Estuda.com Estuda.com
  • Meu painel
  • Treinar
      Questões
    • Questões
    • Lista de exercícios
    • Provas
    • Simulados TRI
    • Simulados
    • Redações
    • Temas de redações
  • Estudar
      Plano de estudo
    • Cronograma de Estudos
    • Trilha de Estudo
    • Aulas
    • Videoaulas
    • Aulas ao vivo
    • Inteligência Artificial
    • Plano Adaptativo (via IA)
    • Duda IA
    • Conteúdos Gratuitos
    • Blogs e Ebooks
    • Resumos
  • Desempenho
      Desempenho
    • Meu Desempenho
    • Raio-X ENEM
    • Simulador SISU
  • Desafios
      Desafios
    • Ranking
    • Medalhas
    • Desafios da Duda
  • Login Criar conta grátis
    Estuda.com
  • Login Criar conta grátis

  • Meu painel
  • Treinar
      Questões
    • Questões
    • Lista de exercícios
    • Provas
    • Simulados TRI
    • Simulados
    • Redações
    • Temas de redações
  • Estudar
      Plano de estudo
    • Cronograma de Estudos
    • Trilha de Estudo
    • Aulas
    • Videoaulas
    • Aulas ao vivo
    • Inteligência Artificial
    • Plano Adaptativo (via IA)
    • Duda IA
    • Conteúdos Gratuitos
    • Blogs e Ebooks
    • Resumos
  • Desempenho
      Desempenho
    • Meu Desempenho
    • Raio-X ENEM
    • Simulador SISU
  • Desafios
      Desafios
    • Ranking
    • Medalhas
    • Desafios da Duda

  • Notificações 20
    • ⚠️⚠️⚠️ EI, VOCÊ JÁ COMEÇOU O SIMULADO?
      É sua chance de descobrir sua nota no modelo TRI e concorrer a uma bolsa 100% da Estuda.
    • 🚨🚨🚨 NOTÍCIA URGENTE!
      Assine hoje com 30% OFF e ganhe a Apostila Assuntos que mais caem no Enem. Use cupom ENEM!
    • 🚨 2º SIMULADO ENEM DISPONÍVEL, VEMMMM
      Realize as provas do 2º Simulado Enem 2026 e teste seu desempenho para a prova oficial.
    • 🤔 Se o Enem fosse hoje...
      Qual seria sua nota? Participe do 2º Simulado Enem 2026, receba seu diagnóstico e descubra
    • 🎁 R$ 263 OFF LIBERADO SÓ PARA VOCÊ!
      Resgate HOJE e LEVE DE GRAÇA a Apostila Assuntos que mais caem no Enem. ÚLTIMOS DIAS!
    • 🚨 PRESENTÃO EXCLUSIVO PRA VOCÊ!
      R$ 307 DE DESCONTO nos nossos planos + ALMANAQUE ENEM DE GRAÇA. Válido só HOJE. Corre!
    • 🚨 URGENTE!!!
      Você GANHOU R$ 281 OFF + Manual de Redação Enem 2026. Últimos dias para resgatar, corre!
    • ⚠️ ÚLTIMO DIAAAA DO 08.08 ESTENDIDO
      Você só tem até às 23h59 de HOJE pra resgatar 50% OFF no seu plano preferido. Vai ignorar?
    • 🚨🚨🚨 ACABANDO EM BREVE...
      Correeee que tá acabando sua chance de assinar um dos nossos planos com 50% DE DESCONTO!
    • 😱 APROVAÇÃO NO ENEM = 50% DE DESCONTO!
      É quase uma Black Friday antecipada. Corre pra assinar seu plano com 50% DE DESCONTO!
    • 😱 DESCONTAÇO DO 08.08!
      Por tempo limitado, você tem 50% OFF para assinar o PLANO da sua APROVAÇÃO no Enem. Corre!
    • 👀 Coloque alarme pra amanhã!
      Nosso 08.08 vem com uma condição ANTECIPADA, IMPERDÍVEL e EXCLUSIVA pra você. Não perde!
    • 🎁 PRESENTE PRA VOCÊ!
      35% OFF + Manual de Redação Enem 2026 no plano Aprovado com acesso até o fim do ano!
    • 🟢 A SEGUNDA AULA DO DIA COMEÇOU!
      O prof. Fernando está AO VIVO ensinando como passar no Enem em 100 dias, vem!
    • 🚨🚨🚨 O PROFINHO ESTÁ AO VIVO!
      Corre no YouTube pra conferir os 7 repertórios para TODOS os temas da redação do Enem 2026
    • 🟢 ESTAMOS AO VIVO, VEM!
      Clique no link e participe da aula de Mindfulness e Meditação Guiada antes do aulão!
    • ⚠️ AO VIVO EM 15 MINUTOS!
      17h30 entramos ao vivo no YouTube com Mindfulness + 7 repertórios de Redação, não perde!
    • 😔 Acho que você tá esquecendo algo...
      Seu desconto de 35% OFF + 3 APOSTILAS DE PRESENTE acaba às 23h59 e você vai MESMO perder?
    • 👀 VAI IGNORAR MESMO R$ 307 DE DESCONTO?
      Use o cupom FERIAS e desbloqueie TRÊS BENEFÍCIOS EXTRAS AGORA! Último dia!!!
    • 🚨 OFERTA RELÂMPAGO VÁLIDA ATÉ AMANHÃ!
      Assine seu plano preferido com 35% OFF e GANHE uma apostila com TOP Temas de Redação!
    • Marcar tudo como lido
Cadastre-se grátis e treine com questões, provas, exercícios e muito mais → CADASTRAR AGORA
Descubra um novo jeito de estudar com a Estuda.com
Já tenho conta Criar conta
Google
- A senha deve conter no mínimo 5 caracteres.
*Usaremos o número de WhatsApp fornecido para contatos referentes a sua compra e/ou comunicações sobre o plano adquirido.
Ao fazer seu cadastro você concorda com nossos Termos de uso e Políticas da Estuda.com
Google
*Usaremos o número de WhatsApp fornecido para contatos referentes a sua compra e/ou comunicações sobre o plano adquirido.
Esqueceu a senha?
[Marketing] Questao Topo - deslogado

Questões de Sociologia

Filtro rápido

6.493 Questões

Marca Texto
Modo Escuro
Fonte

Questão 14 14981824
Médio 00:00

FUNORTE 2024
  • Sociologia
  • Sugira
  • Cultura Poder, Estado e Política
  • Cultura e Sociedade Democracia
  • Mídia
  • Exibir tags
Resolução comentada

A regulação das mídias sociais

 

[1]    Os meios de comunicação de massa sempre foram e continuarão sendo instrumentos fundamentais para a consolidação da democracia, constituindo-se uma das mais importantes ferramentas de divulgação de ideias e de opiniões, utilizadas pelos partidos políticos e candidatos, especialmente durante as campanhas eleitorais. Ninguém mais ignora que as plataformas digitais, em especial as redes sociais, passaram a assumir papel central nas estratégias de publicidade, visando à conquista da simpatia do eleitorado, reduzindo significativamente a importância, em certas regiões, das mais tradicionais formas de propaganda, como a mídia impressa, o rádio e a televisão.

[2]    O exponencial crescimento do uso das redes sociais terminou modificando o papel dos algoritmos por elas utilizados, transformando-os em pujantes filtros de conteúdo personalizado para cada usuário, potencializando, assim, a criação de verdadeiras bolhas geradoras de grande fragmentação e de acirrada polarização de opiniões. Como consequência, assiste-se ao empobrecimento do debate na arena pública virtual, pela desintegração de um ambiente que deveria ser naturalmente diversificado e, ao mesmo tempo, favorecedor da livre circulação de ideias e opiniões, fundamentais para a formação de consenso.

[3]    Como se não bastasse, o uso abusivo e desregulado de um algoritmo social, ou seja, de um agente de software que se comunica de forma autônoma nas mídias sociais pode se transmudar num portentoso mecanismo a serviço da condenável prática de difusão de notícias falsas, colaborando efetivamente com a nefasta prática de desinformar a cidadania em proporções muitas vezes inimagináveis. No mundo, não são poucos os exemplos de ataques democráticos provocados por ameaças ou rupturas políticas, apoiadas em redes de desinformação e numa massiva, constante e despudorada campanha de desconfiança nas instituições.

[4]    Parece claro, portanto, que esse novo jeito de se fazer campanhas eleitorais orientadas por dados apresenta um desafio sistêmico e institucional, o que demanda uma combinação de novas abordagens políticas e regulamentares. Uma visão simplista desse problema conduziria à inexorável conclusão de que, em nome da defesa dos valores democráticos, poderia o Estado exigir das plataformas digitais a exibição completa e absoluta dos algoritmos que utilizam, sob pena de banimento. Contudo, os filtros de conteúdo personalizado gerados pelos algoritmos das redes sociais sustentam a sua lógica econômica, sendo a chave de sobrevivência das plataformas digitais. Daí emergir, como mais indicada, a adoção de uma solução que possa promover um ambiente virtual sadio para o debate público de qualidade, sem asfixiar economicamente as redes sociais por força da compulsória abertura da lógica de funcionamento dos algoritmos que sustentam o seu negócio.

[5]    Esse cenário parece exigir uma atuação racional de vários setores, públicos ou privados, os quais passariam a assumir um papel fundamental de monitoramento do potencial impacto da desinformação na sociedade. E, para além do rastreio dessas consequências, é também necessária a adoção de medidas preventivas, que possam gerar maior responsabilidade e transparência algorítmicas por parte das redes sociais, que passariam a atuar em estreita consonância com o interesse público.

[6]    O alcance de um nível desejável dessa responsabilidade passaria, necessariamente, pela adoção de medidas que pudessem elevar a transparência no tocante à origem do financiamento, identificando o conteúdo patrocinado, especialmente quando envolvesse publicidade política, mas sobretudo pelo fornecimento de informações básicas sobre o funcionamento dos algoritmos que selecionam e exibem informações, sem que isso, no entanto, devasse a lógica que alicerça economicamente o negócio tocado pelas plataformas.

[7]    Essa abertura permitiria uma atuação colaborativa entre Estado, organizações independentes e as próprias redes sociais na tarefa de checagem de fatos, além de proporcionar maior compreensão sobre a aparente popularidade de influenciadores, que não raro pode estar sendo impulsionada pela maciça injeção de recursos financeiros ou ser resultado de manipulação artificial produzida por robôs.

[8]    O irreversível papel sociopolítico que as redes sociais passaram a assumir no contexto eleitoral e as nefastas consequências advindas da opacidade algorítmica praticada por essas mídias força a sociedade a encontrar soluções para esse problema, já com os olhos postos no pleito de 2024. A democracia brasileira carece dessa regulação que, a um só tempo, proteja a lógica econômica das mídias sociais e assegure a supremacia do interesse público intrínseco à atividade político-partidária.

MEDEIROS, F. J. M., advogado, mestre em direito e professor universitário. Texto publicado na Seção Opinião,15/03/2023 (Adaptado). Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/

O verbo assistir, destacado neste trecho, muda de significação conforme se altera a regência verbal.

 

“Como consequência, assiste-se ao empobrecimento do debate na arena pública virtual pela desintegração de um ambiente que deveria ser naturalmente diversificado e, ao mesmo tempo, favorecedor da livre circulação de ideias e opiniões, fundamentais para a formação de consenso”. [2º §]

 

Nestas alternativas, em relação aos verbos destacados, o único que NÃO possui mais de uma significação ao se modificar a regência verbal em outros contextos é:

Vídeos associados (4) Ver comentários

Questão 11 14981812
Médio 00:00

FUNORTE 2024
  • Sociologia
  • Sugira
  • Cultura Poder, Estado e Política
  • Cultura e Sociedade Democracia
  • Mídia
  • Exibir tags
Resolução comentada

A regulação das mídias sociais

 

[1]    Os meios de comunicação de massa sempre foram e continuarão sendo instrumentos fundamentais para a consolidação da democracia, constituindo-se uma das mais importantes ferramentas de divulgação de ideias e de opiniões, utilizadas pelos partidos políticos e candidatos, especialmente durante as campanhas eleitorais. Ninguém mais ignora que as plataformas digitais, em especial as redes sociais, passaram a assumir papel central nas estratégias de publicidade, visando à conquista da simpatia do eleitorado, reduzindo significativamente a importância, em certas regiões, das mais tradicionais formas de propaganda, como a mídia impressa, o rádio e a televisão.

[2]    O exponencial crescimento do uso das redes sociais terminou modificando o papel dos algoritmos por elas utilizados, transformando-os em pujantes filtros de conteúdo personalizado para cada usuário, potencializando, assim, a criação de verdadeiras bolhas geradoras de grande fragmentação e de acirrada polarização de opiniões. Como consequência, assiste-se ao empobrecimento do debate na arena pública virtual, pela desintegração de um ambiente que deveria ser naturalmente diversificado e, ao mesmo tempo, favorecedor da livre circulação de ideias e opiniões, fundamentais para a formação de consenso.

[3]    Como se não bastasse, o uso abusivo e desregulado de um algoritmo social, ou seja, de um agente de software que se comunica de forma autônoma nas mídias sociais pode se transmudar num portentoso mecanismo a serviço da condenável prática de difusão de notícias falsas, colaborando efetivamente com a nefasta prática de desinformar a cidadania em proporções muitas vezes inimagináveis. No mundo, não são poucos os exemplos de ataques democráticos provocados por ameaças ou rupturas políticas, apoiadas em redes de desinformação e numa massiva, constante e despudorada campanha de desconfiança nas instituições.

[4]    Parece claro, portanto, que esse novo jeito de se fazer campanhas eleitorais orientadas por dados apresenta um desafio sistêmico e institucional, o que demanda uma combinação de novas abordagens políticas e regulamentares. Uma visão simplista desse problema conduziria à inexorável conclusão de que, em nome da defesa dos valores democráticos, poderia o Estado exigir das plataformas digitais a exibição completa e absoluta dos algoritmos que utilizam, sob pena de banimento. Contudo, os filtros de conteúdo personalizado gerados pelos algoritmos das redes sociais sustentam a sua lógica econômica, sendo a chave de sobrevivência das plataformas digitais. Daí emergir, como mais indicada, a adoção de uma solução que possa promover um ambiente virtual sadio para o debate público de qualidade, sem asfixiar economicamente as redes sociais por força da compulsória abertura da lógica de funcionamento dos algoritmos que sustentam o seu negócio.

[5]    Esse cenário parece exigir uma atuação racional de vários setores, públicos ou privados, os quais passariam a assumir um papel fundamental de monitoramento do potencial impacto da desinformação na sociedade. E, para além do rastreio dessas consequências, é também necessária a adoção de medidas preventivas, que possam gerar maior responsabilidade e transparência algorítmicas por parte das redes sociais, que passariam a atuar em estreita consonância com o interesse público.

[6]    O alcance de um nível desejável dessa responsabilidade passaria, necessariamente, pela adoção de medidas que pudessem elevar a transparência no tocante à origem do financiamento, identificando o conteúdo patrocinado, especialmente quando envolvesse publicidade política, mas sobretudo pelo fornecimento de informações básicas sobre o funcionamento dos algoritmos que selecionam e exibem informações, sem que isso, no entanto, devasse a lógica que alicerça economicamente o negócio tocado pelas plataformas.

[7]    Essa abertura permitiria uma atuação colaborativa entre Estado, organizações independentes e as próprias redes sociais na tarefa de checagem de fatos, além de proporcionar maior compreensão sobre a aparente popularidade de influenciadores, que não raro pode estar sendo impulsionada pela maciça injeção de recursos financeiros ou ser resultado de manipulação artificial produzida por robôs.

[8]    O irreversível papel sociopolítico que as redes sociais passaram a assumir no contexto eleitoral e as nefastas consequências advindas da opacidade algorítmica praticada por essas mídias força a sociedade a encontrar soluções para esse problema, já com os olhos postos no pleito de 2024. A democracia brasileira carece dessa regulação que, a um só tempo, proteja a lógica econômica das mídias sociais e assegure a supremacia do interesse público intrínseco à atividade político-partidária.

MEDEIROS, F. J. M., advogado, mestre em direito e professor universitário. Texto publicado na Seção Opinião,15/03/2023 (Adaptado). Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/

Ter repertório vocabular é imprescindível para a compreensão mais exata e eficiente de um texto.

 

Considerando a aplicação textual e os conhecimentos de sinonímia, a única palavra, retirada do texto de Medeiros, que NÃO apresenta correspondência adequada é:

Vídeos associados (4) Ver comentários

Questão 10 14981788
Médio 00:00

FUNORTE 2024
  • Sociologia
  • Sugira
  • Cultura Poder, Estado e Política
  • Cultura e Sociedade Democracia
  • Mídia
  • Exibir tags
Resolução comentada

A regulação das mídias sociais

 

[1]    Os meios de comunicação de massa sempre foram e continuarão sendo instrumentos fundamentais para a consolidação da democracia, constituindo-se uma das mais importantes ferramentas de divulgação de ideias e de opiniões, utilizadas pelos partidos políticos e candidatos, especialmente durante as campanhas eleitorais. Ninguém mais ignora que as plataformas digitais, em especial as redes sociais, passaram a assumir papel central nas estratégias de publicidade, visando à conquista da simpatia do eleitorado, reduzindo significativamente a importância, em certas regiões, das mais tradicionais formas de propaganda, como a mídia impressa, o rádio e a televisão.

[2]    O exponencial crescimento do uso das redes sociais terminou modificando o papel dos algoritmos por elas utilizados, transformando-os em pujantes filtros de conteúdo personalizado para cada usuário, potencializando, assim, a criação de verdadeiras bolhas geradoras de grande fragmentação e de acirrada polarização de opiniões. Como consequência, assiste-se ao empobrecimento do debate na arena pública virtual, pela desintegração de um ambiente que deveria ser naturalmente diversificado e, ao mesmo tempo, favorecedor da livre circulação de ideias e opiniões, fundamentais para a formação de consenso.

[3]    Como se não bastasse, o uso abusivo e desregulado de um algoritmo social, ou seja, de um agente de software que se comunica de forma autônoma nas mídias sociais pode se transmudar num portentoso mecanismo a serviço da condenável prática de difusão de notícias falsas, colaborando efetivamente com a nefasta prática de desinformar a cidadania em proporções muitas vezes inimagináveis. No mundo, não são poucos os exemplos de ataques democráticos provocados por ameaças ou rupturas políticas, apoiadas em redes de desinformação e numa massiva, constante e despudorada campanha de desconfiança nas instituições.

[4]    Parece claro, portanto, que esse novo jeito de se fazer campanhas eleitorais orientadas por dados apresenta um desafio sistêmico e institucional, o que demanda uma combinação de novas abordagens políticas e regulamentares. Uma visão simplista desse problema conduziria à inexorável conclusão de que, em nome da defesa dos valores democráticos, poderia o Estado exigir das plataformas digitais a exibição completa e absoluta dos algoritmos que utilizam, sob pena de banimento. Contudo, os filtros de conteúdo personalizado gerados pelos algoritmos das redes sociais sustentam a sua lógica econômica, sendo a chave de sobrevivência das plataformas digitais. Daí emergir, como mais indicada, a adoção de uma solução que possa promover um ambiente virtual sadio para o debate público de qualidade, sem asfixiar economicamente as redes sociais por força da compulsória abertura da lógica de funcionamento dos algoritmos que sustentam o seu negócio.

[5]    Esse cenário parece exigir uma atuação racional de vários setores, públicos ou privados, os quais passariam a assumir um papel fundamental de monitoramento do potencial impacto da desinformação na sociedade. E, para além do rastreio dessas consequências, é também necessária a adoção de medidas preventivas, que possam gerar maior responsabilidade e transparência algorítmicas por parte das redes sociais, que passariam a atuar em estreita consonância com o interesse público.

[6]    O alcance de um nível desejável dessa responsabilidade passaria, necessariamente, pela adoção de medidas que pudessem elevar a transparência no tocante à origem do financiamento, identificando o conteúdo patrocinado, especialmente quando envolvesse publicidade política, mas sobretudo pelo fornecimento de informações básicas sobre o funcionamento dos algoritmos que selecionam e exibem informações, sem que isso, no entanto, devasse a lógica que alicerça economicamente o negócio tocado pelas plataformas.

[7]    Essa abertura permitiria uma atuação colaborativa entre Estado, organizações independentes e as próprias redes sociais na tarefa de checagem de fatos, além de proporcionar maior compreensão sobre a aparente popularidade de influenciadores, que não raro pode estar sendo impulsionada pela maciça injeção de recursos financeiros ou ser resultado de manipulação artificial produzida por robôs.

[8]    O irreversível papel sociopolítico que as redes sociais passaram a assumir no contexto eleitoral e as nefastas consequências advindas da opacidade algorítmica praticada por essas mídias força a sociedade a encontrar soluções para esse problema, já com os olhos postos no pleito de 2024. A democracia brasileira carece dessa regulação que, a um só tempo, proteja a lógica econômica das mídias sociais e assegure a supremacia do interesse público intrínseco à atividade político-partidária.

MEDEIROS, F. J. M., advogado, mestre em direito e professor universitário. Texto publicado na Seção Opinião,15/03/2023 (Adaptado). Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/

Releia o seguinte excerto do texto de Medeiros:

 

“Ninguém mais ignora que as plataformas digitais, em especial as redes sociais, passaram a assumir papel central nas estratégias de publicidade, visando à conquista da simpatia do eleitorado, reduzindo significativamente a importância, em certas regiões, das mais tradicionais formas de propaganda, como a mídia impressa, o rádio e a televisão. [1º §]

 

No processo de construção do raciocínio textual, certos autores usam estratégias, por vezes arriscadas, como estratégia argumentativa.

 

Nesse excerto, os termos “ninguém mais” e “papel central” se relacionam por representarem, respectivamente, ideias de:

Vídeos associados (4) Ver comentários

Questão 42 14976494
Médio 00:00

CESMAC Dia 1 2024/2
  • Sociologia
  • Sugira
  • Socialização e Instituições Sociais Temática
  • Educação e Instituição Escolar Sociologia da Ciência e do Conhecimento
  • Exibir tags
Resolução comentada

Sobre a importância da Sociologia, o que podemos afirmar corretamente?

Vídeos associados (2) Ver comentários

Questão 48 14965033
Médio 00:00

CESMAC Dia 1 2024/1
  • Sociologia
  • Sugira
  • Socialização e Instituições Sociais Teoria Sociológica
  • Conceitos Gerais Educação e Instituição Escolar
  • Outros
  • Exibir tags
Resolução comentada

O porquê de se considerar a Sociologia como matéria importante, nos currículos escolares, prende-se ao fato de que:

Vídeos associados (2) Ver comentários

Questão 46 14965023
Médio 00:00

CESMAC Dia 1 2024/1
  • Sociologia
  • Sugira
  • Socialização e Instituições Sociais
  • Conceitos Instituições Totais
  • Exibir tags
Resolução comentada

No âmbito da Sociologia, entendem-se instituições sociais como sendo:

Vídeos associados (2) Ver comentários
Anterior 123456789101112131415161718192021222324252627282930313233343536373839404142434445464748495051525354555657585960616263646566676869707172737475767778798081828384858687888990919293949596979899100101102103104105106107108109110111112113114115116117118119120121122123124125126127128129130131132133134135136137138139140141142143144145146147148149150151152153154155156157158159160161162163164165166167168169170171172173174175176177178179180181182183184185186187188189190191192193194195196197198199200201202203204205206207208209210211212213214215216217218219220221222223224225226227228229230231232233234235236237238239240241242243244245246247248249250251252253254255256257258259260261262263264265266267268269270271272273274275276277278279280281282283284285286287288289290291292293294295296297298299300301302303304305306307308309310311312313314315316317318319320321322323324325326327328329330331332333334335336337338339340341342343344345346347348349350351352353354355356357358359360361362363364365366367368369370371372373374375376377378379380381382383384385386387388389390391392393394395396397398399400401402403404405406407408409410411412413414415416417418419420421422423424425426427428429430431432433434435436437438439440441442443444445446447448449450451452453454455456457458459460461462463464465466467468469470471472473474475476477478479480481482483484485486487488489490491492493494495496497498499500501502503504505506507508509510511512513514515516517518519520521522523524525526527528529530531532533534535536537538539540541542543544545546547548549550551552553554555556557558559560561562563564565566567568569570571572573574575576577578579580581582583584585586587588589590591592593594595596597598599600601602603604605606607608609610611612613614615616617618619620621622623624625626627628629630631632633634635636637638639640641642643644645646647648649650651652653654655656657658659660661662663664665666667668669670671672673674675676677678679680681682683684685686687688689690691692693694695696697698699700701702703704705706707708709710711712713714715716717718719720721722723724725726727728729730731732733734735736737738739740741742743744745746747748749750751752753754755756757758759760761762763764765766767768769770771772773774775776777778779780781782783784785786787788789790791792793794795796797798799800801802803804805806807808809810811812813814815816817818819820821822823824825826827828829830831832833834835836837838839840841842843844845846847848849850851852853854855856857858859860861862863864865866867868869870871872873874875876877878879880881882883884885886887888889890891892893894895896897898899900901902903904905906907908909910911912913914915916917918919920921922923924925926927928929930931932933934935936937938939940941942943944945946947948949950951952953954955956957958959960961962963964965966967968969970971972973974975976977978979980981982983984985986987988989990991992993994995996997998999100010011002100310041005100610071008100910101011101210131014101510161017101810191020102110221023102410251026102710281029103010311032103310341035103610371038103910401041104210431044104510461047104810491050105110521053105410551056105710581059106010611062106310641065106610671068106910701071107210731074107510761077107810791080108110821083 Próximo
Pastas

/

06


Faça seu login GRÁTIS


Compartilhar questão
ENEM estuda.com é um sistema para estudantes que desejam ingressar em um curso de nível superior. Resolva questões através do computador, tablet ou celular. vestibular,enem,questoes,estudar,alunos,simulados,questões enem,simulados enem,simulados vestibular,vestibular,provas,provas enem Estuda.com
logo da estuda.com
  • Quem somos
  • Blog
  • Trabalhe conosco

SEJA TEAM ESTUDA

  • Assine agora
  • Cadastre-se

NOSSAS SOLUÇÕES

  • Planos
  • Estudantes
  • Escolas
  • Professores

NOSSAS MATÉRIAS

  • Questões de Matemática
  • Questões de Português
  • Questões de História
  • Questões de Biologia
  • Questões de Geografia

ENEM E VESTIBULARES

  • Questões de Enem
  • Temas de Redação
  • ITA Vestibular
  • Questões Fuvest
  • Vestibular Unesp

SUPORTE

  • Central de ajuda
  • Ouvidoria

Disponível no Google Play Disponível na App Store
Termos de uso Política de privacidade

Todos os direitos reservados

Estuda Tecnologias LTDA

CNPJ 22951899000160