Questões de Arte
3.523 Questões
Questão 22 154379
UEG 2013/2Observe a imagem a seguir.
A pintura citada é um documento das transformações econômicas e estéticas da Europa do século XVI. Nesse sentido, ela é um indício de um

Questão 26 154289
UEG 2013/1
A imagem retrata a morte de Tiradentes, um dos mais importantes personagens nacionais brasileiros. Ela representa uma
Questão 58 150901
UNICID 2013
Dentre os valores expressos pelo movimento cultural ao qual esta pintura pertence, destacam-se
Questão 23 105287
FAMEVAÇO Tipo A 2013/1
Tarsila do Amaral é uma das inspirações da Exposição 90 anos da Semana de 22

A semana de 22 não foi fato isolado e sem origens. As discussões, em torno da necessidade de renovação das artes, surgem em meados da década de 1910 em textos de revistas e em exposições, como a de Anita Malfatti em 1917. Em 1921, já existe, por parte de intelectuais como Oswald de Andrade e Menotti Del Picchia, a intenção de transformar as comemorações do centenário em momento de emancipação artística. (...)
(FONTE: www.itaucultural.org.br)
Analise as afirmativas abaixo referentes à Semana da Arte Moderna (1922), no Brasil
I - Defesa da renovação estética, negando a influência da produção art´stica internacional.
II - As cores preferenciais dos pintores modernistas eram as fortes cores tropicais brasileiras.
III - A Semana de Arte foi um sucesso e muito aceita pelo público paulista que ansiava por novidades na produção artística.
IV – Reformulação do conceito de identidade nacional com a valorização de manifestações da cultura popular.
São afirmativas CORRETAS:
Questão 2 86160
UNIFOR 2ª Fase 2013/2A beleza é uma experiência intrigante: ela vem sempre misturada com uma pitada de tristeza. Vinícius de Moraes se referia à sua “vontade de chorar diante da beleza”. E Adélia Prado mostrou: “O que é bonito enche os olhos de lágrimas". Sinto essa mistura de alegria e tristeza quando ouço Bach e Beethoven, quando vejo Van Gogh e Salvador Dalí.
Foi o filósofo Ernst Bloch quem me deu a explicação mais satisfatória para esse fato. Ele disse que as obras de arte “são uma estrela que antecipa e um canto de alento no caminho que conduz o homem através das trevas”. Nelas mora o “princípio da esperança”. Elas contêm uma “antecipação da moradia final do homem, a pátria tanto do humanismo acabado quanto do naturalismo acabado”. As artes, assim, como em um elemento de visão utópica. A beleza anuncia uma possibilidade de felicidade que se abre diante dos homens. Referindo-se à “Bíblia de Chagall”, Bachelard comenta: “O universo – os desenhos de Chagall o provam – tem, para além de todas as misérias, um destino de felicidade. O homem deve reencontrar o paraíso”. A arte está cheia de alegria. Mas, ao lançar sua luz alegre sobre o mundo, a arte torna visíveis todos os seus sofrimentos. A arte está cheia de tristeza.
Se a arte é, nas palavras de Bloch, “uma antecipação da morada final do homem” – o Paraíso -, conclui-se que a intenção da beleza é a transformação do mundo. Cada obra de arte é uma oração pela volta do Paraíso. Beethoven teria alegremente trocado a beleza da Nona Sinfonia pela beleza de um universo embriagado pela alegria.
(ALVES, Rubem. Entre a ciência e a sapiência: O dilema da educação. 20.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2009, p.19-20)
Ainda, de acordo com o texto, “A arte é uma antecipação da morada final do homem” porque:
Questão 1 86159
UNIFOR 2ª Fase 2013/2A beleza é uma experiência intrigante: ela vem sempre misturada com uma pitada de tristeza. Vinícius de Moraes se referia à sua “vontade de chorar diante da beleza”. E Adélia Prado mostrou: “O que é bonito enche os olhos de lágrimas". Sinto essa mistura de alegria e tristeza quando ouço Bach e Beethoven, quando vejo Van Gogh e Salvador Dalí.
Foi o filósofo Ernst Bloch quem me deu a explicação mais satisfatória para esse fato. Ele disse que as obras de arte “são uma estrela que antecipa e um canto de alento no caminho que conduz o homem através das trevas”. Nelas mora o “princípio da esperança”. Elas contêm uma “antecipação da moradia final do homem, a pátria tanto do humanismo acabado quanto do naturalismo acabado”. As artes, assim, como em um elemento de visão utópica. A beleza anuncia uma possibilidade de felicidade que se abre diante dos homens. Referindo-se à “Bíblia de Chagall”, Bachelard comenta: “O universo – os desenhos de Chagall o provam – tem, para além de todas as misérias, um destino de felicidade. O homem deve reencontrar o paraíso”. A arte está cheia de alegria. Mas, ao lançar sua luz alegre sobre o mundo, a arte torna visíveis todos os seus sofrimentos. A arte está cheia de tristeza.
Se a arte é, nas palavras de Bloch, “uma antecipação da morada final do homem” – o Paraíso -, conclui-se que a intenção da beleza é a transformação do mundo. Cada obra de arte é uma oração pela volta do Paraíso. Beethoven teria alegremente trocado a beleza da Nona Sinfonia pela beleza de um universo embriagado pela alegria.
(ALVES, Rubem. Entre a ciência e a sapiência: O dilema da educação. 20.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2009, p.19-20)
A ideia principal traduzida no primeiro parágrafo no texto nos aponta que:
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)