Questões de Arte
3.523 Questões
Questão 40 42049
UEL 1° Fase 2010
A partir dos conhecimentos sobre o Concretismo e observando a obra “Espaço virtual”, de Judith Lauand, considere as afirmativas:
I. Para o Concretismo, era importante a ideia de interação do público com a obra de arte, tendo Hélio Oiticica como seu principal artista.
II. Na arte concreta, percebe-se a utilização de forma autônoma das cores, do espaço, da luz e da matemática na sua criação.
III. A partir da 1ª Bienal de São Paulo, ampliou-se no Brasil o desenvolvimento da ideia de uma arte concretista baseada nas formas geométricas simples.
IV. A obra concretista em essência é o naturalismo reelaborado, uma nova forma de representação do real.
Assinale a alternativa correta.
Questão 32 42040
UEL 1° Fase 2010Texto VIII
A invenção da perspectiva matemática, ou “perspectiva exata”, em que todos os pontos do espaço retratado obedecem a uma norma única de projeção, a técnica do “olho fixo”, possibilita observar o espaço como que através de um instrumento ótico e define as proporções dos objetos e do espaço entre eles em relação a esse foco visual.
(Adaptado de: SEVCENKO, N. O Renascimento. São Paulo: Atual; Campinas: Unicamp, 1985. p. 30.)
Com base no texto VIII e nos conhecimentos sobre a perspectiva matemática, assinale a alternativa correta.
Questão 17 42025
UEL 1° Fase 2010Texto IV
É impossível não partilhar a sensação de excitação, autoconfiança e orgulho que empolgava os que viveram a época quando a estrada de ferro ligou pela primeira vez o Passo de Calais ao Mediterrâneo e quando os trilhos percorreram o caminho do Oeste norte-americano, o subcontinente indiano na década de 1860 e o interior da América Latina na década de 1870. Como podemos negar a admiração por estas tropas de choque da industrialização que construíram tudo isso e que deixaram seus ossos ao longo de cada milha de trilhos?
(Adaptado de: HOBSBAWM, Eric J. A era do capital. 2 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979, p. 74.)
Texto V
Essa Maria Fumaça é devagar quase parada Ô seu foguista, bota fogo na fogueira Que essa chaleira tem que estar até sexta-feira Na estação de Pedro Osório, sim senhor Se esse trem não chega a tempo vou perder meu casamento Atraca, atraca-lhe carvão nessa lareira Esse fogão é que acelera essa banheira...
(KLEITON e KLEDIR. Maria Fumaça. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2009.)

Com base na figura 2 e nos conhecimentos sobre o Impressionismo, considere as afirmativas a seguir:
I. Monet foi um artista que, embora utilizando a fotografia, pouco proveito tirou da representação naturalista.
II. Na pintura impressionista o tema deve ser coerente e completo sob o ponto de vista da unidade compositiva.
III. Para Monet, pintar as ferrovias significava representar a atmosfera luminosa que as caracterizava.
IV. Enquanto a arte acadêmica valorizava os grandes temas históricos e mitológicos, os pintores impressionistas adotavam fatos da vida cotidiana.
Assinale a alternativa correta.
Questão 105 40357
ENEM 2° Dia (Azul) 2010
Em busca de maior naturalismo em suas obras e fundamentando-se em novo conceito estético, Monet, Degas, Renoir e outros artistas passaram a explorar novas formas de composição artística, que resultaram no estilo denominado Impressionismo. Observadores atentos da natureza, esses artistas passaram a
Questão 7 9651635
UEA - Geral 2009Instrução: A questão tomam por base o seguinte artigo (fragmento):
Esporte e arte
As relações entre esporte e arte devem ser compreendidas de forma multifacetada. Uma das ocorrências mais facilmente identificadas é a comparação de atletas com artistas, de belas jogadas com obras de arte ou a utilização de termos artísticos como referência a peculiaridades dos certames esportivos.
Um dos cronistas brasileiros que mais fez uso desse recurso foi Nelson Rodrigues, sempre a considerar as partidas de futebol como verdadeiras óperas e a comparar os jogadores a gênios da arte, como no caso de Pelé, por ele considerado um verdadeiro Michelângelo, e como com Garrincha, comparado a Charles Chaplin, pela capacidade de instaurar um ambiente alegre e desvendar um sorriso na face do torcedor.
É comum que cronistas e jornalistas esportivos façam uso de expressões como: “futebol-arte” (em contraposição a um jogo feio, “de resultados”); “a equipe joga por música” (quando joga unida); “o atleta pintou uma aquarela naquela jogada” (quando realiza uma bela jogada); “o time jogou como se coreografasse” (quando joga bonito); “a disputa foi um verdadeiro filme em dois atos” (quando o jogo é emocionante); “o jogador está fazendo cena, fazendo cinema” (quando finge algo). (...)
Desde a arte moderna há uma tendência crescente por romper as limitadas esferas do campo artístico, trazendo-a para o cotidiano e incorporando este no âmbito da arte. Acrescente-se a isto o fato de percebermos uma clara tendência à corrosão dos limites entre as formas usuais de manifestações artísticas e uma revalorização da cultura popular, o que faz com que antigas “não-artes” passem a ser consideradas como arte. (...)
Não devemos negligenciar o grande número de similaridades entre os campos esportivo e artístico, inclusive nas suas formas de organização, eivadas de elementos simbólicos e se desenvolvendo em lugares específicos, regulados por normas próprias: sejam teatros, museus, cinemas ou estádios. Ambos causam um enorme fascínio, porque nos permitem o acesso a elementos de identificação, de proximidade. A diferença é que o esporte é uma arte popular, mais acessível, normalmente mais facilmente apreciável.
(Victor Andrade de Melo. www.lazer.eefd.ufrj.br/producoes. Adaptado.)
Com base nas informações do texto é correto afirmar que
Questão 7 9372211
UEPA 1º Dia 2009Leia o texto para responder a questão.
Texto
Moda de viola... Música rural... Música caipira.. Música sertaneja... Música regional... Música brasileira!
Ao som das cordas de viola, solos e versos singelos, os artistas dão vida a refrãos e a letras que contam as "tristezas do jeca", a beleza do luar do sertão, momentos históricos, histórias do cotidiano, "causos" de arrepiar! É assim que surge a música caipira, uma mistura das modinhas portuguesas, do canto dos jesuítas e da música indígena. Como o nome explica, "caipira" quer dizer caa (mato) com pir (que corta), e cururu, que veio de curuzu ou curu, palavra indígena para denominar a cruz. Esses ritmos integraram os catiras e cururus, as toadas, os viras, valsinhas, canas-verdes e as modas de viola, caracterizando a música que retratava a produção rural das regiões do Sudeste, Sul e Centro-Oeste do país. Mais tarde, lá pelos anos 50, as guarânias, os boleros, as baladas, o coco, o xaxado, o rasqueado e outros ritmos deram uma nova dimensão à música caipira sendo então denominada de música "sertaneja". Essa denominação, até hoje, é muito questionada por músicos e estudiosos da "MPB". Segundo eles, música sertaneja é o nome criado pelos músicos urbanos em 1920, para grande parte das músicas das regiões Norte e Nordeste. Atualmente, a música sertaneja mistura ritmos e instrumentos. Sobre essa história, ainda há muito o que falar...
(BONFIM, Berenice Bley et al. Curitiba: Posigraf, 2007)
De acordo com a leitura do Texto 4, afirma-se que:
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