Questões de EFAF Arte
5.161 Questões
Questão 1 10172764
CANGURU Benjamin 2019A Carla pretende desenhar um gato. Para já desenhou o que está representado na figura abaixo. Ela vai continuar o seu desenho a partir daqui, sem apagar nada do que já desenhou.
Qual das seguintes figuras pode ser o desenho final da Carla?

Questão 8385309
AUTORAIS ART 9AF 007 ENU005 2019

Azul II, 1961. Óleo s/ tela.
(Disponível em: <http://pt.wahooart.com/@@/8XYBVM-Joan-Miro-Azul-II>. Acesso em 29.1.2018)

O ouro do firmamento, 1967. Acrílico sobre tela. Fundação Joan Miró, Barcelona (Espanha).
(Disponível em: <www.collecta.blogspot.com.br/2007/09/o-investigador-da-pintura-joan-mir.html>. Acesso em 29.1.2018)

Azul II, 1961. Óleo s/ tela.
(Disponível em: <http://pt.wahooart.com/@@/8XYBVM-Joan-Miro-Azul-II>. Acesso em 29.1.2018)

O ouro do firmamento, 1967. Acrílico sobre tela. Fundação Joan Miró, Barcelona (Espanha).
(Disponível em: <www.collecta.blogspot.com.br/2007/09/o-investigador-da-pintura-joan-mir.html>. Acesso em 29.1.2018)
Compare as duas obras de Joan Miró e assinale suas características em comum.
Questão 8385306
AUTORAIS ART 9AF 007 ENU006 2019

(Disponível em: <https://www.pablo-ruiz-picasso.
net/work-4032.php>)

(Disponível em: <https://www.pablo-ruiz-picasso.
net/work-4032.php>)
Em 1968, aos 87 anos, produziu uma série de 347 gravuras recuperando os temas da juventude. Qual o tem representado na imagem acima?
Questão 8385305
AUTORAIS ART 9AF 007 ENU006 2019

(Disponível em: <http://web.guggenheim.org/exhibitions/
picasso/content/images/picasso_x.2009.1276_m.jpg>)

(Disponível em: <http://web.guggenheim.org/exhibitions/
picasso/content/images/picasso_x.2009.1276_m.jpg>)
Observando a obra Marie Therese, 1931, é CORRETO afirmar que:
Questão 8385302
AUTORAIS ART 9AF 007 ENU006 2019

(Disponível em: <https://www.historiadasartes.com/wp-content/uploads/2016/09/m_cabeca-de-touro-de-pablo-picasso.jpg>)

(Disponível em: <https://www.historiadasartes.com/wp-content/uploads/2016/09/m_cabeca-de-touro-de-pablo-picasso.jpg>)
Entre o começo e o fim da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), Picasso dedica-se a outras técnicas, como mostra a obra Cabeça de touro, 1942. Sobre essa obra:
É um bronze criado em Paris em 1942.
Usa as formas de um selim e um guidão de bicicleta.
É uma escultura feita a partir de junção de diferentes materiais.
É uma peça de cerâmica.
Revela uma face pintada com círculos.
Estão CORRETAS as afirmações:
Questão 8385272
AUTORAIS ART 9AF 010 ENU001 2019
Apesar de todas as críticas, a Semana de Arte Moderna de 1922 é um marco de nossa história cultural. Dela participaram artistas como:Texto 1
O Brasil passava por profundas modificações sociais, políticas e econômicas no início do século XX. Entretanto, no terreno artístico não caminhava com a mesma velocidade. Ainda eram admirados os pintores ligados ao século anterior e o parnasianismo de Olavo Bilac e Coelho Neto, indiferentes às rupturas que a Europa e os Estados Unidos por essa época imprimiam à arte. Por outro lado, havia um grande número de jovens artistas em contato com as mudanças que a arte estrangeira sofria e paralelamente, influenciados pelo nacionalismo, já presente na nossa arte desde o final do século anterior. A primeira mostra de arte não acadêmica realizada no Brasil foi feita por um estrangeiro, Lasar Segall, em 1913, nas cidades de São Paulo e Campinas. Entretanto, apesar do pioneirismo de Segall, suas exposições não causaram grande repercussão, provavelmente por ter sido muito prematura para a arte brasileira. A exposição de Anita Malfatti parece ter sido o estopim para a reunião desses artistas ansiosos por mudanças. Posteriormente, o encontro de alguns dos principais futuros líderes Modernistas com a arte de Brecheret, recém voltado da Europa, também teve grande importância no surgimento da chama Modernista. Em 1922, possivelmente através de uma sugestão de Di Cavalcanti, a Semana de Arte Moderna seria realizada. Reunindo diversas atividades como leituras de poemas, espetáculos de dança e exposição de artes plásticas o evento iria sacudir São Paulo dos anos 20. O evento foi bastante significativo por reunir artistas talentosos ansiosos por renovações. Logo após sua realização, importantes artistas que dela participaram partiam para a Europa, enquanto outros nomes fundamentais dessa fase de nosso modernismo chegavam do continente. É o caso de Lasar Segall, que vinha fixar-se no Brasil, trazendo grandes contribuições e de Tarsila do Amaral, uma das pioneiras em concretizar os ideais da Semana de Arte Moderna, aliando a brasilidade a elementos das vanguardas europeias. A partir de 1924, começam a surgir as divisões do Movimento Modernista, principalmente a partir do Pau-Brasil (Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, entre alguns membros). A valorização do caráter nacional era importante e o movimento não abria mão da atualização da arte brasileira, tomando como parâmetro as produções das vanguardas internacionais. A Antropofagia, inspirada no quadro “Abaporu” de Tarsila do Amaral e liderada por Oswald de Andrade e Raul Bopp – com seus objetivos de rompimento com a arte e a história anteriores ao movimento e seu objetivo de “devorar” as culturas estrangeiras, assimilando delas o que fosse considerado importante pelo grupo brasileiro.
(Texto extraído do Portal itaucultural.com.br)
Texto 2
A Semana de Arte Moderna é considerada um divisor de águas na história da cultura brasileira. O evento organizado por um grupo de intelectuais e artistas por ocasião do Centenário da Independência, declara o rompimento com a arte acadêmica. A defesa de um novo ponto de vista estético e o compromisso com a independência cultural do país. Ainda que o modernismo no Brasil deva ser pensado a partir de suas expressões múltiplas - no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco etc. - a Semana de Arte Moderna é um fenômeno eminentemente urbano e paulista, conectado ao crescimento de São Paulo na década de 1920, à industrialização, à migração maciça de estrangeiros e à urbanização. Os estudiosos tendem a considerar o período de 1922 a 1930, como a fase em que se evidencia um compromisso primeiro dos artistas com a renovação estética, beneficiada pelo contato estreito com as vanguardas europeias (cubismo, futurismo, surrealismo etc.). Apesar da força literária do grupo modernista, as artes plásticas estão na base do movimento. O impulso teria vindo da pintura, da atuação de Di Cavalcanti à frente da organização do evento, das esculturas de Brecheret e, sobretudo, da exposição de Anita Malfatti, em 1917. Os trabalhos de Anita desse período apresentam um compromisso com os ensinamentos da arte moderna: a pincelada livre, a problematização da relação figura/fundo, o trato da luz sem o convencional claro-escuro. A formação italiana e a experiência francesa marcam as esculturas de Brecheret. Autor da maquete do Monumento às Bandeiras, 1920, e de 12 peças expostas na Semana, Brecheret é o escultor do grupo modernista, comparado aos escultores franceses Auguste Rodin e Emile Antoine Bourdelle pelos críticos da época. Tarsila do Amaral não esteve presente ao evento de 1922, o que não tira o seu lugar de grande expoente do modernismo brasileiro. Associando a experiência francesa aos temas nacionais, a pintora produz uma obra emblemática das preocupações do grupo modernista. Tarsila coloca a imagem da máquina como ícone da sociedade industrial e moderna. Seus contornos, cores e planos modulados.
(Texto de Inaldo Antonio Prati do site Brasil Cultura)
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