Questões de EFAF Arte - Arte e Cultura
156 Questões
Questão 1 10690036
OBRL 6° Ano - 1° Fase 2017Observe a figura em origami abaixo e tente descobrir de que modo a figura (1) setransformou na figura (2).
Em seguida, aplicando a mesma transformação, descubracomo será a figura (4), sabendo que esta foi originada da figura (3).

Questão 19 10401538
CMT 2017Considere o texto, composto pelas páginas 1 a 8 de uma história em quadrinhos, para responder à questão:
Texto








(SOUZA, M. Você sabia? Turma da Mônica. Festas Juninas. In http://alfabetizacaocefaproponteselacerda.blogspot.com.br Acesso em 12 jun 2017)
Levando em conta a linguagem utilizada pelo personagem Chico Bento e os desenhos utilizados pelo autor da história, especialmente nas páginas 6, 7 e 8 da história em quadrinhos, pode-se identificar que a festa da narrativa ocorre:
Questão 36 10745567
COLUNI/UFV 1° Dia 2016O quadro Pau-Brasil, de Tarsila do Amaral, reproduzido abaixo, é uma obra importante da Semana de Arte Moderna, de 1922.

(Fonte: MARQUES, Adhemar; BEIRUTTI, Flávio; FARIA, Ricardo. Brasil: História em Construção. Belo Horizonte, MG: Lê: 1996. v. 4. p. 93.)
A respeito desse movimento artístico-cultural, é INCORRETO afirmar que:
Questão 15 11005579
IFC Exame de Classificação 2013Instrução: A questão é baseadas nos textos 1 e 2
Texto 1
Ladrões: o impossível diálogo
"Obra de Cézanne é roubada em Oxford"
Mundo, 2.jan.2000.
[5] "Desenho de Picasso é roubado em Paris"
Ilustrada, 3.jan.2000.
Em Oxford, um homem lê no jornal que um desenho de Picasso foi
roubado em Paris. Em Paris, um homem lê no jornal que uma obra de
[10] Cézanne foi roubada em Oxford.
Em Oxford, um homem põe o jornal de lado e contempla a tela de
Cézanne que está à sua frente. É com desgosto que o faz. Nunca gostou
de Cézanne. Roubou o quadro porque era o que podia roubar, o que
estava disponível. Mas o que ele queria mesmo era um Picasso. Picasso é
[15] o artista de seus sonhos.
Em Paris, um homem põe o jornal de lado e contempla o desenho
de Picasso que está à sua frente. É com desgosto que o faz. Nunca
gostou de Picasso. Roubou o desenho porque era o que podia roubar, o
que estava disponível. Mas o que ele queria mesmo era um Cézanne.
[20] Cézanne é o artista de seus sonhos.
Em Oxford, um homem tem uma ideia: trocar o quadro de Cézanne,
que acabou de roubar, por um desenho de Picasso que também acabou
de ser roubado.
Em Paris, um homem tem uma ideia: trocar o desenho de Picasso,
[25] que acabou de roubar, por um quadro de Cézanne, que também acabou
de ser roubado.
Como encontrarei o homem que roubou o Picasso, pergunta-se,
angustiado, o homem que roubou o Cézanne (há razão para sua angústia:
quem rouba um Picasso não quer ser encontrado). Como acharei o
[30] homem que roubou o Cézanne, pergunta-se, angustiado, o homem que
roubou o Picasso (há razão para sua angústia: quem rouba um Cézanne
não quer ser encontrado).
Este será um século de desencontros, pensa o homem que roubou o
Cézanne. Este será um século de desencontros, pensa o homem que
[35] roubou o Picasso.
O que pensavam a respeito Cézanne e Picasso, ninguém sabe.
(SCLIAR, Moacyr. O imaginário cotidiano, Ed. Gaia, 2006, p. 99-100)
Texto 2
Carta a um assaltante
Prezado senhor assaltante: Não pretendo aqui discutir sua
metodologia de trabalho, nem mesmo a motivação que o leva a roubar.
[5] Afinal de contas este país esteve, há não muito tempo, nas mãos de uma
quadrilha, e que eu saiba ninguém aventou problemas psicológicos para
justificar o que faziam. De outra parte, todos nós sabemos que o crime
viceja, como erva daninha, na miséria em que vivemos.
Quero, porém, ponderar que, como dizia Jean Valjean em Os
[10] Miseráveis, há roubos e roubos. Quem rouba um pão é ladrão. Quem
rouba um milhão é barão.
Mas quem não rouba nem pão nem milhão, o que é? Quem rouba a
bicicleta de um garoto, o que é?
Esta é uma resposta que não consigo encontrar, senhor assaltante.
[15] Assim como não consigo encontrar resposta para a pergunta que me fez
uma moça, dona de uma confeitaria que foi assaltada. A gente trabalha,
trabalha, no fim do dia vem um ladrão e leva tudo – é justo?
Outro dia passei por um carro e vi nele um anúncio que me chamou
a atenção. Dizia: “Este carro não tem rádio: já foi roubado. Este carro
[20] também não tem nada de valor”.
Uma advertência destas dirigida a assaltantes pressupõe algumas
coisas. Primeiro, que o assaltante saiba ler, o que no passado raramente
acontecia (mas também no passado raramente os crimes eram tão
brutais). Segundo, apela para uma racionalidade que o assaltante, como
[25] qualquer ser humano, deve possuir. Em suma: admite a possibilidade de
um diálogo.
Se este diálogo pode existir, senhor assaltante, eu faria uma
sugestão. Acho que os assaltantes devem impor alguma forma de limite às
suas atividades.
[30] Porque os assaltos estão enlouquecendo as pessoas, e não se trata
só dos ricos: todo mundo sabe que as maiores vítimas da violência estão
nas vilas populares. E esta perda do bom senso leva a consequências
imprevisíveis: gente armada, gente pedindo a pena de morte.
Não dá para voltar aos bons roubos de antigamente?
[35] Não dá para simplesmente, e com mãos de artista, bater a carteira
de um passageiro de ônibus, levando só os trocados e deixando-o, pelo
menos, com uma sincera admiração: “Puxa, mas esse cara é bom
mesmo”?
Pense nisto, senhor assaltante. A propósito: se o senhor quiser ler
[40] esta crônica, não roube o jornal. Eu lhe dou o meu exemplar.
(SCLIAR, Moacyr. Minha mãe não dorme enquanto eu não chegar, Ed. L&PM, 2009)
Os textos 1 e 2 tratam sobre roubos.
Qual aspecto deste assunto é tratado apenas no Texto 1?
Questão 4 10751403
SENAI 1º Ano - CGE 2025 2011O texto abaixo se refere à questão.
Filhos (adotivos) do circo
Escolas formam nova geração de artistas circenses que reciclam as lições do picadeiro
No passado, artista circense era aquela pessoa que nascia ao redor do picadeiro ou fugia de casa apaixonada pelo malabarista. Casos assim ainda acontecem, mas encontram concorrentes em um mercado de trabalho globalizado e competitivo. São os frutos das escolas de circo, gente que nasceu e cresceu em famílias sem nenhuma relação com esse universo mas que, por algum motivo, resolveu se arriscar sob a lona.
(...)
Não há um levantamento oficial de quantas escolas do tipo existem no país, mas o site especializado Pindorama Circus lista mais de 50, entre profissionalizantes, de lazer e projetos sociais. “Escolas informais sempre existiram sob a lona, para filhos de circenses e agregados. Mas chegou uma época em que as novas gerações começaram a não querer mais ser artistas. Foi o cenário ideal para o surgimento das escolas”, explica Alex Marinho, diretor do Centro de Formação Profissional em Artes Circenses (Cefac).
No Brasil, a primeira escola de circo surgiu em 1978, escondida sob as arquibancadas do estádio do Pacaembu e apoiada pelo governo do Estado. Era a Academia Piolin de Artes Circenses, que, sem incentivos, durou três anos. Em 1982, nasceu a Escola Nacional de Circo, no Rio de Janeiro, a mais antiga em funcionamento. Depois vieram a Circo Escola Picadeiro, em São Paulo, e a Escola Picolino de Artes do Circo, na Bahia.
O currículo da Escola Nacional do Circo, a única mantida pelo Ministério da Cultura, mistura aulas de malabares, acrobacias, perna-de-pau, dança e oficina de palhaço. Os treinamentos, de quatro horas diárias, estendem-se por quatro anos e incluem conhecimentos teóricos de anatomia, história da arte e noções de segurança.
“Estamos com cerca de 150 alunos. Já formamos mais de 220, dos quais uns 180 foram para companhias como Cirque du Soleil, Marcos Frota e Beto Carrero. Outros entraram em grupos como a Intrépida Trupe”, diz Francisco Aramburu Filho, o Chicão, coordenador pedagógico. (...)
Fonte: COZER, R. Revista da Folha, 720 ed., p. 9, 28 maio 2006.
Segundo o texto, o que possibilitou o aparecimento das escolas de circo foi
Questão 13 10872820
IFSP 2009O texto seguinte reúne trechos adaptados de matéria publicada n’ O Estado de S.Paulo, em 29.09.2008. Leia-o para responder às questão.
Prédio histórico é reaberto no centro
Tombado pelo Conpresp, edifício da agência matriz da Nossa Caixa foi construído em meados do século passado
Projetado pelo Escritório Técnico Ramos de Azevedo, o edifício começou a ser construído em 1941, para o Instituto Brasileiro do Café, mas só em 1951 o prédio ficou pronto.
O artista plástico italiano Caetano Miani, contratado pelo Instituto, deixou quatro obras ali: A Conquista Tomada do Tosão de Ouro, Bandeirantes, pintura em cerâmica azul e ouro, Riquezas do Brasil, pintura em esmalte sobre cobre e Brasil Dá Café ao Mundo, escultura em cerâmica revestida de cobre. Destas, apenas a última não fica em exposição na agência reaberta.
O edifício passou nos últimos meses pela maior reforma de sua história: os caixilhos tiveram a sua cor verde original recuperada e as ferragens em latão da porta de vidro principal foram polidas. O piso, de granito, e as paredes e pilares, de mármore, foram restaurados, mantendo as cores originais.
Sobre os diferentes materiais citados no texto, afirma-se que
I. ouro, latão e cobre são metais utilizados em esculturas, devido ao brilho duradouro que conferem a essas peças de arte;
II. cobre é bom condutor de calor;
III. cerâmicas são classificadas como isolantes, pois não conduzem a corrente elétrica;
IV. ouro e vidro são materiais resistentes a transformações químicas com agentes do ambiente e por isso se preservam por muito tempo.
É correto o que se afirma apenas em
06
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