Questões de Sociologia
6.493 Questões
Questão 44 7025156
UFU Tipo 1 2017/2Analise o infográfico a seguir:

Pode-se, a partir das informações do infográfico, constatar que:
Questão 32 7024840
UFU Tipo 1 2017/2Maio de 1978 tem suas raízes no cotidiano operário, tecido especialmente nos primeiros anos da década. Finda a euforia do ‘milagre’, o afloramento da crise econômica atingia ainda mais diretamente a classe trabalhadora, que pautava a sua atuação nos marcos da resistência contra o binômio arrocho-arbítrio, superexploração-autocracia, que, entrelaçados intimamente, impunham ao proletariado uma dura realidade.
ANTUNES, Ricardo. A rebeldia do trabalho (confronto operário no ABC paulista: as greves de 1978/80). São Paulo: Ensaio; Campinas: Editora da UNICAMP, 1988, p.13.
No final da década de 1970, o Brasil assistiu a um grande movimento grevista que foi importante ao provocar mudanças estruturais na política nacional.
Aponte a principal motivação para as greves das diferentes categorias daquele momento.
Questão 9 6525147
FASM Tarde 2017Leia o texto de Daniel Cohen para responder à questão.
Desde a noite dos tempos, a humanidade caminhou sobre um fio, acossada por duas forças contrárias. O número de pessoas não para de crescer, sempre esbarrando na raridade das terras que as alimentam. Mas, graças a seu próprio número, os homens multiplicam as descobertas, desbravam as fronteiras do saber e seguem seu caminho aumentando a densidade e a complexidade da vida social. Algumas vezes, civilizações se extinguem, caindo do lado perverso dessa equação. Impotentes para compreender o que lhes acontece, se consomem – seja lentamente, como o Império Romano, seja brutalmente, como a civilização maia. O esquecimento dessas civilizações perdidas às vezes faz pensar que o homem sempre se dá bem, mas isso acontece unicamente pela omissão de casos em que ele não triunfou.
Mas aconteceu também, na verdade uma única vez na história, em algum momento entre os séculos XII e XVIII, uma aceleração totalmente inédita de produção de saberes que permitiu a uma parte da humanidade enriquecer-se duradouramente.
A prosperidade material é uma dádiva inesperada a priori. Ela faz desaparecer a fome, aumenta a expectativa de vida e reduz o tempo de trabalho necessário à produção de bens úteis ao homem. Do ponto de vista dos sentimentos morais, no entanto, trata-se de uma dádiva ambivalente. Ela tranquiliza a sociedade, mas faz suas exigências aumentarem.
Os relatos ingênuos de uma sociedade pacificada graças às virtudes do “suave comércio” não resistem à crítica. A erradicação da violência não foi provocada pelo desenvolvimento econômico.
(A prosperidade do vício, 2010. Adaptado.)
Segundo o texto, a abundância de bens materiais
Questão 7 6460973
CUSC Medicina 2° Semestre 2017Leia o texto de Eugênio Bucci para responder a questão.
Se há, como há, um “marketing do bem” que promove a solidariedade social, devemos admitir que a solidariedade se tornou um valor de mercado e um valor para o mercado. Logo, estamos diante de uma “solidariedade de mercado”, uma solidariedade que é não bem um sentimento interior, mas uma imagem de solidariedade. É uma imagem que ganha vida própria e que vai se associar a outras imagens para valorizá-las – imagens de empresas, de marcas, de governos e governantes, de personalidades públicas. A solidariedade, assim posta, como imagem autônoma ou como imagem que reforça outras imagens, existe no mercado não como um fim que se basta, um fim desinteressado, mas como um argumento para o consumo – o consumo de marcas (consumo que é pago em dinheiro, pela compra dos produtos), de governos e governantes (consumo que é pago em delegação de poder, pelo voto), de personalidades públicas, as tais celebridades (que são consumidas pela imitação, pela admiração, o que se remunera com índices de popularidade). Portanto, esse tipo mercadológico de solidariedade, além de constituir um valor de mercado e para o mercado, torna-se também um fator que, para usar aqui a linguagem dos marqueteiros e marquetólogos, “agrega valor” a produtos, marcas, empresas, pessoas e governos. A solidariedade assim posta, mais que um valor ético, é um fator de lucro – ou de proteção contra prejuízos (econômicos e de imagem). É, necessariamente, uma solidariedade exibicionista.
(Eugênio Bucci. “A solidariedade que não teme aparecer”. In: Eugênio Bucci e Maria Rita Kehl. Videologias: ensaios sobre televisão, 2004.)
“Se há, como há, um ‘marketing do bem’ que promove a solidariedade social, devemos admitir que a solidariedade se tornou um valor de mercado e um valor para o mercado.”
As preposições destacadas expressam, respectivamente, os sentidos de
Questão 2 6438162
UNISA 2017Leia a charge para responder à questão.

A fala da professora e a do aluno reportam, respectivamente, aos sentidos:
Questão 53 6316341
ENCCEJA 2017TEXTO I
No clã Rom, os casamentos têm festas que duram três dias e custam até R$ 140 mil. A família da noiva costuma oferecer um dote ao noivo. “A tradição cigana é casamento, três dias de festa, 5 mil litros de chope, 20 carneiros no rolete, 16 porcos no rolete, festa grande mesmo”. JINKINGS, D.; CHAGAS, M. Casamento entre jovens ainda é tradição mantida por ciganos.
Disponível em: http://memoria.ebc.com.br. Acesso em: 26 ago. 2014.
TEXTO II
Ao invés de jogar o buquê, a noiva peruana convida as solteiras para escolherem uma fitinha que fica presa no bolo do casamento. A ideia é que, antes dele ser cortado, cada mulher puxe um pedaço. A convidada que pegar a fitinha que está presa num anel de casamento será a próxima a se casar.
GOMIERO, A. 10 diferentes tradições de casamento pelo mundo. Disponível em: http://mdemulher.abril.com.br. Acesso em: 27 ago. 2014.
A comparação entre as situações descritas demonstra a
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)