Questões de Arte
3.523 Questões
Questão 18 6983854
UEL 2022Leia o texto a seguir.
Na história existiram muitas mulheres artistas, mas poucas foram reconhecidas, reforçando a importância do pensamento de Ana Mae Barbosa sobre reescrever a história da Arte que eliminou parte dos seres humanos deste planeta, a metade feminina.
Adaptado de: BARBOSA, Ana Mae. Mulheres não devem ficar em silêncio: arte, design, educação. São Paulo: Cortez, 2019, p. 430.
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a história das artes visuais, relacione as imagens a seguir, produzidas por artistas mulheres, com os períodos artísticos.

(A) Nas imagens renascentistas, reconhecem-se dados técnicos, como a perspectiva e o jogo entre o claro e o escuro, numa representação que simula a realidade a partir de grandes temas.
(B) O impressionismo, ao perceber o caráter dinâmico da luz, rompeu com o realismo acadêmico, desvalorizando os contornos rígidos e enfatizando a cor, as tonalidades e as pinceladas.
(C) O modernismo brasileiro negou os padrões da arte acadêmica, buscando soluções para lidar de modo não convencional com as formas clássicas, entre as quais, o retrato.
(D) Na arte contemporânea, dispõe-se de grande diversidade de recursos materiais por meio dos quais é possível alterar os modos de conceber a realidade, multiplicando as percepções cotidianas.
Assinale a alternativa que contém a associação correta.
Questão 150 6754629
UECE 2ª Fase 2° Dia 2022/1Os músicos Caetano Veloso, Gilberto Gil, Raul Seixas, Tom Zé e Geraldo Vandré, o escritor Paulo Coelho e a atriz Bete Mendes fazem parte de um grupo de artistas
Questão 20 6637014
UFGD 2022
No que diz respeito à imagem da obra O Pensador, de Auguste Rodin, assinale a alternativa correta.
Questão 13 6636369
UFGD 2022Texto I
TOCANDO EM FRENTE
Almir Sater e Renato Teixeira
Ando devagar porque já tive pressa
Levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei
Eu nada sei
Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir
Penso que cumprir a vida seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro levando a boiada
Eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou
Estrada eu sou
[...]
Todo mundo ama um dia
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz
[...]
Disponível em: https://www.cifraclub.com.br/almir-sater/tocando-em-frente/. Acesso em: 28 out. 2021.
Texto II
EU LÍRICO [VOZ POÉTICA]
[...] a poesia, na sua origem, se encontra estreitamente ligada à musicalidade. [...] o “eu” que fala nos versos é “lírico”, ou seja, é um termo que se refere, dentro do contexto da teoria da literatura, à análise de textos escritos em verso; pode ser entendido como a expressão de um “eu” do autor ou de um “eu” fictício, potencializando dinâmicas que conferem, naturalmente, duas avaliações influentes na análise literária. […] Compreende-se que o mundo literário exterioriza, a partir de técnicas artísticas, a sua “irrealidade”, que enquanto “real” produz emoções. Mas é importante entender a função que o irreal exerce na realidade que lhe é extrínseca; essa “realidade irreal” proporciona ao sujeito poético um caráter de autonomia, visto que se erige a partir de um escritor que lhe conferiu emoções e traços que lhe darão autoridade enquanto sujeito artístico do enunciado, índices esses que podem, ou não, ser equivalentes à personalidade do autor da obra de arte.
NARRADOR
O narrador é a instância da narrativa que transmite um conhecimento, narrando-o. Qualquer pessoa que conta uma história é um narrador. [...] O narrador faz parte da narrativa. Ele assume a função de um ator na diegese, pode apresentar-se sob a forma do pronome pessoal “eu” [...]; adaptar a identidade de um nome próprio [...] ou manter uma mera voz narrativa, como no caso dos contos populares em que a voz do narrador se faz sentir através da simplicidade de “Era uma vez uma bela princesa que vivia […]”. Em qualquer dos casos, trata-se de um sujeito com existência textual, “ser de papel”, como lhe chamou Barthes, e tem como função relatar eventos que constituem as alterações de estados sofridas por agentes antropomórficos, ou não, e situados no espaço empírico da narrativa.
NARRADOR. In: E-Dicionário de Termos Literários de Carlos Ceia. Lisboa: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, 2021. Disponível em: https://edtl.fcsh.unl.pt/ encyclopedia/narrador/. Acesso em: 28 out. 2021.
Assinale a alternativa que analisa corretamente a letra da música Tocando em Frente, de Almir Sater e Renato Teixeira.
Questão 35 6431394
UEA-Específico Humanas 2022Leia o verbete Happening, retirado da Enciclopédia Itaú Cultural, para responder à questão.
O termo happening foi criado no fim dos anos 1950 pelo americano Allan Kaprow (1927-2006) para designar uma forma de arte que combina artes visuais e um teatro sui generis, sem texto nem representação. Nos espetáculos, distintos materiais e elementos são orquestrados de forma a aproximar o espectador, fazendo-o participar da cena proposta pelo artista. Os eventos apresentam estrutura flexível, sem começo, meio e fim. As improvisações conduzem a cena — ritmada pelas ideias de acaso e espontaneidade — em contextos variados como ruas, antigos lofts, lojas vazias e outros. O happening ocorre em tempo real, como o teatro e a ópera, mas recusa as convenções artísticas. Não há enredo, apenas palavras sem sentido literal, assim como não há separação entre o público e o espetáculo. Do mesmo modo, os “atores” não são profissionais, mas pessoas comuns.
O happening é gerado na ação e, como tal, não pode ser reproduzido. Seu modelo primeiro são as rotinas e, com isso, ele borra deliberadamente as fronteiras entre arte e vida.
(www.enciclopedia.itaucultural.org.br. Adaptado.)
No happening, o papel do artista é
Questão 35 6431182
UEA-Específico Biológicas 2022Leia o verbete Happening, retirado da Enciclopédia Itaú Cultural, para responder a questão.
O termo happening foi criado no fim dos anos 1950 pelo americano Allan Kaprow (1927-2006) para designar uma forma de arte que combina artes visuais e um teatro sui generis, sem texto nem representação. Nos espetáculos, distintos materiais e elementos são orquestrados de forma a aproximar o espectador, fazendo-o participar da cena proposta pelo artista. Os eventos apresentam estrutura flexível, sem começo, meio e fim. As improvisações conduzem a cena — ritmada pelas ideias de acaso e espontaneidade — em contextos variados como ruas, antigos lofts, lojas vazias e outros. O happening ocorre em tempo real, como o teatro e a ópera, mas recusa as convenções artísticas. Não há enredo, apenas palavras sem sentido literal, assim como não há separação entre o público e o espetáculo. Do mesmo modo, os “atores” não são profissionais, mas pessoas comuns.
O happening é gerado na ação e, como tal, não pode ser reproduzido. Seu modelo primeiro são as rotinas e, com isso, ele borra deliberadamente as fronteiras entre arte e vida.
(www.enciclopedia.itaucultural.org.br. Adaptado.)
No happening, o papel do artista é
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