Questões de EFAF Arte - Arte e Cultura
156 Questões
Questão 2 10731794
IFCE* (Já existe no Banco) 2019/1O cinema move montanhas
| O que de verdade importa | Filme destinará bilheteria para ajudar entidades que combatem o câncer infantil pelo mundo. No Brasil, sete instituições serão beneficiadas
01:30 | 09/10/2018
Em cartaz nos cinemas brasileiros desde o último dia 27, o filme norte-americano O Que de Verdade Importa, além de narrar uma história sobre fé e milagres, traz um diferencial. Dirigido pelo mexicano Paco Arango, o longa destinará todo o valor líquido arrecadado com a bilheteria para organizações que se dedicam ao combate do câncer infantil, incluindo instituições brasileiras. Paco preside na Espanha a Fundação Aladina, entidade que há mais de dez anos dá assistência a famílias de crianças e adolescentes diagnosticadas com a doença.
Distribuído no Brasil pela Anagrama Filmes, O Que de Verdade Importa já levou mais de 2 milhões de espectadores para o cinema na Espanha, México, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Panamá e Colômbia. Nesses sete países, a arrecadação bruta foi cerca de US$ 10 milhões, que serão destinados para entidades engajadas no combate e na assistência das crianças e adolescentes com câncer.
(...)
O Que de Verdade Importa narra a história de Alec Bailey (Oliver Jackson-Cohen), um engenheiro frustrado e afundado em dívidas que ganha seus dias consertando eletrodomésticos. Alec acredita que toda sua família está morta, até que um dia seu tio aparece em Londres para propor que ele faça uma viagem, em troca, ele quitará todas suas dívidas.
Sem fé alguma, Alec para em um lugarejo que leva a religião como prioridade. Por um engano, todos da pequena cidade de Nova Escócia começam a acreditar que ele é algum tipo de curador. Ao lado de Cecília (Camilla Luddington), Alec inicia uma jornada em busca da sua verdadeira história, redescobrindo, aos poucos, a fé que havia perdido muito tempo atrás.
Segundo o material de divulgação do longa, o filme é uma homenagem de Paco Arango ao ator e diretor norte-americano Paul Newman, falecido em 2008, que dedicou anos de sua vida em acampamentos destinados a crianças que sofriam com graves doenças, como o câncer.
(Adaptado de https://www.opovo.com.br/jornal/vidaearte/2018/10/o-cinema-move-montanhas.html, acesso em 24 de outubro de 2018.)
Sobre o filme “O que de Verdade Importa”, o jornal
Questão 1 10731792
IFCE* (Já existe no Banco) 2019/1O cinema move montanhas
| O que de verdade importa | Filme destinará bilheteria para ajudar entidades que combatem o câncer infantil pelo mundo. No Brasil, sete instituições serão beneficiadas
01:30 | 09/10/2018
Em cartaz nos cinemas brasileiros desde o último dia 27, o filme norte-americano O Que de Verdade Importa, além de narrar uma história sobre fé e milagres, traz um diferencial. Dirigido pelo mexicano Paco Arango, o longa destinará todo o valor líquido arrecadado com a bilheteria para organizações que se dedicam ao combate do câncer infantil, incluindo instituições brasileiras. Paco preside na Espanha a Fundação Aladina, entidade que há mais de dez anos dá assistência a famílias de crianças e adolescentes diagnosticadas com a doença.
Distribuído no Brasil pela Anagrama Filmes, O Que de Verdade Importa já levou mais de 2 milhões de espectadores para o cinema na Espanha, México, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Panamá e Colômbia. Nesses sete países, a arrecadação bruta foi cerca de US$ 10 milhões, que serão destinados para entidades engajadas no combate e na assistência das crianças e adolescentes com câncer.
(...)
O Que de Verdade Importa narra a história de Alec Bailey (Oliver Jackson-Cohen), um engenheiro frustrado e afundado em dívidas que ganha seus dias consertando eletrodomésticos. Alec acredita que toda sua família está morta, até que um dia seu tio aparece em Londres para propor que ele faça uma viagem, em troca, ele quitará todas suas dívidas.
Sem fé alguma, Alec para em um lugarejo que leva a religião como prioridade. Por um engano, todos da pequena cidade de Nova Escócia começam a acreditar que ele é algum tipo de curador. Ao lado de Cecília (Camilla Luddington), Alec inicia uma jornada em busca da sua verdadeira história, redescobrindo, aos poucos, a fé que havia perdido muito tempo atrás.
Segundo o material de divulgação do longa, o filme é uma homenagem de Paco Arango ao ator e diretor norte-americano Paul Newman, falecido em 2008, que dedicou anos de sua vida em acampamentos destinados a crianças que sofriam com graves doenças, como o câncer.
(Adaptado de https://www.opovo.com.br/jornal/vidaearte/2018/10/o-cinema-move-montanhas.html, acesso em 24 de outubro de 2018.)
A publicação do texto no veículo em questão explicita o objetivo de
Questão 3 10682331
OBRL 8° Ano - 1° Fase 2019Acessório, em moda, refere-se a algum item decorativo que suplementa ou enfeita o vestuário de uma pessoa, como joias, luvas, bolsas, chapéus, cintos, cachecóis, relógios de pulso, óculos de sol, cinta–liga, laços, polainas, collants, gravata, suspensórios, entre outros. Acessórios somam cor, estilo e classe ao traje básico, e criam um acerto visual, mas também podem ter funções práticas. Bolsas servem para carregar objetos, chapéus protegem o rosto de elementos meteorológicos, e luvas mantêm as mãos quentes. Podem ser usados como símbolos visuais externos de afiliação cultural ou religiosa: Crucifixos, Estrela de Davi, o turbante islâmico, quipá judaico e solidéu católico são exemplos comuns. Por fim, marcas famosas em acessórios são vistas como um indicador de status social.
Acessado em 21.06.19, disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Acess%C3%B3rio

As palavras acima são “acessórios” e obedecem a um padrão, com base nesta informação o número que substitui corretamente a interrogação é:
Questão 18 10596123
FAETEC 2019A infinita fiadeira
A aranha, aquela aranha, era tão única: não parava de fazer teias! Fazia-as de todos os tamanhos e formas. Havia, contudo, um senão: ela fazia-as, mas não lhes dava utilidade. O bicho repaginava o mundo. Contudo, sempre inacabava as suas obras. Ao fio e ao cabo, ela já amealhava uma porção de teias que só ganhavam senso no rebrilho das manhãs.
E dia e noite: dos seus palpos primavam obras, com belezas de cachimbo gotejando, rendas e rendilhados. Tudo sem fim nem finalidade. Todo o bom aracnídeo sabe que a teia cumpre as fatais funções: lençol de núpcias,
armadilha de caçador. Todos sabem, menos a nossa aranhinha, em suas distraiçoeiras funções.
Para a mãe aranha aquilo não passava de mau senso. Para quê tanto labor se depois não se dava a indevida aplicação? Mas a jovem aranhiça não fazia ouvidos. E alfaiatava, alfinetava, cegava os nós. Tecia e retecia o fio, entrelaçava e reentrelaçava mais e mais teia. Sem nunca fazer morada em nenhuma. Recusava a utilitária vocação da sua espécie.
— Não faço telas por instinto.
— Então, faz porquê”?
— Faço por arte.
A filha saiu pelo mundo em ofício de infinita teceloa. E em cantos e recantos deixava a sua marca, o engenho da sua seda. Os pais, após a concertação, a mandaram chamar. Em choro múltiplo, a mãe limpou as lágrimas dos muitos olhos enquanto disse:
— Estamos recebendo queixas do aranhal.
— O que é que dizem?
— Dizem que isso só pode ser doença apanhada de outras criaturas.
Até que decidiram: a jovem aranha tinha que ser reconduzida aos seus mandos genéticos. Aquele deva- neio seria causado por falta de namorado.
E aconteceu. Contudo, ao invés de devorar o singelo namorador, a aranha namorou e ficou enamorada. Os dois deram-se os apêndices e dançaram ao som de uma brisa que fazia vibrar a teia. Ou seria a teia que fabricava a brisa?
A aranhiça levou o namorado a visitar a sua colecção de teias, ele que escolhesse uma, ficaria como prova de seu amor.
A familia desiludida consultou o Deus dos bichos, para reclamar da fabricação daquele espécime. Uma aranha assim, com mania de gente” Na sua alta teia, o Deus dos bichos quis saber o que poderia fazer. Pediram que ela transitasse para humana. E assim sucedeu: num golpe divino, a aranha foi convertida em pessoa. Quando ela, já transfigurada, se apresentou no mundo dos humanos logo lhe exigiram a imediata identificação. Quem era, o que fazia?
— Faço arte.
— Arte?
E os humanos se entreolharam, intrigados. Desconheciam o que fosse arte. Em que consistia? Até que um, mais-velho, se lembrou. Que houvera tempos, em tempos de que já se perdeu memória, em que alguns se ocupavam de tais improdutivos afazeres. Felizmente, isso tinha acabado, e os poucos que teimavam em criar esses pou- co rentáveis produtos — chamados obras de arte — tinham sido geneticamente transmutados em bichos. Não se lembravam bem em que bichos. Aranhas, ao que parece. Mia Couto
(In: O fio das missangas, publicado pela Ed. Companhia das Letras)
Em “Sem nunca fazer morada em nenhuma”, a palavra “sem” pode ser substituída, mantendo o sentido global da frase, por:
Questão 28 10253198
EFOMM 1º Dia 2019O texto trata de reminiscências do autor, um homem bucólico, amante da natureza. Ele faz uso de muitos termos que aludem à flora e à fauna.
Assinale a opção em que o termo destacado NÃO diz respeito a nem uma nem outra.
Questão 27 11548914
Pref. de São Paulo 9° Ano Prova Semestral 2018
John Galliano é um nome de destaque. Ousado e excêntrico, levantou novamente a Maison Dior, com toda a sua criatividade, e arte! Sim, porque sua alta-costura é cheia de referências e original como uma obra de arte.
Disponível em: http://obviousmag.org/rg_proprio/2016/. Acesso em 07 de mar. de 2018.
A linguagem apresentada no texto em relação à imagem é
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