Questões de Arte
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Questão 1 112709
UEL 1° Fase 2016Texto I
A vida em grandes metrópoles apresenta atributos que consideramos sinônimos de progresso, como facilidades de acesso aos bens de consumo, oportunidades de trabalho, lazer, serviços, educação, saúde etc. Por outro lado, em algumas delas, devido à grandiosidade dessas cidades e aos milhões de cidadãos que ali moram, existem muito mais problemas do que benefícios. Seus habitantes sabem como são complicados o trânsito, a segurança pública, a poluição, os problemas ambientais, a habitação etc. Sem dúvida, são desafios que exigem muito esforço não só dos governantes, mas também de todas as pessoas que vivem nesses lugares. Essas cidades convivem ao mesmo tempo com a ordem e o caos, com a pobreza e a riqueza, com a beleza e a feiura. A tendência das coisas de se desordenarem espontaneamente é uma característica fundamental da natureza. Para que ocorra a organização, é necessária alguma ação que restabeleça a ordem. É o que acontece nas grandes cidades: despoluir um rio, melhorar a condição de vida dos seus habitantes e diminuir a violência, por exemplo, são tarefas que exigem muito trabalho e não acontecem espontaneamente. Se não houver qualquer ação nesse sentido, a tendência é que prevaleça a desorganização. Em nosso cotidiano, percebemos que é mais fácil deixarmos as coisas desorganizadas do que em ordem. A ordem tem seu preço. Portanto, percebemos que há um embate constante na manutenção da vida e do universo contra a desordem. A luta contra a desorganização é travada a cada momento por nós. Por exemplo, desde o momento da nossa concepção, a partir da fecundação do óvulo pelo espermatozoide, nosso organismo vai se desenvolvendo e ficando mais complexo. Partimos de uma única célula e chegamos à fase adulta com trilhões delas, especializadas para determinadas funções. Entretanto, com o passar dos anos, envelhecemos e nosso corpo não consegue mais funcionar adequadamente, ocorre uma falha fatal e morremos. O que se observa na natureza é que a manutenção da ordem é fruto da ação das forças fundamentais, que, ao interagirem com a matéria, permitem que esta se organize. Desde a formação do nosso planeta, há cerca de 5 bilhões de anos, a vida somente conseguiu se desenvolver às custas de transformar a energia recebida pelo Sol em uma forma útil, ou seja, capaz de manter a organização. Para tal, pagamos um preço alto: grande parte dessa energia é perdida, principalmente na forma de calor. Dessa forma, para que existamos, pagamos o preço de aumentar a desorganização do nosso planeta. Quando o Sol não puder mais fornecer essa energia, dentro de mais 5 bilhões de anos, não existirá mais vida na Terra. Com certeza a espécie humana já terá sido extinta muito antes disso.
(Adaptado de: OLIVEIRA, A. O Caos e a Ordem. Ciência Hoje. Disponível em: . Acesso em: 10 abr. 2015.)
Segundo o texto I, as cidades convivem ao mesmo tempo com a ordem e o caos, com a pobreza e a riqueza, com a beleza e a feiura. Esses aspectos da vida urbana são evidenciados em muitas manifestações artísticas. Efigênia Rolim produz e traveste-se com roupas e acessórios feitos de papéis de bala, e de restos de outros materiais; declama poemas e histórias criados por ela, em espaços públicos, o que resulta em um ato performativo que chama a atenção para os problemas ecológicos. Jum Nakao confeccionou um vestido, Luxdelix, com sacos de lixo para um ensaio fotográfico em um lixão a céu aberto no Rio de Janeiro.
Acerca dessas manifestações artísticas na contemporaneidade, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Manifestações como as de Efigênia Rolim e Jum Nakao são parte de um programa de reciclagem dos detritos industriais para reduzir o problema do lixo nas grandes cidades.
( ) As intervenções de Efigênia Rolim minimizam as fronteiras entre as produções visuais, cênicas e literárias.
( ) Em Luxdelix, a presença da ironia, ao aproximar luxo e lixo, evidencia o aspecto crítico da obra.
( ) As manifestações de Efigênia estão em sintonia com os paradoxos presentes nas cidades.
( ) Para Efigênia Rolim e Jum Nakao, arte e vida são instâncias separadas e isto pode ser notado na escolha dos materiais que constituem seus trabalhos.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.

Questão 67 1153603
Unichristus 1° Fase 2015/2Texto para a questão.

Trabalhadores de volta para casa.
Edward Munch (1863-1944), artista norueguês, representa a opressão e a ansiedade do trabalhador: são rostos pálidos, com olhares perdidos e, tal como fantasmas, retornam à noite para casa.
A arte de Munch, na visão de Karl Marx, representa
Questão 60 1153537
Unichristus 1° Fase 2015/2Observe as imagens abaixo:
Imagem I

Imagem II

A comparação das imagens permite concluir que
Questão 59 1149878
Unichristus 2015/1Observe as figuras a seguir para responder à questão.
Figura

Figura

Na comparação das imagens, são identificadas semelhanças pela
Questão 13 1141338
Unichristus 2015/1
Com Tarsila do Amaral (1886-1973), a pintura brasileira começa a procurar uma expressão moderna, porém mais ligada às nossas raízes culturais. Apesar de não ter exposto na Semana de Arte Moderna de 1922, Tarsila colaborou decisivamente para o desenvolvimento da arte moderna brasileira, pois produziu uma obra indicadora de novos rumos. Em 1923, a artista voltou à Europa. Passou pela influência impressionista e, em seguida, encontrou as tendências modernas da pintura europeia. No ano seguinte, Tarsila estava novamente no Brasil e iniciou a fase que ela própria chamou de “pau-brasil”.
Dentre as características dessa fase, temos
Questão 12 1141336
Unichristus 2015/1
Essa imagem representa a pop art. Esse movimento artístico apareceu nos Estados Unidos por volta de 1960 e alcançou extensa repercussão internacional.
Sobre a pop art, contata-se que
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