Questões de Sociologia
6.494 Questões
Questão 29 493455
IFPR 2016Com relação à questão indígena é correto afirmar que:
Questão 5 473757
IFSudMinas 2016/2Leia o texto para responder às questão.
TEXTO

É possível concluir que o efeito de sentido criado pelo texto faz alusão:
Questão 31 418595
Faculdade Baiana de Direito Direito 2016/2Com o voto do ministro Luís Roberto Barroso, o Plenário do Supremo Tribunal Federal, STF, retomou nessa quinta-feira,17 de março de 2016, o julgamento de liminar na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, ADPF, 378, na qual se discute a validade de dispositivos da Lei 1.079/1950 que regulamentam o processo de impeachment de presidente da República. Em seu entendimento, a Câmara dos Deputados apenas dá a autorização para a abertura do processo de impeachment, cabendo ao Senado fazer juízo inicial de instalação ou não do processo. O ministro entende também que a votação para escolha da comissão especial na Câmara dos Deputados deve ser aberta e que o afastamento do presidente ocorre apenas se o Senado abrir o processo.
O ministro destacou que o papel do STF no processo de impeachment deve ser o de árbitro, no sentido de preservar a segurança jurídica e garantir o uso de normas claras, estáveis e que estejam vigendo antes do início do jogo. Barroso destacou que seu voto foi pautado pela jurisprudência do STF e pelos ritos adotados pelo Congresso, com a chancela da Suprema Corte, durante o processo de impeachment do ex-presidente Fernando Collor, em 1992.
Disponível em: <http://www.stf.jus.br/portal>. Acesso em: 21 abr. 2016. Adaptado.
O poder judiciário como árbitro é uma atribuição cuja concepção se origina no pensamento de
Questão 3 416516
FDV 2016/1Considere o texto a seguir.
“Para o Brasil, afluíam massas enormes de escravos, provenientes de terras africanas, muitas vezes de tribos as mais longínquas e diferentes, portugueses degredados e colonizadores interessados nas riquezas da terra, prostitutas e exilados, holandeses, franceses, piratas e corsários, missões jesuíticas e, sobretudo entre os séculos XVII e XVIII, cristãos-novos preocupados com seus destinos em solo europeu.”
(BITTAR, Eduardo C. Bianca. História do Direito Brasileiro. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2012, p.162)
O texto apresentado auxilia na compreensão do fato de que, na atualidade, ainda é possível se deparar com análises casuísticas e preconceituosas acerca da formação da sociedade nacional brasileira, referindo-se:
Questão 21 416385
FDV 2016/2TEXTO – INFÂNCIA ROUBADA
Não! O trabalho infantil não tem função formadora. Esse foi um mito criado para justificar a ausência de proteção da família e do Estado. É ingênuo acreditar que o ambiente de trabalho é adequado à formação de uma criança. O caráter de cada um de nós é forjado a partir de lições dadas no seio familiar e nos bancos de sala de aula.
Não se enganem: na maioria das vezes, aquele que contrata menores quer tão somente se valer da vulnerabilidade da criança e do adolescente para aproveitar-se dessa mão de obra barata, colocando em risco sua saúde e vida.
Nossas crianças não estão trabalhando em escritórios com ar condicionado e supervisão de profissionais treinados. Estão nas ruas, nos postos de gasolina, nas carvoarias, nos semáforos, nas oficinas mecânicas, no trabalho doméstico, nos estabelecimentos de lava a jato... expostas a toda sorte de violência moral, física e sexual. E o que há de formação nisso?
As verdadeiras lições que a criança retira do trabalho infantil são as de exclusão, de falta de perspectiva, de exploração mesmo. Lições essas que forma na verdade, uma criança revoltada, com baixa autoestima, pronta para, muitas vezes, afogar suas mágoas no mundo do crime organizado.
A construção de uma sociedade verdadeiramente solitária e cidadã pressupõe compaixão das gerações passadas para com as futuras, pressupõe que os adultos zelem pelos direitos de nossas crianças vulneráveis. A sociedade precisa se mobilizar, repudiar, e mesmo censurar aquele que se aproveita dessa mão de obra frágil.
Assim, lembrando do Dia Internacional de Combate ao Trabalho infantil (12 de junho), espera-se que nossa sociedade, em vez de compactuar com o trabalho de crianças e adolescentes, reivindique energicamente do Estado e das famílias o respeito ao direito a uma infância feliz, lúdica e com educação de qualidade.
Só assim, conseguiremos romper com ciclos de pobreza e empoderar nossas crianças do direito de construírem, futuramente, um projeto de vida próprio, calcado em um trabalho digno.
(SCHULZ, Suzane; BORGES, Vitor. Infância roubada. A Gazeta – Opinião, Vitória, 18 jun. 2015, p.17)
Ao produzir um texto, o autor estabelece determinados pressupostos presentes nas intenções que aparecem na superfície textual. Observe as assertivas:
I. Mostrar que o trabalho infantil não tem função formadora.
II. Expor que a construção de caráter do ser humano é papel da família e da escola.
III. Mostrar que o trabalho infantil leva, necessariamente, ao crime organizado.
IV. Expor que é papel da sociedade censurar condutas lesivas que se aproveitam da mão de obra infantil.
Assinale a alternativa correta.
Questão 7 416338
FDV 2016/2No mesmo dia, nas primeiras horas da tarde, uma grande fábrica situada em Crosley foi atacada por eles [quebradores de máquinas]. O chefe da fábrica pôde, com ajuda de alguns vizinhos, rechaçar o ataque e salvar a fábrica por esta vez. Dois dos assaltantes morreram no lugar. Aquela gente se exasperou e jurou vingar-se. Assim, pois, passaram o domingo e a manhã de segunda reunindo fuzis e munições. Mineiros se juntaram então a 8 mil homens, [que] marcharam [...] até a fábrica de onde haviam sido rechaçados no sábado. Acharam ali sir Richard Clyton à frente de uma guarda de 50 inválidos. Que podia fazer com um punhado de homens contra esses milhares enraivecidos? Tiveram que se retirar [...] enquanto a multidão destruía de cima a baixo máquinas avaliadas em mais de 10 mil libras. Na terça pela manhã, ouvimos seus tambores a uma distância de duas milhas, pouco antes de abandonar Bolton. Sua intenção declarada era apoderar-se da cidade, depois de Manchester, Stockport, e daí marchar para Cromford para destruir máquinas não só nestes lugares como em toda a Inglaterra.
Carta de Josiah Wedgewood a Th. Bentley [1779]. In: Coletânea de documentos históricos para o 1º grau – 5ª a 8ª série. São Paulo: Secretaria da Educação, 1978. p. 89.
O movimento conhecido como ludismo, ou dos quebradores de máquinas, foi uma das principais formas de:
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