Questões de EFAF Arte
5.161 Questões
Questão 28 11544915
Pref. de São Paulo 7° Ano Prova Semestral 2018Jefson Rodrigues, 27 anos, faz parte do Instituto Katiana Pena desde o início. O hip hop lhe apresentou o universo da dança quando ele era criança: assistia a vídeos e imitava as coreografias, sendo feliz assim até a adolescência.
Para ele, ter instrumentos de transformação do medo e da violência, na periferia, como o Instituto Katiana Pena, “já é grandioso. Porque as pessoas começam a enxergar algo novo, que não tinha”. Outros exemplos se mostram, completa o professor com depoimentos que ouviu dos pais de alunos: “A comunidade vê como um mecanismo de mudança para as filhas e para os filhos. E vê a possibilidade das pessoas não irem para um caminho que o bairro está mais atingido, que é a violência. Vê: meu filho pode ser igual a esse bailarino”.
Disponível em: https://www.opovo.com.br/jornal/dom/2018/02/os-mundos-de-jefson. Acesso em: 07 mar. 2018.
Participar de projetos de arte e cultura pode desenvolver
Questão 27 11544910
Pref. de São Paulo 7° Ano Prova Semestral 2018
Disponível em: https://www.fatosdesconhecidos.com.br/. Acesso em: 05 de abr. de 2018.
O efeito dessa imagem é possível por meio da
Questão 26 11544900
Pref. de São Paulo 7° Ano Prova Semestral 2018Monumento da Independência - Parque da Independência – São Paulo – SP; Artista: Ettore Ximenez

Disponível em: http://www.monumentos.art.br. Acesso em: 07 de mar. de 2018.
A escultura da imagem refere-se à
Questão 28 11540882
Pref. de São Paulo 6° Ano Prova Semestral 2018
Disponível em: http://www.artistasnarua.com.br/artistas/rafael-pimenta. Acesso em: 07 mar. 2018.
O artista de rua está utilizando um
Questão 8 11507281
IFNMG Integrado 2018Leia o texto:
Arte que ajuda a tratar a depressão
Jovens encontram na expressão artística uma maneira de superar a doença
Rodrigo Barreto
Durante a adolescência, o estudante Bernardo Moreira sofria bullying na escola por ser baixo e magro. Por volta
dos 15 e 16 anos, enfrentou a crise mais aguda. A depressão fazia parte da vida de Bernardo. O estudante não
é exceção no que se refere a esse quadro. De acordo com pesquisa da Organização Mundial de Saúde (OMS),
realizada em fevereiro de 2017, o Brasil é o país com o maior número de pessoas depressivas da América Latina.
[5] Em Brasília, jovens enfrentam e superam a depressão por meio da arte.
A adolescência foi um período de muita dor e sofrimento para Bernardo. Ele costuma dizer que a fotografia o
encontrou. Hoje, aos 20 anos, o artista publicou um livro, fez oito exposições pelo Brasil, além de ministrar cursos
e workshops por várias cidades do país. Por meio da arte, Bernardo encontrou uma nova percepção do mundo ao
redor. [...]
[10] Karina Santiago começou o tratamento para a depressão em julho de 2016. Em novembro do mesmo ano,
começou com as produções artísticas. Hoje, ela se dedica aos desenhos como forma de ajuda no tratamento da
doença. “A arte não cura a depressão, é só um meio. As pessoas precisam pedir ajuda”, ressalta. Os dias eram
longos e Karina não tinha vontade de sair do quarto. A dor e o sofrimento se tornaram as companhias da artista.
Apesar disso, criou forças e encontrou saída.
[15] Após a execução de autorretratos, a artista plástica iniciou a representação dos momentos de crise por meio de
desenhos. “A ajuda profissional me coloca em um estado melhor e a arte me deixa 100%”, atesta Karina. Especialistas
apontam que os estímulos psíquicos podem ser provocados por meio do contato com as manifestações artísticas.
A partir disso, o processo do tratamento é facilitado. Segundo o doutor em psicologia André Piccoli, a arte não é a
cura, entretanto, o contato com expressões artísticas torna melhor a fluidez do processo de tratamento.
[20] É fundamental o acompanhamento de profissionais da saúde para o tratamento da depressão. “A arte se
propõe a representar sentimentos. Nada melhor do que isso para que possamos nos compreender. O objetivo do
processo de tratamento, muitas vezes, não é a cura. Mas, sim, compreender o que impede o desenvolvimento do
paciente”, reforça a psicóloga Verena Bello. [...]
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2017/07/12/interna_diversao_arte,608766/arte-que-ajuda-a-tratar-a-depressao.shtml.
Acesso em: 6 set. 2017.
Vocabulário:
bullying: “Termo que compreende toda forma de agressão, intencional e repetida, sem motivo aparente, em que se
faz uso do poder ou força para intimidar ou perseguir alguém, que pode ficar traumatizado, com baixa autoestima ou
problemas de relacionamento” (Dicionário Aulete Digital).
workshop: curso intensivo de curta duração.
A regra de acentuação que determina o acento gráfico em “artísticas” é a mesma que determina o acento nas palavras
Questão 7 11507276
IFNMG Integrado 2018Leia o texto:
Arte que ajuda a tratar a depressão
Jovens encontram na expressão artística uma maneira de superar a doença
Rodrigo Barreto
Durante a adolescência, o estudante Bernardo Moreira sofria bullying na escola por ser baixo e magro. Por volta
dos 15 e 16 anos, enfrentou a crise mais aguda. A depressão fazia parte da vida de Bernardo. O estudante não
é exceção no que se refere a esse quadro. De acordo com pesquisa da Organização Mundial de Saúde (OMS),
realizada em fevereiro de 2017, o Brasil é o país com o maior número de pessoas depressivas da América Latina.
[5] Em Brasília, jovens enfrentam e superam a depressão por meio da arte.
A adolescência foi um período de muita dor e sofrimento para Bernardo. Ele costuma dizer que a fotografia o
encontrou. Hoje, aos 20 anos, o artista publicou um livro, fez oito exposições pelo Brasil, além de ministrar cursos
e workshops por várias cidades do país. Por meio da arte, Bernardo encontrou uma nova percepção do mundo ao
redor. [...]
[10] Karina Santiago começou o tratamento para a depressão em julho de 2016. Em novembro do mesmo ano,
começou com as produções artísticas. Hoje, ela se dedica aos desenhos como forma de ajuda no tratamento da
doença. “A arte não cura a depressão, é só um meio. As pessoas precisam pedir ajuda”, ressalta. Os dias eram
longos e Karina não tinha vontade de sair do quarto. A dor e o sofrimento se tornaram as companhias da artista.
Apesar disso, criou forças e encontrou saída.
[15] Após a execução de autorretratos, a artista plástica iniciou a representação dos momentos de crise por meio de
desenhos. “A ajuda profissional me coloca em um estado melhor e a arte me deixa 100%”, atesta Karina. Especialistas
apontam que os estímulos psíquicos podem ser provocados por meio do contato com as manifestações artísticas.
A partir disso, o processo do tratamento é facilitado. Segundo o doutor em psicologia André Piccoli, a arte não é a
cura, entretanto, o contato com expressões artísticas torna melhor a fluidez do processo de tratamento.
[20] É fundamental o acompanhamento de profissionais da saúde para o tratamento da depressão. “A arte se
propõe a representar sentimentos. Nada melhor do que isso para que possamos nos compreender. O objetivo do
processo de tratamento, muitas vezes, não é a cura. Mas, sim, compreender o que impede o desenvolvimento do
paciente”, reforça a psicóloga Verena Bello. [...]
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2017/07/12/interna_diversao_arte,608766/arte-que-ajuda-a-tratar-a-depressao.shtml.
Acesso em: 6 set. 2017.
Vocabulário:
bullying: “Termo que compreende toda forma de agressão, intencional e repetida, sem motivo aparente, em que se
faz uso do poder ou força para intimidar ou perseguir alguém, que pode ficar traumatizado, com baixa autoestima ou
problemas de relacionamento” (Dicionário Aulete Digital).
workshop: curso intensivo de curta duração.
Marque a alternativa analisada INCORRETAMENTE:
06
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