Questões de EFAF Arte - Arte e Cultura
156 Questões
Questão 8 10738724
IFCE* 1º Ano 2019/1
Disponível em: https://capricho.abril.com.br/vida-real/15-contas-no-instagram-que-cuidam-com-carinho-da-sua-saude-mental/, acesso em 24 de outubro de 2018.
Pela análise da imagem exposta na conta do artista carioca Daniel Duarte (@sigaosbaloes), podemos constatar que
Questão 11 10627473
COTIL 1° Ano 2019Texto para a questão:
Street art são intervenções urbanas artísticas com temáticas que contornam desde política até religião, passando por problemas sociais etc. Essa arte pode ser feita por meio de pinturas, esculturas ou instalações. Seja de que forma for, a arte urbana é uma arte marginal e não está atrelada a nenhum padrão estético. Sendo assim, considera-se que ela seja livre, sendo a expressão máxima da sociedade e do ser cidadão.
No Brasil e no mundo, a arte de rua tem estado presente nas maiores e mais importantes cidades, geralmente em muros ou paredes de grande escala. Essa arte - além de embelezar a cidade de um jeito econômico e muito original, fazendo cada cidade ser única e ter seu próprio estilo - também faz o papel da denúncia e do protesto. E há também uma outra importante característica: o papel da inclusão social. Vários artistas do estilo promovem a arte por meio de suas intervenções, estimulando a criatividade em jovens e crianças de partes mais remotas da cidade. Muitas comunidades mais pobres são convidadas a se juntarem aos artistas para transmitirem uma ideia, um conceito ou uma mensagem política, ou apenas para criar arte e beleza.
Com cerca de 20.000 anos de evolução cultural por trás disso, o grafite, a pichação ou street urban art ainda são arte e nada parece capaz de deter a sua popularidade fenomenal. A ideia simples de desenhar em uma parede tornou-se algo verdadeiramente extraordinário em um mundo cada vez mais emparedado e murado. Percorremos um longo caminho desde as pinturas nas cavernas. Era inevitável que o roteiro fosse substituído por imagens e estas se destacassem com contrastes excepcionais. O advento do grafite ilustrado foi, sem dúvida, responsável pelo impulso maior de seguidores entre a população em geral. Como o estilo da escrita é quase completamente ilegível para o olho destreinado, fotos em grafite permitem uma mensagem mais clara, mais pungente.
Em março de 2009, o governo brasileiro aprovou a lei 706/07, que descriminaliza a arte de rua, e sua legalização também é realizada pelo consentimento dos proprietários de muros e fachadas grafitadas. Isso se torna um reflexo da paisagem evoluindo em arte nas ruas brasileiras.
(Adaptado de BORGES, Rejane. O Movimento de Arte Urbana (Street Art) no Brasil. OBVIOUS. Caderno Artes e Ideias. Disponível em http://obviousmag.org/archives/2014/03/o_movimento_de_arte_urbana_street_art_no_brasil.html. Acessado em 11/08/2018.)

(Disponível em https://www.revistaforum.com.br. Acessado em 11/08/18.)
Sobre a imagem acima, só não se pode dizer que:
Questão 4 10322973
IFPE Subsequente 2019/2TEXTO 1
SAIBA MAIS SOBRE A LÍNGUA DOTHRAKI
Conversamos com David Peterson, linguista responsável pela criação dos idiomas de Game of Thrones
Se você encontrar um integrante de uma tribo Dothraki, é uma boa ideia saudá-lo com um respeitoso “m’athchomaroon” e passar longe de palavras como “gale”. Quem afirma isso é o linguista contratado pela série Game of Thrones para criar as línguas “estrangeiras” da história - o Dothraki e o Alto Valiriano. David Peterson, formado pela Universidade da Califórnia em San Diego, é integrante da Sociedade de Criação de Linguagens, organização que se dedica às conlangs. Conlang não é uma gíria Dothraki e, sim, uma sigla que, em inglês, significa “língua construída”. Ou seja, idiomas como o esperanto, que tiveram suas regras, palavras e construções pensadas e desenvolvidas — diferente das línguas naturais, que surgem de forma espontânea através da derivação de sons e de dialetos.
Conversamos com David Peterson sobre a Guerra dos Tronos, a criação do Dothraki e até pedimos
para que ele nos ensinasse a xingar no idioma de Khal Drogo. Confira:
(1) Galileu: Qual é a relação que você manteve no idioma com a cultura Dothraki? Peterson: O idioma inteiro é baseado na realidade dos Dothraki. Consequentemente, há palavras para descrever todas as plantas, animais e os fenômenos que acontecem em seu cotidiano — e nenhuma para situações desconhecidas.
(2) Galileu: Pode dar exemplos? Peterson: Não faria sentido criar palavras para “livro”, “ler” e “escrever”, já que o Dothraki não existe na forma escrita. Também não há palavra equivalente a “obrigado”, porque a cultura deles não observa a gratidão da mesma forma. Mas há palavras diferentes para fezes de animais, dependendo se elas estão frescas ou secas. Como as fezes secas são usadas para fazer fogueiras, essa distinção é muito importante para eles. Também há 14 palavras diferentes para “cavalo”.
(3) Galileu: Os atores da série conseguem se comunicar na língua? Peterson: Pelo que sei, os atores apenas memorizam as falas, sem aprender o idioma. Não esperava que eles aprendessem, afinal, seria um trabalhão. Eles “pegaram” algumas palavras e expressões, mas duvido que conseguissem manter uma conversa simples em Dothraki.
(4) Galileu: Você também criou o Alto Valiriano, outro idioma falado em Essos, e disse, em entrevist, que a língua é “quase bonita demais”. Quais são os sons e as construções que tornam isso possível? De que forma o Alto Valiriano se opõe aos sons guturais e pesados do Dothraki?
Peterson: O Alto Valiriano é mais rico em ditongos do que o Dothraki. E enquanto possui uma pegada gutural, o som é mais raro. Gramaticamente, as línguas têm suas diferenças. As duas não têm artigos, mas a ordem das palavras é diferente, com o verbo sempre entrando no final da sentença e os adjetivos sempre precedendo o pronome que eles modificam.
(5) Galileu: Em aulas de línguas estrangeiras, uma das primeiras coisas que aprendemos (normalmente através dos colegas e não dos professores) são os xingamentos. E também gostamos de zoar os gringos que vêm ao Brasil, ensinando palavrões em português, como se tivessem outro significado. Você pode nos ensinar a xingar em Dothraki?
Peterson: Claro! O Dothraki é um idioma “abençoado” com muitos palavrões. “Ifak”, por exemplo, é uma palavra que tem o significado de gringo, de estrangeiro. Mas no Dothraki é usado como um insulto. “Graddakh” é a palavra usada para fezes, sempre em tom pejorativo. Muitos dos outros xingamentos são óbvios, como “gale” que significa ovo — mas também a genitália masculina.
GALASTRI, Luciana. Saiba mais sobre a língua dothraki. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/Cultura/Series/noticia/2014/06/o-criador-das-linguas-de-game-thrones.html. Acesso em: 04 maio 2019 (adaptado).
TEXTO 2
POR QUE TODO MUNDO NÃO FALA A MESMA LÍNGUA?
(1) Porque as línguas foram surgindo nas várias regiões do mundo de forma independente. Algumas têm a mesma origem, como o hindu, o sueco, o inglês e o português. Elas vieram de uma grande língua comum, chamada proto-indo-europeu, que há milhares de anos era falada na Ásia.
(2) Esse idioma deu origem a quase todas as línguas ocidentais e algumas orientais. “Supõe-se que o indo-europeu tenha sido uma língua só, que foi se diferenciando com o tempo”, explica o professor de linguística Paulo Chagas de Souza, da Universidade de São Paulo.
(3) É que as línguas são vivas – elas se transformam com o uso. Mesmo as que vieram de uma raiz comum foram sendo modificadas pouco a pouco pela prática de cada grupo falante, que seleciona os termos adequados ao seu ambiente e à sua cultura. Os esquimós, por exemplo, criaram palavras capazes de descrever 40 tons de branco. Esses termos não fazem o menor sentido para um povo que mora no deserto, concorda?
(4) O Império Romano teve uma forte função na difusão e na construção de muitas das línguas que são faladas hoje. Naquela época, na região de Roma, falava-se o latim, uma língua derivada do proto-indo-europeu que floresceu na região do Lácio.
(5) À medida que o império avançava, conquistando novos territórios, esse idioma foi sendo imposto aos povos dominados, mas não sem sofrer influência das línguas locais, com mudanças de pronúncia e enxertos de palavras.
(6) Com o enfraquecimento do domínio dos césares, essas diferenças foram se intensificando e construindo dialetos, que se transformaram em idiomas próprios. Foi assim que surgiu o português, o italiano e o francês, por exemplo.
(7) Hoje, são faladas 7.099 línguas ao redor do mundo, segundo o compêndio Ethnologue, um livro que cataloga os idiomas do nosso planeta desde 1950. Mas a gente não ouve a maioria delas: mais de 90% dessas línguas estão na boca de apenas 6% dos habitantes da Terra. O restante da população mundial usa menos de 400 idiomas.
OLIVEIRA, Fábio. Por que todo mundo não fala a mesma língua? Disponível em:http://super.abril.com.br/sociedade/por-que-todo-mundo-não-fala-a-mesma-lingua/amp/. Acesso em: 04 maio 2019.
Tanto o TEXTO 1 quanto o TEXTO 2 têm como foco a discussão sobre idiomas. Este tematiza línguas naturais, enquanto aquele destaca línguas artificiais criadas para uma série televisiva. Apesar das diferenças, os dois dialogam ao tratarem da relação entre língua e cultura. Sobre esse aspecto, analise os trechos reproduzidos a seguir.
I. “Há palavras para descrever todas as plantas, animais e os fenômenos que acontecem em seu cotidiano— e nenhuma para situações desconhecidas” (TEXTO 1, pergunta 1).
II. “Não faria sentido criar palavras para ‘livro’, ‘ler’ e ‘escrever’, já que o Dothraki não existe na forma escrita” (TEXTO 1, pergunta 2).
III.“Pelo que sei, os atores apenas memorizam as falas, sem aprender o idioma” (TEXTO 1, pergunta 3).
IV. “Elas vieram de uma grande língua comum, chamada proto-indo-europeu, que há milhares de anos era falada na Ásia” (TEXTO 2, 1º parágrafo).
V. “Os esquimós, por exemplo, criaram palavras capazes de descrever 40 tons de branco. Esses termos não fazem o menor sentido para um povo que mora no deserto, concorda?” (TEXTO 2, 3º parágrafo).
Que trechos, dos acima destacados, deixam clara a relação entre língua e cultura?
Questão 22 10174630
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo 2019Observe as imagens.


Fonte: ALBUQUERQUE, M. A. M. de; BIGOTTO, J. F.; VITIELLO, M. A. Geografia sociedade e cotidiano: espaço brasileiro. 3.ed. v.2. São Paulo: Escala Educacional, 2013. (Coleção Geografia e Sociedade e Cotidiano). p.219.
As pinturas Paisagem de subúrbio, do artista plástico carioca Di Cavalcanti, e , Morro da favela da artista plástica paulista Tarsila do Amaral, retratam condições relacionadas à vida nas cidades brasileiras, onde se evidencia a
Questão 2 10781283
IFMT 2018/2O texto abaixo serve de base para responder à questão.
As mulheres roubam a cena em Pantera Negra
Ok, você já ouviu que o filme Pantera Negra é um show de diversidade: com elenco praticamente e completamente negro, dirigido, produzido e escrito por negros, ele manda um beijo para o racismo. Mas é preciso falar também do poder feminino da produção.
O protagonista é homem, todos sabem, mas por trás dele, há um verdadeiro exército de mulheres incríveis e poderosas. A história do filme acompanha como o novo rei T ́Challa (Chadwick Boseman) precisa encarar alguns vilões para proteger seu reino, Wakanda, um paraíso supermoderno na África. E para vencer o mal, ele conta com muitas minas ao seu lado.
A começar por sua irmã Shuri, que é vivida por Letitia Wright — uma das atrizes em que devemos ficar de olho esse ano. Shuri é simplesmente a grande mente do país, responsável pelo laboratório que desenvolve toda a modernidade que aparece no filme
Na produção, a proteção do herói é feita por uma guarda de mulheres. As guerreiras carecas, munidas de lanças, dão shows de luta em cena e quem as comanda é a general Okoye, interpretada por Danai Gurira, que rouba todas as cenas em que aparece. Quem luta ao seu lado é Lupita Nyong ́o, vivendo Nakia, uma das mais letais guardiãs do rei e também seu amor.
Além delas, Angela Basset marca presença como a matriarca do clã dos Panteras, Ramonda. Outra coisa que não passa desapercebida no filme é o país onde vive Pantera Negra, Wakanda. Misto de paraíso e universo futurista, é a ideia de um país Africano que não teria sofrido a influência do colonialismo, podendo se desenvolver completamente. Lá, homens e mulheres vivem em igualdade.
Quem tornou real esse universo dos quadrinhos foi a designer de produção Hannah Bechler, que também atuou no premiado Moonlight. Para criar a Wakanda das telas, Hannah visitou a África em busca de inspiração.
(Fonte: https://estilo.uol.com.br/noticias/redacao/2018/02/17/as-mulheres-que-roubam-a-cena-em-pantera-negra.htm)
Com base no texto lido, só NÃO podemos afirmar que no filme Pantera Negra:
Questão 15 10737686
SENAI 1º Ano - CGE 2144 2018/1O texto abaixo se refere à questão.
Arquitetura para pobres
O arquiteto japonês Shigeru Ban foi o vencedor do prêmio Pritzker deste ano, equivalente ao Prêmio Nobel da arquitetura. Ban tem estilo austero e simples, que foge completamente da linhagem dos “starchitects”, como são chamados os arquitetos estrelados que projetam megaedifícios nas grandes cidades. Os traços de Ban buscam contemplar os mais carentes, as vítimas de tragédias e guerras, os sem glamour. Em 1994, ele inventou uma construção de emergência para ser usada nos campos de refugiados de Ruanda. Foi para Genebra trabalhar para a ONU no desenvolvimento de moradias com tubos de papelão. No ano seguinte, aplicou a mesma técnica para criar postos de atendimento em Kobe, no Japão, que acabara de ser destruída por um terremoto. (...)
Fonte: PERIN, K. Cidades sem fronteiras. Revista Veja. São Paulo: Abril, ed. 2367, no 14, 2 abr. 2014
O núcleo temático do texto é
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