Questões de EFAF Arte - Arte e Cultura
156 Questões
Questão 11 616085
COTIL 1° Ano 2019Texto para a questão.
Street art são intervenções urbanas artísticas com temáticas que contornam desde política até religião, passando por problemas sociais etc. Essa arte pode ser feita por meio de pinturas, esculturas ou instalações. Seja de que forma for, a arte urbana é uma arte marginal e não está atrelada a nenhum padrão estético. Sendo assim, considera-se que ela seja livre, sendo a expressão máxima da sociedade e do ser cidadão.
No Brasil e no mundo, a arte de rua tem estado presente nas maiores e mais importantes cidades, geralmente em muros ou paredes de grande escala. Essa arte - além de embelezar a cidade de um jeito econômico e muito original, fazendo cada cidade ser única e ter seu próprio estilo - também faz o papel da denúncia e do protesto. E há também uma outra importante característica: o papel da inclusão social. Vários artistas do estilo promovem a arte por meio de suas intervenções, estimulando a criatividade em jovens e crianças de partes mais remotas da cidade. Muitas comunidades mais pobres são convidadas a se juntarem aos artistas para transmitirem uma ideia, um conceito ou uma mensagem política, ou apenas para criar arte e beleza.
Com cerca de 20.000 anos de evolução cultural por trás disso, o grafite, a pichação ou street urban art ainda são arte e nada parece capaz de deter a sua popularidade fenomenal. A ideia simples de desenhar em uma parede tornou-se algo verdadeiramente extraordinário em um mundo cada vez mais emparedado e murado. Percorremos um longo caminho desde as pinturas nas cavernas. Era inevitável que o roteiro fosse substituído por imagens e estas se destacassem com contrastes excepcionais. O advento do grafite ilustrado foi, sem dúvida, responsável pelo impulso maior de seguidores entre a população em geral. Como o estilo da escrita é quase completamente ilegível para o olho destreinado, fotos em grafite permitem uma mensagem mais clara, mais pungente.
Em março de 2009, o governo brasileiro aprovou a lei 706/07, que descriminaliza a arte de rua, e sua legalização também é realizada pelo consentimento dos proprietários de muros e fachadas grafitadas. Isso se torna um reflexo da paisagem evoluindo em arte nas ruas brasileiras.
(Adaptado de BORGES, Rejane. O Movimento de Arte Urbana (Street Art) no Brasil. OBVIOUS. Caderno Artes e Ideias. Disponível em http://obviousmag.org/archives/2014/03/o_movimento_de_arte_urbana_street_art_no_brasil.html. Acessado em 11/08/2018.)

(Disponível em https://www.revistaforum.com.br. Acessado em 11/08/18.)
Sobre a imagem acima, só não se pode dizer que:
Questão 27 11548255
Pref. de São Paulo 8° Ano Prova Semestral 2018Objetivo do jogo é dançar como Michael Jackson

Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,ERT170393-17779,00.html. Acesso em 13 de mar. de 2018.
A imagem apresenta a linguagem
Questão 4 10781285
IFMT 2018/2O texto abaixo serve de base para responder à questão.
As mulheres roubam a cena em Pantera Negra
Ok, você já ouviu que o filme Pantera Negra é um show de diversidade: com elenco praticamente e completamente negro, dirigido, produzido e escrito por negros, ele manda um beijo para o racismo. Mas é preciso falar também do poder feminino da produção.
O protagonista é homem, todos sabem, mas por trás dele, há um verdadeiro exército de mulheres incríveis e poderosas. A história do filme acompanha como o novo rei T ́Challa (Chadwick Boseman) precisa encarar alguns vilões para proteger seu reino, Wakanda, um paraíso supermoderno na África. E para vencer o mal, ele conta com muitas minas ao seu lado.
A começar por sua irmã Shuri, que é vivida por Letitia Wright — uma das atrizes em que devemos ficar de olho esse ano. Shuri é simplesmente a grande mente do país, responsável pelo laboratório que desenvolve toda a modernidade que aparece no filme
Na produção, a proteção do herói é feita por uma guarda de mulheres. As guerreiras carecas, munidas de lanças, dão shows de luta em cena e quem as comanda é a general Okoye, interpretada por Danai Gurira, que rouba todas as cenas em que aparece. Quem luta ao seu lado é Lupita Nyong ́o, vivendo Nakia, uma das mais letais guardiãs do rei e também seu amor.
Além delas, Angela Basset marca presença como a matriarca do clã dos Panteras, Ramonda. Outra coisa que não passa desapercebida no filme é o país onde vive Pantera Negra, Wakanda. Misto de paraíso e universo futurista, é a ideia de um país Africano que não teria sofrido a influência do colonialismo, podendo se desenvolver completamente. Lá, homens e mulheres vivem em igualdade.
Quem tornou real esse universo dos quadrinhos foi a designer de produção Hannah Bechler, que também atuou no premiado Moonlight. Para criar a Wakanda das telas, Hannah visitou a África em busca de inspiração.
(Fonte: https://estilo.uol.com.br/noticias/redacao/2018/02/17/as-mulheres-que-roubam-a-cena-em-pantera-negra.htm)
No fragmento “Outra coisa que não passa desapercebida no filme é o país onde vive Pantera Negra, Wakanda.” (7º parágrafo), a respeito do adjetivo em destaque, é INCORRETO afirmar que:
Questão 17 10553628
SENAI 1° Ano - CGE 2140 2018/1O texto abaixo se refere à questão.
Vida de cinema
Os filmes que víamos antigamente não nos prepararam para a vida. Em alguns casos, continuam nos iludindo. Por exemplo: briga de socos. Entre as convenções do cinema que persistem até hoje está a de que socos na cara produzem um som que na vida real nunca se ouviu. O choque de punho contra rosto fazia estrago nos rostos – ou não fazia, era comum lutas em que os brigões quase se matavam a murros terminarem sem nenhuma marca nos rostos – mas poupava os punhos.
No cinema de antigamente você já sabia: quando alguém tossia, era porque iria morrer em pouco tempo. Tosse nunca significava apenas algo preso na garganta ou uma gripe passageira era morte certa. Quando um casal se beijava apaixonadamente e em seguida desaparecia da tela era sinal que tinham se deitado. Nunca se ficava sabendo o que acontecia, exatamente, depois que o casal desaparecia da tela, a não ser que o filme fosse francês. Pode-se mesmo dizer que o começo da mudança do cinema americano começou na primeira vez em que a câmera acompanhou a descida do casal e mostrou o que eles faziam deitados.
Se a vida fosse como o cinema nos dizia, nunca faltaria bala nas nossas pistolas ou gelo no balde para o nosso uísque quando chegássemos em casa. E sempre que tivéssemos de sair às pressas de um restaurante, atiraríamos dinheiro em cima da mesa sem precisar contá-lo e sem esperar que o garçom trouxesse a nota. Seria uma vida mais simples, a cores ou em preto e branco, interrompida a intervalos por números musicais em que cantaríamos acompanhados por violinos invisíveis, e quando dançássemos com nossas namoradas, seria como se tivéssemos ensaiado durante semanas, e não erraríamos um passo, e seríamos felizes até the end.
Fonte: Disponível em: http://contobrasileiro.com.br/vida-de-cinema-luis-fernando-verissimo/. Acesso em: 20 maio 2016.
Antigamente, os filmes
I. eram uma utopia em relação à vida real.
II. reproduziam fielmente as consequências de uma luta.
III. indicavam quando alguém iria morrer.
IV. não mostravam casais apaixonados.
V. não davam continuidade a determinadas cenas.
Está correto o que se afirma apenas em
Questão 15 11812649
Pref. de São Paulo 7º Ano 2017/1Hip Hop é cultura, arte e atitude
O movimento Hip Hop é uma cultura popular, uma forma de arte e de atitude. Um estilo de vida que influencia o mundo inteiro. Uma construção coletiva de valorização de identidades, de conquista de espaço público, social e político. O movimento expressa tudo isso através da arte: congrega música, discursos/poesia, dança e grafite.
O Hip Hop, como movimento social, político e cultural aglutina sujeitos políticos contemporâneos que reivindicam o sentido de suas experiências em práticas específicas de atribuição de significado. Estes sujeitos estão dispostos a assumirem o seu próprio descentramento, os locais onde atuam, o caráter imediato de sua ação; a palavra, o corpo e a mente, para expressarem sua identidade, sua visão de mundo, suas diferenças e similitudes.
Disponível em: http://obviousmag.org/my_cup_of_tea/2015/04/hip-hop-e-cultura-arte-e-atitude.html. Acesso em: 21 abr. 2017.
No texto, a informação principal é
Questão 1 11002940
IFES 2017TEXTO
Não leia essa notícia ao volante
Campanha contra uso de celular ao volante faz sucesso nos EUA
Um emoji gigantesco foi construído a partir de peças de um carro destruído e está exposto no centro de Miami, nos Estados Unidos
06/05/16 - 14h07
[1] Um uso bastante criativo dos emojis (aqueles ícones do computador e do celular que
expressam sentimentos, climas, etc.) foi espalhado pelo centro de Miami, nos Estados
Unidos. Para alertar sobre os perigos de dirigir teclando ao celular, a agência de publicidade
Alma criou uma enorme peça feita de materiais restantes de um carro batido. [...] A campanha
[5] se chama "The Last Emoji" ("O último emoji"), e chama bastante a atenção. Além da peça, a
ação convida os passantes a compatilharem fotos da imagem em redes sociais com a legenda
"Don’t text and drive" (Não digite e dirija) e a hashtag #SprintDriveSafe.
Adaptado de http://www.otempo.com.br/interessa/campanha-contra-uso-de-celular-ao-volante-faz-sucesso-nos-eua- 1.1293657. Acesso em 03/11/2016
O comando que antecede o título do texto
06
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