Questões de Sociologia
6.493 Questões
Questão 13 129625
UFPA 2014/1
A imagem acima reproduz a forma como muitos brasileiros aprendem sobre a presença dos índios na história do país. Com base na ilustração e em seus conhecimentos, é correto afirmar:
Questão 11 129622
UFPA 2014/1O governo do Estado do Pará publicou a Lei nº 7.754, de 26.11.2013, cujo teor é o seguinte:
“Declara como patrimônio cultural e artístico do Estado do Pará a Arte Marajoara e dá outras providências.
A Assembleia Legislativa do Estado do Pará estatui e eu sanciono a seguinte lei:
Art. 1° Fica declarado como patrimônio cultural e artístico do Estado do Pará, nos termos do art. 286 da Constituição Estadual, a Arte marajoara.
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação”.
É correto afirmar que essa lei
Questão 39 129432
São Leopoldo (Mandic) Medicina 2014Esse ano o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) faz 23 anos. Sua existência avanço legal, embora polêmicas persistam em relação a seus limites: é considerada um
"Hoje tem cerca de 80 mil adolescentes cumprindo medidas socioeducativas em meio aberto no Brasil, o que significa que eles não cometeram crimes graves. Outros 20 mil cumprem penas em meio fechado, sendo apenas 13% cometeram crimes de maior gravidade ou contra a vida. Portanto, o número de adolescentes autores de atos infracionais é muito pequeneo para justificar a tese de que o Estado brasileiro ea sociedade não tem capacidade de tratar, recuperar e atender esses jovens", explicou Maria do Rosário, Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
Fonte:http://www.sdh.gov.br/noticias/2013/agosto/reducao-da-maioridade-penal-nao-e-a-saidapara-
a-violencia-diz-ministra-durante-ato-em-brasilia Acessado em 17-09-2013
"Nós precisamos chamar esses adolescentes para responsabilidade criminal". Você como brasileiro pode votar, o salário mínimo é igual para todo mundo, se você prestar um concurso público você pode ser promotor, po exemplo, então se vocÊ for preso em uma cadeia pública ela vai estar superlotada. É um pacto social. A Antonio Farto Neto Promotor da Infância e Juventude de Sorocaba (SP)
Fonte:http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2013/07/promotor-da-infancia-desorocaba-
e-favor-da-reducao-da-maioridade-penal.html Acessado em 17-09-2013
A controvérsia explicitada na visão dos autores implica
Questão 41 129421
São Leopoldo (Mandic) Medicina 2014Os povos indígenas, desde o contato que tiveram com povos vindos da Europa, enfrentraram o impacto de novas tecnologias, que passaram a ser aprte dos seus artefatos culturais. Contudo, isso não significou igual acesso, uso e aproveitamento destas para seu benefício, desenvolvimento pessoal e melhora na sua qualidade de vida. Com o evoluir da história e as mestiçagens e hibridizações acontecidas, os grupos autônomos ou etnias diferenciadas que mantiveram suas particularidades foram espectadores de novos avanços que, apesar de ser parte da mesma sociedade envolvente, não propiciaram uma integração e participação no acesso às novas tecnologias, isto é, as TICs.
Fonte: PINTO,Alejandra Aguilar. IV Seminário Povos Indígenas e Sustentabilidade: SABERES TRADICIONAIS E FORMAÇÃO
ACADÊMICA. NEPPI- UCDB. Campo Grande-MS,15-18 agosto, 2011.
O impacto das tecnologias de informação nas comunidades indígenas
Questão 5 128993
Unisinos Inverno 2014Reação consciente*
Alba Zaluar**
A violência contra as mulheres é fenômeno mundial que deixa sérios efeitos, visto que pode levar a traumatismos,
incapacitações e óbitos ou a mudanças fisiológicas e psicológicas induzidas pelo estresse decorrente
do trauma. As mulheres que sofreram abusos têm altas taxas de gravidez não desejada, abortos, desfechos
neonatais e infantis adversos, infecções sexualmente transmissíveis e transtornos mentais.
No Brasil, mudanças no aparato institucional já foram feitas. A legislação foi mudada com a Lei Maria da
Penha e a Lei de Notificação Compulsória. Já contamos com delegacias especiais para atender as mulheres
agredidas. Existem, em número crescente, serviços que dão assistência às que sofrem violências.
Em todo o país, houve reação imediata de mulheres aos resultados da pesquisa do Ipea que revelou que
um quarto da população acha que a mulher que exibe seu corpo merece ser atacada. Afirmaram, publicamente,
que seu modo de vestir é uma escolha livre e não a justificativa para o estupro, o que demonstra o quanto
estão mais conscientes e organizadas. De fato, há também associações mais ou menos informais de proteção
interna ao gênero funcionando há tempos, embora timidamente.
Mas a aplicação de leis e políticas para mulheres em todo o país é irregular e, principalmente, persistem
tem preconceitos e covardias. Falta assegurar que a intolerância à violência contra as mulheres, duplamente
covarde, chegue a todos os rincões e, sobretudo, aos corações e mentes de homens jovens, instilando-lhes a
vergonha de agir violentamente contra as mulheres.
Os programas de prevenção primária que levem em conta a desigualdade de gênero ainda são poucos.
Como afirmou Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU: “Peço aos governos que aproveitem as ideias e a liderança
dos jovens para nos ajudarem a pôr fim a essa violência pandêmica. Só então teremos um mundo mais
justo, pacífico e equitativo”.
E já sabemos onde e com quem intensificar tais ações: nas zonas onde há mais coesão social por causa
da homogeneidade étnica, religiosa e social, onde a moradia é de longa data e os vizinhos desenvolveram
relações de confiança e ajuda mútua, onde há mais associações. Essas zonas apresentam taxas de criminalidade
mais baixas, escolas mais eficazes bem como adultos mais responsáveis que socializam os mais jovens
segundo valores e regras de convivência claros, aprovados socialmente pelos locais, aí incluídos a proteção
dos mais frágeis: mulheres, crianças e idosos. [...]
Esse tipo de pesquisa que afirma algo e pede sua confirmação tem um viés. Suscita o espelhamento
mais do que o julgamento dos entrevistados. Estes manifestam a tendência em concordar com o que diz o
pesquisador. Os números estão provavelmente exagerados.
*Texto publicado na Folha de São Paulo, em 05 abr. 2014. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/04/
1436191-a-sociedade-tolera-agressao-sexual-as-mulheres-nao.shtml. Acesso em 07 abr. 2014. Adaptação.
**Professora titular de antropologia no Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Em relação ao conteúdo do texto, assinale a única alternativa correta.
Questão 19 128927
Unisinos Verão 2014“Acredito que as ondas de manifestações sociais de massa do século XXI estão dando seus recados (...) O que vimos na Primavera Árabe e, agora, no Brasil, é uma forma de convocação e mobilização muito mais poderosa que as formas clássicas (ou modernas) de organização política. (...) a estrutura de rede (...) parece ser mais eficiente e adequada à fragmentação social deste século”.
(RICCI, Rudá. A disputa política está nas ruas.
In: Caderno IHU Ideias ano 11, n. 191, 2013, p. 29).
Sobre os protestos de rua, que ocorreram em várias cidades brasileiras, em junho de 2013, é correto dizer:
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