Questões de Sociologia
6.493 Questões
Questão 33 7051778
UPF Inverno 2019Identifique as agências da ONU destinadas ao tratamento de temas específicos, relacionando as colunas.
1. FAO ( ) Ocupa-se da proteção dos direitos da criança e do adolescente, assegurando que todos tenham seus direitos respeitados.
2. UNICEF ( ) Busca a cooperação intelectual entre as nações, estimulando programas educacionais, científicos e culturais.
3. OMC ( ) Desenvolve programas destinados à produção agrícola e ao desenvolvimento sustentável, visando ao acesso de todos aos alimentos.
4. OIT ( ) Dedica-se à elaboração de normas para aprimorar as condições, os princípios e os direitos fundamentais do trabalho.
5. UNESCO
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Questão 6 7050983
UPF Inverno 2019A questão referem-se ao texto
“Número de assassinatos de mulheres no Brasil em 2019 preocupa CIDH”
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) manifestou, por meio de nota publicada em 4 de fevereiro, preocupação
quanto à elevada incidência de assassinatos de mulheres no Brasil no início deste ano. Segundo a comissão, 126 mulheres foram
mortas em razão de seu gênero no país desde o início do ano, além do registro de 67 tentativas de homicídio.
A comissão diz que os casos que chegaram a seu conhecimento exigem do Estado a implementação de estratégias abrangentes de
[05] prevenção e reparação integral às vítimas, além de investigações "sérias, imparciais e eficazes dentro de um período de tempo
razoável", que possibilitem a punição dos autores dos crimes. Uma das medidas que se fazem urgentes, segundo a CIDH, é a formação,
a partir de uma perspectiva de gênero, de agentes públicos e pessoas que prestam serviço público.
"A CIDH enfatiza que os assassinatos de mulheres não se tratam de um problema isolado e são sintomas de um padrão de violência
de gênero contra elas em todo o país, resultado de valores machistas profundamente arraigados na sociedade brasileira", diz a nota.
[10] A comissão também faz um alerta para o aumento dos riscos enfrentados por mulheres em situação de vulnerabilidade por conta de
sua origem étnico-racial, orientação sexual, identidade de gênero, situação de mobilidade humana, aquelas que vivem em situação de
pobreza, as mulheres na política, jornalistas e mulheres defensoras dos direitos humanos.
“Durante a visita in loco ao país, em novembro de 2018, a CIDH observou, em particular, a existência de interseções entre violência,
racismo e machismo, refletidas no aumento generalizado de homicídios de mulheres negras. Ademais, a comissão vê com preocupação
[15] a tolerância social que perdura diante dessa forma de violência, bem como a impunidade que continua caracterizando esses graves
casos", diz.
Na nota, a organização, vinculada à Organização dos Estados Americanos (OEA), cita o fato de que o Brasil concentrou 40% dos
feminicídios da América Latina, em 2017. "A impunidade que caracteriza os assassinatos de mulheres em razão de seu gênero
transmite a mensagem de que essa violência é tolerada", diz a CIDH.
[20] A presidenta da CIDH, Margarette May Macaulay, reconhece o valor da lei que tipifica o feminicídio no Brasil, ao mesmo tempo que
entende ser essencial que as autoridades competentes não minimizem a gravidade das queixas prestadas pelas vítimas. “É inadmissível
que mulheres com medidas protetivas sejam mortas, que não contem com espaços seguros", diz Margarette, que também é relatora
da comissão sobre os Direitos das Mulheres.
(BOND, Letycia. Número de assassinatos de mulheres no Brasil em 2019 preocupa CIDH. Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2019- 02/numero-de-assassinatos-de-mulheres-no-brasil-em-2019-preocupa-cidh. Publicado em 04 de fevereiro de 2019. Adaptado. Acesso em 02 mar. 2019)
Sobre o texto “Número de assassinatos de mulheres no Brasil em 2019 preocupa CIDH” e as expressões que o compõem, é incorreto afirmar:
Questão 1 7050807
UPF Inverno 2019A questão referem-se ao texto
“Número de assassinatos de mulheres no Brasil em 2019 preocupa CIDH”
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) manifestou, por meio de nota publicada em 4 de fevereiro, preocupação
quanto à elevada incidência de assassinatos de mulheres no Brasil no início deste ano. Segundo a comissão, 126 mulheres foram
mortas em razão de seu gênero no país desde o início do ano, além do registro de 67 tentativas de homicídio.
A comissão diz que os casos que chegaram a seu conhecimento exigem do Estado a implementação de estratégias abrangentes de
[05] prevenção e reparação integral às vítimas, além de investigações "sérias, imparciais e eficazes dentro de um período de tempo
razoável", que possibilitem a punição dos autores dos crimes. Uma das medidas que se fazem urgentes, segundo a CIDH, é a formação,
a partir de uma perspectiva de gênero, de agentes públicos e pessoas que prestam serviço público.
"A CIDH enfatiza que os assassinatos de mulheres não se tratam de um problema isolado e são sintomas de um padrão de violência
de gênero contra elas em todo o país, resultado de valores machistas profundamente arraigados na sociedade brasileira", diz a nota.
[10] A comissão também faz um alerta para o aumento dos riscos enfrentados por mulheres em situação de vulnerabilidade por conta de
sua origem étnico-racial, orientação sexual, identidade de gênero, situação de mobilidade humana, aquelas que vivem em situação de
pobreza, as mulheres na política, jornalistas e mulheres defensoras dos direitos humanos.
“Durante a visita in loco ao país, em novembro de 2018, a CIDH observou, em particular, a existência de interseções entre violência,
racismo e machismo, refletidas no aumento generalizado de homicídios de mulheres negras. Ademais, a comissão vê com preocupação
[15] a tolerância social que perdura diante dessa forma de violência, bem como a impunidade que continua caracterizando esses graves
casos", diz.
Na nota, a organização, vinculada à Organização dos Estados Americanos (OEA), cita o fato de que o Brasil concentrou 40% dos
feminicídios da América Latina, em 2017. "A impunidade que caracteriza os assassinatos de mulheres em razão de seu gênero
transmite a mensagem de que essa violência é tolerada", diz a CIDH.
[20] A presidenta da CIDH, Margarette May Macaulay, reconhece o valor da lei que tipifica o feminicídio no Brasil, ao mesmo tempo que
entende ser essencial que as autoridades competentes não minimizem a gravidade das queixas prestadas pelas vítimas. “É inadmissível
que mulheres com medidas protetivas sejam mortas, que não contem com espaços seguros", diz Margarette, que também é relatora
da comissão sobre os Direitos das Mulheres.
(BOND, Letycia. Número de assassinatos de mulheres no Brasil em 2019 preocupa CIDH. Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2019- 02/numero-de-assassinatos-de-mulheres-no-brasil-em-2019-preocupa-cidh. Publicado em 04 de fevereiro de 2019. Adaptado. Acesso em 02 mar. 2019)
Com relação às ideias desenvolvidas no texto, analise as afirmações a seguir, identificando-as como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Para a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, 126 assassinatos de mulheres em razão de seu gênero e 67 tentativas de homicídio são, para o período inicial do ano [1º de janeiro a 4 de fevereiro], números preocupantes.
( ) A comissão considera que é urgente promover a formação de agentes públicos e de pessoas que prestam serviço público, a partir de uma perspectiva de gênero, o que resultará na punição dos autores dos crimes.
( ) Segundo a CIDH, na sociedade brasileira, é encontrada uma cultura de valores machistas, o que resulta num padrão de violência de gênero contra as mulheres em todo o país.
( ) A CIDH revela que o número de homicídios de mulheres negras é maior do que o número de homicídios de mulheres brancas.
( ) A CIDH considera que origem étnico-racial, orientação sexual, identidade de gênero, situação de mobilidade humana, situação de pobreza, inserção na política, atuação no jornalismo e atuação na defesa aos direitos humanos são elementos que colocam as mulheres em situação de vulnerabilidade.
( ) Segundo a CIDH, é percebida no Brasil uma tolerância ao feminicídio; e os criminosos desse tipo de crime, muitas vezes, permanecem impunes no país.
( ) Dados apresentados pela Comissão revelam que, em 2017, dos países que integram a Organização dos Estados Americanos, o Brasil foi o país que mais registrou casos de feminicídio.
A sequência correta do preenchimento dos parênteses, de cima para baixo e da esquerda para a direita, é
Questão 32 7043825
UPF Verão 2019A questão agrária demonstrou, ao longo dos anos, a dificuldade do sistema político brasileiro em encontrar mecanismos institucionais de reconhecimento e encaminhamento da demanda dos trabalhadores rurais de acesso à terra. Sobre essa questão, analise as afirmações que seguem e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) A SUPRA (Superintendência da Política Agrária) foi criada no governo Jango e consistiu em uma das primeiras ações do poder público voltada para a redistribuição da propriedade da terra, desapropriandose latifúndios improdutivos ou explorados antieconomicamente.
( ) O Estatuto da Terra, criado pelo governo do marechal Castelo Branco, em 1964, se inscrevia em um projeto autoritário amplo que previa a desmobilização dos trabalhadores rurais e a transformação das grandes propriedades agrícolas em empresas rurais.
( ) O MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra), criado em 1984, reivindicava, dentre outras coisas, a expropriação de terras em mãos de multinacionais e a desapropriação de áreas superiores a 500 hectares e usava como estratégia de luta a ocupação de terras improdutivas ou públicas.
( ) A UDR (União Democrática Ruralista), criada em 1985, tinha como objetivo fazer face ao projeto de reforma agrária e às ocupações, constituindo-se, na prática, no braço armado dos proprietários rurais.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
Questão 39 6654431
USCS Medicina 2019/2Aquarela do Brasil
Brasil, meu Brasil brasileiro
Meu mulato inzoneiro
Vou cantar-te nos meus versos
O Brasil, samba que dá
Bamboleio que faz gingar
O Brasil do meu amor
Terra de Nosso Senhor
[...]
Ah! Abre a cortina do passado
Tira a mãe preta do cerrado
Bota o rei congo no congado
Brasil, pra mim
Deixa cantar de novo o trovador
A merencória luz da lua
Toda canção do meu amor
Quero ver essa dona caminhando
Pelos salões arrastando
O seu vestido rendado
[...]
Brasil, terra boa e gostosa
Da morena sestrosa
De olhar indiscreto
[...]
Oh, esse coqueiro que dá coco
Onde eu amarro a minha rede
Nas noites claras de luar
Brasil pra mim
Ah! Ouve estas fontes murmurantes
Aonde eu mato a minha sede
E onde a lua vem brincar
Ah! Esse Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil brasileiro
Terra de samba e pandeiro
(www.google.com)
O samba “Aquarela do Brasil”, composto por Ary Barroso, foi gravado pela primeira vez em 1939.
Comparando o conteúdo da sua letra com o momento da história do Brasil em que foi divulgado, pode-se afirmar que a música
Questão 21 6467820
FCMSCSP - Santa Casa 2019A afirmação de que os gregos se haviam “alfabetizado” no final do século VIII a.C., embora seja rigorosamente verdadeira, precisa ser modificada de forma considerável, porque, do contrário, nos levará a interpretações errôneas. A verdade é que algumas pessoas, em algumas cidades, sabiam ler e escrever; e sem dúvida a porcentagem dessas pessoas era maior nas democracias do que em outros regimes.
(J. T. Hooker. “Introdução”. In: Lendo o passado: a história da escrita antiga do cuneiforme ao alfabeto, 1996.)
A ligação entre a escrita e a organização política pode ser explicada pela
06
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