Questões de Sociologia
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Questão 63 12327877
UECE 2ª Fase 2º Dia 2024/1A Escola de Frankfurt da Alemanha é um dos exemplos importantes da chamada teoria crítica na história das ciências sociais e um dos conceitos mais conhecidos que foram desenvolvidos pelos pensadores dessa escola é o de “indústria cultural”. Esse conceito procura demonstrar como a cultura midiática constitui tanto alienação como opressão ideológica e, assim, se torna um meio de manutenção do poder das classes dominantes nas sociedades capitalistas. Além disso, essa conceituação aponta que a difusão de produtos culturais em série para grandes massas, produzidos em volume e em repetição, são puro entretenimento, desprovidos de profundidade e autenticidade artísticas e da capacidade de gerar reflexão para o desenvolvimento humano. Considerando essa perspectiva teórica e o conceito de indústria cultural, avalie as afirmações a seguir:
I. Com a indústria cultural, os interesses econômicos e políticos ficam fragilizados, uma vez que se fortalece uma resistência crítica à estrutura de poder.
II. A Escola de Frankfurt alerta para os perigos gerados pela indústria cultural como o de relegar a produção cultural unicamente ao entretenimento.
III. O conceito de indústria cultural permite explicar a exploração comercial das artes e da cultura através de uma ideologia de dominação e alienação.
IV. A vantagem da indústria cultural, para os pensadores, é a que esta promove o entretenimento imediato ao acesso dos consumidores de produtos culturais.
É correto o que se afirma somente em
Questão 49 12326809
UECE 2ª Fase 2º Dia 2024/1Numa carta pública em que explica sua aposentadoria, o sr. Craig Mokhiber, até então diretor do escritório em Nova York do Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos, faz o seguinte uso do CONCEITO DE GENOCÍDIO (previsto na Convenção para a prevenção e repressão do crime de genocídio, ONU, 1948):
“Sei bem que o conceito de genocídio tem sido frequentemente sujeito a abusos políticos. Mas o atual massacre em massa do povo palestino, enraizado em uma ideologia colonial de colonos etnonacionalistas, na continuação de décadas de perseguição e expurgo sistemáticos, com base inteiramente em sua condição de árabes, e associado a declarações explícitas de intenção por parte dos líderes do governo e das forças armadas israelenses, não deixa espaço para dúvidas ou debates. Em Gaza, casas de civis, escolas, igrejas, mesquitas e instituições médicas são atacadas arbitrariamente e milhares de civis são massacrados. Na Cisjordânia, incluindo a Jerusalém ocupada, as casas são confiscadas e reatribuídas com base inteiramente na raça, e violentos pogroms [feitos] por colonos são acompanhados por unidades militares israelenses. Em todo o país, o Apartheid impera. Esse é um caso exemplar de genocídio. O projeto colonial europeu, etnonacionalista e de colonos na Palestina entrou em sua fase final, rumo à destruição acelerada dos últimos remanescentes da vida indígena palestina na Palestina”.
(UOL. Ao deixar cargo, diretor da ONU reconhece genocídio em Gaza e denuncia EUA. Disponível em: https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-chade/2023/10/31/aodeixar-cargo-diretor-da-onu-denuncia-genocidio-em-gaza.htm)
Segundo o autor citado, o conceito de genocídio pode ser aplicado ao caso em questão, porque
Questão 43 12308636
UEG Medicina 2024/2Leia o texto a seguir.
No primeiro capítulo de seu livro Visões da tradição sociológica, o sociólogo estadunidense Donald Levine discute uma das características do nosso tempo: a visão fragmentária do mundo. Seu texto inspira uma reflexão sobre o processo de socialização tal como ocorre hoje. Cada vez mais, a socialização acontece em pequenos fragmentos. A televisão despeja imagens e as pessoas ‘zapeiam’ de canal em canal. A leitura de livros é substituída pela de resumos ou de resenhas publicadas nos periódicos, quando não apenas por frases e parágrafos soltos destacados em revistas semanais. Os computadores apresentam as notícias e informações como se fossem todas iguais e tivessem a mesma importância. Os pais entregam os filhos para as escolas e acreditam que com isso estão educando. Os estudantes demonstram uma capacidade reduzida para argumentar com fundamento e quase não têm uma visão histórica ou processual do que está acontecendo, pois, como nos diz Eric Hobsbawm, para eles até a Guerra do Vietnã é pré-histórica, o que evidencia não apenas ignorância do passado, mas também falta de um senso de relação histórica. Os mais velhos são considerados improdutivos e ultrapassados, um peso para os familiares, como se não pudessem mais dizer ou ensinar algo aos mais novos. O que importa é o momento e o novo que aparece a todo instante.
TOMAZI, Nelson Dacio. Conecte: Sociologia para o ensino médio. São Paulo: Saraiva, 2011. p. 22.
O texto apresenta uma crítica à socialização tal como ocorre hoje. Como um importante conceito sociológico, a socialização é um processo
Questão 42 12308631
UEG Medicina 2024/2A sociologia se desenvolveu como ciência no século XIX. Ela foi criada a partir da necessidade de compreender os problemas da sociedade moderna que se manifestavam na época, como o desenvolvimento da indústria e o consequente deslocamento da produção do campo para as cidades, que afetaram as relações familiares e de trabalho, a questão da moradia e saneamento básico, assim como questões políticas. Atualmente, a sociedade também passa por diversos problemas que demandam análises sociológicas. Isso ocorre porque a sociologia tem como objeto de estudo as relações sociais.
Desta forma, uma questão social contemporânea que demanda análise sociológica é:
Questão 55 12299229
UNESP 2024/2Texto 1
“O capacitismo é um preconceito dirigido a qualquer pessoa que apresenta uma deficiência, seja ela física, intelectual ou sensorial. Como outras formas de preconceito, ele contribui para privar os direitos e a dignidade humana das pessoas com deficiência”, explica Luciana Maia, professora da Universidade de Fortaleza.
(Unifor. “Saiba o que é o capacitismo e por que é importante combatê-lo”. https://g1.globo.com, 27.10.2021. Adaptado.)
Texto 2
“Manual da Paralimpíada: não olhe para a deficiência, olhe para a eficiência. Sem usar ‘que superação’ só por ver alguém sem perna, braço, cadeirante, cego, baixa visão ou com paralisia. A gente treina pra caramba para estar lá”. O desabafo é da atleta brasileira Verônica Hipólito, velocista campeã mundial e medalhista paralímpica.
(Diogo Magri. “‘Não é superação, é treino’: como torcer na Paralimpíada sem preconceitos e clichês”. https://brasil.elpais.com, 24.08.2021. Adaptado.)
Os textos dialogam ao ressaltar a importância
Questão 46 12299173
UNESP 2024/2Analise a charge do cartunista Bira.

(https://carcara-ivab.blogspot.com, 26.08.2011. Adaptado.)
A personagem da charge representa
06
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