Questões de EFAF Arte
5.161 Questões
Questão 8385218
AUTORAIS ART 9AF 010 ENU005 2019
Texto I
Admirável Chip Novo (Pitty)
Pane no sistema, alguém me desconfigurou
Aonde estão meus olhos de robô?
Eu não sabia, eu não tinha percebido
Eu sempre achei que era vivo
Parafuso e fluído em lugar de articulação
Até achava que aqui batia um coração
Nada é orgânico, é tudo programado
E eu achando que tinha me libertado
Mas lá vem eles novamente
E eu sei o que vão fazer:
Reinstalar o sistema
Pense, fale, compre, beba
Leia, vote, não se esqueça
Use, seja, ouça, diga
Tenha, more, gaste e viva
Pense, fale, compre, beba
Leia, vote, não se esqueça
Use, seja, ouça, diga...
Não senhor, Sim senhor
Não senhor, Sim senhor
Texto II
Grafite em muro da cidade de Londres, Inglaterra. “Consumidores gastam a vida atrás das barras”

Disponível em: <http://img.over-blog.com/332x500/0/41/70/57/STREET-ART-HOMME-BOUEE/ code-barre-consumers-by-m.a.r.c-.jpg>. Acesso em: mai. .
Texto III
“Nós americanos, passamos a vezes mais tempo comprando do que os Europeus. Assim, estamos nesta situação ridícula, vamos trabalhar talvez em dois empregos e quando chegamos em casa exaustos e sentamos no sofá novo para ver televisão, os anúncios dizem que não prestamos, então vamos às compras para nos sentirmos melhor, depois trabalhamos mais para pagar o que compramos, e chegamos em casa mais cansados, vemos mais televisão, que nos diz para fazermos compras outra vez e estamos neste ciclo de ’trabalhar-ver-comprar’. E podíamos simplesmente parar.”
A frase “reinstalar o sistema” na música de Pitty (texto ) pode ser relacionada à seguinte frase do texto :(Texto do vídeo “A história das coisas”, de Annie Leonard)
Questão 8385210
AUTORAIS ART 9AF 010 ENU002 2019De acordo com o Manifesto Antropófago escrito por Oswald de Andrade, os artistas brasileiros tinham que:
Questão 8385202
AUTORAIS ART 9AF 010 ENU002 2019O escritor e jornalista Monteiro Lobato escreveu uma severa critica intitulada “Paranoia ou Mistificação"” a respeito de uma exposição de Arte Moderna ocorrida em . A quem se endereçava essa critica"
Questão 8385200
AUTORAIS ART 9AF 010 ENU001 2019
Texto 1
O Brasil passava por profundas modificações sociais, políticas e econômicas no início do século . Entretanto, no terreno artístico não caminhava com a mesma velocidade. Ainda eram admirados os pintores ligados ao século anterior e o parnasianismo de Olavo Bilac e Coelho Neto, indiferentes às rupturas que a Europa e os Estados Unidos por essa época imprimiam à arte.
Por outro lado, havia um grande número de jovens artistas em contato com as mudanças que a arte estrangeira sofria e paralelamente, influenciados pelo nacionalismo, já presente na nossa arte desde o final do século anterior.
A primeira mostra de arte não acadêmica realizada no Brasil foi feita por um estrangeiro, Lasar Segall, em , nas cidades de São Paulo e Campinas. Entretanto, apesar do pioneirismo de Segall, suas exposições não causaram grande repercussão, provavelmente por ter sido muito prematura para a arte brasileira. A exposição de Anita Malfatti parece ter sido o estopim para a reunião desses artistas ansiosos por mudanças. Posteriormente, o encontro de alguns dos principais futuros líderes Modernistas com a arte de Brecheret, recém voltado da Europa, também teve grande importância no surgimento da chama Modernista.
Em , possivelmente através de uma sugestão de Di Cavalcanti, a Semana de Arte Moderna seria realizada. Reunindo diversas atividades como leituras de poemas, espetáculos de dança e exposição de artes plásticas o evento iria sacudir São Paulo dos anos .
O evento foi bastante significativo por reunir artistas talentosos ansiosos por renovações. Logo após sua realização, importantes artistas que dela participaram partiam para a Europa, enquanto outros nomes fundamentais dessa fase de nosso modernismo chegavam do continente. É o caso de Lasar Segall, que vinha fixar-se no Brasil, trazendo grandes contribuições e de Tarsila do Amaral, uma das pioneiras em concretizar os ideais da Semana de Arte Moderna, aliando a brasilidade a elementos das vanguardas europeias.
A partir de , começam a surgir as divisões do Movimento Modernista, principalmente a partir do Pau-Brasil (Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, entre alguns membros). A valorização do caráter nacional era importante e o movimento não abria mão da atualização da arte brasileira, tomando como parâmetro as produções das vanguardas internacionais.
A Antropofagia, inspirada no quadro “Abaporu” de Tarsila do Amaral e liderada por Oswald de Andrade e Raul Bopp – com seus objetivos de rompimento com a arte e a história anteriores ao movimento e seu objetivo de “devorar” as culturas estrangeiras, assimilando delas o que fosse considerado importante pelo grupo brasileiro.
(Texto extraído do Portal itaucultural.com.br)
Texto 2
A Semana de Arte Moderna é considerada um divisor de águas na história da cultura brasileira. O evento organizado por um grupo de intelectuais e artistas por ocasião do Centenário da Independência, declara o rompimento com a arte acadêmica. A defesa de um novo ponto de vista estético e o compromisso com a independência cultural do país.
Ainda que o modernismo no Brasil deva ser pensado a partir de suas expressões múltiplas - no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco etc. - a Semana de Arte Moderna é um fenômeno eminentemente urbano e paulista, conectado ao crescimento de São Paulo na década de 1920, à industrialização, à migração maciça de estrangeiros e à urbanização. Os estudiosos tendem a considerar o período de a , como a fase em que se evidencia um compromisso primeiro dos artistas com a renovação estética, beneficiada pelo contato estreito com as vanguardas europeias (cubismo, futurismo, surrealismo etc.).
Apesar da força literária do grupo modernista, as artes plásticas estão na base do movimento. O impulso teria vindo da pintura, da atuação de Di Cavalcanti à frente da organização do evento, das esculturas de Brecheret e, sobretudo, da exposição de Anita Malfatti, em . Os trabalhos de Anita desse período apresentam um compromisso com os ensinamentos da arte moderna: a pincelada livre, a problematização da relação figura/fundo, o trato da luz sem o convencional claro-escuro.
A formação italiana e a experiência francesa marcam as esculturas de Brecheret. Autor da maquete do Monumento às Bandeiras, , e de peças expostas na Semana, Brecheret é o escultor do grupo modernista, comparado aos escultores franceses Auguste Rodin e Emile Antoine Bourdelle pelos críticos da época.
Tarsila do Amaral não esteve presente ao evento de , o que não tira o seu lugar de grande expoente do modernismo brasileiro. Associando a experiência francesa aos temas nacionais, a pintora produz uma obra emblemática das preocupações do grupo modernista. Tarsila coloca a imagem da máquina como ícone da sociedade industrial e moderna. Seus contornos, cores e planos modulados.
Além da música erudita de Villa-Lobos, outros ritmos populares ganharam espaço durante o modernismo. São eles:(Texto de Inaldo Antonio Prati do site Brasil Cultura)
Questão 8385198
AUTORAIS ART 9AF 010 ENU001 2019
Texto 1
O Brasil passava por profundas modificações sociais, políticas e econômicas no início do século . Entretanto, no terreno artístico não caminhava com a mesma velocidade. Ainda eram admirados os pintores ligados ao século anterior e o parnasianismo de Olavo Bilac e Coelho Neto, indiferentes às rupturas que a Europa e os Estados Unidos por essa época imprimiam à arte.
Por outro lado, havia um grande número de jovens artistas em contato com as mudanças que a arte estrangeira sofria e paralelamente, influenciados pelo nacionalismo, já presente na nossa arte desde o final do século anterior.
A primeira mostra de arte não acadêmica realizada no Brasil foi feita por um estrangeiro, Lasar Segall, em , nas cidades de São Paulo e Campinas. Entretanto, apesar do pioneirismo de Segall, suas exposições não causaram grande repercussão, provavelmente por ter sido muito prematura para a arte brasileira. A exposição de Anita Malfatti parece ter sido o estopim para a reunião desses artistas ansiosos por mudanças. Posteriormente, o encontro de alguns dos principais futuros líderes Modernistas com a arte de Brecheret, recém voltado da Europa, também teve grande importância no surgimento da chama Modernista.
Em , possivelmente através de uma sugestão de Di Cavalcanti, a Semana de Arte Moderna seria realizada. Reunindo diversas atividades como leituras de poemas, espetáculos de dança e exposição de artes plásticas o evento iria sacudir São Paulo dos anos .
O evento foi bastante significativo por reunir artistas talentosos ansiosos por renovações. Logo após sua realização, importantes artistas que dela participaram partiam para a Europa, enquanto outros nomes fundamentais dessa fase de nosso modernismo chegavam do continente. É o caso de Lasar Segall, que vinha fixar-se no Brasil, trazendo grandes contribuições e de Tarsila do Amaral, uma das pioneiras em concretizar os ideais da Semana de Arte Moderna, aliando a brasilidade a elementos das vanguardas europeias.
A partir de , começam a surgir as divisões do Movimento Modernista, principalmente a partir do Pau-Brasil (Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, entre alguns membros). A valorização do caráter nacional era importante e o movimento não abria mão da atualização da arte brasileira, tomando como parâmetro as produções das vanguardas internacionais.
A Antropofagia, inspirada no quadro “Abaporu” de Tarsila do Amaral e liderada por Oswald de Andrade e Raul Bopp – com seus objetivos de rompimento com a arte e a história anteriores ao movimento e seu objetivo de “devorar” as culturas estrangeiras, assimilando delas o que fosse considerado importante pelo grupo brasileiro.
(Texto extraído do Portal itaucultural.com.br)
Texto 2
A Semana de Arte Moderna é considerada um divisor de águas na história da cultura brasileira. O evento organizado por um grupo de intelectuais e artistas por ocasião do Centenário da Independência, declara o rompimento com a arte acadêmica. A defesa de um novo ponto de vista estético e o compromisso com a independência cultural do país.
Ainda que o modernismo no Brasil deva ser pensado a partir de suas expressões múltiplas - no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco etc. - a Semana de Arte Moderna é um fenômeno eminentemente urbano e paulista, conectado ao crescimento de São Paulo na década de 1920, à industrialização, à migração maciça de estrangeiros e à urbanização. Os estudiosos tendem a considerar o período de a , como a fase em que se evidencia um compromisso primeiro dos artistas com a renovação estética, beneficiada pelo contato estreito com as vanguardas europeias (cubismo, futurismo, surrealismo etc.).
Apesar da força literária do grupo modernista, as artes plásticas estão na base do movimento. O impulso teria vindo da pintura, da atuação de Di Cavalcanti à frente da organização do evento, das esculturas de Brecheret e, sobretudo, da exposição de Anita Malfatti, em . Os trabalhos de Anita desse período apresentam um compromisso com os ensinamentos da arte moderna: a pincelada livre, a problematização da relação figura/fundo, o trato da luz sem o convencional claro-escuro.
A formação italiana e a experiência francesa marcam as esculturas de Brecheret. Autor da maquete do Monumento às Bandeiras, , e de peças expostas na Semana, Brecheret é o escultor do grupo modernista, comparado aos escultores franceses Auguste Rodin e Emile Antoine Bourdelle pelos críticos da época.
Tarsila do Amaral não esteve presente ao evento de , o que não tira o seu lugar de grande expoente do modernismo brasileiro. Associando a experiência francesa aos temas nacionais, a pintora produz uma obra emblemática das preocupações do grupo modernista. Tarsila coloca a imagem da máquina como ícone da sociedade industrial e moderna. Seus contornos, cores e planos modulados.
(Texto de Inaldo Antonio Prati do site Brasil Cultura)
“Escrevo música obedecendo a um imperioso mandato interior... E escrevo música brasileira porque me sinto possuído pela vida do Brasil, seus cantos, seus filhos e seus sonhos. Suas esperanças e suas realizações.”
(VILLA-LOBOS, Heitor, apud NEVES, J. M. Música contemporânea brasileira. São Paulo: Record, . p. .)
Sobre Heitor Villa-Lobos é correto dizer que:
Questão 8385197
AUTORAIS ART 9AF 010 ENU001 2019
Texto 1
O Brasil passava por profundas modificações sociais, políticas e econômicas no início do século . Entretanto, no terreno artístico não caminhava com a mesma velocidade. Ainda eram admirados os pintores ligados ao século anterior e o parnasianismo de Olavo Bilac e Coelho Neto, indiferentes às rupturas que a Europa e os Estados Unidos por essa época imprimiam à arte.
Por outro lado, havia um grande número de jovens artistas em contato com as mudanças que a arte estrangeira sofria e paralelamente, influenciados pelo nacionalismo, já presente na nossa arte desde o final do século anterior.
A primeira mostra de arte não acadêmica realizada no Brasil foi feita por um estrangeiro, Lasar Segall, em , nas cidades de São Paulo e Campinas. Entretanto, apesar do pioneirismo de Segall, suas exposições não causaram grande repercussão, provavelmente por ter sido muito prematura para a arte brasileira. A exposição de Anita Malfatti parece ter sido o estopim para a reunião desses artistas ansiosos por mudanças. Posteriormente, o encontro de alguns dos principais futuros líderes Modernistas com a arte de Brecheret, recém voltado da Europa, também teve grande importância no surgimento da chama Modernista.
Em , possivelmente através de uma sugestão de Di Cavalcanti, a Semana de Arte Moderna seria realizada. Reunindo diversas atividades como leituras de poemas, espetáculos de dança e exposição de artes plásticas o evento iria sacudir São Paulo dos anos .
O evento foi bastante significativo por reunir artistas talentosos ansiosos por renovações. Logo após sua realização, importantes artistas que dela participaram partiam para a Europa, enquanto outros nomes fundamentais dessa fase de nosso modernismo chegavam do continente. É o caso de Lasar Segall, que vinha fixar-se no Brasil, trazendo grandes contribuições e de Tarsila do Amaral, uma das pioneiras em concretizar os ideais da Semana de Arte Moderna, aliando a brasilidade a elementos das vanguardas europeias.
A partir de , começam a surgir as divisões do Movimento Modernista, principalmente a partir do Pau-Brasil (Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, entre alguns membros). A valorização do caráter nacional era importante e o movimento não abria mão da atualização da arte brasileira, tomando como parâmetro as produções das vanguardas internacionais.
A Antropofagia, inspirada no quadro “Abaporu” de Tarsila do Amaral e liderada por Oswald de Andrade e Raul Bopp – com seus objetivos de rompimento com a arte e a história anteriores ao movimento e seu objetivo de “devorar” as culturas estrangeiras, assimilando delas o que fosse considerado importante pelo grupo brasileiro.
(Texto extraído do Portal itaucultural.com.br)
Texto 2
A Semana de Arte Moderna é considerada um divisor de águas na história da cultura brasileira. O evento organizado por um grupo de intelectuais e artistas por ocasião do Centenário da Independência, declara o rompimento com a arte acadêmica. A defesa de um novo ponto de vista estético e o compromisso com a independência cultural do país.
Ainda que o modernismo no Brasil deva ser pensado a partir de suas expressões múltiplas - no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco etc. - a Semana de Arte Moderna é um fenômeno eminentemente urbano e paulista, conectado ao crescimento de São Paulo na década de 1920, à industrialização, à migração maciça de estrangeiros e à urbanização. Os estudiosos tendem a considerar o período de a , como a fase em que se evidencia um compromisso primeiro dos artistas com a renovação estética, beneficiada pelo contato estreito com as vanguardas europeias (cubismo, futurismo, surrealismo etc.).
Apesar da força literária do grupo modernista, as artes plásticas estão na base do movimento. O impulso teria vindo da pintura, da atuação de Di Cavalcanti à frente da organização do evento, das esculturas de Brecheret e, sobretudo, da exposição de Anita Malfatti, em . Os trabalhos de Anita desse período apresentam um compromisso com os ensinamentos da arte moderna: a pincelada livre, a problematização da relação figura/fundo, o trato da luz sem o convencional claro-escuro.
A formação italiana e a experiência francesa marcam as esculturas de Brecheret. Autor da maquete do Monumento às Bandeiras, , e de peças expostas na Semana, Brecheret é o escultor do grupo modernista, comparado aos escultores franceses Auguste Rodin e Emile Antoine Bourdelle pelos críticos da época.
Tarsila do Amaral não esteve presente ao evento de , o que não tira o seu lugar de grande expoente do modernismo brasileiro. Associando a experiência francesa aos temas nacionais, a pintora produz uma obra emblemática das preocupações do grupo modernista. Tarsila coloca a imagem da máquina como ícone da sociedade industrial e moderna. Seus contornos, cores e planos modulados.
Os organizadores da Semana de Arte Moderna de apresentaram um manifesto defendendo:(Texto de Inaldo Antonio Prati do site Brasil Cultura)
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)