Questões de Sociologia
6.493 Questões
Questão 3493629
ESTADO ISLÂMICO DIZ QUE MUÇULMANOS QUE VÃO PARA A EUROPA SÃO PECADORES
[...]
Centenas de milhares de pessoas fugiram de guerras no Oriente Médio este ano, boa parte delas de áreas ocupadas ou sob ameaça dos militantes do Estado Islâmico. Muitos cruzaram o Mediterrâneo para a Europa em barcos frágeis que, por vezes, afundaram, matando centenas de pessoas, em uma das maiores ondas de imigração desde a Segunda Guerra Mundial.
[...]
REUTERS. Estado islâmico diz que mulçumanos que vão para Europa são pecadores. G1,10 set. 2015. Disponível em:<http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/09/estado-islamico- diz-que-muculmanos-que-vao-para-europa-sao-pecadores.html>. Acesso em: 31 jan. 2018.
ESTADO ISLÂMICO DIZ QUE MUÇULMANOS QUE VÃO PARA A EUROPA SÃO PECADORES
[...]
Centenas de milhares de pessoas fugiram de guerras no Oriente Médio este ano, boa parte delas de áreas ocupadas ou sob ameaça dos militantes do Estado Islâmico. Muitos cruzaram o Mediterrâneo para a Europa em barcos frágeis que, por vezes, afundaram, matando centenas de pessoas, em uma das maiores ondas de imigração desde a Segunda Guerra Mundial.
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REUTERS. Estado islâmico diz que mulçumanos que vão para Europa são pecadores. G1,10 set. 2015. Disponível em:<http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/09/estado-islamico- diz-que-muculmanos-que-vao-para-europa-sao-pecadores.html>. Acesso em: 31 jan. 2018.
O trecho da reportagem acima traz um recorte sobre a onda de imigração da população do Oriente Médio, acontecido por causa das guerras civis e do controle do Estado Islâmico, grupo radical que
Questão 3493621
Os americanos são bem otimistas quanto à possibilidade de moldar seu próprio futuro. Uma pesquisa recente mostrou que quase três quartos da população dos Estados Unidos acreditam que trabalhar duro é um componente "muito importante" do sucesso, enquanto apenas 62% citam uma boa educação e menos de um quinto falam que pertencer a uma família rica é um ponto importante para o sucesso. Por outro lado, os Estados Unidos não estão bem colocados, comparados com outras economias avançadas, quando se fala em igualdade de renda e mobilidade social. Então, o que um jovem nos Estados Unidos deve fazer para ficar rico?
[?]
Os dados mostram que estudar em uma faculdade de elite é uma boa forma de assegurar um estilo de vida de classe média alta. Todas as pessoas que se formam em uma das universidades que constituem a Ivy League (Brown, Columbia, Cornell, Dartmouth, Harvard, Princeton, Universidade da Pen" silvânia e Yale) têm chances praticamente iguais de chegar ao grupo dos 20% com maior renda do país, independentemente do histórico familiar. ["]
Os processos de admissão em universidades mais conceituadas muitas vezes são distorcidos, dando preferência a familiares de ex-alunos. Da turma mais recente de ingressantes de Harvard, 27% tinham parentes que cursaram a mesma universidade. Isso sugere que a forma mais simples de se tornar extremamente rico é nascer em uma família rica. A segunda forma mais fácil é encontrar um cônjuge que seja rico. Se nenhuma das alternativas anteriores funcionar, você pode tentar entrar em uma universidade de elite, mas lembre-se que nem todos os estudantes chegarão ao grupo dos 1% mais ricos dos Estados Unidos.
COMO FICAR rico nos Estados Unidos. Época. Disponível em: <http://epocanegocios.globo.com/colunas/Financas-de-Bolso/noticia/2017/02/como-ficar-rico-nos-estados-unidos.html> , Acesso em: 22 fev. 2017.
Os americanos são bem otimistas quanto à possibilidade de moldar seu próprio futuro. Uma pesquisa recente mostrou que quase três quartos da população dos Estados Unidos acreditam que trabalhar duro é um componente "muito importante" do sucesso, enquanto apenas 62% citam uma boa educação e menos de um quinto falam que pertencer a uma família rica é um ponto importante para o sucesso. Por outro lado, os Estados Unidos não estão bem colocados, comparados com outras economias avançadas, quando se fala em igualdade de renda e mobilidade social. Então, o que um jovem nos Estados Unidos deve fazer para ficar rico?
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Os dados mostram que estudar em uma faculdade de elite é uma boa forma de assegurar um estilo de vida de classe média alta. Todas as pessoas que se formam em uma das universidades que constituem a Ivy League (Brown, Columbia, Cornell, Dartmouth, Harvard, Princeton, Universidade da Pen" silvânia e Yale) têm chances praticamente iguais de chegar ao grupo dos 20% com maior renda do país, independentemente do histórico familiar. ["]
Os processos de admissão em universidades mais conceituadas muitas vezes são distorcidos, dando preferência a familiares de ex-alunos. Da turma mais recente de ingressantes de Harvard, 27% tinham parentes que cursaram a mesma universidade. Isso sugere que a forma mais simples de se tornar extremamente rico é nascer em uma família rica. A segunda forma mais fácil é encontrar um cônjuge que seja rico. Se nenhuma das alternativas anteriores funcionar, você pode tentar entrar em uma universidade de elite, mas lembre-se que nem todos os estudantes chegarão ao grupo dos 1% mais ricos dos Estados Unidos.
COMO FICAR rico nos Estados Unidos. Época. Disponível em: <http://epocanegocios.globo.com/colunas/Financas-de-Bolso/noticia/2017/02/como-ficar-rico-nos-estados-unidos.html> , Acesso em: 22 fev. 2017.
"Mobilidade social" é a possibilidade que um indivíduo tem de mudar de posição e/ou classe social durante sua vida, podendo essa mudança ser ascendente ou descendente, o que não ocorria antes do Capitalismo, período em que não havia possibilidade de se alterar a posição social de nascença do indivíduo. Tal possibilidade de mobilidade, porém, depende de fatores como
Questão 3493583
Segundo Max Weber o "Estado" é um aparato político de organização social que atua sobre um território e a população em que nele vive valendo-se do monopólio do uso da força. Nas sociedades modernas o Estado tem esta dominação legitimada pela forma "racional-legal", que consiste
Questão 3493502
Os críticos ferrenhos ao capitalismo argumentam há tempos que as empresas veem seus funcionários como "máquinas" de produzir e gerar resultados financeiros para o negócio. A afirmação está longe de ser falsa " as metas e objetivos práticos continuam a pautar a avaliação dos profissionais ", mas uma nova variável está influenciando as políticas de gestão de pessoas. O perfil comportamental, a aderência do profissional à cultura da empresa e sua vontade de aprender e crescer estão pesando cada vez mais no dia a dia das companhias e na relação entre chefes e subordinados.
A conclusão é simples: uma empresa não é só o que produz, e um profissional também não. Ativos intangíveis contam cada vez mais nas relações de mercado, e os valores e a cultura corporativa são alguns deles. Além disso, o relacionamento da companhia com o seu público interno é sinônimo de bons resultados operacionais também. Profissionais engajados e felizes querem construir uma empresa melhor, geram menos problemas trabalhistas, ficam menos doentes, promovem a redução da rotatividade da empresa.
Do ponto de vista puramente capitalista, ter funcionários motivados também vale a pena. Mas quando analisamos os resultados intangíveis " que levam em conta outras relações da empresa, como comunidade, público interno e sociedade em geral " o "valor" de uma empresa pode ser muito maior quando se considera o elemento humano.
MANTOVANI, Fernando. Você não é (só) o que você produz. Disponível em: <http://exame.abril.com.br/blog/sua-carreira-sua-gestao/voce-nao-e-so-o-que-voce-produz/>. . Acesso em: 23 fev. 2017.
Os críticos ferrenhos ao capitalismo argumentam há tempos que as empresas veem seus funcionários como "máquinas" de produzir e gerar resultados financeiros para o negócio. A afirmação está longe de ser falsa " as metas e objetivos práticos continuam a pautar a avaliação dos profissionais ", mas uma nova variável está influenciando as políticas de gestão de pessoas. O perfil comportamental, a aderência do profissional à cultura da empresa e sua vontade de aprender e crescer estão pesando cada vez mais no dia a dia das companhias e na relação entre chefes e subordinados.
A conclusão é simples: uma empresa não é só o que produz, e um profissional também não. Ativos intangíveis contam cada vez mais nas relações de mercado, e os valores e a cultura corporativa são alguns deles. Além disso, o relacionamento da companhia com o seu público interno é sinônimo de bons resultados operacionais também. Profissionais engajados e felizes querem construir uma empresa melhor, geram menos problemas trabalhistas, ficam menos doentes, promovem a redução da rotatividade da empresa.
Do ponto de vista puramente capitalista, ter funcionários motivados também vale a pena. Mas quando analisamos os resultados intangíveis " que levam em conta outras relações da empresa, como comunidade, público interno e sociedade em geral " o "valor" de uma empresa pode ser muito maior quando se considera o elemento humano.
MANTOVANI, Fernando. Você não é (só) o que você produz. Disponível em: <http://exame.abril.com.br/blog/sua-carreira-sua-gestao/voce-nao-e-so-o-que-voce-produz/>. . Acesso em: 23 fev. 2017.
Segundo Karl Marx, há no Capitalismo um grupo social (classe) que é obrigado a vender sua força de trabalho, de forma assalariada, para viver. Disso decorre uma situação de "alienação", em que o trabalhador não possui o que produz, não decide o que será produzido e não controla o processo de sua execução; consequentemente, não percebe o sentido do seu trabalho, que historicamente sempre foi fonte de desenvolvimento humano. Tal situação ocorre porque:
Questão 3493489
Uma das transformações mais expressivas das últimas décadas foi, frente à escalada da crise ecológica, o crescimento da consciência ambiental. Esse despertar foi registrado pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992, e se fortaleceu entre a população brasileira mais informada. [...]
LEITE, José Correia; UEMURA, Janaina; SIQUEIRA, Filomena (Org.). O eclipse do progressismo: a esquerda latino-americana em debate. São Paulo: Elefante, 2018. p. 105.
Uma das transformações mais expressivas das últimas décadas foi, frente à escalada da crise ecológica, o crescimento da consciência ambiental. Esse despertar foi registrado pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992, e se fortaleceu entre a população brasileira mais informada. [...]
LEITE, José Correia; UEMURA, Janaina; SIQUEIRA, Filomena (Org.). O eclipse do progressismo: a esquerda latino-americana em debate. São Paulo: Elefante, 2018. p. 105.
Entre as diversas ações e compromissos assumidos pelo Brasil nas últimas décadas em torno das questões relacionadas à tentativa de combater a escalada da crise ecológica, destaca-se
Questão 3493483
A ampliação do mercado cultural favorece a especialização, o cultivo experimental de linguagens artísticas e uma sincronia maior com as vanguardas internacionais. Ao ensimesmar-se a arte em buscas formais, produz-se uma separação mais brusca entre os gostos das elites e das classes populares e médias
controladas pela indústria cultural. Apesar de ser essa a dinâmica da expansão e segmentação do mercado, os movimentos culturais e políticos de esquerda geram ações opostas destina? das a socializar a arte, comunicar as inovações do pensamento a públicos majoritários e fazê-los participar de algum modo da cultura hegemônica.
Gera-se um confronto entre a lógica socioeconômica do crescimento do mercado e a lógica voluntarista do culturalismo político, que foi particularmente dramático quando se produziu no interior de um mesmo movimento e até das próprias pessoas.
CANCLINI, N.G. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: Edusp, 2015. p. 86.
A ampliação do mercado cultural favorece a especialização, o cultivo experimental de linguagens artísticas e uma sincronia maior com as vanguardas internacionais. Ao ensimesmar-se a arte em buscas formais, produz-se uma separação mais brusca entre os gostos das elites e das classes populares e médias
controladas pela indústria cultural. Apesar de ser essa a dinâmica da expansão e segmentação do mercado, os movimentos culturais e políticos de esquerda geram ações opostas destina? das a socializar a arte, comunicar as inovações do pensamento a públicos majoritários e fazê-los participar de algum modo da cultura hegemônica.
Gera-se um confronto entre a lógica socioeconômica do crescimento do mercado e a lógica voluntarista do culturalismo político, que foi particularmente dramático quando se produziu no interior de um mesmo movimento e até das próprias pessoas.
CANCLINI, N.G. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: Edusp, 2015. p. 86.
Em relação ao mercado cultural, os argumentos de Canclini sinalizam que
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