Questões de Sociologia
6.493 Questões
Questão 3493502
Os críticos ferrenhos ao capitalismo argumentam há tempos que as empresas veem seus funcionários como "máquinas" de produzir e gerar resultados financeiros para o negócio. A afirmação está longe de ser falsa " as metas e objetivos práticos continuam a pautar a avaliação dos profissionais ", mas uma nova variável está influenciando as políticas de gestão de pessoas. O perfil comportamental, a aderência do profissional à cultura da empresa e sua vontade de aprender e crescer estão pesando cada vez mais no dia a dia das companhias e na relação entre chefes e subordinados.
A conclusão é simples: uma empresa não é só o que produz, e um profissional também não. Ativos intangíveis contam cada vez mais nas relações de mercado, e os valores e a cultura corporativa são alguns deles. Além disso, o relacionamento da companhia com o seu público interno é sinônimo de bons resultados operacionais também. Profissionais engajados e felizes querem construir uma empresa melhor, geram menos problemas trabalhistas, ficam menos doentes, promovem a redução da rotatividade da empresa.
Do ponto de vista puramente capitalista, ter funcionários motivados também vale a pena. Mas quando analisamos os resultados intangíveis " que levam em conta outras relações da empresa, como comunidade, público interno e sociedade em geral " o "valor" de uma empresa pode ser muito maior quando se considera o elemento humano.
MANTOVANI, Fernando. Você não é (só) o que você produz. Disponível em: <http://exame.abril.com.br/blog/sua-carreira-sua-gestao/voce-nao-e-so-o-que-voce-produz/>. . Acesso em: 23 fev. 2017.
Os críticos ferrenhos ao capitalismo argumentam há tempos que as empresas veem seus funcionários como "máquinas" de produzir e gerar resultados financeiros para o negócio. A afirmação está longe de ser falsa " as metas e objetivos práticos continuam a pautar a avaliação dos profissionais ", mas uma nova variável está influenciando as políticas de gestão de pessoas. O perfil comportamental, a aderência do profissional à cultura da empresa e sua vontade de aprender e crescer estão pesando cada vez mais no dia a dia das companhias e na relação entre chefes e subordinados.
A conclusão é simples: uma empresa não é só o que produz, e um profissional também não. Ativos intangíveis contam cada vez mais nas relações de mercado, e os valores e a cultura corporativa são alguns deles. Além disso, o relacionamento da companhia com o seu público interno é sinônimo de bons resultados operacionais também. Profissionais engajados e felizes querem construir uma empresa melhor, geram menos problemas trabalhistas, ficam menos doentes, promovem a redução da rotatividade da empresa.
Do ponto de vista puramente capitalista, ter funcionários motivados também vale a pena. Mas quando analisamos os resultados intangíveis " que levam em conta outras relações da empresa, como comunidade, público interno e sociedade em geral " o "valor" de uma empresa pode ser muito maior quando se considera o elemento humano.
MANTOVANI, Fernando. Você não é (só) o que você produz. Disponível em: <http://exame.abril.com.br/blog/sua-carreira-sua-gestao/voce-nao-e-so-o-que-voce-produz/>. . Acesso em: 23 fev. 2017.
Segundo Karl Marx, há no Capitalismo um grupo social (classe) que é obrigado a vender sua força de trabalho, de forma assalariada, para viver. Disso decorre uma situação de "alienação", em que o trabalhador não possui o que produz, não decide o que será produzido e não controla o processo de sua execução; consequentemente, não percebe o sentido do seu trabalho, que historicamente sempre foi fonte de desenvolvimento humano. Tal situação ocorre porque:
Questão 3493489
Uma das transformações mais expressivas das últimas décadas foi, frente à escalada da crise ecológica, o crescimento da consciência ambiental. Esse despertar foi registrado pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992, e se fortaleceu entre a população brasileira mais informada. [...]
LEITE, José Correia; UEMURA, Janaina; SIQUEIRA, Filomena (Org.). O eclipse do progressismo: a esquerda latino-americana em debate. São Paulo: Elefante, 2018. p. 105.
Uma das transformações mais expressivas das últimas décadas foi, frente à escalada da crise ecológica, o crescimento da consciência ambiental. Esse despertar foi registrado pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992, e se fortaleceu entre a população brasileira mais informada. [...]
LEITE, José Correia; UEMURA, Janaina; SIQUEIRA, Filomena (Org.). O eclipse do progressismo: a esquerda latino-americana em debate. São Paulo: Elefante, 2018. p. 105.
Entre as diversas ações e compromissos assumidos pelo Brasil nas últimas décadas em torno das questões relacionadas à tentativa de combater a escalada da crise ecológica, destaca-se
Questão 3493483
A ampliação do mercado cultural favorece a especialização, o cultivo experimental de linguagens artísticas e uma sincronia maior com as vanguardas internacionais. Ao ensimesmar-se a arte em buscas formais, produz-se uma separação mais brusca entre os gostos das elites e das classes populares e médias
controladas pela indústria cultural. Apesar de ser essa a dinâmica da expansão e segmentação do mercado, os movimentos culturais e políticos de esquerda geram ações opostas destina? das a socializar a arte, comunicar as inovações do pensamento a públicos majoritários e fazê-los participar de algum modo da cultura hegemônica.
Gera-se um confronto entre a lógica socioeconômica do crescimento do mercado e a lógica voluntarista do culturalismo político, que foi particularmente dramático quando se produziu no interior de um mesmo movimento e até das próprias pessoas.
CANCLINI, N.G. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: Edusp, 2015. p. 86.
A ampliação do mercado cultural favorece a especialização, o cultivo experimental de linguagens artísticas e uma sincronia maior com as vanguardas internacionais. Ao ensimesmar-se a arte em buscas formais, produz-se uma separação mais brusca entre os gostos das elites e das classes populares e médias
controladas pela indústria cultural. Apesar de ser essa a dinâmica da expansão e segmentação do mercado, os movimentos culturais e políticos de esquerda geram ações opostas destina? das a socializar a arte, comunicar as inovações do pensamento a públicos majoritários e fazê-los participar de algum modo da cultura hegemônica.
Gera-se um confronto entre a lógica socioeconômica do crescimento do mercado e a lógica voluntarista do culturalismo político, que foi particularmente dramático quando se produziu no interior de um mesmo movimento e até das próprias pessoas.
CANCLINI, N.G. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: Edusp, 2015. p. 86.
Em relação ao mercado cultural, os argumentos de Canclini sinalizam que
Questão 3493479
Por causa de um vazamento em sua cozinha, Gustavo chamou um encanador. Ao substituir o encanamento com problema, Gustavo e o encanador notaram a presença de diversos vermes nos canos antigos. O profissional assegurou a Gustavo que aquilo era perfeitamente comum em encanamentos antigos e que tais vermes surgiam da umidade e dos restos de comida acumulados na tubulação.
Lembrando-se das aulas de Ciências, Gustavo concluiu que a explicação do encanador para a presença dos vermes estava
Questão 3493466
Ra?ad e Hutham Lalqaraghuli não sabem mais ao certo de qual América fazem parte.
É o país odioso que viram poucas semanas antes da eleição presidencial, quando alguém deixou um bilhete à porta deles dizendo, "Terrorista, vá embora, ninguém quer você aqui"" Ou é o país generoso de estranhos acolhedores, que souberam de seus apuros e lhes encheram de presentes e cartões com mensagens positivas"
A vitória do presidente eleito Donald Trump intensificou os ataques. Após um ano nos subúrbios de Maryland, tendo chegado com seus quatro filhos como refugiados do Iraque, eles se viram comparando as ameaças das quais fugiram com as que poderiam surgir.
[...]
HASSAN, Adeel. Refugiados descobrem duas Américas: uma que odeia e outra que cura. UOL Notícias, 21 nov. 2016. Disponível em <http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/the-new-york-times/2016/11/21/refugiados-descobrem-duas-americas-uma-que- odeia-e-outra-que-cura.htm>. Acesso em: 23 nov. 2016.
Ra?ad e Hutham Lalqaraghuli não sabem mais ao certo de qual América fazem parte.
É o país odioso que viram poucas semanas antes da eleição presidencial, quando alguém deixou um bilhete à porta deles dizendo, "Terrorista, vá embora, ninguém quer você aqui"" Ou é o país generoso de estranhos acolhedores, que souberam de seus apuros e lhes encheram de presentes e cartões com mensagens positivas"
A vitória do presidente eleito Donald Trump intensificou os ataques. Após um ano nos subúrbios de Maryland, tendo chegado com seus quatro filhos como refugiados do Iraque, eles se viram comparando as ameaças das quais fugiram com as que poderiam surgir.
[...]
HASSAN, Adeel. Refugiados descobrem duas Américas: uma que odeia e outra que cura. UOL Notícias, 21 nov. 2016. Disponível em <http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/the-new-york-times/2016/11/21/refugiados-descobrem-duas-americas-uma-que- odeia-e-outra-que-cura.htm>. Acesso em: 23 nov. 2016.
Esse aumento das ameaças aos imigrantes, após a eleição presidencial estadunidense, está relacionado à
Questão 3493455
Nos últimos anos, muitos atletas, especialmente os maratonistas, têm optado por se preparar para as competições em lugares de altitudes elevadas. Treinos por longos períodos nesses locais possibilitam mudanças fisiológicas nos atletas. Essas alterações estão associadas
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