo dos anos .
O evento foi bastante significativo por reunir artistas talentosos ansiosos por renovações. Logo após sua realização, importantes artistas que dela participaram partiam para a Europa, enquanto outros nomes fundamentais dessa fase de nosso modernismo chegavam do continente. É o caso de Lasar Segall, que vinha fixar-se no Brasil, trazendo grandes contribuições e de Tarsila do Amaral, uma das pioneiras em concretizar os ideais da Semana de Arte Moderna, aliando a brasilidade a elementos das vanguardas europeias.
A partir de , começam a surgir as divisões do Movimento Modernista, principalmente a partir do Pau-Brasil (Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, entre alguns membros). A valorização do caráter nacional era importante e o movimento não abria mão da atualização da arte brasileira, tomando como parâmetro as produções das vanguardas internacionais.
A Antropofagia, inspirada no quadro “Abaporu” de Tarsila do Amaral e liderada por Oswald de Andrade e Raul Bopp – com seus objetivos de rompimento com a arte e a história anteriores ao movimento e seu objetivo de “devorar” as culturas estrangeiras, assimilando delas o que fosse considerado importante pelo grupo brasileiro.
(Texto extraído do Portal itaucultural.com.br)
Texto 2
A Semana de Arte Moderna é considerada um divisor de águas na história da cultura brasileira. O evento organizado por um grupo de intelectuais e artistas por ocasião do Centenário da Independência, declara o rompimento com a arte acadêmica. A defesa de um novo ponto de vista estético e o compromisso com a independência cultural do país.
Ainda que o modernismo no Brasil deva ser pensado a partir de suas expressões múltiplas - no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco etc. - a Semana de Arte Moderna é um fenômeno eminentemente urbano e paulista, conectado ao crescimento de São Paulo na década de 1920, à industrialização, à migração maciça de estrangeiros e à urbanização. Os estudiosos tendem a considerar o período de a , como a fase em que se evidencia um compromisso primeiro dos artistas com a renovação estética, beneficiada pelo contato estreito com as vanguardas europeias (cubismo, futurismo, surrealismo etc.).
Apesar da força literária do grupo modernista, as artes plásticas estão na base do movimento. O impulso teria vindo da pintura, da atuação de Di Cavalcanti à frente da organização do evento, das esculturas de Brecheret e, sobretudo, da exposição de Anita Malfatti, em . Os trabalhos de Anita desse período apresentam um compromisso com os ensinamentos da arte moderna: a pincelada livre, a problematização da relação figura/fundo, o trato da luz sem o convencional claro-escuro.
A formação italiana e a experiência francesa marcam as esculturas de Brecheret. Autor da maquete do Monumento às Bandeiras, , e de peças expostas na Semana, Brecheret é o escultor do grupo modernista, comparado aos escultores franceses Auguste Rodin e Emile Antoine Bourdelle pelos críticos da época.
Tarsila do Amaral não esteve presente ao evento de , o que não tira o seu lugar de grande expoente do modernismo brasileiro. Associando a experiência francesa aos temas nacionais, a pintora produz uma obra emblemática das preocupações do grupo modernista. Tarsila coloca a imagem da máquina como ícone da sociedade industrial e moderna. Seus contornos, cores e planos modulados.
(Texto de Inaldo Antonio Prati do site Brasil Cultura)
“...ainda eram admirados os pintores ligados ao século anterior e o parnasianismo de Olavo Bilac e Coelho Neto, indiferentes às rupturas que a Europa e os Estados Unidos por essa época imprimiam à arte.”
Pela leitura dos textos e a partir dos seus conhecimentos sobre o Modernismo Brasileiro, assinale a alternativa que indica apenas obras com as características citadas no trecho destacado acima como admiradas no Brasil no início do século .

Questão 8385190
AUTORAIS ART 9AF 007 ENU008 2019

(Disponível em: <https://rceliamendonca.files.wordpress.com/2014/04/dante-e-beatrice_salvatore-
postiglione-italian-1861-1906_thumb.jpg?w=695&h=470>)

(Disponível em: <https://rceliamendonca.files.wordpress.com/2014/04/dante-e-beatrice_salvatore-
postiglione-italian-1861-1906_thumb.jpg?w=695&h=470>)
No fim do Purgatório, em "A Divina Comédia", Dante está prestes a entrar no Paraíso. O que acontece com ele neste momento?
Despede-se de Virgílio, pois este não pode ter acesso ao Paraíso.
Tem sua memória apagada ao beber a água do rio Lete.
Encontra Beatrice, que o levará na jornada do Paraíso.
Encontra alguns pecadores que tiveram permissão para seguir ao Paraíso.
Estão CORRETAS as afirmações:
Questão 8385172
AUTORAIS ART 9AF 007 ENU006 2019

(Disponível em: <http://wertical.com/wp-content/uploads/2012/05/216-e1335969391250.jpg>)

(Disponível em: <http://wertical.com/wp-content/uploads/2012/05/216-e1335969391250.jpg>)
Em 1943, Picasso conhece a pintora Françoise e encontra um pouco de paz. Isso porque:
Questão 8385170
AUTORAIS ART 9AF 007 ENU006 2019
PICASSO, Pablo. Marie Therese. . Disponível em: <http://web.guggenheim.org/exhibitions/picasso/content/images/picasso_x.2009.1276_m.jpg>. Acesso em: mai. .
Observando a obra Marie Therese. , é CORRETO afirmar que:
Questão 8385169
AUTORAIS ART 9AF 007 ENU006 2019Nas décadas subsequentes a , Picasso criou sua própria invenção formal, gerando uma nova visão antinaturalista. Qual das obras abaixo revela essa invenção do artista?
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