Questões de EFAF Arte
5.161 Questões
Questão 8361270
ENCCEJA ENCCEJA 2017 1 FaseU EM-HUM 2017O novo!... Esse foi o pensamento estético que nos agitou aqui durante a guerra. Onde estava o novo? Lá fomos buscar o novo nas Europas. E imitamos os “ismos” europeus.
ANDRADE, M. Modernismo e ação. Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, abr. , apud SCHWARTZ, J. (Org.). Vanguardas latino-americanas: polêmicas, manifestos e textos críticos. São Paulo: Iluminuras; Edusp; Fapesp, .
No texto, o autor, participante da Semana de Arte Moderna de , está criticando a
Questão 56 10783504
Liceu-SP C. Gerais 2016Examine as imagens das três obras de arte a seguir.

I. Discóbolo, cópia romana do original grego de Miron, século V a.C. Museu Nacional Romano, Itália.

II. Estátuas religiosas da fachada ocidental da Catedral de Chartres, século XIII. França.

III. Pietá, escultura de Michelangelo, século XV. Basílica de São Pedro, Vaticano.
Considerando as características dessas obras e o contexto em que foram produzidas, é correto afirmar que
Questão 16 10703415
CMSM 6º Ano Língua Portuguesa 2016TEXTO

Fonte: https://deandean.wordpress.com/2010/10/29/a-culpa-nao-e-deles-e-de-quem-os-abandonou/ Acesso em: 26/09/2016
A imagem da campanha publicitária, cuja finalidade é apontar os verdadeiros responsáveis pelo abandono de animais, é semelhante a um cartaz policial.
Sobre todas as placas penduradas no pescoço dos seis animais, três cães e três gatos, é correto afirmar:
Questão 23 10406882
OBI 1° Ano - Nível 2 Fase 1 2016O Rei Lear
O professor de Artes da escola resolveu que a peça que os alunos irão apresentar este ano é “O Rei Lear”, do autor inglês William Shakespeare. Há oito meninos disputando o papel do Rei Lear: L, M, N, O, P, R, S e T. Os alunos vão realizar um teste para determinar qual é o escolhido. Os testes, com duração de uma hora, = serão feitos de segunda-feira a sexta-feira, em dois horários, 8:00 e 9:00 horas. Um menino será testado por vez, mas nenhum menino será testado no horário de quarta-feira 8:00, pois já há uma prova de Matemática marcada para esse dia e horário. As seguintes condições devem ser obedecidas:
• S é testado terça-feira, 9:00.
• P deve ser testado em algum momento antes de N.
• O deve ser testado no mesmo dia que M.
• Se L é testado às 8:00 em algum dia, então R é testado às 8:00 em outro dia.
Se N e O são testados em algum momento antes de T, qual é o dia e horário mais cedo na semana em que T pode ser testado?
Questão 5 10309371
IFPR Médio Integrado 2016MÚSICA NO TÁXI
Carlos Drummond de Andrade
1º Quando menos se espera... Você pega o táxi, manda tocar seu destino (manda, não,
pede por favor) e ................ a escutar durante 20 minutos, no volume mais possante, o rádio
despejando assaltos e homicídios do dia. Os tiros, os gemidos, os desabamentos o acompanharão
todo o percurso. E a fatalidade da vida, quando .............. pressa.
2º Mas eis que o motorista pega de um imprevisto cassete, coloca-o no lugar devido, liga, e os
acordes dos Contos dos Bosques de Viena irrompem do fusca amarrotado, mas digno.
3º Bem, não é a Nona Sinfonia nem um título menor da grande música, mas não estamos na Sala
Cecília Meireles, e isso vale como homenagem especial a um passageiro distinto, que pede por favor.
Cumpre agradecer a fineza:
4º — Obrigado. O senhor mostra que tem satisfação em agradar aos passageiros, oferecendo-lhes
música e não barulho e crimes.
5º — Não tem de quê. O senhor também aprecia?
6º — O quê?
7º — Strauss. E um dos meus prediletos.
8º — Sim, ele é agradável. O senhor está sendo gentil comigo.
9º — Ora, não é tanto assim. Pus o cassete porque gosto de música. Não sabia se o senhor
também gostava ou não. Se não gostasse, eu desligava. Portanto, não tem que agradecer.
10 — E já lhe aconteceu desligar?
11 — lh, tantas vezes. Fico observando a fisionomia do passageiro. Uns, mais acanhados,
disfarçam, não dizem nada, mas tem outros que reclamam, não querem ouvir esse troço. O senhor já
pensou: chamar Tchaikovski de “esse troço”? Pois ouvi isso de um cidadão de gravata e pasta de
executivo. Ele disse que precisava se concentrar por causa de um negócio importante e Tchaicovski
perturbava a concentração.
12 — Ele talvez quisesse dizer que ficava tão empolgado pela música que esquecia o negócio.
13 — Pois sim! Nesse caso, não falaria “esse troço”, que é o cumulo da falta de respeito.
14 — Estou adivinhando que o senhor toca um instrumento.
15 — Como é que o senhor viu?
16 — Porque uma pessoa que gosta tanto de música, em geral toca. Seu instrumento qual é”?
Virou-se com tristeza na voz:
17 — Atualmente nenhum. O senhor sabe, essa crise geral, a gasolina pela hora da morte, e não é
só a gasolina: a comida, o sapato, o resto. Tive de vender pra tapar uns buracos. Mas se as coisas
melhorarem este ano...
18 — Melhoram. As coisas têm de melhorar — achei meu dever confortá-lo.
19 — Porque clarinetista sem clarinete, o senhor sabe, é um negócio sem sentido. Clarinete tem esta
vantagem: dá o recado sem precisar de orquestra. Um solo bem executado, não precisa mais pra
encantar a alma. Mas clarinetista, sozinho, fica até ridículo.
20 — Não diga isso. E não desanime. O dia em que arranjar outro clarinete — quem sabe”, talvez até
seja o mesmo que .................. — será uma festa.
21 — Mas se demorar muito eu já estarei tão desacostumado que nem sei se volto a tocar
razoavelmente. Porque, o senhor compreende, eu não sou um artista, minha vida não dá folga pra
estudar nem meia hora por dia.
22 — O importante é gostar de música, ter amor e devoção por música, e está se vendo que o
senhor tem de sobra.
23 — Lá isso tá certo.
24 — Não importa que o senhor não seja solista de uma grande orquestra, e mesmo de uma
orquestra comum. Ninguém precisa ser grande em nada, uma vez que cultive alguma coisa bonita na
vida.
25 Seu rosto iluminou-se.
26 — Que bom ouvir uma coisa dessas. Agora vou lhe confessar que isso de não ser músico dos
tais que arrebatam o auditório sempre me doeu um pouco. Não era por vaidade não, quem sou pra ter
vaidade? Mas um sonho esquisito, sei lá. Ficava me imaginando num palco iluminado, tocando...
Bobagem, o senhor desculpe. Agora a sua palavra deixou tudo claro. Basta eu gostar de música. Não é
preciso que gostem de mim, nem que ela goste de mim. Obrigado ao senhor.
27 Olhei o taximetro, tirei a carteira.
28 — Eu nem devia cobrar do senhor. Fico até encabulado!
(Boca de Luar, 6 ed. pág. 69-71, Editora Record, Rio, 1987)
Assinale a alternativa que classifica corretamente os “que” destacados no parágrafo 26:
Questão 4 10309319
IFPR Médio Integrado 2016MÚSICA NO TÁXI
Carlos Drummond de Andrade
1º Quando menos se espera... Você pega o táxi, manda tocar seu destino (manda, não,
pede por favor) e ................ a escutar durante 20 minutos, no volume mais possante, o rádio
despejando assaltos e homicídios do dia. Os tiros, os gemidos, os desabamentos o acompanharão
todo o percurso. E a fatalidade da vida, quando .............. pressa.
2º Mas eis que o motorista pega de um imprevisto cassete, coloca-o no lugar devido, liga, e os
acordes dos Contos dos Bosques de Viena irrompem do fusca amarrotado, mas digno.
3º Bem, não é a Nona Sinfonia nem um título menor da grande música, mas não estamos na Sala
Cecília Meireles, e isso vale como homenagem especial a um passageiro distinto, que pede por favor.
Cumpre agradecer a fineza:
4º — Obrigado. O senhor mostra que tem satisfação em agradar aos passageiros, oferecendo-lhes
música e não barulho e crimes.
5º — Não tem de quê. O senhor também aprecia?
6º — O quê?
7º — Strauss. E um dos meus prediletos.
8º — Sim, ele é agradável. O senhor está sendo gentil comigo.
9º — Ora, não é tanto assim. Pus o cassete porque gosto de música. Não sabia se o senhor
também gostava ou não. Se não gostasse, eu desligava. Portanto, não tem que agradecer.
10 — E já lhe aconteceu desligar?
11 — lh, tantas vezes. Fico observando a fisionomia do passageiro. Uns, mais acanhados,
disfarçam, não dizem nada, mas tem outros que reclamam, não querem ouvir esse troço. O senhor já
pensou: chamar Tchaikovski de “esse troço”? Pois ouvi isso de um cidadão de gravata e pasta de
executivo. Ele disse que precisava se concentrar por causa de um negócio importante e Tchaicovski
perturbava a concentração.
12 — Ele talvez quisesse dizer que ficava tão empolgado pela música que esquecia o negócio.
13 — Pois sim! Nesse caso, não falaria “esse troço”, que é o cumulo da falta de respeito.
14 — Estou adivinhando que o senhor toca um instrumento.
15 — Como é que o senhor viu?
16 — Porque uma pessoa que gosta tanto de música, em geral toca. Seu instrumento qual é”?
Virou-se com tristeza na voz:
17 — Atualmente nenhum. O senhor sabe, essa crise geral, a gasolina pela hora da morte, e não é
só a gasolina: a comida, o sapato, o resto. Tive de vender pra tapar uns buracos. Mas se as coisas
melhorarem este ano...
18 — Melhoram. As coisas têm de melhorar — achei meu dever confortá-lo.
19 — Porque clarinetista sem clarinete, o senhor sabe, é um negócio sem sentido. Clarinete tem esta
vantagem: dá o recado sem precisar de orquestra. Um solo bem executado, não precisa mais pra
encantar a alma. Mas clarinetista, sozinho, fica até ridículo.
20 — Não diga isso. E não desanime. O dia em que arranjar outro clarinete — quem sabe”, talvez até
seja o mesmo que .................. — será uma festa.
21 — Mas se demorar muito eu já estarei tão desacostumado que nem sei se volto a tocar
razoavelmente. Porque, o senhor compreende, eu não sou um artista, minha vida não dá folga pra
estudar nem meia hora por dia.
22 — O importante é gostar de música, ter amor e devoção por música, e está se vendo que o
senhor tem de sobra.
23 — Lá isso tá certo.
24 — Não importa que o senhor não seja solista de uma grande orquestra, e mesmo de uma
orquestra comum. Ninguém precisa ser grande em nada, uma vez que cultive alguma coisa bonita na
vida.
25 Seu rosto iluminou-se.
26 — Que bom ouvir uma coisa dessas. Agora vou lhe confessar que isso de não ser músico dos
tais que arrebatam o auditório sempre me doeu um pouco. Não era por vaidade não, quem sou pra ter
vaidade? Mas um sonho esquisito, sei lá. Ficava me imaginando num palco iluminado, tocando...
Bobagem, o senhor desculpe. Agora a sua palavra deixou tudo claro. Basta eu gostar de música. Não é
preciso que gostem de mim, nem que ela goste de mim. Obrigado ao senhor.
27 Olhei o taximetro, tirei a carteira.
28 — Eu nem devia cobrar do senhor. Fico até encabulado!
(Boca de Luar, 6 ed. pág. 69-71, Editora Record, Rio, 1987)
Preencha os parênteses com o número correspondente à classe gramatical das palavras grifadas.
Depois assinale a alternativa que contém a sequência correta:
(1) substantivo.
(2) adjetivo.
(3) verbo.
(4) conjunção.
(5) preposição.
(6) pronomes.
- lh, tantas vezes. Fico observando ( ) a fisionomia do ( ) passageiro.
Uns, mais acanhados, ( ) disfarçam, não dizem nada, mas ( ) tem outros ( ) que reclamam não querem ouvir esse troço ( ).
06
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