Questões de EFAF Arte - Arte e Cultura
156 Questões
Questão 24 10775711
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2022O texto abaixo se refere à questão.
QUAL É O LAZER DO JOVEM?

Pesquisa da Secretaria-Geral da Presidência da República, obtida com exclusividade pelo Estado de S. Paulo, aponta que as atividades de lazer e cultura mais populares entre os jovens de
a
anos são aquelas que não envolvem custos, como passeios em parques ou shoppings, idas a festas em casa de conhecidos e comparecimento a missas e cultos religiosos.
Cinema, teatro e espetáculo musical são realizados em proporção muito menor. A forma mais popular de lazer fora de casa é o passeio em parques e praças – atividade realizada por
dos entrevistados. Logo depois, aparecem festas na casa de amigos
seguidas por missas ou cultos religiosos
, bar com amigos
e passeios em shopping centers
. Apenas
dos jovens afirmaram ter frequentado cinema nos
dias anteriores à pesquisa, índice que despenca para
quando se trata de ida ao teatro.
Em relação à frequência em atividades de lazer e cultura pelo menos uma vez na vida, os dados são igualmente alarmantes:
dos jovens brasileiros nunca compareceram a um concerto de música clássica,
jamais foram ao teatro e
nunca estiveram em uma biblioteca fora da escola.
Nos fins de semana,
dos jovens realizam atividades de lazer fora de casa, índice significativamente superior ao daqueles que optam por fazer algo em casa
, por praticar esportes
, por visitar parentes
e por atividades religiosas
. Foram ouvidos ao todo
jovens de todos os estratos sociais para a pesquisa, cuja margem de erro é de 
O objetivo do estudo da Secretaria-Geral da Presidência é fornecer subsídio ao governo federal para implementar políticas públicas de juventude. “Os jovens têm muita vontade de passear e fazem aquilo que não custa nada como forma de se divertir nos fins de semana, alargar os horizontes e viver experiências que os tirem do universo mais restrito da casa”, diz a socióloga Helena Wendel Abramo, coordenadora de Políticas Setoriais da Secretaria Nacional de Juventude, da Secretaria-Geral.
Ainda de acordo com o texto, ao todo, foram ouvidos na pesquisa
jovens.
Esse número pode ser escrito, em notação científica, como:
Questão 21 10775708
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2022O texto abaixo se refere à questão.
QUAL É O LAZER DO JOVEM?

Pesquisa da Secretaria-Geral da Presidência da República, obtida com exclusividade pelo Estado de S. Paulo, aponta que as atividades de lazer e cultura mais populares entre os jovens de
a
anos são aquelas que não envolvem custos, como passeios em parques ou shoppings, idas a festas em casa de conhecidos e comparecimento a missas e cultos religiosos.
Cinema, teatro e espetáculo musical são realizados em proporção muito menor. A forma mais popular de lazer fora de casa é o passeio em parques e praças – atividade realizada por
dos entrevistados. Logo depois, aparecem festas na casa de amigos
seguidas por missas ou cultos religiosos
, bar com amigos
e passeios em shopping centers
. Apenas
dos jovens afirmaram ter frequentado cinema nos
dias anteriores à pesquisa, índice que despenca para
quando se trata de ida ao teatro.
Em relação à frequência em atividades de lazer e cultura pelo menos uma vez na vida, os dados são igualmente alarmantes:
dos jovens brasileiros nunca compareceram a um concerto de música clássica,
jamais foram ao teatro e
nunca estiveram em uma biblioteca fora da escola.
Nos fins de semana,
dos jovens realizam atividades de lazer fora de casa, índice significativamente superior ao daqueles que optam por fazer algo em casa
, por praticar esportes
, por visitar parentes
e por atividades religiosas
. Foram ouvidos ao todo
jovens de todos os estratos sociais para a pesquisa, cuja margem de erro é de 
O objetivo do estudo da Secretaria-Geral da Presidência é fornecer subsídio ao governo federal para implementar políticas públicas de juventude. “Os jovens têm muita vontade de passear e fazem aquilo que não custa nada como forma de se divertir nos fins de semana, alargar os horizontes e viver experiências que os tirem do universo mais restrito da casa”, diz a socióloga Helena Wendel Abramo, coordenadora de Políticas Setoriais da Secretaria Nacional de Juventude, da Secretaria-Geral.
De acordo com o texto, jovens entre
e
anos têm preferências bastante específicas em relação às atividades preferidas de lazer e cultura. Considerando o conjunto dos números racionais como referência numérica desta questão, avalie as seguintes afirmativas:
• Existem apenas
números entre
(inclusive) e
(exclusive);
• A média aritmética entre a maior e a menor idade pode ser escrito na forma fracionária a/b, com
;
• Existem exatamente 4 números primos entre
e
(inclusive);
• Para que se possam representar as idades da pesquisa a partir da representação por meio de uma propriedade, devemos escrever:
.
A quantidade de afirmações CORRETAS é:
Questão 3 10611284
CMB Língua Portuguesa 1º ano 2022Após a leitura do Texto, responda a questão.
TEXTO
Como a arte influencia nossas vidas (e a gente nem percebe!)
[1] Você já parou para pensar no poder e na influência da arte ao longo da sua vida?
Estamos tão acostumados com a presença da arte em todo lugar que, às vezes, é até difícil enxergar ou perceber que ela está presente.
A gente cria e consome arte desde os nossos primórdios como seres humanos. A caverna de
[5] Lascaux, na França, possui centenas de pinturas com mais de dezessete mil anos em suas paredes. São
desenhos de animais e marcas de mãos, como aquelas feitas pelas crianças quando pintam o contorno da
mão em papel ou quando molham a palma em tinta e carimbam alguma coisa para deixar sua marca.

Imagens da Caverna de Lascaux, patrimônio da UNESCO.
A gente continua fazendo isso ainda hoje. É quase como um instinto primitivo: nós desejamos registrar a nossa existência e fazemos isso usando a arte.
[10] Mesmo com a preocupação com o caçar e o sobreviver, há milhares de anos os seres humanos
já dedicavam seu tempo em criar arte como se não fosse algo opcional ou só por diversão, mas sim
como se fosse algo fundamental e necessário.
Isso não mudou até hoje.
O ser humano é a única criatura capaz de criar e com necessidade de criar, e usamos isso como
[15] forma de nos reconhecermos como humanos, nos expressarmos e darmos sentido à vida. Todas as
linguagens artísticas - música, poesia, dança, teatro, cinema, pintura, desenho, literatura, história em
quadrinhos, escultura, videogame, grafite, fotografia - são capazes de melhorar a forma como nos
relacionamos com outras pessoas e com o mundo, de nos tornar mais criativos, sensíveis e dinâmicos
para com a sociedade.
[20] A pedagoga Daniela Coleto, em seu artigo A importância da arte para a formação da criança"
lembra que, quando se é criança, as nossas manifestações artísticas são nosso meio de expressão mais
forte e prazeroso. Não há limites para o poder imaginativo: nossos desenhos podem mostrar árvores
azuis, cachorros cor de rosa... Há completa liberdade de expressão para ideias e sentimentos, o que
melhora a escuta, a observação e a comunicação.
[25] Quando a gente cresce, desenvolve-se em nós a noção do nosso papel no mundo. A arte contribui
então para que desenvolvamos mais empatia, que é a capacidade de uma pessoa se colocar no lugar de
outra e tentar entender o que aquela pessoa sente. Isso acontece quando assistimos a um filme e nos
emocionamos com as histórias, problemas e conquistas das personagens; quando ouvimos uma música
e sentimos uma maré de sensações com o que a melodia e a letra nos transmitem. Essas emoções mudam
[30] a nossa perspectiva e percepção de mundo e nos fazem enxergar a mesma coisa por vários ângulos
diferentes, facilitando a nossa compreensão e clareza dos fatos da vida. Ou seja: em nosso cotidiano, a
arte contribui para nos tornar mais humanos.
Segundo a arteterapeuta Angela Philippini, além de podermos consumir a arte de outras pessoas,
criar arte com as próprias mãos é um meio de expressão extremamente poderoso. Isso nos permite
[35] utilizar diferentes formas de expressão - pintura, desenho, modelagem - como ferramentas para
alcançar níveis profundos do inconsciente, trazendo lembranças e memórias para o consciente e, com
isso, ajuda a expandir e transformar nosso conhecimento sobre nós mesmos. A depender da situação,
pode nos auxiliar a "colocar pra fora" sentimentos e emoções a fim de aliviar uma dor. Pode também
trazer relaxamento, distração, entretenimento, ou mesmo aumentar concentração e foco.
[40] Além disso, consumir a arte de alguém ou produzir a própria arte é estar presente e atento à
troca de sentimentos e sensações humanas. Inclusive, para o filósofo e pedagogo John Dewey, arte não
é a obra ou o objeto em si, mas sim a interação que flui entre a pessoa e a obra. Ele considera que a arte
faz parte do próprio processo de viver, porque estamos a todo momento interagindo com o mundo.
Dessa forma, a arte seria uma experiência de troca consciente entre o organismo que somos nós e o
[45] ambiente em que estamos inseridos. Essa troca acontece por meio dos nossos sentidos - nossa visão,
audição, olfato, tato, paladar - e também na forma como essa experiência nos toca, como a percebemos
e o que ela causa em nós.
Tudo isso é arte.
E a arte, como manifestação de nossa humanidade, só acontece por conta dos altos e baixos da
[50] nossa vida, com os momentos de desequilíbrio ou desordem e depois com os momentos de satisfação e
equilíbrio. A gente transita entre esses dois extremos buscando soluções para alcançar estabilidade e,
depois, novamente enfrentamos conflitos e problemas que nos levam à desordem. Se houvesse um
mundo onde só existisse equilíbrio ou só desequilíbrio, a arte não existiria, pois ela nasce da tensão
entre esses dois elementos. E essa experiência pode ser compartilhada com o outro. Com isso, a arte dá
[55] voz e gera conexão entre as pessoas. Mesmo entre pessoas com visões de mundo diferentes, a arte
consegue criar união quando se compartilha uma mesma emoção: ela nos ensina sobre a pluralidade do mundo e nos encoraja a valorizar a criatividade e o diálogo.
A arte também nos faz questionar, nos trazendo dúvidas e exercitando o nosso pensamento e a
nossa consciência crítica. Faz a gente refletir, pensar e criar posicionamentos a respeito de ideias,
[60] valores e situações, nos transformando em pessoas mais inteligentes e assertivas. Sem arte a nossa vida
perderia parte do sentido ou até o sentido inteiro, já que a gente não consegue nem ao menos imaginar
essa possibilidade de forma hipotética para calcular a falta que ela faria.
Somos seres criadores por natureza; à nossa maneira somos artistas da nossa própria vida. E não
importa de que forma você consome, experimenta ou faz arte. Ela está na sua vida o tempo todo, de mil
[65] maneiras diferentes.
Agora pare e pense: como a arte tem influenciado e transformado a sua vida?
Fonte: Como a arte influencia a sua vida (9’57”). Vídeo do youtube disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=BHM65hsbiPo. (transcrição livre e adaptada).
As afirmações que seguem são baseadas no Texto. Em cada uma delas, temos a presença de uma tese (em negrito) e um argumento.
Selecione a única opção em que o argumento efetivamente está confirmando a tese que o precede.
Questão 1 14935417
ONHB Fase 1 2021Qual lado da corda você tá?

Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Grafite ORIGEM: Guiles, Qual lado da corda você tá? Grafite, Barra Funda/SP. 12/06/2020. Foto por Nelson Almeida (AFS-m Agence France Press) CRÉDITOS: Grafite: Guilles Foto: Nelson Almeida (AFS-m Agence France Press) TÉCNICA: Grafite/fotografia PALAVRAS-CHAVE: saúde pública, arte urbana, grafite
Em junho de 2020, durante a pandemia de coronavírus enfrentada pelo Brasil, um grafite do artista Guiles surgiu em um muro de uma das ruas da Barra Funda, bairro da cidade de São Paulo, SP.
Segundo a narrativa proposta pelo grafite:
Questão 12 10736691
COTUCA 2020Leia, a seguir, fragmentos do Manifesto da Antropofagia periférica, escrito pelo poeta Sérgio Vaz, para responder à questão.
Manifesto da Antropofagia periférica
A Periferia nos une pelo amor, pela dor e pela cor.
Dos becos e vielas há de vir a voz que grita contra o silêncio que nos pune. Eis que surge das ladeiras um povo lindo e inteligente galopando contra o passado. A favor de um futuro limpo, para todos os brasileiros.
A favor de um subúrbio que clama por arte e cultura, e universidade para a diversidade. (...)
Contra a arte patrocinada pelos que corrompem a liberdade de opção. Contra a arte fabricada para destruir o senso crítico, a emoção e a sensibilidade que nasce da múltipla escolha.
A Arte que liberta não pode vir da mão que escraviza.
A favor do batuque da cozinha que nasce na cozinha e sinhá não quer. Da poesia periférica que brota na porta do bar.
[...]
Da Literatura das ruas despertando nas calçadas.
A Periferia unida, no centro de todas as coisas.
Contra o racismo, a intolerância e as injustiças sociais das quais a arte vigente não fala.
Contra o artista surdo-mudo e a letra que não fala.
É preciso sugar da arte um novo tipo de artista: o artista-cidadão. Aquele que na sua arte não revoluciona o mundo, mas também não compactua com a mediocridade que imbeciliza um povo desprovido de oportunidades. Um artista a serviço da comunidade, do país. (...)
[...]
Contra a barbárie que é a falta de bibliotecas, cinemas, museus, teatros e espaços para o acesso à produção cultural. Contra reis e rainhas do castelo globalizado e quadril avantajado.
[...]
Contra os covardes e eruditos de aquário.
Contra o artista serviçal escravo da vaidade.
[...]
A Arte que liberta não pode vir da mão que escraviza.
Por uma Periferia que nos une pelo amor, pela dor e pela cor.
É TUDO NOSSO!
Disponível em http://colecionadordepedras/.blogspot.com/2010/08manifesto-da-antropofagia-periferica.html?m=1. Acesso em 18/07/2019.
Ao se publicar um Manifesto, busca-se formal e publicamente a transmissão de opiniões, decisões, intenções e ideias.
Nos trechos transcritos do Manifesto da Antropofagia periférica, é possível identificar o que se afirma em:
Questão 117 10541988
ENCCEJA* Ensino Fundamental - I, II, III e IV 2020
PORTINARI, C. Criança morta. Óleo sobre tela, 180 x 190 cm. Masp, São Paulo, 1944.
Disponível em: http://quadrosdecorativos.net. Acesso em: 24 jul. 2014.
A situação retratada no quadro, da primeira metade do século XX, tem como causa socioeconômica a
06
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