Questões de EFAF Arte
5.161 Questões
Questão 11 10737000
CMBH 6° Ano - Português 2010TEXTO
ÍCARO
Dédalo construiu o labirinto para Minos, mas, depois, caiu no desagrado do rei e foi aprisionado em
uma torre. Conseguiu fugir da prisão, mas não podia sair da ilha por mar, pois o rei mantinha severa
vigilância sobre todos os barcos que partiam e não permitia que nenhuma embarcação zarpasse antes de
ser rigorosamente revistada.
[5] “Minos pode vigiar a terra e o mar, mas não o ar” - disse Dédalo. “Tentarei esse caminho.”
Pôs-se, então, a fabricar asas para ele próprio e para seu jovem filho, Ícaro. Uniu as penas, começando
das menores e acrescentado as maiores, de modo a formar uma superfície crescente. Prendeu as penas
maiores com fios e as menores com cera e deu ao conjunto uma curvatura delicada, como as asas das aves.
O menino Ícaro, de pé, ao seu lado, contemplava o trabalho, ora correndo para ir apanhar as penas que o
[10] vento levava, ora modelando a cera com os dedos e prejudicando, com seus folguedos, o trabalho do pai.
Quando, afinal, o trabalho foi terminado, o artista, agitando as asas, viu-se flutuando e equilibrando-se no
ar. Em seguida, equipou o filho da mesma maneira e ensinou-o a voar, como a ave ensina ao filhote,
lançando-o ao ar, do elevado ninho.
- Ícaro, meu filho – disse, quando tudo ficou pronto para o voo - , recomendo-te que voes a uma altura
[15] moderada, pois, se voares muito baixo, a umidade emperrará tuas asas e, se voares muito alto, o calor as
derreterá. Conserva-te perto de mim e estarás em segurança.
Enquanto dava essas instruções e ajustava as asas aos ombros do filho, Dédalo tinha o rosto coberto de
lágrimas e suas mãos tremiam. Beijou o menino, sem saber que era pela última vez, depois, elevando-se
em suas asas, voou, encorajando o filho a fazer o mesmo e olhando para trás, a fim de ver como o menino
[20] manejava as asas. Ao ver os dois voarem, o lavrador parava o trabalho para contemplá-los e o pastor
apoiava-se no cajado, voltando os olhos para o ar, atônitos ante o que viam, e julgando que eram deuses
aqueles que conseguiam cortar o ar de tal modo.
Os dois haviam deixado Samos e Delos à esquerda e Lebintos à direita, quando o rapazinho, exultante
com o voo, começou a abandonar a direção do companheiro e a elevar-se para alcançar o céu. A
[25] proximidade do ardente sol amoleceu a cera que prendia as penas e estas desprenderam-se. O jovem
agitava os braços, mas já não havia penas para sustentá-lo no ar. Lançando gritos dirigidos ao pai,
mergulhou nas águas azuis do mar que, de então para diante, recebeu o seu nome.
- Ícaro, Ícaro, onde estás? - gritou o pai.
Afinal, viu as penas flutuando na água e, amargamente, lamentando a própria arte, enterrou o corpo e
[30] denominou a região Icária, em memória ao filho. Dédalo chegou são e salvo à Sicília, onde ergueu um
templo a Apolo, lá depositando as asas, que ofereceu ao deus.
(Thomas Bulfinch. O livro de ouro da mitologia, Rio, Ed. Tecnoprint, 1965, p. 174-6)
“(...) ... e amargamente, lamentamos a própria arte, ... (...)” (linha 29).
Na frase, a palavra sublinhada se refere:
Questão 9 10736995
CMBH 6° Ano - Português 2010TEXTO
ÍCARO
Dédalo construiu o labirinto para Minos, mas, depois, caiu no desagrado do rei e foi aprisionado em
uma torre. Conseguiu fugir da prisão, mas não podia sair da ilha por mar, pois o rei mantinha severa
vigilância sobre todos os barcos que partiam e não permitia que nenhuma embarcação zarpasse antes de
ser rigorosamente revistada.
[5] “Minos pode vigiar a terra e o mar, mas não o ar” - disse Dédalo. “Tentarei esse caminho.”
Pôs-se, então, a fabricar asas para ele próprio e para seu jovem filho, Ícaro. Uniu as penas, começando
das menores e acrescentado as maiores, de modo a formar uma superfície crescente. Prendeu as penas
maiores com fios e as menores com cera e deu ao conjunto uma curvatura delicada, como as asas das aves.
O menino Ícaro, de pé, ao seu lado, contemplava o trabalho, ora correndo para ir apanhar as penas que o
[10] vento levava, ora modelando a cera com os dedos e prejudicando, com seus folguedos, o trabalho do pai.
Quando, afinal, o trabalho foi terminado, o artista, agitando as asas, viu-se flutuando e equilibrando-se no
ar. Em seguida, equipou o filho da mesma maneira e ensinou-o a voar, como a ave ensina ao filhote,
lançando-o ao ar, do elevado ninho.
- Ícaro, meu filho – disse, quando tudo ficou pronto para o voo - , recomendo-te que voes a uma altura
[15] moderada, pois, se voares muito baixo, a umidade emperrará tuas asas e, se voares muito alto, o calor as
derreterá. Conserva-te perto de mim e estarás em segurança.
Enquanto dava essas instruções e ajustava as asas aos ombros do filho, Dédalo tinha o rosto coberto de
lágrimas e suas mãos tremiam. Beijou o menino, sem saber que era pela última vez, depois, elevando-se
em suas asas, voou, encorajando o filho a fazer o mesmo e olhando para trás, a fim de ver como o menino
[20] manejava as asas. Ao ver os dois voarem, o lavrador parava o trabalho para contemplá-los e o pastor
apoiava-se no cajado, voltando os olhos para o ar, atônitos ante o que viam, e julgando que eram deuses
aqueles que conseguiam cortar o ar de tal modo.
Os dois haviam deixado Samos e Delos à esquerda e Lebintos à direita, quando o rapazinho, exultante
com o voo, começou a abandonar a direção do companheiro e a elevar-se para alcançar o céu. A
[25] proximidade do ardente sol amoleceu a cera que prendia as penas e estas desprenderam-se. O jovem
agitava os braços, mas já não havia penas para sustentá-lo no ar. Lançando gritos dirigidos ao pai,
mergulhou nas águas azuis do mar que, de então para diante, recebeu o seu nome.
- Ícaro, Ícaro, onde estás? - gritou o pai.
Afinal, viu as penas flutuando na água e, amargamente, lamentando a própria arte, enterrou o corpo e
[30] denominou a região Icária, em memória ao filho. Dédalo chegou são e salvo à Sicília, onde ergueu um
templo a Apolo, lá depositando as asas, que ofereceu ao deus.
(Thomas Bulfinch. O livro de ouro da mitologia, Rio, Ed. Tecnoprint, 1965, p. 174-6)
De acordo com o texto em referência, Dédalo construiu suas asas e as de seu filho em um(a):
Questão 18 10185756
IFCE* 1° Ano 2010/2FRIDA KAHLO
Frida Kahlo, la gran pintora mexicana, nació el seis de julio de 1907. Durante su niñez vivió en medio de
la inestabilidad y la violencia del inicio de la Revolución Mexicana. Tal vez esto influyó en su pensamiento
político durante toda su vida.
Hija de Guillermo Kahlo, de origen austriaco, y Matilde Calderón , de Oaxaca.
[5] Frida sufrió de poliomielitis a los seis años, pero el apoyo de su padre y su fuerza de carácter le
ayudaron a salir adelante. Practicó deportes como fútbol, lucha, boxeo y natación, lo que no era muy bien visto
en una joven de su época.
Cursó sus estudios de preparatoria a los quince años, y, debido a la necesidad de trabajar, se empleó
en un estudio de arte. Allí encontró su vocación.
[10] A la edad de 18, sufrió graves heridas en un accidente en un tranvía. Pasó alrededor de un año en la
cama, recuperándose de roturas en su columna vertebral, hombros y costillas, una pelvis astillada y daños en el
pie. Sufrió más de 30 operaciones a lo largo de su vida, pero nunca se recuperó totalmente. Durante su
convalecencia empezó a pintar. Sus pinturas, principalmente autorretratos y naturalezas muertas, eran
deliberadamente ingenuas y llenas de colores y formas inspiradas en arte folklórico mexicano.
[15] Frida se casó con Diego Rivera (muralista mexicano) en 1929, cuando Diego tenía cuarenta y un años y
ella veintidós. Aunque se dice que Diego era terriblemente feo, a Frida le apasionó su brillante sentido del
humor, su vitalidad y su talento artístico. El primer año de matrimonio Frida se quedó embarazada, pero tuvo un
aborto inesperado.
Diego solía mantener relaciones con muchas mujeres. Incluyendo a la hermana de Frida. Decidieron
[20] divorciarse en 1939, pero un año después se volvieron a casar.
Frida una vez dijo: "Sufrí dos graves accidentes en mi vida….Uno en el cual un tranvía me arrolló y el
segundo fue Diego". El accidente de tranvía la dejó inválida físicamente y Rivera la dejó inválida
emocionalmente.
La reputación de Frida Kahlo continuó creciendo, y fue incluida en exposiciones de grupos de gran
[25] prestigio en los Estados Unidos, como en el Museo de Arte Moderno, el Instituto de Arte Contemporáneo de
Boston y el Museo de Arte de Filadelfia. En 1946 recibió un premio oficial en la Exposición Nacional de Arte, en
México.
Durante su vida, Frida creó unas 200 pinturas, dibujos y esbozos relacionados con las experiencias de
su vida, dolor físico y emocional y su turbulenta relación con Diego. Ella pintó 143 pinturas, 55 de las cuales son
[30] autorretratos. Cuando le preguntaban porque pintaba tantos autorretratos, Frida contestaba: "Porque estoy sola
tan a menudo, porque soy la persona que conozco mejor".
En 1950, Frida sufrió varias operaciones en la columna vertebral y permaneció en el hospital nueve
meses.
En 1953 realizó una exposición en la Galería de Arte Contemporáneo de México, la única que realizó en
[35] su país a lo largo de su vida.
Cuando se inauguró su exposición, la salud de Frida era tan mala, que su médico le dijo que no se
levantara de la cama. Frida insistió en asistir a la inauguración y, en el puro estilo de Frida, así lo hizo. Llegó en
una ambulancia y su cama en la parte trasera de un camión.
En 1954, se puso gravemente enferma y murió el 13 de julio de ese mismo año. La causa de su muerte
[40] fue una embolia pulmonar.
(Adaptado http://www.solonosotras.com/archivo/19/cult-fridakahlo-201201.htm - acceso 20/03/2010)
Relacionando la primera columna con la segunda
(1) dice (línea 16),
(2) trabajar (línea 8),
(3) recuperándose (línea 11),
(4) solía (línea 19),
(5) dijo (línea 21),
( ) presente indicativo
( ) pretérito indefinido
( ) pretérito imperfecto
( ) gerundio
( ) infinitivo
la secuencia obtenida es
Questão 17 10185752
IFCE* 1° Ano 2010/2FRIDA KAHLO
Frida Kahlo, la gran pintora mexicana, nació el seis de julio de 1907. Durante su niñez vivió en medio de
la inestabilidad y la violencia del inicio de la Revolución Mexicana. Tal vez esto influyó en su pensamiento
político durante toda su vida.
Hija de Guillermo Kahlo, de origen austriaco, y Matilde Calderón , de Oaxaca.
[5] Frida sufrió de poliomielitis a los seis años, pero el apoyo de su padre y su fuerza de carácter le
ayudaron a salir adelante. Practicó deportes como fútbol, lucha, boxeo y natación, lo que no era muy bien visto
en una joven de su época.
Cursó sus estudios de preparatoria a los quince años, y, debido a la necesidad de trabajar, se empleó
en un estudio de arte. Allí encontró su vocación.
[10] A la edad de 18, sufrió graves heridas en un accidente en un tranvía. Pasó alrededor de un año en la
cama, recuperándose de roturas en su columna vertebral, hombros y costillas, una pelvis astillada y daños en el
pie. Sufrió más de 30 operaciones a lo largo de su vida, pero nunca se recuperó totalmente. Durante su
convalecencia empezó a pintar. Sus pinturas, principalmente autorretratos y naturalezas muertas, eran
deliberadamente ingenuas y llenas de colores y formas inspiradas en arte folklórico mexicano.
[15] Frida se casó con Diego Rivera (muralista mexicano) en 1929, cuando Diego tenía cuarenta y un años y
ella veintidós. Aunque se dice que Diego era terriblemente feo, a Frida le apasionó su brillante sentido del
humor, su vitalidad y su talento artístico. El primer año de matrimonio Frida se quedó embarazada, pero tuvo un
aborto inesperado.
Diego solía mantener relaciones con muchas mujeres. Incluyendo a la hermana de Frida. Decidieron
[20] divorciarse en 1939, pero un año después se volvieron a casar.
Frida una vez dijo: "Sufrí dos graves accidentes en mi vida….Uno en el cual un tranvía me arrolló y el
segundo fue Diego". El accidente de tranvía la dejó inválida físicamente y Rivera la dejó inválida
emocionalmente.
La reputación de Frida Kahlo continuó creciendo, y fue incluida en exposiciones de grupos de gran
[25] prestigio en los Estados Unidos, como en el Museo de Arte Moderno, el Instituto de Arte Contemporáneo de
Boston y el Museo de Arte de Filadelfia. En 1946 recibió un premio oficial en la Exposición Nacional de Arte, en
México.
Durante su vida, Frida creó unas 200 pinturas, dibujos y esbozos relacionados con las experiencias de
su vida, dolor físico y emocional y su turbulenta relación con Diego. Ella pintó 143 pinturas, 55 de las cuales son
[30] autorretratos. Cuando le preguntaban porque pintaba tantos autorretratos, Frida contestaba: "Porque estoy sola
tan a menudo, porque soy la persona que conozco mejor".
En 1950, Frida sufrió varias operaciones en la columna vertebral y permaneció en el hospital nueve
meses.
En 1953 realizó una exposición en la Galería de Arte Contemporáneo de México, la única que realizó en
[35] su país a lo largo de su vida.
Cuando se inauguró su exposición, la salud de Frida era tan mala, que su médico le dijo que no se
levantara de la cama. Frida insistió en asistir a la inauguración y, en el puro estilo de Frida, así lo hizo. Llegó en
una ambulancia y su cama en la parte trasera de un camión.
En 1954, se puso gravemente enferma y murió el 13 de julio de ese mismo año. La causa de su muerte
[40] fue una embolia pulmonar.
(Adaptado http://www.solonosotras.com/archivo/19/cult-fridakahlo-201201.htm - acceso 20/03/2010)
En la frase: “…Uno en el cual un tranvía me arrolló…” (línea 21), el verbo en negrita puede ser sustituido, sin cambio de sentido, excepto por
Questão 11 10216545
CANGURU Benjamin 2009Das ligações ao lado, quais é que são constituídas por mais do que um pedaço de corda?

Questão 16 10176319
IFCE* 1° Ano 2009/1TEXT 1
Most museums lead visitors through a series of rooms. But the Guggenheim Museum, in New York City,
is round. Spaces flow smoothly from one area to another. In place of steps, a ramp goes round and round past
the art on the different levels. The center of the museum is open, so people can look up toward the roof or down
toward the ground floor.
[5] The Guggenheim opened in October of 1959. It was designed by Frank Lloyd Wright. He died six months
before it opened. Not everyone liked the unusual design. But it produced one of the most recognizable museums
in the world.
A fiftieth anniversary exhibition will honor the architect and his work. The exhibition will show sixty-four
projects that he designed, including homes, public buildings and religious spaces. More than two hundred of his
[10] original drawings will be shown. The Guggenheim says the aim is to celebrate the basic idea behind Wright's
architecture -- the sense of freedom in interior space.
TEXT 2
This year is the fiftieth birthday of Barbie. The doll first appeared at the toy fair in New York on March
ninth, 1959.
Its creator was Ruth Handler, an American businesswoman. She named the new doll after herr daughter
[15] Barbara. She based the design on a German doll named Bild Lilli.
The first Barbie wore a black and white swimsuit and had her hair in a ponytail. She looked and seemed
very grown up. But any concerns that parents would not want to buy it for little girls were soon proved wrong.
The company sold 3,000,000 Barbie dolls in the first year at a price of U$3.00. Today, a fifty-year-old
Barbie in good condition might cost more than U$27,000.00.
[20] Barbies have represented fifty different nationalities and are sold in one hundred fifty countries. The
company says 99% of girls in the United States between the ages of three and ten own at least one Barbie doll.
It says girls between the ages of three and six own an average of about twelve.
Barbie has also faced her share of critics. Saudi Arabia has banned Barbie dolls. And a lawmaker in the
American state of West Virginia would like to do the same. Last month, he proposed banning sales of Barbie and
[25] other dolls that influence girls to put too much importance on physical beauty. Robin Gerber wrote a book about
Barbie. She says Ruth Handler wanted the dolls to help girls think about what they wanted to do with their lives.
(Adapted from http://www.voanews.com/specialenglish/2009-04-04-voa5.cfm)
The underlined word can be omitted in:
06
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