Questões de EFAF Arte
5.161 Questões
Questão 8385287
AUTORAIS ART 9AF 007 ENU008 2019

(Disponível em: <https://66.media.tumblr.com/b36372bfc87448432f9ddb25c138cdaf/tumblr_
pa4l3qNxNC1reqpiko4_250.jpg>)

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No décimo fosso do oitavo círculo, encontra-se Bertran de Born, condenado a ter a cabeça separada do corpo para sempre. Por que sua cabeça está separada do corpo?
Questão 8385286
AUTORAIS ART 9AF 007 ENU008 2019

(Disponível em: <https://www.conversations.switchhealthcare.com/wp-content/uploads/
2017/08/8th-Circle-of-Hell.jpg>)

(Disponível em: <https://www.conversations.switchhealthcare.com/wp-content/uploads/
2017/08/8th-Circle-of-Hell.jpg>)
No segundo fosso do 8º circulo, estão os aduladores e lisonjeiros, imersos em fezes e esterco. O que as fezes e o esterco representam?
Questão 8385285
AUTORAIS ART 9AF 007 ENU008 2019

(Disponível em: <https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/78/Paris_2010_-_Le_Penseur.jpg>)

(Disponível em: <https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/78/Paris_2010_-_Le_Penseur.jpg>)
O Pensador, acima, é uma das mais famosas esculturas de bronze do escultor francês Auguste Rodin. Sobre a obra, podemos afirmar que:
Procurava, originalmente, retratar Dante em frente dos Portões do Inferno.
Retrata um homem em meditação soberba, lutando com uma poderosa força interna.
Mostra um homem nu, pois Rodin queria uma figura heróica à la Michelangelo para representar o pensamento assim como a poesia.
Apresenta um homem triste após ser exilado de sua cidade natal.
Mostra um homem no limbo do Inferno, prestes a desistir e voltar para a selva.
Estão CORRETAS as afirmações:
Questão 8385277
AUTORAIS ART 9AF 010 ENU001 2019
Além da música erudita de Villa-Lobos, outros ritmos populares ganharam espaço durante o modernismo. São eles:Texto 1
O Brasil passava por profundas modificações sociais, políticas e econômicas no início do século XX. Entretanto, no terreno artístico não caminhava com a mesma velocidade. Ainda eram admirados os pintores ligados ao século anterior e o parnasianismo de Olavo Bilac e Coelho Neto, indiferentes às rupturas que a Europa e os Estados Unidos por essa época imprimiam à arte. Por outro lado, havia um grande número de jovens artistas em contato com as mudanças que a arte estrangeira sofria e paralelamente, influenciados pelo nacionalismo, já presente na nossa arte desde o final do século anterior. A primeira mostra de arte não acadêmica realizada no Brasil foi feita por um estrangeiro, Lasar Segall, em 1913, nas cidades de São Paulo e Campinas. Entretanto, apesar do pioneirismo de Segall, suas exposições não causaram grande repercussão, provavelmente por ter sido muito prematura para a arte brasileira. A exposição de Anita Malfatti parece ter sido o estopim para a reunião desses artistas ansiosos por mudanças. Posteriormente, o encontro de alguns dos principais futuros líderes Modernistas com a arte de Brecheret, recém voltado da Europa, também teve grande importância no surgimento da chama Modernista. Em 1922, possivelmente através de uma sugestão de Di Cavalcanti, a Semana de Arte Moderna seria realizada. Reunindo diversas atividades como leituras de poemas, espetáculos de dança e exposição de artes plásticas o evento iria sacudir São Paulo dos anos 20. O evento foi bastante significativo por reunir artistas talentosos ansiosos por renovações. Logo após sua realização, importantes artistas que dela participaram partiam para a Europa, enquanto outros nomes fundamentais dessa fase de nosso modernismo chegavam do continente. É o caso de Lasar Segall, que vinha fixar-se no Brasil, trazendo grandes contribuições e de Tarsila do Amaral, uma das pioneiras em concretizar os ideais da Semana de Arte Moderna, aliando a brasilidade a elementos das vanguardas europeias. A partir de 1924, começam a surgir as divisões do Movimento Modernista, principalmente a partir do Pau-Brasil (Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, entre alguns membros). A valorização do caráter nacional era importante e o movimento não abria mão da atualização da arte brasileira, tomando como parâmetro as produções das vanguardas internacionais. A Antropofagia, inspirada no quadro “Abaporu” de Tarsila do Amaral e liderada por Oswald de Andrade e Raul Bopp – com seus objetivos de rompimento com a arte e a história anteriores ao movimento e seu objetivo de “devorar” as culturas estrangeiras, assimilando delas o que fosse considerado importante pelo grupo brasileiro.
(Texto extraído do Portal itaucultural.com.br)
Texto 2
A Semana de Arte Moderna é considerada um divisor de águas na história da cultura brasileira. O evento organizado por um grupo de intelectuais e artistas por ocasião do Centenário da Independência, declara o rompimento com a arte acadêmica. A defesa de um novo ponto de vista estético e o compromisso com a independência cultural do país. Ainda que o modernismo no Brasil deva ser pensado a partir de suas expressões múltiplas - no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco etc. - a Semana de Arte Moderna é um fenômeno eminentemente urbano e paulista, conectado ao crescimento de São Paulo na década de 1920, à industrialização, à migração maciça de estrangeiros e à urbanização. Os estudiosos tendem a considerar o período de 1922 a 1930, como a fase em que se evidencia um compromisso primeiro dos artistas com a renovação estética, beneficiada pelo contato estreito com as vanguardas europeias (cubismo, futurismo, surrealismo etc.). Apesar da força literária do grupo modernista, as artes plásticas estão na base do movimento. O impulso teria vindo da pintura, da atuação de Di Cavalcanti à frente da organização do evento, das esculturas de Brecheret e, sobretudo, da exposição de Anita Malfatti, em 1917. Os trabalhos de Anita desse período apresentam um compromisso com os ensinamentos da arte moderna: a pincelada livre, a problematização da relação figura/fundo, o trato da luz sem o convencional claro-escuro. A formação italiana e a experiência francesa marcam as esculturas de Brecheret. Autor da maquete do Monumento às Bandeiras, 1920, e de 12 peças expostas na Semana, Brecheret é o escultor do grupo modernista, comparado aos escultores franceses Auguste Rodin e Emile Antoine Bourdelle pelos críticos da época. Tarsila do Amaral não esteve presente ao evento de 1922, o que não tira o seu lugar de grande expoente do modernismo brasileiro. Associando a experiência francesa aos temas nacionais, a pintora produz uma obra emblemática das preocupações do grupo modernista. Tarsila coloca a imagem da máquina como ícone da sociedade industrial e moderna. Seus contornos, cores e planos modulados.
(Texto de Inaldo Antonio Prati do site Brasil Cultura)
Questão 8385276
AUTORAIS ART 9AF 010 ENU001 2019
Sobre a obra de Tarsila do Amaral, é incorreto afirmar que:Texto 1
O Brasil passava por profundas modificações sociais, políticas e econômicas no início do século XX. Entretanto, no terreno artístico não caminhava com a mesma velocidade. Ainda eram admirados os pintores ligados ao século anterior e o parnasianismo de Olavo Bilac e Coelho Neto, indiferentes às rupturas que a Europa e os Estados Unidos por essa época imprimiam à arte. Por outro lado, havia um grande número de jovens artistas em contato com as mudanças que a arte estrangeira sofria e paralelamente, influenciados pelo nacionalismo, já presente na nossa arte desde o final do século anterior. A primeira mostra de arte não acadêmica realizada no Brasil foi feita por um estrangeiro, Lasar Segall, em 1913, nas cidades de São Paulo e Campinas. Entretanto, apesar do pioneirismo de Segall, suas exposições não causaram grande repercussão, provavelmente por ter sido muito prematura para a arte brasileira. A exposição de Anita Malfatti parece ter sido o estopim para a reunião desses artistas ansiosos por mudanças. Posteriormente, o encontro de alguns dos principais futuros líderes Modernistas com a arte de Brecheret, recém voltado da Europa, também teve grande importância no surgimento da chama Modernista. Em 1922, possivelmente através de uma sugestão de Di Cavalcanti, a Semana de Arte Moderna seria realizada. Reunindo diversas atividades como leituras de poemas, espetáculos de dança e exposição de artes plásticas o evento iria sacudir São Paulo dos anos 20. O evento foi bastante significativo por reunir artistas talentosos ansiosos por renovações. Logo após sua realização, importantes artistas que dela participaram partiam para a Europa, enquanto outros nomes fundamentais dessa fase de nosso modernismo chegavam do continente. É o caso de Lasar Segall, que vinha fixar-se no Brasil, trazendo grandes contribuições e de Tarsila do Amaral, uma das pioneiras em concretizar os ideais da Semana de Arte Moderna, aliando a brasilidade a elementos das vanguardas europeias. A partir de 1924, começam a surgir as divisões do Movimento Modernista, principalmente a partir do Pau-Brasil (Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, entre alguns membros). A valorização do caráter nacional era importante e o movimento não abria mão da atualização da arte brasileira, tomando como parâmetro as produções das vanguardas internacionais. A Antropofagia, inspirada no quadro “Abaporu” de Tarsila do Amaral e liderada por Oswald de Andrade e Raul Bopp – com seus objetivos de rompimento com a arte e a história anteriores ao movimento e seu objetivo de “devorar” as culturas estrangeiras, assimilando delas o que fosse considerado importante pelo grupo brasileiro.
(Texto extraído do Portal itaucultural.com.br)
Texto 2
A Semana de Arte Moderna é considerada um divisor de águas na história da cultura brasileira. O evento organizado por um grupo de intelectuais e artistas por ocasião do Centenário da Independência, declara o rompimento com a arte acadêmica. A defesa de um novo ponto de vista estético e o compromisso com a independência cultural do país. Ainda que o modernismo no Brasil deva ser pensado a partir de suas expressões múltiplas - no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco etc. - a Semana de Arte Moderna é um fenômeno eminentemente urbano e paulista, conectado ao crescimento de São Paulo na década de 1920, à industrialização, à migração maciça de estrangeiros e à urbanização. Os estudiosos tendem a considerar o período de 1922 a 1930, como a fase em que se evidencia um compromisso primeiro dos artistas com a renovação estética, beneficiada pelo contato estreito com as vanguardas europeias (cubismo, futurismo, surrealismo etc.). Apesar da força literária do grupo modernista, as artes plásticas estão na base do movimento. O impulso teria vindo da pintura, da atuação de Di Cavalcanti à frente da organização do evento, das esculturas de Brecheret e, sobretudo, da exposição de Anita Malfatti, em 1917. Os trabalhos de Anita desse período apresentam um compromisso com os ensinamentos da arte moderna: a pincelada livre, a problematização da relação figura/fundo, o trato da luz sem o convencional claro-escuro. A formação italiana e a experiência francesa marcam as esculturas de Brecheret. Autor da maquete do Monumento às Bandeiras, 1920, e de 12 peças expostas na Semana, Brecheret é o escultor do grupo modernista, comparado aos escultores franceses Auguste Rodin e Emile Antoine Bourdelle pelos críticos da época. Tarsila do Amaral não esteve presente ao evento de 1922, o que não tira o seu lugar de grande expoente do modernismo brasileiro. Associando a experiência francesa aos temas nacionais, a pintora produz uma obra emblemática das preocupações do grupo modernista. Tarsila coloca a imagem da máquina como ícone da sociedade industrial e moderna. Seus contornos, cores e planos modulados.
(Texto de Inaldo Antonio Prati do site Brasil Cultura)
Questão 8385275
AUTORAIS ART 9AF 010 ENU001 2019
Texto 1
O Brasil passava por profundas modificações sociais, políticas e econômicas no início do século XX. Entretanto, no terreno artístico não caminhava com a mesma velocidade. Ainda eram admirados os pintores ligados ao século anterior e o parnasianismo de Olavo Bilac e Coelho Neto, indiferentes às rupturas que a Europa e os Estados Unidos por essa época imprimiam à arte. Por outro lado, havia um grande número de jovens artistas em contato com as mudanças que a arte estrangeira sofria e paralelamente, influenciados pelo nacionalismo, já presente na nossa arte desde o final do século anterior. A primeira mostra de arte não acadêmica realizada no Brasil foi feita por um estrangeiro, Lasar Segall, em 1913, nas cidades de São Paulo e Campinas. Entretanto, apesar do pioneirismo de Segall, suas exposições não causaram grande repercussão, provavelmente por ter sido muito prematura para a arte brasileira. A exposição de Anita Malfatti parece ter sido o estopim para a reunião desses artistas ansiosos por mudanças. Posteriormente, o encontro de alguns dos principais futuros líderes Modernistas com a arte de Brecheret, recém voltado da Europa, também teve grande importância no surgimento da chama Modernista. Em 1922, possivelmente através de uma sugestão de Di Cavalcanti, a Semana de Arte Moderna seria realizada. Reunindo diversas atividades como leituras de poemas, espetáculos de dança e exposição de artes plásticas o evento iria sacudir São Paulo dos anos 20. O evento foi bastante significativo por reunir artistas talentosos ansiosos por renovações. Logo após sua realização, importantes artistas que dela participaram partiam para a Europa, enquanto outros nomes fundamentais dessa fase de nosso modernismo chegavam do continente. É o caso de Lasar Segall, que vinha fixar-se no Brasil, trazendo grandes contribuições e de Tarsila do Amaral, uma das pioneiras em concretizar os ideais da Semana de Arte Moderna, aliando a brasilidade a elementos das vanguardas europeias. A partir de 1924, começam a surgir as divisões do Movimento Modernista, principalmente a partir do Pau-Brasil (Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, entre alguns membros). A valorização do caráter nacional era importante e o movimento não abria mão da atualização da arte brasileira, tomando como parâmetro as produções das vanguardas internacionais. A Antropofagia, inspirada no quadro “Abaporu” de Tarsila do Amaral e liderada por Oswald de Andrade e Raul Bopp – com seus objetivos de rompimento com a arte e a história anteriores ao movimento e seu objetivo de “devorar” as culturas estrangeiras, assimilando delas o que fosse considerado importante pelo grupo brasileiro.
(Texto extraído do Portal itaucultural.com.br)
Texto 2
A Semana de Arte Moderna é considerada um divisor de águas na história da cultura brasileira. O evento organizado por um grupo de intelectuais e artistas por ocasião do Centenário da Independência, declara o rompimento com a arte acadêmica. A defesa de um novo ponto de vista estético e o compromisso com a independência cultural do país. Ainda que o modernismo no Brasil deva ser pensado a partir de suas expressões múltiplas - no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco etc. - a Semana de Arte Moderna é um fenômeno eminentemente urbano e paulista, conectado ao crescimento de São Paulo na década de 1920, à industrialização, à migração maciça de estrangeiros e à urbanização. Os estudiosos tendem a considerar o período de 1922 a 1930, como a fase em que se evidencia um compromisso primeiro dos artistas com a renovação estética, beneficiada pelo contato estreito com as vanguardas europeias (cubismo, futurismo, surrealismo etc.). Apesar da força literária do grupo modernista, as artes plásticas estão na base do movimento. O impulso teria vindo da pintura, da atuação de Di Cavalcanti à frente da organização do evento, das esculturas de Brecheret e, sobretudo, da exposição de Anita Malfatti, em 1917. Os trabalhos de Anita desse período apresentam um compromisso com os ensinamentos da arte moderna: a pincelada livre, a problematização da relação figura/fundo, o trato da luz sem o convencional claro-escuro. A formação italiana e a experiência francesa marcam as esculturas de Brecheret. Autor da maquete do Monumento às Bandeiras, 1920, e de 12 peças expostas na Semana, Brecheret é o escultor do grupo modernista, comparado aos escultores franceses Auguste Rodin e Emile Antoine Bourdelle pelos críticos da época. Tarsila do Amaral não esteve presente ao evento de 1922, o que não tira o seu lugar de grande expoente do modernismo brasileiro. Associando a experiência francesa aos temas nacionais, a pintora produz uma obra emblemática das preocupações do grupo modernista. Tarsila coloca a imagem da máquina como ícone da sociedade industrial e moderna. Seus contornos, cores e planos modulados.
(Texto de Inaldo Antonio Prati do site Brasil Cultura)
“Escrevo música obedecendo a um imperioso mandato interior... E escrevo música brasileira porque me sinto possuído pela vida do Brasil, seus cantos, seus filhos e seus sonhos. Suas esperanças e suas realizações.” (VILLA-LOBOS, Heitor, apud NEVES, J. M. Música contemporânea brasileira. São Paulo: Record, 1986. p. 53.)
Sobre Heitor Villa-Lobos é correto dizer que:
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